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Intencionalidade Discursiva Professora Camile Baccin.

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1 Intencionalidade Discursiva Professora Camile Baccin

2 Pense rápido: O mendigo se aproxima de uma madame cheia de sacolas de compras, no centro da cidade, e diz: Senhora, estou sem comer faz quatro dias… Meu Deus! Gostaria de ter sua força de vontade! O que de fato o mendigo quis dizer à madame? Como a madame compreendeu a mensagem da fala do mendigo?

3 Que tal uma anedota: Lógica feminina Uma mulher estava passando de carro por uma rua e, ao parar no sinal de trânsito, foi abordada por uma moradora de rua, muito suja e de péssima aparência, que pediu a ela dinheiro para comprar comida. A mulher pegou a carteira da bolsa, tirou R$ 50,00 e perguntou: 'Se eu te der este dinheiro, você não vai sair com tuas amigas e gastar tudo?'

4 'Que é isso, dona, eu não tenho amigas. Moro na rua.' 'Você não vai sair aí pelas lojas gastando?' 'Não, eu não entro em loja porque não deixam e gasto meu dinheiro só com comida.' 'Você não vai usar para ir a um salão fazer cabelo e unhas?'

5 'A senhora tá maluca? Faz uns vinte anos que não sei o que é salão.' 'Bom, a mulher disse, 'Eu não vou te dar o dinheiro. Entre aqui no carro que eu vou te levar para jantar comigo e meu marido esta noite.' A mendiga ficou pasma. 'Mas teu marido não vai ficar furioso com você? Eu não tomo banho faz muito tempo, estou suja e fedorenta.'

6 Não faz mal. Entre aí. Quero que ele veja como fica uma mulher quando ela para de sair com amigas, fazer compras e ir ao salão.

7 Por que a mulher escolheu uma mendiga pra questionar? Por que a mulher escolheu oferecer dinheiro e não comida à mendiga? Por que a mulher preferiu levar a mendiga pra jantar com seu marido em vez de simplesmente contar pra ele o ocorrido?

8 Qual a intencionalidade discursiva quando se mostra essa anedota pra uma mulher? E quando se mostra pra um homem?

9 Comida - Titãs v=kDauPMPIEDw

10 Intertextualidade Discursiva Camile Baccin

11 MEUS OITO ANOS Oh! que saudades que tenho Da aurora da minha vida, Da minha infância querida Que os anos não trazem mais! Que amor, que sonhos, que flores, Naquelas tardes fagueiras À sombra das bananeiras, Debaixo dos laranjais! MEUS OITO ANOS Oh que saudades que eu tenho Da aurora de minha vida Das horas De minha infância Que os anos não trazem mais Naquele quintal de terra Da Rua de Santo Antônio Debaixo da bananeira Sem nenhum laranjais Analise os versos: Paródia é um tipo de relação intertextual em que um texto cita outro geralmente com o objetivo de fazer-lhe uma crítica ou inverter ou distorcer suas ideias.

12 Paráfrase é a reprodução do conteúdo do texto original, empregando-se outras palavras, explicando com outros termos o conteúdo original. ATÉ O FIM Chico Buarque de Hollanda Quando nasci veio um anjo safado O chato dum querubim E decretou que eu tava predestinado A ser errado assim Já de saída a minha estrada entortou Mas vou até o fim POEMA DAS SETE FACES Carlos Drummond de Andrade Quando nasci, um anjo torto desses que vivem na sombra disse: Vai, Carlos! ser gauche na vida. Considere:

13 Quis gravar "amor" No tronco de um velho freixo "Marília", escrevi. ( Hai-kai de Manuel Bandeira) Se encontrares louvada uma beleza, Marília, não lhe invejes a ventura, Que tens quem leve à mais remota idade A tua formosura. (Trecho de uma lira da obra Marília de Dirceu, de Tomás Antônio Gonzaga) Analise os trechos: Pastiche é uma imitação do estilo ou da sintaxe do texto original, mas não satiriza ou ironiza. Apenas imita.

14 Interdiscursividade é a relação entre dois discursos caracterizada por um citar o outro. Intertextualidade é a relação entre dois textos caracterizada por um citar o outro.

15 Botero Da Vinci Lego Observe nas imagens a intertextualidade e a interdiscursividade:

16 CÉZANNE BOTERO

17 Monte Castelo Legião Urbana Ainda que eu falasse A língua dos homens E falasse a língua dos anjos, Sem amor eu nada seria. É só o amor! É só o amor Que conhece o que é verdade. O amor é bom, não quer o mal, Não sente inveja ou se envaidece. O amor é o fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É dor que desatina sem doer. Ainda que eu falasse A língua dos homens E falasse a língua dos anjos Sem amor eu nada seria. É um não querer mais que bem querer; É solitário andar por entre a gente; É um não contentar-se de contente; É cuidar que se ganha em se perder. É um estar-se preso por vontade; É servir a quem vence, o vencedor; É um ter com quem nos mata a lealdade. Tão contrário a si é o mesmo amor. Estou acordado e todos dormem. Todos dormem. Todos dormem. Agora vejo em parte, Mas então veremos face a face. É só o amor! É só o amor Que conhece o que é verdade. Ainda que eu falasse A língua dos homens E falasse a língua dos anjos, Sem amor eu nada seria.

18 Quais a relações intertextuais que podemos estabelecer? Você conhece I Coríntios? Algum soneto de Luis Vaz de Camões?

19 As meninas da gare Oswald de Andrade Eram três ou quatro moças bem moças e bem gentis Com cabelos mui pretos pelas espáduas E suas vergonhas tão altas e tão saradinhas Que de nós as muito bem olharmos Não tínhamos nenhuma vergonha Fonte: br.geocities.com Ali andavam, entre eles, três ou quatro moças, bem moças e bem gentis, com cabelos muito pretos, caídos pelas espáduas abaixo; e suas vergonhas tão altas e tão cerradinhas e tão limpas das cabeleiras que, de as olharmos muito bem, não tínhamos nenhuma vergonha. (Pero Vaz de Caminha. Carta (fragmento). In: VOGHT, C. e LEMOS, J.G. Cronistas e viajantes. São Paulo: Abril Educação, 1982).


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