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C ARACTERIZAÇÃO DA I NTERAÇÃO S OCIAL DE U SUÁRIOS S URDOS EM R EDES S OCIAIS O NLINE : U M ESTUDO DE CASO NO O RKUT Glívia Angélica Rodrigues Barbosa.

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1 C ARACTERIZAÇÃO DA I NTERAÇÃO S OCIAL DE U SUÁRIOS S URDOS EM R EDES S OCIAIS O NLINE : U M ESTUDO DE CASO NO O RKUT Glívia Angélica Rodrigues Barbosa Raquel Oliveira Prates

2 C ONTEXTUALIZAÇÃO 2 Potencial das Redes Sociais na inclusão social de pessoas com diferentes condições físicas e psicológicas Interfaces não adequadas para pessoas com necessidades especiais Desafio da SBC : acesso participativo e universal do brasileiro ao conhecimento Pesquisas para avaliar e melhorar na interação de usuários com deficiência na web (atenção para deficiência visual )

3 D EFINIÇÃO DO P ROBLEMA No Brasil existem mais de 9 milhões (5,1%) de pessoas com deficiência auditiva Os desafios para os surdos são minimizados A maioria das redes sociais online não oferece elementos de áudio em suas interfaces Primeira língua é a Língua de Sinais - espaço visual ( Libras ) Embora possam ver, interagir através da escrita pode ser um grande desafio para os usuários surdos 3

4 M OTIVAÇÃO E O BJETIVO 4 Desafio da SBC Potencial das RSO para Surdos

5 T RABALHOS R ELACIONADOS Grupo 1 - Caracterizam fenômenos de interação em redes sociais online Grupo 2 - Avaliações e proposta de melhorias das aplicações web para usuários surdos Grupo 3 - Analisam a importância e o impacto dos softwares sociais na socialização dos usuários com deficiência 5

6 T RABALHOS R ELACIONADOS Grupo 1 - Caracterizam fenômenos de interação em redes sociais online 6

7 T RABALHOS R ELACIONADOS Grupo 1 - Caracterizam fenômenos de interação em redes sociais online Grupo 2 - Avaliações e proposta de melhorias das aplicações web para usuários surdos (e.g., Souza & Pinto, 2002; Fajardo et al. 2008; Yao et al. 2009, Martins & Filgueiras, 2010) Grupo 3 - Analisam a importância e o impacto dos softwares sociais na socialização dos usuários com deficiência 7

8 T RABALHOS R ELACIONADOS Grupo 1 - Caracterizam fenômenos de interação em redes sociais online Grupo 2 - Avaliações e proposta de melhorias das aplicações web para usuários surdos Grupo 3 - Analisam a importância e o impacto dos softwares sociais na socialização dos usuários com deficiência (e.g., Garcêz, 2006 ; Horst & Vieira, 2008; Montardo & et al. 2008; Hibbard & Fels, 2011 ) 8

9 C ULTURA S URDA Os surdos gostam de trocar ideias e informações em grupos e associações offline Interação com outros surdos é importante ( fortalecimento da identidade surda ) Redes sociais online representam... Possibilidade de autonomia, expressão, comunicação e expansão da rede de relacionamentos para os surdos 9

10 M ETODOLOGIA DA P ESQUISA – V ISÃO G ERAL 10 Estudo de Caso no OrkutAvaliação dos Resultados

11 P ORQUE O O RKUT E NÃO O F ACEBOOK O Orkut é a rede mais utilizada pelos surdos 2010 – 2011 Embora o uso do Facebook tenha aumentado no Brasil, o Orkut era a rede social mais acessada pelos Brasileiros 2010 – 2011 Embora o uso do Facebook tenha aumentado no Brasil, o Orkut era a rede social mais acessada pelos Brasileiros 11

12 Q UESTÃO DE P ESQUISA I 12 Existem diferenças significativas na rede de relacionamentos dos surdos, se comparada a rede dos ouvintes? [Barbosa et al., INTERACT 2011]

13 F ASE 1: A NÁLISE DA R EDE DE A MIZADES O NLINE 13 Estudo de Caso no OrkutAvaliação dos Resultados [Barbosa et al., INTERACT 2011]

14 1. A NÁLISE E C ARACTERIZAÇÃO DA R EDE DE R ELACIONAMENTOS O NLINE DOS U SUÁRIOS S URDOS Objetivo Verificar se assim como nos grupos offline, os surdos mantêm uma rede de relacionamentos online mais conectada Potencial ocorrência de Homofilia por Seleção Fenômeno Homofilia por Seleção Indica que duas pessoas (ou um grupo) estabelecem relações por que ambas possuem características imutáveis em comum (e.g., idade, deficiência ou etnia) 14 [Barbosa et al., INTERACT 2011]

15 M ETODOLOGIA - A NÁLISE E C ARACTERIZAÇÃO DA R EDE DE A MIZADES O NLINE DOS U SUÁRIOS S URDOS [Barbosa et al., INTERACT 2011]

16 1.1. D EFINIÇÃO DOS DADOS Orkut não disponibiliza um espaço específico para que seus membros se identifiquem como surdos Solução : Investigar membros de comunidades declarativas (e.g., Sou surdo sim) A maioria dos membros são surdos do Brasil Essas comunidades podem favorecer o estabelecimento de amizades online entre os surdos Para comparação : Análise dos membros de comunidades com diferentes focos (i.e., homossexuais, famílias e aleatórias ) Maioria ouvinte Fora de escopo aprofundar nos fenômenos observados para esses grupos [Barbosa et al., INTERACT 2011]

17 1.2. C OLETA DOS D ADOS – S ELEÇÃO 1º - Comunidades declarativas destinadas a surdos Busca por palavras chave (e.g., Surdo, Surda e Surdos) Critérios de Seleção Comunidades cujo nome e descrição indicassem que seus membros eram surdos do Brasil Comunidades com o mesmo intervalo de membros ( ) 17 Nome da ComunidadeSurdos do Brasil, uni-vos! ID da Comunidade Descrição Comunidade de surdos para curtir a amizade, trocas de fotos, encontros, namoros e algo mais.... Membros (na época da seleção) [Barbosa et al., INTERACT 2011]

18 1.2. C OLETA DOS D ADOS – S ELEÇÃO 2º - Comunidades destinadas a famílias e homossexuais Busca por palavras chave (e.g., sobrenomes (Rodrigues) e homossexual respectivamente) Critérios de seleção: (1) Comunidades declarativas; (2) intervalo de membros equivalante a faixa estabelecida 3º - Comunidades selecionadas aleatoriamente Sorteio de palavras chave ( Random Word Generator ) Busca utilizando a palavra sorteada (traduzida para PT) Seleção da 1º comunidade com o intervalo de membros equivalentes a faixa estabelecida [Barbosa et al., INTERACT 2011]

19 1.2. C OLETA DOS D ADOS – O BTENÇÃO Dados obtidos entre: 16/out e 20/nov de membros, distribuídos em 35 comunidades Para cada membro das comunidades foi obtido ID no Orkut Nº amigos no Orkut Ids e nomes de todos os amigos do usuário 19 CategoriaSurdosHomossexuaisFamíliasAleatórias # Comunidades [Barbosa et al., INTERACT 2011]

20 1.3. A NÁLISE DOS DADOS Distribuição de amigos dos membros das comunidades no Orkut, nas próprias comunidades e a relação entre esses valores Uso da CDF devido a variabilidade dos dados Análise comparativa: Por restrições da amostra, serão apresentadas evidências dos resultados obtidos comparando-o s com aspectos do comportamento offline dos surdos [Barbosa et al., INTERACT 2011]

21 1.4. C ARACTERIZAÇÃO DA REDE DE RELACIONAMENTOS ONLINE DOS SURDOS 21 Amigos no Orkut Amigos na Comunidade Quanto menor o crescimento da CDF, maior o número de amigos Aproximadamente, a partir de mais de 400 amigos a diferença entre os surdos e os demais se torna evidente

22 1.4. C ARACTERIZAÇÃO DA REDE DE RELACIONAMENTOS ONLINE DOS SURDOS

23 1.4. C ARACTERIZAÇÃO DA REDE DE RELACIONAMENTOS ONLINE DOS SURDOS Resultados Se comparados aos membros das demais comunidades, os surdos formam uma rede de amizades mais conectada no Orkut e dentro das comunidades destinadas a eles nesse sistema Evidência da Homofilia por Seleção Não é possível afirmar como a Homofilia acontece Potencialmente reflexo de aspectos culturais ( firmar a cultura e identidade surda ) Identificação contribui para a criação de recursos que atendam as necessidades desse grupo na rede social [Barbosa et al., INTERACT 2011]

24 Q UESTÃO DE P ESQUISA II 24 Os recursos disponibilizados pelo Orkut, através das comunidades online, oferecem apoio à sociabilidade dos usuários surdos? [Barbosa & Prates, WebScience 2011], [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

25 F ASE 2: A NÁLISE DA S OCIABILIDADE 25 Estudo de Caso no OrkutAvaliação dos Resultados [Barbosa & Prates, WebScience 2011], [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

26 2. A NÁLISE DA SOCIABILIDADE DE C OMUNIDADES ONLINE PARA USUÁRIOS SURDOS Objetivo Verificar se a maior conectividade entre os surdos está refletindo em uma maior interação social mediada pelas comunidades do Orkut Analisar se a interface proposta pelos projetista está apoiando a sociabilidade dos surdos 26 [Barbosa & Prates, WebScience 2011], [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

27 M ETODOLOGIA - A NÁLISE DO A POIO DAS R EDES S OCIAIS NA I NTERAÇÃO S OCIAL DOS S URDOS 27 Análise da interface Análise do registro de uso Análise da Sociabilidade de Comunidades Online para os Usuários Surdos Método de Inspeção Semiótica (MIS) 1 1 [Barbosa & Prates, WebScience 2011], [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

28 A VALIAÇÃO DA SOCIABILIDADE Sociabilidade Comunidades com uma boa sociabilidade são aquelas que têm políticas sociais ( regras ) estabelecidas que apoiam a proposta do grupo e que, além disso, são compreensíveis e aderidas pelas pessoas (membros) [Preece, 2000] Avaliar tanto aspectos tecnológicos quanto a qualidade da interação social Aplicabilidade do MIS para avaliar sociabilidade [De Souza & Preece, 2004; Leitão et al. 2007; Reis & Prates, 2011] 28

29 M ÉTODO DE I NSPEÇÃO S EMIÓTICA (MIS) Teoria da Engenharia Semiótica Interface como uma comunicação, unidirecional e indireta, do projetista aos usuários (metacomunicação) 29

30 M ÉTODO DE I NSPEÇÃO S EMIÓTICA (MIS) Signos Metalinguísticos Estáticos – Estado Dinâmicos – Comportamento 30 Metalinguístico Estático Dinâmico

31 M ÉTODO DE I NSPEÇÃO S EMIÓTICA (MIS) 31 Avalia a comunicabilidade Detectar rupturas de comunicação

32 2.1 A NÁLISE DA I NTERFACE 32 Análise da interface Análise do registro de uso Análise da Sociabilidade de Comunidades Online para os Usuários Surdos Método de Inspeção Semiótica (MIS) 1 1 Proposta do Projetista Potenciais Rupturas (Sociabilidade) [Barbosa & Prates, WebScience 2011], [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

33 2.1. A NÁLISE DA I NTERFACE E IMPACTO NA SOCIABILIDADE - MIS Período: entre 18 e 25 de Novembro de avaliador + 1 especialista para análise dos resultados Escopo: Páginas em Português Tarefas: (1) Criar comunidades; (2) Tornar-se membro de uma comunidade e; (3) Participar ativamente de uma comunidade Foco: Identificar potenciais rupturas que impactam na sociabilidade dos surdos Escopo da Análise dos Signos Metalinguísticos : Conteúdo de ajuda do Orkut relacionado especificamente as comunidades desse sistema Estáticos : Formulário de cadastro e página principal ( perfil ) da comunidade Dinâmicos : Interação com as interfaces destinadas respectivamente ao cadastro, visualização e submissão de conteúdo da comunidade [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

34 2.1. C OMUNIDADES DO O RKUT OFERECEM

35 Uma comunidade refere-se a uma espaço virtual (i.e., uma funcionalidade) para conectar pessoas (não necessariamente amigos) que desejam discutir questões, expressar crenças e valores e compartilhar idéias C OMUNIDADES DO O RKUT OFERECEM [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

36 As comunidades têm.. Membros Comunidades Relacionadas Nome Descrição As comunidades têm.. Membros Comunidades Relacionadas Nome Descrição 2.1. C OMUNIDADES DO O RKUT OFERECEM [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

37 Pode ser pública ou moderada Membros da comunidade podem ter disponíveis fóruns, enquetes e eventos para interação O conteúdo postado na comunidade pode ser aberto ou fechado para não membros 2.1. C OMUNIDADES DO O RKUT OFERECEM [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

38 2.1. R UPTURAS E P OTENCIAIS I MPACTOS NA S OCIABILIDADE DOS S URDOS RP1 - Papel do moderador não é claro RP2 - Falta de instruções sobre informações a serem disponibilizadas sobre a comunidade RP3 - Restrição da forma e receptores de mensagens RP4 - Impossibilidade de apagar ou editar mensagens em alguns contextos RP5 - Falta de notificação sobre a comunicação RP6-Falta de clareza sobre possibilidade de promoção da comunidade RP7 - Utilização de termos ambíguos [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

39 O RKUT ANUNCIA ADAPTAÇÕES NA INTERFACE DAS COMUNIDADES – N OV / R5 R6 R7 Essas modificações não invalidam os resultados apresentados. Elas mostram que os problemas identificados realmente impactavam de forma negativa o uso das comunidades, de forma que os próprios projetistas do Orkut fizeram um (re)projeto da interface a fim de melhorá-la

40 O RKUT ANUNCIA ADAPTAÇÕES NA INTERFACE DAS COMUNIDADES – N OV / Os problemas mais críticos para os surdos ainda persistem Ausência de elementos espaço visuais para instrução Comunicação limitada ao formato textual Os problemas mais críticos para os surdos ainda persistem Ausência de elementos espaço visuais para instrução Comunicação limitada ao formato textual

41 41 As rupturas identificadas estão impactando no uso que tem sido feito das comunidades? [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

42 2.1. A NÁLISE DO R EGISTRO DE U SO 42 Análise da interface Análise do registro de uso Análise da Sociabilidade de Comunidades Online para os Usuários Surdos 1 1 Análise de 35 comunidades (surdos; homossexuais; famílias; aleatórias) Entre: 18 e 25 /11/2010 Método de Inspeção Semiótica (MIS) Foco : Através de signos estáticos, inspecionar como elementos de interface e interação estavam sendo utilizados [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

43 A NÁLISE DO R EGISTRO DE U SO Comparando a comunidade de surdos com as demais... Pessoas Maior número de comunidades requer solicitação para participação (s:29% x o:14%) e o conteúdo é público (s:100% x o:95%) Regras Nenhuma delas apresentou regras ou políticas da comunidade no campo descrição Surdos fazem mais uso de moderadores (s:40% x o:10%) [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

44 44 Propósito Surdos Expressam claramente seu objetivo Comunidades relacionadas : normalmente voltados para o foco da comunidade Ouvintes Descrição mais breve, e em algumas situações aproveitavam o espaço para divulgar outras informações Comunidades relacionadas : muitas vezes usadas para expressar preferências particulares do dono da comunidade Comunicação na Comunidade Não há diferenças significativas na comunicação Baixo uso dos recursos oferecidos (apenas fóruns ) 2.1. A NÁLISE DO R EGISTRO DE U SO [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

45 Até o momento... Os surdos estão mais conectados dentro das comunidades Porém, eles não têm interagido socialmente nesse ambiente 45 A restrição do conteúdo e da comunicação à forma textual está refletindo nessa baixa sociabilidade? Onde essa socialização acontece? A restrição do conteúdo e da comunicação à forma textual está refletindo nessa baixa sociabilidade? Onde essa socialização acontece? [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

46 M ETODOLOGIA - A NÁLISE DO A POIO DAS R EDES S OCIAIS NA I NTERAÇÃO S OCIAL DOS S URDOS 46 Análise da interface Análise do registro de uso Análise de outros meios de comunicação Consolidação dos resultados obtidos Análise da Sociabilidade de Comunidades Online para os Usuários Surdos Método de Inspeção Semiótica (MIS) Análise das Mensagens [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

47 2.2. A NÁLISE DE OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO 47 Análise da interface Análise do usoAnálise de outros meios de comunicação Consolidação dos resultados obtidos Análise da Sociabilidade de Comunidades Online para os Usuários Surdos Método de Inspeção Semiótica (MIS) Análise das Mensagens [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

48 Análise de outros meios de comunicação 2.2. A NÁLISE DE OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO 48 Período: 02 a 10 maio/2011 Participantes: 2 avaliadores Análise das Mensagens Mensagens enviadas através da página pessoal de recados dos usuários surdos (30) e ouvintes (30). Forma (texto, imagem, vídeo ou a combinação destas) Conteúdo (conversa, afetividade, informação, entretenimento, cartão de data comemorativa, protesto/manifestação e/ou SPAM) Receptores (apenas o dono do perfil ou um grupo de usuários) Foco : Verificar a possibilidade dos surdos estarem se socializando fora do ambiente das comunidades [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

49 49 Análise forma x conteúdo x receptores da mensagem: Surdos Expressar sentimento a um grupo de amigos através de imagens Divulgar informações importantes para um grupo de amigos através de vídeos Ouvintes Recursos textuais para expressar sentimentos e estabelecer conversas ( individuais ) com seus amigos do Orkut 2.2. C OMUNICAÇÃO A TRAVÉS DA P ÁGINA DE R ECADOS [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

50 2.3. C ONSOLIDAÇÃO DOS RESULTADOS 50 Análise da interface Análise do usoAnálise de outros meios de comunicação Consolidação dos resultados obtidos Análise da Sociabilidade de Comunidades Online para os Usuários Surdos Método de Inspeção Semiótica (MIS) Análise das Mensagens [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

51 2.3 A NÁLISE DA SOCIABILIDADE DE C OMUNIDADES ONLINE PARA USUÁRIOS SURDOS Resultados O projetista oferece recursos que possibilitam a interação social mediada pela comunidade, mas não potencializa sociabilidade A restrição do conteúdo e da comunicação à forma textual está refletindo nessa baixa sociabilidade Limitação das comunidades a um ponto de encontro A interação social tem ocorrido através da página de recados (fora do ambiente da comunidade ) [Barbosa et al., IHC & CLIHC 2011]

52 F ASE 3: A VALIAÇÃO DOS R ESULTADOS 52 Estudo de Caso no OrkutAvaliação dos Resultados

53 A VALIAÇÃO DOS RESULTADOS Objetivo: Avaliar e entender melhor os resultados obtidos nas etapas posteriores Metodologia: Triangulação com outras fontes de investigação para a mesma questão de pesquisa Questionário Foco: Identificar as motivações e preferências dos surdos ao interagir socialmente através do Orkut 24 questões (10 perfil e 14 sobre o uso do Orkut e de Comunidades – Questões Fechadas) Período de Aplicação: 27/06 a 20/07/2011 Divulgação: Comunidades do Orkut, Comunidades do Facebook, Listas de Discussão, Associações de Surdos, Contatos Pessoais 111 pessoas responderam ao questionário, dessas, 89 utilizavam o Orkut – pessoas de todas as regiões do Brasil

54 T RIANGULAÇÃO Fase 1 – Rede de Relacionamentos Online Os surdos estão mais conectados no Orkut e dentro das comunidades destinadas a eles Fase 2 – Análise de Sociabilidade A alta conectividade não reflete em uma maior sociabilidade nas comunidades Comunidades como ponto de encontro virtual

55 T RIANGULAÇÃO Fase 1 – Rede de relacionamentos Online Os surdos estão mais conectados no Orkut e dentro das comunidades destinadas a eles Fase 2 – Análise de Sociabilidade A alta conectividade não reflete em uma maior sociabilidade nas comunidades Comunidades como ponto de encontro virtual Triangulação (Questionário) Motivação de uso do Orkut e das comunidades para encontrar novos amigos, principalmente surdos 55 Reforça os resultados referentes ao ponto de encontro e maior conectividade

56 T RIANGULAÇÃO Fase 2 – Análise de Sociabilidade A restrição do conteúdo e da comunicação à forma textual está refletindo nessa baixa sociabilidade A interação social tem ocorrido através da página de recados (fora do ambiente da comunidade )

57 T RIANGULAÇÃO Fase 2 – Análise de Sociabilidade A restrição do conteúdo e da comunicação à forma textual está refletindo nessa baixa sociabilidade A interação social tem ocorrido através da página de recados (fora do ambiente da comunidade ) Triangulação (Questionário) Preferência por uso de recursos espaço visuais para se comunicar (i.e., imagens e vídeos ) Comunicação com os amigos da comunidade utilizando página de recados, MSN e ooVoo 57 Reforça os resultados da baixa sociabilidade nas comunidades por questões de restrições na interface

58 Caracterização da Interação Social de Usuários Surdos em Redes Sociais Online Considerações Finais e Contribuições 58

59 C ONSIDERAÇÕES F INAIS Embora o Orkut possa favorecer o encontro dos surdos, as decisões do projeto de interface e interação... Não estão totalmente adequadas as necessidades e preferências desses usuários Podem estar dificultando ou até mesmo inviabilizando a socialização dos surdos através das comunidades 59

60 C ONTRIBUIÇÕES Desafio SBC Análise do Orkut, mas mostra como decisões d e projeto de redes sociais online impactam diretamente a sociabilidade dos usuários surdos Levantamento dos pontos relevantes para sociabilidade podem ser usados no projeto e avaliação de outras redes sociais 60

61 C ONTRIBUIÇÕES Em termos de metodologia Vantagens de se combinar aspectos quantitativos e qualitativos para a análise proposta Quantitativos – mostrou tendências (e.g., Homofilia) Qualitativos – entender e explicar o que foi observado Teoria da Engenharia Semiótica MIS para análise da comunicabilidade e sociabilidade da interface Inspeção Semiótica baseada no MIS em ambientes onde o uso fica parcialmente registrado Análise do uso e contraste com intenção do projetista 61

62 T RABALHOS F UTUROS Entrevistas com surdos e questionários com ouvintes Auxiliar no melhor entendimento o papel social e impacto das redes sociais na vida dos surdos comparados com ouvintes Análise de outras redes sociais e segmentação por diferentes perfis de surdos Expandir o conhecimento sobre a adequação desses sistemas para a sociabilidade das pessoas com deficiência auditiva Investigar a possibilidade de identificar classes de signos de sociabilidade Ajudar na avaliação da sociabilidade de outros sistemas 62

63 P UBLICAÇÕES - C ONTRIBUIÇÕES Interact º Fase - Characterizing Interactions among Members of Deaf Communities in Orkut [Barbosa et al., 2011] ACM WebScience 2011 Proposta 2º Fase - An Analysis of Sociability of Deaf Users in Orkut Communities [Barbosa & Prates, 2011] X IHC & V CLIHC11 2º Fase - Análise da Sociabilidade de Comunidades Online para os Usuários Surdos: Um Estudo de Caso do Orkut [Barbosa et al. 2011] 63

64 O BRIGADO !!! 64 P ERGUNTAS Caracterização da Interação Social de Usuários Surdos em Redes Sociais Online : Um estudo de caso no Orkut

65 S LIDES A UXILIARES 65 Rede amizades Rupturas Sociabilidade Rupturas Sociabilidade Uso Scraps Uso Scraps Questionário

66 Análise Rede de Relacionamentos 66 Voltar

67 67 Voltar

68 68 Voltar

69 69 Voltar

70 70 Voltar

71 71 Voltar

72 72 Voltar

73 73 Voltar

74 Inspeção da interface – Potenciais impactos na sociabilidade dos surdos 74 Voltar

75 RP1 – P APEL DO MODERADOR NÃO É CLARO 75 Voltar

76 RP1 – P APEL DO MODERADOR NÃO É CLARO 76 A falta de clareza no papel do moderador pode impactar no gerenciamento e mesmo na sociabilidade da comunidade, uma vez que políticas e regras (implícitas ou explícitas) podem não estar sendo seguidas ou reforçadas Voltar

77 77 RP2 – F ALTA DE INSTRUÇÕES SOBRE INFORMAÇÕES A SEREM DISPONIBILIZADAS SOBRE A COMUNIDADE Voltar

78 78 RP2 – F ALTA DE INSTRUÇÕES SOBRE INFORMAÇÕES A SEREM DISPONIBILIZADAS SOBRE A COMUNIDADE O projetista perde a oportunidade de apoiar criadores na definição ou comunicação de aspectos relevantes (e.g., propósitos e regras) para o sucesso da comunidade. Fica a cargo do criador desta comunidade saber ou perceber o impacto que as informações apresentadas na descrição podem ter na comunidade criada Voltar

79 79 RP3 - R ESTRIÇÃO DA FORMA E RECEPTORES DE MENSAGENS O projetista restringe a comunicação dentro da comunidade ao conteúdo textual e a um canal público Voltar

80 80 RP3 - R ESTRIÇÃO DA FORMA E RECEPTORES DE MENSAGENS Essa decisão limita as possibilidades de expressividade e pode ser crítica para usuários, como os surdos, que não se comunicam bem utilizando o texto. Isso pode fazer com que os membros procurem recursos de comunicação fora das comunidades diminuindo a socialização mediada por esse ambiente Voltar

81 81 RP4 - I MPOSSIBILIDADE DE APAGAR OU EDITAR MENSAGENS EM ALGUNS CONTEXTOS Voltar

82 82 RP4 - I MPOSSIBILIDADE DE APAGAR OU EDITAR MENSAGENS EM ALGUNS CONTEXTOS O fato de não comunicar essa intenção, de forma clara, no momento em que o usuário emite sua fala pode fazer com que membros acreditem que posteriormente possam editá-la ou removê-la e criem falas que não tinham intenção de serem permanentes Voltar

83 83 RP5 - F ALTA DE NOTIFICAÇÃO SOBRE A COMUNICAÇÃO Os membros não podem definir se desejam ou não ser notificados quando ocorrem atualizações em conversas (através de fórum, eventos ou enquetes) de seu interesse na comunidade. Essa decisão pode ser um empecilho na participação ativa do usuário na conversa da comunidade. Voltar

84 RP6 - F ALTA DE CLAREZA SOBRE POSSIBILIDADE DE PROMOÇÃO DA COMUNIDADE 84 Voltar

85 RP6 - F ALTA DE CLAREZA SOBRE POSSIBILIDADE DE PROMOÇÃO DA COMUNIDADE 85 Essa falta de informação pode fazer com que o usuário opte por não promover a comunidade, por não saber as consequências dessa ação. A falta de divulgação pode ter impactos na sociabilidade, uma vez que a comunidade pode não atingir massa crítica (i.e., mínimo de usuários para seu sucesso) Voltar

86 86 RP7 - U TILIZAÇÃO DE TERMOS AMBÍGUOS Voltar

87 87 RP7 - U TILIZAÇÃO DE TERMOS AMBÍGUOS Essas ambiguidades podem dificultar, ou até mesmo inviabilizar a identificação e uso dos recursos disponíveis dentro da comunidade, por usuários surdos Voltar

88 88 Análise do Uso da Página de Recados Voltar

89 89 C OMUNICAÇÃO A TRAVÉS DA P ÁGINA DE R ECADOS Surdos utilizam principalmente imagens e vídeos para se comunicar e quando usam texto ele é curto; Formato da Mensagem Voltar

90 90 Conteúdo da Mensagem C OMUNICAÇÃO A TRAVÉS DA P ÁGINA DE R ECADOS Voltar

91 91 Respostas Questionário Voltar

92 U SAM O RKUT 92 Voltar

93 U SAM O RKUT – R EGIÕES DO BRASIL 93 Voltar

94 P ORQUE U SA O RKUT 94 Voltar

95 P REFERÊNCIAS POR C OMUNICAÇÃO 95 Voltar

96 C OMO COMUNICA E COMO P REFERE - G RAU DE S URDEZ 96 Voltar

97 97 C OMO COMUNICA E COMO P REFERE – L ÍNGUA UTILIZADA Voltar

98 U SAM C OMUNIDADES 98 Voltar

99 C OMUNICAÇÃO NA C OMUNIDADE 99 Voltar


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