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CRÔNICA Juiz cassa prefeito de São Paulo GÊNERO JORNALÍSTICO OU LITERÁRIO?

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Apresentação em tema: "CRÔNICA Juiz cassa prefeito de São Paulo GÊNERO JORNALÍSTICO OU LITERÁRIO?"— Transcrição da apresentação:

1 CRÔNICA Juiz cassa prefeito de São Paulo GÊNERO JORNALÍSTICO OU LITERÁRIO?

2 DEFINIÇÕES GÊNEROS OPINATIVOS Crônica É considerada tanto um gênero jornalístico como literário. Como gênero jornalístico é produto do jornal e dele depende para sua expressão pública; vinculada à atualidade, porque se nutre dos fatos do cotidiano. Preenche as três condições essenciais de qualquer manifestação jornalística: atualidade, oportunidade e difusão coletiva.

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4 E MAIS... Considerada gênero literário por alguns, o que é discutível na literatura, pois pode ser julgada como gênero literário menor já que não se pode pensar numa literatura feita de grandes cronistas. Mas há cronistas que se consagram e têm suas crônicas reunidas em livros e não raro ganham status de autores literários por sua produção de romances, poesias etc. Literatura ou jornalismo, a crônica é considerada muito difícil de ser elaborada.

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6 Veja um exemplo... Estou aqui pensando e tentando decidir o que é que me irrita mais nesses arquivos em PowerPoint que algumas pessoas cismam de me mandar. Talvez seja o fato de um texto que teria o quê, no máximo uns 10K no Word, me aparecer agora com 5 Mega porque o infeliz do humanóide dotado de polegar opositor resolveu entupir o arquivo com letrinhas caindo uma a uma, fotos de criancinhas, flores e bichinhos fofos e música do Kenny G. Ou então é o fato das mensagens serem sempre umas verdadeiras malas, com ações afirmativas de auto-ajuda, correntes de amizade, orações para o meu anjo da guarda ou parábolas do livro do Dalai Lama. Com música da Enya. Ou vai ver é porque no final vem aquela ameaça: Passe para 85 pessoas nos próximos dez minutos, senão… E tenha um ótimo dia!. Com o pianinho do Richard Clayderman tocando no fundo. Sério, gente, ninguém merece! ( Crônica urbana)

7 Temas geradores de Crônicas: 1.Amizade é como música: duas cordas afinadas no mesmo tom, vibram juntas... 2.Amizade, palavra que designa vários sentimentos, que não pode ser trocada por meras coisas materiais... Deve ser guardada e conservada no coração!!! 3.As pessoas entram em nossas vidas por acaso, mas não é por acaso que elas permanecem. 4.Celebrar a vida é somar amigos, experiências e conquistas, dando-lhes sempre algum significado. 5.Diante de um obstáculo não cruzes os braços, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos. 6.Elogie os amigos em público, critique em particular. 7.Errar é humano, perdoar é divino. 8.Evitar a felicidade com medo que ela acabe; é o melhor meio de ser infeliz. 9.Faça amizade com a bondade das pessoas, nunca com seus bens! 10.Felicidade é a certeza de que a nossa vida não está se passando inutilmente. ( Érico Veríssimo)

8 Crônica narrativa: Autor: Carlos Heitor Cony. Publicado na Folha OnlineFolha Online Um brasileiro de 38 anos, Vítor Negrete, morreu no Tibete após escalar pela segunda vez o ponto culminante do planeta, o monte Everest. Da primeira, usou o reforço de um cilindro de oxigênio para suportar a altura. Na segunda (e última), dispensou o cilindro, devido ao seu estado geral, que era considerado ótimo.

9 As façanhas dele me emocionaram, a bem sucedida e a malograda. Aqui do meu canto, temendo e tremendo toda a vez que viajo no bondinho do Pão de Açúcar, fico meditando sobre os motivos que levam alguns heróis a se superarem. Vitor já havia vencido o cume mais alto do mundo. Quis provar mais, fazendo a escalada sem a ajuda do oxigênio suplementar. O que leva um ser humano bem sucedido a vencer desafios assim?

10 Ora, dirão os entendidos, é assim que caminha a humanidade. Se cada um repetisse meu exemplo, ficando solidamente instalado no chão, sem tentar a aventura, ainda estaríamos nas cavernas, lascando o fogo com pedras, comendo animais crus e puxando nossas mulheres pelos cabelos, como os trogloditas –se é que os trogloditas faziam isso. Somos o que somos hoje devido a heróis que trocam a vida pelo risco. Bem, verdade que escalar montanhas, em si, não traz nada de prático ao resto da humanidade que prefere ficar na cômoda planície da segurança.

11 Mas o que há de louvável (e lamentável) na aventura de Vítor Negrete é a aspiração de ir mais longe, de superar marcas, de ir mais alto, desafiando os riscos. Não sei até que ponto ele foi temerário ao recusar o oxigênio suplementar. Mas seu exemplo –e seu sacrifício- é uma lição de luta, mesmo sendo uma luta perdida.


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