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1 SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Florianópolis, 26/6/2006

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Apresentação em tema: "1 SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Florianópolis, 26/6/2006"— Transcrição da apresentação:

1 1 SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR Florianópolis, 26/6/2006

2 2 1.Programa de Governo Proposta 12: Rever o atual sistema de avaliação que inclui o Exame Nacional de Cursos – ENC ou Provão - - e implantar um sistema nacional de avaliação institucional a partir, entre outras, da experiência do Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras (PAIUB). Das Origens -1

3 3 2. Constituição de 1988 Art. 209: o ensino é livre à iniciativa privada medianteavaliação de qualidade pelo poder público. 3. Lei (1995) – cria CNE e avaliação periódica das IES e Cursos; 4. LDB (1996) – Art. 9, inciso IX: cabe ao governo federal autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar... cursos e instituições de educação superior. Inciso VI – assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar... Das Origens -2

4 4 5. Plano Nacional de Educação (PNE) – Lei /2001. Art. 4: a União instituirá o Sistema Nacional de Avaliação e estabelecerá os mecanismos necessários ao acompanhamento das metas constantes do PNE; Diretriz do PNE para a regulação do sistema: planejar a expansão com qualidade Visão: nenhum país pode aspirar a ser desenvolvido e independente sem um forte sistema de educação superior Das Origens - 3

5 5 A educação superior brasileira tem a missão estratégica e única voltada para a consolidação de uma nação soberana, democrática, inclusiva e capaz de gerar a emancipação social. --Ministro Tarso Genro Visão

6 6 Missão Estratégica Nação Soberana Nação Inclusiva Nação democrática Sociedade Emancipada Visão

7 7 Aumento no ano 8,3% CENSO 2004 INSTITUIÇÕES

8 8 Instituições por categoria administrativa Instituições 224 Públicas1.789 Privadas 87 Federais 75 Estaduais 62 Municipais Particulares 388 Com/Conf./Fil CENSO 2004

9 9 Instituições por Organização Acadêmica ,4% 91,6% Universidades Faculdades, Centros, Escolas e Centros de Educação Tecnológica

10 10 Número de IES por Região Geográfica NORTE CENTRO OESTE SUL SUDESTE NORDESTE 118 5,9% ,1% ,7% ,6% ,7% TOTAL ,0%

11 11 TOTAL IES Até 1000 Alunos De 1001 A 2000 Alunos De 2001 A 5000 Alunos + De 5000 Alunos 67,8%13,6%9,2%9,6% IES segundo o tamanho (matrículas)

12 12 CURSOS 2004 TOTAL PRIVADAS6.262 PÚBLICAS Taxa de crescimento 13,3%

13 13 Os cinco maiores cursos

14 14 Evolução das Matrículas

15 15 Ritmo de crescimento das matrículas por Região

16 16 MATRÍCULAS POR TURNO CAT.ADMDIURNO %NOTURNO % PÚBLICO63,936,1 PRIVADO32,068,0 63,9 68,0

17 17 Taxa de escolarização bruta

18 18 Taxa de escolarização bruta por Região

19 19 TAXA DE ESCOLARIZAÇÃO BRUTA

20 20 TAXA DE ESCOLARIZAÇÃO BRUTA - SC 24,6%

21 21 TAXA DE ESCOLARIZAÇÃO BRUTA - RS 25,0%

22 22 TAXA DE ESCOLARIZAÇÃO BRUTA - PR 24,4%

23 23 Taxa de escolarização bruta - Pernambuco 10,9%

24 24 TAXA DE ESCOLARIZAÇÃO LÍQUIDA - Brasil 10,4%

25 25 Taxa de escolarização líquida - Pernambuco 6,5%

26 26 Taxa de escolarização líquida - RS 16,8%

27 27 METAS DO PNE: 1) Matricular 30% da população da faixa etária apropriada até 2011; 2) 40% das matrículas nas IES públicas. Metas de Crescimento das Matrículas

28 28 Maiores desafios: 1.Reestruturar os sistemas de avaliação, integrando instrumentos, espaços e momentos. 2.Melhorar os instrumentos de avaliação; 3.Otimizar o Censo da Educação Superior e a interpretação dos dados. Garantia de Qualidade

29 29 Experiências brasileiras em avaliação: – Avaliação Capes; Programa de Avaliação da Reforma Universitária - Paru; – Grupo Executivo para a Reforma da Educação Superior – GERES; – Programa de Avaliação Institucional das Universidades Brasileiras; – Exame Nacional de Cursos (ENC), Avaliação das Condições de Oferta/Ensino e Avaliação de Centros Universitários; SINAES A Nova Síntese

30 30 Instituição Curso Estudante Os 3 olhares do Sinaes

31 31 Prédio (Instituição)

32 32 1.Missão e o PDI 2.Política de Ensino, Pesquisa e Extensão 3.Políticas de pessoal e condições de trabalho 4.Organização e gestão 5.Infra-estrutura física 6.Comunicação com a sociedade 7.Política de atendimento aos estudantes 8.Responsabilidade social da IES 9.Planejamento e avaliação 10.Sustentabilidade financeira As 10 dimensões do Sinaes

33 33 Apartamento (Curso)

34 34 Art. 4º A avaliação dos cursos de graduação tem por objetivo identificar as condições de ensino oferecidas aos estudantes, em especial as relativas ao perfil do corpo docente, às instalações físicas e à organização didático- pedagógica. ACG: O que diz a lei

35 35 Art. 20. As Comissões Externas de Avaliação de Cursos terão acesso antecipado aos dados, fornecidos em formulário eletrônico pela IES, e considerarão também os seguintes aspectos: I - o perfil do corpo docente; II - as condições das instalações físicas; III - a organização didático-pedagógica; IV - o desempenho dos estudantes da IES no ENADE; V - os dados do questionário socioeconômico preenchido pelos estudantes, disponíveis no momento da avaliação; VI - os dados atualizados do Censo da Educação Superior e do Cadastro Geral das Instituições e Cursos; e VII - outros considerados pertinentes pela CONAES. ACG: O que diz a portaria

36 36 Corpo docente Instalações Físicas Organização Didático- Pedagógica Dados do Enade Dados da IES ACG: grandes dimensões

37 37 Morador (estudante)

38 38 1.Avaliação Institucional (AI) 2. Avaliação de Cursos de Graduação (ACG) – visitas in loco 3. Enade 1.1 auto-avaliação 1.2 avaliação institucional externa Instrumentos do Sinaes

39 39 O que é o Enade

40 40 O Enade é parte Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior - Sinaes Que avalia: a Instituição o Curso e o Estudante

41 41 O Enade examina a trajetória do estudante

42 42 Corpo docente Instalações Físicas Organização Didático- Pedagógica Resultados do Enade Dados da IES O Enade é parte da avaliação do curso, feita por especialistas, que avalia...

43 43 Instrumentos do ENADE O Enade tem quatro instrumentos básicos: 1.Prova; 2.Questionário Sócio-econômico; 3.Questionário de Impressões sobre a Prova; 4.Questionário aos Coordenadores de Curso.

44 44 Amostragem Feita pelo Inep, não pelas IES

45 45 Amostragem 1. Feita pelo Inep e não pelas instituições; 2. Para os cursos que já haviam sido previamente avaliados, usou-se como base o último ENC. Para os cursos novos e de áreas já examinadas previamente, usou-se com base a área. Finalmente, para cursos de áreas que participam pela primeira vez do processo de avaliação, usou-se como base os cursos participantes em 2003; 3. Para as áreas com número reduzido de inscritos, as avaliações são censitárias; 4. Sempre que o número de estudantes for pequeno demais para garantir a confiabilidade dos resultados, todos os alunos do curso são submetidos ao exame.

46 46 Características gerais da prova 1.Prova construída a partir das Diretrizes Curriculares da área 2.Diretrizes estabelecidas por Comissões Assessoras das áreas e por Comissão Interdisciplinar 3.Parte específica e parte comum a todas as áreas 4.Prova com máximo de quatro de horas de duração 5.Prova com 40 questões, 30 da parte específica e 10 da parte geral 6.Provas com questões de múltipla escolha e dissertativas 7.Prova com questões de baixa complexidade, de média complexidade e de alta complexidade

47 47 Características da Prova É aplicada, concomitantemente, como prova única, a ingressantes e concluintes; 2.É construída com base no perfil do curso; 3. É aplicada a cada ano a estudantes de diferentes grupos de área: 2004 – Grupo I; 2005 – Grupo II; 2006 – Grupo III; 2007 – Grupo I... 4.É aplicada, sempre que possível, por amostragem.

48 48 Características da prova Foi construída por especialistas, tomando por base não o perfil do concluinte, mas o perfil do curso. O Exame foi construído, portanto, não sobre o ponto de chegada, mas sobre a trajetória do estudante 2.Este perfil envolve competências e saberes no seu cruzamento com os conteúdos aos quais os estudantes devem ser expostos durante a sua trajetória acadêmica. Isto equivale a dizer que o ENADE se ocupa com conteúdos de todo o espectro das diretrizes curriculares e não apenas com conteúdos profissionalizantes.

49 49 Uma característica marcante do ENADE é que ele é aplicado simultaneamente a ingressantes e concluintes, permitindo identificar o nível de ingresso e de saída dos alunos, ajudando a orientar as instituições sobre a necessidade ou não de fazer ajustes ou revisões curriculares. Características da prova - 4

50 50 O ENADE inclui questões instrumentais, comuns a todas as áreas do conhecimento, que têm a ver tanto com a formação do profissional quanto com a formação do cidadão. Características da prova - 5

51 51 A prova do ENADE, em três anos, atingirá 88 áreas do conhecimento. Características da prova - 6

52 52 O que é avaliado na prova? 1.O desempenho com relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares das áreas; 2.O desenvolvimento de competências e habilidades necessárias ao aprofundamento profissional e formação geral.

53 53 Sobre a nota no Enade A nota do ENADE não é a nota do curso, mas uma parte da nota do curso. A nota no ENADE fará parte da avaliação do curso, feita por comissões de especialistas através de visita. O uso feito pelo curso das informações que o Enade gera fará parte da avaliação do curso; Portanto: -- nenhuma decisão regulatória é tomada em função apenas do desempenho dos estudantes. -- como a nota no ENADE não é igual à nota do curso, ela não será usada pelo MEC para fazer rankings.

54 54 Mostra o quanto a média dos alunos do curso mudou durante a sua trajetória pelo curso; Permitirá o cálculo do valor agregado na trajetória pelo curso; Indica aos coordenadores e professores quais os conteúdos, habilidades e competências os ingressantes dominam quando do ingresso; Indica aos coordenadores e professores quais os conteúdos, habilidades e competências os concluintes dominam quando do ingresso. Vantagens das várias notas

55 55 Tipos de notas do Enade O ENADE gerará diversos tipos de nota: a)nota dos ingressantes na parte específica; b)nota dos concluintes na parte específica; c)nota de ingressantes na parte geral e comum; d)nota de concluintes na parte geral e comum; e)Média geral de desempenho de ingressantes e concluintes na prova; e f)um indicador de diferença de desempenho esperado.

56 56 Cálculo do Conceito O conceito global é calculado com base em três termos: 1.Desempenho dos concluintes no Componente Específico da área; 2.Desempenho dos ingressantes no componente específico da área; 3. Desempenho de ingressantes e concluintes na parte de Formação Geral.

57 57 Distribuição dos Conceitos NíveisFaixas 0,0 a 0,9 1,0 a 1,9 2,0 a 2,9 3,0 a 3,9 4,0 a 5,

58 58 Pesos na composição do Conceito 1.Componente específico = 75% 2. Formação Geral = 25% Obs.: no componente específico, o desempenho dos ingressantes tem peso igual a 15% e os concluintes igual a 60%) 75% 25%

59 59 O que é o questionário sócio- econômico É um questionário de 103 perguntas que devem ser respondidas por ingressantes e concluintes e entregue no dia da prova.

60 60 Tipos de perguntas do questionário sócio-econômico As perguntas do questionário são de cinco tipos: a)Sobre aluno (quem é, do que gosta, origem social, hábitos e atitudes); b)Sobre o Professor (seu desempenho, suas técnicas, métodos e atitudes); c)Sobre o currículo (sua atualidade e articulação com outras disciplinas e com a realidade) d)Sobre as instalações físicas (laboratórios, bibliotecas, salas de aula, sua atualidade, adequação, etc.) e)Sobre o significado da educação ofertada (utilidade e importância para a formação profissional e cidadã).

61 61 Quem responde o questionário O questionário sócio-econômico é aplicado aos concluintes e aos ingressantes. Desta forma, podemos entender como os estudantes vêem o curso quando ingressam e como o vêem, alguns anos mais tarde, quando saem. Isto representa ganhos significativos na compreensão das questões que definem a vida do estudante no campus.

62 62 1.Relatório do Aluno 2.Relatório do Curso 3.Relatório da Área 4.Relatório da Instituição 5.Resumo Técnico 6.Relatório de Conceitos 7.Relatório Técnico-Científico Relatórios do Enade

63 63 Inovações do Enade O ENADE inovou, portanto, quanto à/ao: a)tipo de exame (prova única centrada na trajetória do curso); b)destinatário do exame (ingressantes e concluintes); c)periodicidade do exame (trienal); d)forma de aplicação do exame (por amostragem, com significativa economia de recursos);

64 64 e)tipo de resultados produzidos (várias notas e indicador de diferença de desempenho); f)uso dos resultados do exame (integrado ao instrumento de avaliação de curso, como indicadores específicos); g)Aplicação do questionário (a ingressantes e concluintes; h)Aplicação do questionário aos coordenadores (com perguntas integradas ao questionário do aluno). Inovações do Enade - 2

65 65 Legislação Pertinente 1.Lei , de 14 de abril de 2004; 2.Portaria MEC no , de 9 de julho de 2004; 3.Portarias do INEP, designando as 20 Comissões Assessoras e definindo diretrizes; 4.Portarias INEP no. 107 de 22 de julho de Portaria MEC de 13/9/ Portaria MEC de 22/6/05. 7.Portaria MEC de 5/8/2005

66 66 1.Formação Geral 2. Componente Específico da área. 10 questões 30 questões Partes da Prova

67 67 Participantes do Enade 2004 Estudantes da Amostra Ingressantes Concluintes Estudantes Representados Áreas Cursos participantes

68 68 Inscritos e Participantes do Enade 2005 Estudantes da Amostra Ingressantes Concluintes Inscritos até 05/10 Áreas Cursos participantes Base da Amostra =61,4%

69 69 Desempenho em Formação Geral Enade 2004 ÁreaIngressantesConcluintes Agronomia33,640,8 Educação Física29,434,8 Enfermagem33,539,7 Farmácia35,442,5 Fisioterapia37,844,6 Fonoaudiologia37,343,4 Medicina Medicina Veterinária36,042,7 Nutrição32,839,7 Odontologia39,846,0 Serviço Social Terapia Ocupacional37,440,6 Zootecnia37,743,2 53,5 24,7 56,3 28,1

70 70 COMPONENTE ESPECÍFICO: Desempenho médio Enade 2004 ÁreaIngressantesConcluintes Agronomia28,751,0 Fonoaudiologia41,966,8 Medicina19,647,2 Odontologia21,455,2 Serviço Social17,526,6 Terapia Ocupacional43,853,3 66,8

71 71 1.Solteiro; 2.Branco; 3.Vem de família que ganha até10 mínimos; 4.Não recebe bolsa de estudos ou financiamento para estudar; 5.Tem pais com escolaridade mínima de ensino médio ou superior; Perfil do Estudante 1

72 72 6. Lê, no máximo dois livros ao ano, excetuando- se os livros escolares; 7. Lê jornais apenas ocasionalmente; 8. Utiliza a TV para se manter atualizado sobre os acontecimentos do mundo; 9. Tem no acervo da biblioteca da IES a sua principal fonte de pesquisa; 10. Estuda no mínimo uma hora e no máximo 5 horas semanais; Perfil do Estudante - 2

73 Tem no cinema a sua principal atividade de lazer; 12. Tem acesso à internet; 13. Utiliza o computador para trabalhos escolares e entretenimento; 14. Considera a aquisição de formação profissional a principal contribuição do curso; 15. Participa principalmente de eventos promovidos pela própria IES. Perfil do Estudante - 3

74 74 1.Apresentam e discutem o plano de ensino; 2.Têm domínio atualizado do conteúdo que ministram; 3.Muitas vezes não têm disponibilidade para atendimento extra-classe; 4.Utilizam sofrivelmente os recursos audiovisuais e a tecnologia educacional com base em informática; 5.Muitas vezes não exigem dos alunos na medida certa. O que os estudantes dizem sobre os professores

75 75 1.O curso contribui para desenvolver competências relacionadas à tomada de decisões e resolução de problemas na sua área de atuação; 2.As disciplinas do currículo freqüentemente estão desarticuladas. O Projeto Pedagógico segundo os estudantes

76 76 1.O espaço é adequado e os equipamentos são suficientes para o número de estudantes; 2.O acervo da biblioteca está desatualizado e o número de exemplares é insuficiente. Perfil das Condições de Ensino

77 77 Renda familiar no campus 35,4

78 78 Renda familiar no campus

79 79 Renda familiar no campus – 3 Até 3 mínimos -2 -7

80 80 Paraíba: Renda familiar no campus - Até 3 mínimos

81 81 Renda familiar no campus – 4 Mais de 10 mínimos

82 82 Paraíba: Renda familiar no campus Mais de 10 mínimos

83 83 Renda familiar no campus e na sociedade - até 3 mínimos 26,5 12,9 50,1

84 84 Renda familiar no campus e na sociedade – mais de 10 mínimos 41,6% 29% 11,8%

85 85 A escolaridade dos pais e o campus

86 86 A escolaridade dos pais e o campus

87 87

88 88 Categoria Administrativa % de estudantes originários da escola pública % de estudantes originários da escola privada IFES42,242,5 ESTADUAIS53,331,4 MUNICIPAIS59,823,5 PRIVADAS45,934,9 EM Público = 87,2% Ensino Médio na EdSup por Categoria Administrativa

89 89 Estudantes do Ensino Médio nas IFES

90 90 Estudantes do ensino Médio nas IES Estaduais

91 91 Estudantes do ensino Médio nas IES Municipais

92 92 Estudantes do ensino Médio nas IES Privadas

93 93 A Cor do Campus 52% 72,9% +20,9%

94 94 A Cor do Campus 20,5%

95 95 A Cor do Campus 5,9% 3,6%

96 96 A cor do campus 50,0 70,2 76,4

97 97 A cor do campus 4,6% 2,8% 5,9%

98 98 A cor do campus 41,0 22,0 17,5

99 99 1.Arquitetura (84,5%), 2.Odontologia, (81,1%), 3.Medicina Veterinária (80,9%), 4.Engenharia Mecânica (80,6%), 5.Farmácia (79,9%), 6.Direito (79,4%), 7.Jornalismo (78,4%), 8.Administração (78,4%), 9. Psicologia (78,1%) 10. Medicina (77,7%). Os Cursos mais brancos

100 100 1.História (54, 9%), 2.Geografia (56,0%), 3.Letras (61,8%), 4.Matemática (62,0%), 5.Física (64,0%), 6.Pedagogia (65,0%), 7.Enfermagem (67,2%), 8.Biologia (69,1%), 9.Química (71,0%) e 10.Ciências Contábeis (72,0%). Os Cursos menos brancos

101 101 Entre os dez cursos com maior percentual de estudantes brancos, a representação no campus varia de 25,7% a 32,5% acima da média na sociedade. Apenas em História e Geografia os percentuais do campus e da sociedade se aproximam. A cor dos Cursos

102 102 Entre os cinco cursos com a maior representação percentual de brancos, a presença dos negros é a seguinte: Arquitetura (1,0%), Odontologia (0,8%), Medicina Veterinária (1,1%), Engenharia Mecânica (2,3%) e Farmácia (1,2%). Convém lembrar que a representação percentual de negros na sociedade, segundo o IBGE, é de 5,9%. A cor dos Cursos

103 103 21,045,6 65,841,7 A cor do campus na Bahia

104 104 A cor do campus em São Paulo 71,180,5 22,710,7

105 105 Paraíba Cor/Raça % na População % no Campus Branca36,3 62,1 Preta4,6 3,5 Amarela0,1 0,8 Parda58,7 32,1 Indígena0,0 1,0 Sem declaração- 0,5 A cor do campus na Paraíba 36,362,1 58,732,1

106 106 Instalações físicas por Categoria Administrativa

107 107 Equipamentos por Categoria Administrativa

108 108 Equipamentos por Categoria Administrativa -2

109 109 1.Pequena diferença de desempenho entre ingressantes e concluintes em Formação Geral; 2.Grande diferença de desempenho entre ingressantes e concluintes na Formação Específica; 3.O bom desempenho das IES públicas; 4. O bom desempenho do Sul e do Nordeste; Constatações Marcantes - 1

110 O melhor desempenho das Universidades em relação às outras IES, sejam elas públicas ou privadas; 6. As avaliações que estudantes fazem de seus professores, das condições de ensino e do projeto pedagógico são bastante semelhantes na maioria dos itens; 7. O acervo bibliográfico desatualizado é o item mais criticado pelos estudantes; 8. Há percentualmente mais ingressantes pobres, pretos e pardos do que concluintes; há percentualmente mais concluintes ricos e brancos do que ingressantes. Constatações Marcantes - 2

111 111 9.Para coordenadores de curso e para o corpo docente, a prova do Enade é um poderoso instrumento de revisão curricular e de ajuste das práticas pedagógicas; 10.Para os ingressantes, a prova permite uma exposição aos conteúdos do curso como um todo e permite identificar o que sabem e o que ainda não sabem; 11.Para os concluintes a prova permite revisar os conteúdos estudados e verificar o que sabem e o que não foi aprendido; 12.A percepção da diferença de desempenho entre ingressantes e concluintes abre a possibilidade para, nas próximas edições do Enade, identificar o valor agregado na trajetória do estudante; 13.Os questionários aplicados, especialmente aos ingressantes, permitem um uso pró-ativo e formativo sem precedentes. Comentários Finais

112 112 Funções da Avaliação Psicológica ou Sócio-política administrativa Tomada de decisões Prestação de contas Definição de políticas Estabelecimento de prioridades formativa somativa

113 113 Fluxo do processo - BASis Conselho Superior -IES Colegiados de Curso Entidades Auto-inscrição INDICADOSINDICADOS SCREENINGSCREENING BASis BANCO DE AVALIA- DORES DO SINAES Comissão 1 Comissão 2 Comissão 3 Comissão n compatibilidade classificação indicação seleção capacitação

114 114


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