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Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Introdução a Perfis e Canhoneios.

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Apresentação em tema: "Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Introdução a Perfis e Canhoneios."— Transcrição da apresentação:

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2 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Introdução a Perfis e Canhoneios

3 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles O que é Perfilagem ? ? ? ? ?

4 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Perfilagem é: A habilidade de medir propriedades dos poços a uma determinada profundidade com a finalidade de obter informações sobre o reservatório.

5 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles O que queremos conhecer sobre o reservatório?

6 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles O que queremos conhecer é: Ha presença de Petróleo ou Gás ? Onde? Em que quantidade? É economicamente viável produzi-los? Ha presença de Petróleo ou Gás ? Onde? Em que quantidade? É economicamente viável produzi-los?

7 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles COM A PERFILAGEM SE PODE OBTER DADOS COMO: RESISTIVIDADE POROSIDADE PERMEABILIDADE SATURAÇÃO DE ÁGUA E MOBILIDADE DE HIDROCARBONETOS TIPOS DE HIDROCARBONETOS ( GÁS, PETRÓLEO, ETC. ) PRESSÕES LITOLOGIA INCLINAÇÃO (DIP) DAS FORMAÇÕES AMBIENTE SEDIMENTÁRIO TEMPO DE TRÂNSITO DAS ONDAS ELÁSTICAS NAS FORMAÇÕES QUALIDADE DA CIMENTAÇÃO DO REVESTIMENTO RESISTIVIDADE POROSIDADE PERMEABILIDADE SATURAÇÃO DE ÁGUA E MOBILIDADE DE HIDROCARBONETOS TIPOS DE HIDROCARBONETOS ( GÁS, PETRÓLEO, ETC. ) PRESSÕES LITOLOGIA INCLINAÇÃO (DIP) DAS FORMAÇÕES AMBIENTE SEDIMENTÁRIO TEMPO DE TRÂNSITO DAS ONDAS ELÁSTICAS NAS FORMAÇÕES QUALIDADE DA CIMENTAÇÃO DO REVESTIMENTO

8 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Classificação de Ferramentas As ferramentas são classificadas segundo o seu princípio de funcionamento e/ou tipo de pesquisa a que são destinadas. Assim, primeiro classificam-se as ferramentas em 2 grandes grupos: Poço Aberto Poço Revestido As ferramentas são classificadas segundo o seu princípio de funcionamento e/ou tipo de pesquisa a que são destinadas. Assim, primeiro classificam-se as ferramentas em 2 grandes grupos: Poço Aberto Poço Revestido

9 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Medidas básicas de poço aberto Resistividade Radiação Gama Sonic Travel Time Porosidade com Neutron Densidade Diâmetro do Poço (Caliper) Resistividade Radiação Gama Sonic Travel Time Porosidade com Neutron Densidade Diâmetro do Poço (Caliper)

10 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Medições básicas em poço revestido Pressure/Temperature Fluid Density/Velocity Neutron Porosity Gamma Radiation Casing & Cement Job Quality Pressure/Temperature Fluid Density/Velocity Neutron Porosity Gamma Radiation Casing & Cement Job Quality

11 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Canhoneios Assentamento de Tampão e Packers Pipe Recovery Cortadores Químicos Canhoneios Assentamento de Tampão e Packers Pipe Recovery Cortadores Químicos Serviços de Completação

12 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Sistema de Superfície

13 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles EXCELL 2000 Logging System Capacidade de executar trabalhos tanto de Poços Abertos como de Poços Revestidos Permite aquisição de dados em tempo real e processamento das informações e imagens com o sistema de processamento de dados Desktop Petrophysics Versatilidade Multitarefas com Sistema Operacional UNIX. Capacidade de Transmissão de dados Capacidade de executar trabalhos tanto de Poços Abertos como de Poços Revestidos Permite aquisição de dados em tempo real e processamento das informações e imagens com o sistema de processamento de dados Desktop Petrophysics Versatilidade Multitarefas com Sistema Operacional UNIX. Capacidade de Transmissão de dados

14 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles

15 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Skids Excell 2000

16 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Caminhões com Sistema Excell 2000

17 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Algumas das ferramentas que baixam nos poços.

18 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles CAST-V 3-5/8 3-5/8 4-3/8 4-3/8 5-5/8 5-5/ /8 9-5/8

19 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles EMI

20 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Resultado de um perfil de Imagem de CAST-V ou EMI

21 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Ferramenta de amostragem lateral Rotary Coring Tool

22 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Full Wave Sonic Utilidade Cálculo DTC-DTS Identificação litológica através da relação Dts/Dtc Estimação de porosidade Localização de intervalos de gás Detectar variações de permeabilidade (stoneley) Determinar as propiedades Mecânicas das rochas Operação Trem de Ondas Acústicas Faixa de Freqüências Khz

23 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles MRIL no poço MRIL Probe Borehole SensitiveVolumeCylinders (each 1 mm thick at 1 mm spacing)

24 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Objetivo dos Perfis O objetivo primordial dos perfis elétricos é LOCALIZAR, AVALIAR e QUANTIFICAR os reservatório de hidrocarbonetos.

25 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Exemplo de Perfil de Poço Aberto

26 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles Caliper Objetivo: Medir o diâmetro interno do poço.

27 Introdução a Perfilagem e Canhoneio By: J.Salles SE PROCESSA APÓS A REALIZA DAS CORRIDAS NECESSÁRIAS DE AQUISI, CORRENDO REGISTROS RESISTIVOS E DE POROSIDADE SE PROCESSA APÓS A REALIZAÇÃO DAS CORRIDAS NECESSÁRIAS DE AQUISIÇÃO, CORRENDO REGISTROS RESISTIVOS E DE POROSIDADE PERFIL COMPUTADO A ZONA SUPERIOR INDICA ALTA SATURA DE HIDROCARBONETOS NO TOPO COM AGUA NA BASE A ZONA SUPERIOR INDICA ALTA SATURAÇÃO DE HIDROCARBONETOS NO TOPO COM AGUA NA BASE A ZONA INFERIOR ESTA TOTALMENTE SATURADA COM AGUA


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