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LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Linguagem C. ESTRUTURAS CONDICIONAIS Na linguagem C utilizamos a rotina “if-else” para realizarmos nossas operações condicionais.

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1 LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO Linguagem C

2 ESTRUTURAS CONDICIONAIS Na linguagem C utilizamos a rotina “if-else” para realizarmos nossas operações condicionais. if  se else  senão

3 SINTAXE if([condição], [condição],...) { //rotina_aqui; } else { //rotina_aqui; } Essa é a sintaxe generalizada que funciona com qualquer caso de estrutura condicional na linguagem C.

4 SINTAXE QUANDO NÃO HÁ “ELSE” if([condição], [condição],...) { //rotina_aqui; } O if() é a estrutura condicional padrão. Então logo após o { inicia-se uma série de rotinas que serão executadas e é finalizado com o }.

5 SINTAXE QUANDO NÃO HÁ “ELSE” if([condição], [condição],...) //rotina_aqui; Caso exista apenas uma rotina a ser executada nesta estrutura condicional, não há a necessidade do { e }. Entretanto só poderá haver uma única rotina.

6 SINTAXE QUANDO HÁ “ELSE” if([condição], [condição],...) { //rotina_aqui; } else { //rotina_aqui; } Após o } virá o else e depois do { e }, delimitando todas as rotinas do bloco “senão”.

7 SINTAXE QUANDO HÁ “ELSE” if([condição], [condição],...) //rotina_aqui; else { //rotina_aqui; } Quando há apenas uma rotina no bloco “se” e você não quer utilizar o { e }.

8 SINTAXE QUANDO HÁ “ELSE” if([condição], [condição],...) //rotina_aqui; else //rotina_aqui; E caso você tenha apenas uma rotina, tanto no bloco “se” quanto no bloco “senão”, você não precisa usar o { e } e o { e }. Porém, por uma boa prática de programação, é bom utilizar as chaves.

9 ENCADEAMENTOS DE ESTRUTURAS CONDICIONAIS if([condição], [condição],...) //rotina_aqui; else if([condição], [condição],...) { //rotina_aqui; } else //rotina_aqui; Podemos iniciar outras estruturas condicionais dentro de blocos “se” e “senão” de estruturas condicionais.

10 OPERADORES RELACIONAIS Igual: == Diferente: != Maior que: > Menor que: < Maior ou igual a: >= Menor ou igual a: <=

11 EXEMPLOS DE CONDIÇÕES if(idade == 30) //idade: int if(salario >= 1000) //salario: float if(sexo == ‘M’) //sexo: char if((40 % 2) == 0) //se o resto da divisão “40/2” for zero if((22 - 7) != (3 * 5)) //operações matemáticas if(sexo1 < sexo2) //verificando ordem alfabética em dados char

12 VALORES LÓGICOS Diferente da linguagem Pascal, que há o valor lógico (tipo de dado booleano), a linguagem C utiliza valores numéricos para os dados lógicos. Dados lógicos são apenas dois: verdadeiro e falso. A linguagem C definiu que qualquer valor diferente de zero é verdadeiro, e zero é falso. Exemplo: int vivo = 1; if(vivo == 1) { printf(“Você está vivo!”); }

13 VALORES LÓGICOS Seja qualquer número real positivo ou negativo diferente de zero, então ele será lido como “verdadeiro”. Nesse caso não precisamos fazer uma verificação completa. Basta inserirmos a variável na condição, e automaticamente estaremos fazendo uma verificação se a condição é verdadeira ou falsa. if(vivo) { printf(“Você está vivo!”); } else { printf(“Você está morto!”); }

14 OPERADORES LÓGICOS Negação: ! E: && Ou: || (pipe, símbolo encontrado geralmente à direita do shift esquerdo) Ou exclusivo: ^

15 EXEMPLOS DE CONDIÇÕES AGRUPADAS if((idade >= 12) && (idade < 18))//idade da adolescência if((curso == ‘C’) || (curso == ‘S’) || (curso == ‘E’))//TI if((vivo) ^ (!vivo)) //pessoa normal

16 EXEMPLOS DE CONDIÇÕES NEGADAS Podemos fazer com que o programa prossiga no “se-então” se a condição for falsa, em vez de verdadeira, que é o que temos mais visto. if(vivo == 1)//int vivo = 1. verificando se ele está vivo if(vivo)//caso seja uma comparação lógica, não //preciso do “== 1” if(vivo == 0) //verificando se ele está morto if(!vivo) //utilizamos o operador lógico “!”

17 COMPARANDO STRINGS char nome[20] = “Computação”, sobrenome[20] = “Depressão”; if(nome == sobrenome) { printf(“Nome e sobrenome iguais”); } else { printf(“Nome e sobrenome diferentes”); } Esta forma de comparação entre strings não é válida!

18 COMPARANDO STRINGS Para compararmos strings, usamos uma função chamada strcmp(). Nela é passada dois parâmetros, que são as variáveis e/ou textos literais. O retorno da função é um número inteiro. Definição da função: strcmp([primeira string], [segunda string]); Ela irá retornar um valor para cada uma das possibilidades da comparação: • 0: as strings são iguais • -1: se a 1ª variável vier alfabeticamente primeiro que a 2ª • 1: se a 2ª variável vier alfabeticamente primeiro que a 1ª

19 COMPARANDO STRINGS char nome[20] = “Computação”, sobrenome[20] = “Depressão”; if(strcmp(nome, sobrenome) == 0) { printf(“Nome e sobrenome iguais”); } else { printf(“Nome e sobrenome diferentes”); }

20 ESTRUTURA DE CASO Não usamos condições, mas sim colocamos uma variável em evidência e trabalhamos em cima das possibilidades de valores dela. switch(variável) { case valor_1: rotina_aqui; break; case valor_2: rotina_aqui; rotina_aqui; break; case valor_3: case valor_4: rotina_aqui; break; default: rotina_aqui; break; }

21 DETALHES NA ESTRUTURA DE CASO Cada possibilidade deve se composta de um valor dentro da faixa de valores possíveis do tipo da variável em evidência, seguido de um dois-pontos. A(s) rotina(s) a ser(em) executada(s) vem depois do dois-pontos. Ao fim da(s) rotina(s), é necessária a instrução “break;”. Podemos colocar vários valores para os casos dessa forma:  case valor1: case valor2: case valor3: rotina_aqui; break; Podemos usar o “default” para assumirmos valores que não foram listados nos casos.

22 ESTRUTURA DE CASO switch(idade) {//int idade case 10: printf(“Deus”); break; case 11: printf(“Romário”); break; case 12: printf(“Whisky”); break; case 13: printf(“Sexta-feira”); break; default: printf(“Não faz parte dessa piada”); break; }

23 ESTRUTURA DE CASO switch(sigla) {//char sigla case ‘t’: printf(“Técnico”); break; case ‘l’: printf(“Licenciado”); break; case ‘b’: printf(“Bacharel”); break; case ‘e’: printf(“Especialista”); break; case ‘m’: printf(“Mestre”); break; case ‘d’: printf(“Doutor”); break; case ‘p’: printf(“Pós-doutor”); break; default: printf(“Não possui graduação superior”); break; }


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