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A COMPAIXÃO. Sinto, logo existo! Ser humano, ser compassivo.

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Apresentação em tema: "A COMPAIXÃO. Sinto, logo existo! Ser humano, ser compassivo."— Transcrição da apresentação:

1 A COMPAIXÃO

2 Sinto, logo existo!

3 Ser humano, ser compassivo

4 Compaixão não é piedade

5 É comover-se frente ao outro

6 Busca promover a comunhão

7 Ahimsa = “não machucar”

8 Rahamim = Misericórdia

9 Supõe proximidade

10 Prontidão para amenizar o sofrimento

11 Pensamentos sobre compaixão

12 Sófocles “Não vivo para a inimizade, mas apenas para servir aos amigos. Não sou pelo ódio, sou pelo amor. Não estou aqui para compartilhar o ódio, estou aqui para compartilhar o amor” (Sófocles, Antígona, v. 523).

13 Dalai Lama “Os seres que habitam essa terra contribuem todos, cada qual à sua maneira especial, para a beleza e a riqueza deste mundo. Muitas criaturas, isoladas ou unidas, empenharam muito esforço, e a esse esforço devemos as coisas agradáveis de nossa vida... Por isso deveríamos ser gratos a todas as coisa que como nós foram criadas. Compaixão e amabilidade são a garantia para o progresso e a felicidade. Exerçamos, pois, para o bem de todos, o amor e a compaixão” (Dalai Lama, Ioga do espírito).

14 “Eu fui alguém... que se associou a quem nada tinha, que se uniu a quem era de caráter tranquilo... que expulsou a tristeza, que levou a sério a queixa da viúva, alguém que salvou quem estava a afogar- se. Alimentei quem se encontrava em necessidade. Fui um protetor do fraco. Fui o pai de quem não tinha pai nem mãe, fui alguém que salvou o pequeno. Tive a mão aberta para quem nada possuía, e dei nova vida a quem estava cansado (da vida). Fui alguém que chorou por uma desgraça, que cuidou do abatido. Ouvi o grito da menina órfã e fiz tudo o quanto ela precisava. Fui alguém que ajudou as crianças abatidas pelos cuidados, que lhes deu um destino e enxugou suas lágrimas, alguém que afastou as preocupações de uma mulher que gemia desesperada” Inscrição em túmulo no Antigo Egito

15 Meng Tzu “Todos os homens trazem no coração esta tendência de não poder suportar passivamente o sofrimento que atinge outras pessoas...” (Dos Diálogos de Meng Tzu ( aC).

16 S. Tomás de Aquino “Agostinho diz: “Temos compaixão quando em nosso coração compartilhamos o sofrimento pela necessidade alheia e com isso, quando podemos ajudar, somos impelidos à ajuda”. Pois fala-se de compaixão (misericórdia) quando alguém tem um coração que se compadece (miserum cor) frente à miséria do outro..... Sentimos maior compaixão pelo sofrimento daquele que sofre sem merecer” (Suma Teológica).

17 Arthur Schopenhauer “Como é possível que o bem e a dor de um outro me mova diretamente, que se torne meu motivo, e isto às vezes até o ponto de em grau maior ou menor deixar em segundo plano meu próprio bem e dor, de resto a única fonte de meus motivos? – Manifestamente só pelo fato de que aquele outro passa a ser a última meta da minha vontade. Mas isso pressupõe necessariamente que eu sinta sua dor como de resto só sinto a minha, e por isso queira seu bem diretamente como de resto só quero o meu. Isso exige, todavia, que de alguma maneira eu esteja identificado com ele, isto é, que em certo grau seja suspensa aquela total diferença entre mim e qualquer outro ser, sobre a qual se baseia o meu egoísmo. O processo aqui analisado... é o processo quotidiano da compaixão, isto é, da participação imediata... no sofrimento de outro, e com isto no impedir ou suspender esse sofrimento. Esta compaixão, e somente ela, é a base real de toda justiça livre e de todo amor verdadeiro ao próximo” (Arthur Schopenhauer, O fundamento da moral (1840)

18 Roger Schutz “Se viesses a perder a misericórdia, o dom de te compadeceres de coração, tudo terias perdido”

19 Johan Baptist Metz “O primeiro olhar de Jesus não estava dirigido para o pecado dos outros, mas para o sofrimento dos outros. Para ele o pecado era antes de tudo o negar-se a participar do sofrimento alheio, era a recusa de pensar para além do horizonte da própria história de sofrimento.... Existem parábolas de Jesus em que de uma maneira especial ele se coloca dentro da memória da humanidade. Pertence a esse número sobretudo a parábola do Bom Samaritano, com a qual ele responde à pergunta: “Quem é o meu próximo?”, ou traduzindo a pergunta para o nosso contexto: por quem eu sou responsável? O critério para a medida e a extensão (de quem é o meu próximo) é e fica sendo – o sofrimento alheio, como na história de Jesus aquele que foi vítima dos ladrões, a quem o sacerdote e o levita, por “interesses superiores”, deixam pra trás. Quem diz “Deus” no sentido de Jesus, leva em consideração o deixar de lado as próprias certezas adquiridas, em vista da desgraça dos outros. Desta forma, a memória do sofrimento passa a ser a base de uma responsabilidade universal, que são também os sofrimentos dos outros, o sofrimento dos estranhos”. ( A lembrança do sofrimento alheio).


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