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Disciplina de Pneumologia - HC-FMUSP Pedro Rodrigues Genta Fisiopatologia da Apnéia Obstrutiva do Sono.

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Apresentação em tema: "Disciplina de Pneumologia - HC-FMUSP Pedro Rodrigues Genta Fisiopatologia da Apnéia Obstrutiva do Sono."— Transcrição da apresentação:

1 Disciplina de Pneumologia - HC-FMUSP Pedro Rodrigues Genta Fisiopatologia da Apnéia Obstrutiva do Sono

2 Apnéia Obstrutiva do Sono Definição: Obstrução recorrente parcial ou completa da via aérea superior durante o sono Lancet 2005; 365:

3 Apnéia Obstrutiva do Sono Estudo Episono (Unifesp) 1042 indivíduos IAH>15 eventos por hora 9,6% das mulheres 24,8% dos homens Sleep Med 2010; 11:

4 Evoluindo...

5 O grande salto adiante...

6 J Anat 2008; 212: Sleep Med 2003; 4: Homo sapiens Pan troglodytes

7 Homo sapiens Pan troglodytes J Anat 2008; 212: Sleep Med 2003; 4:

8 Evoluindo?

9

10 Epidemia de Obesidade Segundo o IBGE (2003): IMC>25Kg/m 2 41,1% dos homens 40% das mulheres IMC>30Kg/m 2 13 % dos homens 8,9% das mulheres Episono (2010) IMC>25Kg/m 2 38,4% IMC>30Kg/m 2 21,5% IBGE 2003 Sleep Med 2010; 11:

11 Anatomia da Via Aérea Superior NormalApnéia Obstrutiva Up To Date 2008

12 Língua e Gordura Laryngoscope 2007; 117:

13 42 anos IMC 27Kg/m 2 IAH 10ev/h Pcrit -3,4cmH 2 O 44 anos IMC 32Kg/m 2 IAH 63ev/h Pcrit +4,5cmH 2 O

14 Comprimento de língua66mm Comprimento da via aérea64mm MPH19mm Comprimento de língua75mm Comprimento da via aérea69mm MPH22mm 42 anos IMC 27Kg/m 2 IAH 10ev/h Pcrit -3,4cmH 2 O 44 anos IMC 32Kg/m 2 IAH 63ev/h Pcrit +4,5cmH 2 O

15 Função Pulmonar e IMC Chest 2006; 130:

16 Tração Traqueal

17 J Appl Physiol 2010; 108: Tração Traqueal

18 Tensão Superficial IAH, eventos/h Am J Respir Crit Care Med 1998; 157: P<0,0001

19 Abertura de bocaExtensãoFlexão J Appl Physiol 2004; 97: Posição de Pescoço e Mandíbula C C C E E E Pressão de Fechamento (cmH2O)

20 Ação da Gravidade Área da orofaringe (cm 2 ) Am J Respir Crit Care Med 1995; 152: 721

21 Instabilidade Respiratória Am J Respir Crit Care Med 2005; 172:

22 Instabilidade Respiratória Laboratório do Sono - InCor

23 Instabilidade Respiratória

24 Circulation 2010; 121: Edema da faringe

25 Fatores neuromusculares Physiol Rev 2010; 90:

26 Fatores neuromusculares Genioglosso Padrão fásico – 50ms antes da contração do diafragma Padrão tônico – contínuo em todo o ciclo respiratório Modulado por reflexo proprioceptivo Atenuado no sono Modulado pelo estado sono/vigília  tônus na vigília / despertar  tônus no início do sono Volta a aumentar no sono de ondas lentas Thorax 2004; 59:

27 Neurônio motor Neurônios pré-motores (tônicos) Reflexo de pressão negativa Neurônios pré-motores inspiratórios (fásicos) VigíliaSono (+) Expiração Inspiração Ativação muscular reflexa Ativação inspiratória pré-motora Ativação tônica pré-motora Thorax 2004; 59: Atividade muscular do genioglosso

28 Lesão muscular Vibração /abertura e fechamento Inflamação Denervação  contratilidade Substituição do tipo de fibras o  fatigabilidade Fatores neuromusculares J Appl Physiol 2005; 99:

29 Resumindo… A faringe humana se tornou colapsável Obesidade agrava a predisposição ao colapso Estreitamento e maior comprimento da faringe Menor tração traqueal Deslocamento de líquido dos membros inferiores Instabilidade ventilatória

30 Resumindo… Tensão superficial Posição do pescoço e abertura de boca Atividade neuromuscular dilatadora Redução do tônus durante o sono Ativação proprioceptiva reflexa (atenuada no sono)

31 Obrigado


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