A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Professoras: Isa Ruppelt Claudia Rosas Em homenagem ao Centenário de Vinícius de Moraes, os alunos do Colégio Cruzeiro elaboraram este trabalho com o.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Professoras: Isa Ruppelt Claudia Rosas Em homenagem ao Centenário de Vinícius de Moraes, os alunos do Colégio Cruzeiro elaboraram este trabalho com o."— Transcrição da apresentação:

1

2 Professoras: Isa Ruppelt Claudia Rosas

3 Em homenagem ao Centenário de Vinícius de Moraes, os alunos do Colégio Cruzeiro elaboraram este trabalho com o objetivo de pesquisar e conhecer a vida e obras do poeta e músico que foi tão importante para a nossa literatura, mostrando o Brasil ao mundo. Através da Internet, os alunos tiveram a oportunidade de ter acesso ao universo literário de Vinícius de Moraes, assim como à sua trajetória de vida. Criaram cartoons e elaboraram diversas fotomontagens. Os alunos, mobilizados pela música, descobriram a importância da poesia como forma de expressão e comunicação. Dessa forma, refinamos o gosto literário e estimulamos a leitura de todos os alunos do 3º ANO.

4 Vinícius de Moraes Vinícius de Moraes ( ) foi um poeta e compositor brasileiro. "Garota de Ipanema", feita em parceria com Antônio Carlos Jobim, é um hino da música popular brasileira. Vinícius de Morais ( ) nasceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de outubro de Filho de funcionário público e poeta Clodoaldo Pereira da Silva e da pianista Lídia Cruz. Desde cedo, já mostrava interesse por poesia. Entrou para o coral da igreja, onde desenvolveu suas habilidades musicais. Em 1929, iniciou o curso de Direito da Faculdade Nacional do Rio de Janeiro. Casou-se mais de uma vez e teve cinco filhos. Em 1943 é aprovado no concurso para Diplomata. Vai para os Estados Unidos, onde assume o posto de vice-cônsul em Los Angeles. Volta para o Brasil em De volta ao Brasil, dedica-se à poesia e à música popular brasileira. Fez parcerias musicais com sete amigos, entre eles: Toquinho, Tom Jobim, Chico Buarque. Entre suas músicas destacam-se: "Garota de Ipanema", "Gente Humilde", "Aquarela", "A Casa", "Arrastão", "A Rosa de Hiroshima", "Berimbau", "A Tonga da Mironga do Kaburetê", "Canto de Ossanha", "Insensatez", "Eu Sei Que Vou Te Amar" e "Chega de Saudade". A parceria com o músico Toquinho foi considerada a mais produtiva. Rendeu músicas importantes como "Aquarela", "A Casa", "As Cores de Abril", "Testamento", "Maria Vai com as Outras", "Morena Flor", "A Rosa Desfolhada", "Para Viver Um Grande Amor" e "Regra Três". O Álbum Arca de Noé foi lançado em 1980 e teve vários intérpretes, cantando músicas de cunho infantil. Esse Álbum originou um especial para a televisão. Marcus Vinícius de Mello Morais morreu no Rio de Janeiro, no dia 09 de julho de 1980, devido a problemas decorrentes de isquemia cerebral.

5 Flávio e Beatriz Aquarela Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva E se faço chover com dois riscos tenho um guarda-chuva Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu Vai voando, contornando A imensa curva norte-sul Vou com ela viajando Havaí, Pequim ou Istambul Pinto um barco a vela branco navegando É tanto céu e mar num beijo azul Entre as nuvens vem surgindo Um lindo avião rosa e grená Tudo em volta colorindo Com suas luzes a piscar Basta imaginar e ele está partindo Sereno indo E se a gente quiser Ele vai pousar Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida Com alguns bons amigos, bebendo de bem com a vida De uma América a outra consigo passar num segundo Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo Um menino caminha e caminhando chega num muro E ali logo em frente a esperar pela gente o futuro está Flávio e Beatriz

6 E o futuro é uma astronave Que tentamos pilotar Não tem tempo nem piedade Nem tem hora de chegar Sem pedir licença muda nossa vida E depois convida a rir ou chorar Nessa estrada não nos cabe Conhecer ou ver o que virá O fim dela ninguém sabe Bem ao certo onde vai dar Vamos todos numa linda passarela De uma aquarela que um dia enfim Descolorirá Flávio e Beatriz

7

8 Maria Clara e Gisele O peru Vinicius de Moraes, Toquinho, Paulo Soledade Glu! Glu! Glu! Abram alas pro peru! O peru foi a passeio Pensando que era pavão Tico-tico riu-se tanto Que morreu de congestão O peru dança de roda Numa roda de carvão Quando acaba fica tonto De quase cair no chão O peru se viu um dia Nas águas do ribeirão Foi-se olhando, foi dizendo Que beleza de pavão Foi dormir e teve um sonho Logo que o sol se escondeu Que sua cauda tinha cores Como a desse amigo seu

9 Maria Clara e Gisele

10 Camila e Guilherme

11 O MARIMBONDO Marimbondo furibundo Vai mordendo meio mundo Cuidado com o marimbondo Que esse bicho morde fundo! Eta bicho danado! Marimbondô De chocolat Saia daqui Sem me morder Senão eu dou Uma paulada Bem na cabeça De você. Eta bicho danado! Marimbondo... nem te ligo! Voou e veio me espiar bem na minha cara... Eta bicho danado! Camila e Guilherme

12

13 Fernanda e Eduarda O relógio Passa o tempo tic, tac, tic, tac passa a hora Chega logo tic, tac, tic, tac, vai-te embora, Passa tempo bem depressa Não atrasa nem demora, Que já estou muito cansado, Já perdi toda alegria de fazer meu tic-tac, tic, tac, dia e noite, noite e dia, tic, tac, tic, tac, dia e noite, noite e dia Tic-tac-tic-tac-tic-tac, tic-tac... Blom!

14 Fernanda e Eduarda

15 Maria Julia e Julia O ELEFANTINHO (Vinícius de Moraes) Onde vais, elefantinho Correndo pelo caminho Assim tão desconsolado? Andas perdido, bichinho Espetaste o pé no espinho Que sentes, pobre coitado? Estou com um medo danado Encontrei um passarinho!

16 Maria Julia e Julia

17 Pedro Coelho As borboletas Brancas Azuis Amarelas E pretas Brincam Na luz As belas Borboletas. Borboletas brancas São alegres e francas. Borboletas azuis Gostam muito de luz. As amarelinhas São tão bonitinhas! E as pretas, então... Oh, que escuridão

18 Pedro Coelho

19 Ana e Catherine O Pato Lá vem o pato Pata aqui, pata acolá Lá vem o pato Para ver o que é que há O pato pateta Pintou o caneco Surrou a galinha Bateu no marreco Pulou do poleiro No pé do cavalo Levou um coice Criou um galo Comeu um pedaço De jenipapo Ficou engasgado Com dor no papo Caiu no poço Quebrou a tigela Tantas fez o moço Que foi pra panela

20 Ana e Catherine

21 Giulia e Clara O gato Com um lindo salto Lesto e seguro O gato passa Do chão ao muro Logo mudando De opinião Passa de novo Do muro ao chão E pisa e passa Cuidadoso, de mansinho Pega e corre, silencioso Atrás de um pobre passarinho E logo para Como assombrado Depois dispara Pula de lado Se num novelo Fica enroscado Ouriça o pelo Mal humorado Um preguiçoso É o que ele é E gosta muito De cafuné E quando à noite Vem a fadiga Toma seu banho Passando a língua pela barriga

22 Giulia e Clara

23 Marcelo e Maria Fernanda A casa Era uma casa muito engraçada Não tinha teto, não tinha nada Ninguém podia entrar nela, não Porque na casa não tinha chão Ninguém podia dormir na rede Porque na casa não tinha parede Ninguém podia fazer pipi Porque penico não tinha ali Mas era feita com muito esmero na Rua dos Bobos, número zero

24 Marcelo e Maria Fernanda

25 Thiago A foca Quer ver a foca Ficar feliz? É por uma bola No seu nariz. Quer ver a foca Bater palminha? É dar a ela Uma sardinha. Quer ver a foca Comprar uma briga? É espetar ela Na barriga! Lá vai a foca Toda arrumada Dançar no circo Pra garotada. Lá vai a foca Subindo a escada Depois descendo Desengonçada. Quanto trabalha A coitadinha Pra garantir Sua sardinha.

26 Eric e Betina

27 A pulga Um, dois, três Quatro, cinco, seis Com mais um pulinho Estou na perna do freguês Um, dois, três Quatro, cinco, seis Com mais uma mordidinha Coitadinho do freguês Um, dois, três Quatro, cinco, seis Tô de barriguinha cheia Tchau Good bye Auf Wiedersehen

28 Eric e Betina

29 O Pintinho Pintinho novo Pintinho tonto Não estás no ponto Volta pro ovo Eu não me calo Falo de novo Não banque o galo Volta pro ovo A tia raposa Não marca touca Tá só te olhando Com água na boca E se ligeiro Você escapar Tem um granjeiro Que vai te adotar O meu ovo tá estreitinho Já me sinto um galetinho Já posso sair sozinho Eu já sou dono de mim Vou ciscar pela cidade Grão-de-bico em quantidade Muito milho e liberdade João Guilherme e Giovana

30 Por fim Pintinho raro Pintinho novo Tá tudo caro Volta pro ovo E o tempo inteiro Terás, pintinho, Um cozinheiro No seu caminho Por isso digo E falo de novo Pintinho amigo Então volta pro ovo Se de repente Você escapar Num forno quente Você vai parar Gosto muito dessa vida Ensopada ou cozida Até assada é divertida Com salada e aipim Tudo é lindo e a vida é bela Mesmo sendo à cabidela Pois será numa panela

31 Meu fim Por isso eu digo E falo de novo Pintinho amigo Então volta pro ovo E se ligeiro Você escapar Tem um granjeiro Que vai te adotar João Guilherme e Giovana

32

33 Lara e Pedro Leite Poesia Música Prosa Teatro Critica de cinema Vida Recados O mosquito O mundo é tão esquisito: Tem mosquito. Por que, mosquito, por que Eu... e você? Você é o inseto Mais indiscreto Da criação Tocando fino Seu violino Na escuridão. Tudo de mau Você reúne Mosquito pau Que morde e zune. Você gostaria De passar o dia Numa serraria - Gostaria? Pois você parece uma serraria! Encontre o que você procura no acervo completo das obras de Vinicius de Moraes.

34 Lara e Pedro Leite


Carregar ppt "Professoras: Isa Ruppelt Claudia Rosas Em homenagem ao Centenário de Vinícius de Moraes, os alunos do Colégio Cruzeiro elaboraram este trabalho com o."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google