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A LEITURA TÁTIL COMO MEDIADORA PARA O APRENDIZADO DA ESCRITA BRAILLE Fátima Mendes Pedagoga Especialista em Educação Especial.

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1 A LEITURA TÁTIL COMO MEDIADORA PARA O APRENDIZADO DA ESCRITA BRAILLE Fátima Mendes Pedagoga Especialista em Educação Especial

2 Atuo há 06 anos na área da deficiência visual no CEPRE/FCM/UNICAMP Atividades desenvolvidas: braille e recursos de informática Atualmente atendo 09 pessoas cegas no ensino-aprendizagem do braille e três com baixa visão

3 Pesquisa iniciada em fevereiro de 2008 com dois sujeitos adultos com cegueira adquirida Eles optaram pela aprendizagem do braille

4 Em julho de 2008 levaram o primeiro livro para casa Em outubro de 2008 iniciaram o aprendizado da escrita na reglete e na sequência iniciaram a escrita na máquina de escrever

5 Era solicitado à eles que escrevessem um texto em casa e os levassem no encontro com o pesquisador. Tais textos eram lidos em conjunto e eventuais correções eram feitas. Enquanto se lia o texto produzido na sua casa, fazia-se a correção da ortografia e, eventualmente, a reestruturação gramatical de alguma frase.

6 No começo, eles produziam pequenos textos. Com o tempo, adquiriram confiança e gosto pela escrita, o que resultou na escrita de textos mais longos e melhor elaborados. Durante as atividades de escrita, faziam-se uso do dicionário em braille, ferramenta importantíssima para o aprendizado correto da escrita.

7 O CEPRE possui um acervo de livros, dentre eles livros em braille, contando com exemplares em literatura estrangeira e nacional, literatura infantil estrangeira e livros técnicos. Também há livros falados infantis e livros falados nacionais e estrangeiros.

8 O acervo atende anualmente, no quesito empréstimos de livros em braille, a: em 2008 (06 livros em braille); em 2009 (21); em 2010 (39); e em 2011 até o momento (51).

9 Sujeito 1 “No princípio eu achava meio dificultoso porque eu pensava que eu não ia conseguir... Mas hoje eu vejo que conforme a gente se dedica não é tão difícil como eu pensava porque o que nos faz aprender é a dedicação...” Sujeito 2 “Eu pensava que o braille ninguém conseguia ler esses pontinhos. Eu falava pra minha esposa: - Vou tentar porque eu gosto de desafio, mas que eu vá conseguir, eu acho que eu não vou conseguir não...”

10 Sujeito 1 “Pra mim é uma nova experiência porque é como uma descoberta nova. Porque quando a gente não conhece, acha que pra nós não tem mais jeito, porque não tem nada pro deficiente visual, mas hoje eu vejo que tem a leitura em braille, eu acho uma coisa muito interessante.” Sujeito 2 “Tudo o que eu pensava a respeito do braille, que era difícil, não é, basta só um pouco de interesse e força de vontade que você aprende e desenrola...”

11 A informática e seus recursos não substituem o braille É através da leitura tátil que a pessoa cega terá contato com a ortografia correta.

12 Sujeito 1 “... Não que eu não possa fazer isso no computador, mas quando eu escrevo um poema ou leio um bom livro eu me vejo no poema ou vivo a história a qual estou lendo, por isso, aconselho todos os amigos deficientes visuais, descubram a magia das células braille porque ler e escrever é viver...” (trecho extraído de um texto dele)


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