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Emilly Kely, Tainá Dias e Fernando Santana - 2 PPN Intercâmbio Estudantil.

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Apresentação em tema: "Emilly Kely, Tainá Dias e Fernando Santana - 2 PPN Intercâmbio Estudantil."— Transcrição da apresentação:

1 Emilly Kely, Tainá Dias e Fernando Santana - 2 PPN Intercâmbio Estudantil

2 Objetivos Todas as pessoas que são questionadas sobre o intercâmbio, respondem sempre as mesmas coisas. Que um tempo fora do país te torna outra pessoa, mais independente, mais madura, te faz sair do mundo acomodado que você vive e te torna alguém melhor. Nosso objetivo, conversando com estudantes que estão cursando algum curso superior, é descobrir como toda a experiência de morar fora, os faz crescer em seu meio acadêmico.

3 Problemática O que de tudo, o contato com a cultura, as pessoas e o idioma, ajudam que os estudantes cresçam na sua vida acadêmica?

4 Trabalho de Observação A definição do público alvo foi baseado nas características que procurávamos nos estudantes. Precisávamos de pessoas entre 19 e 22 anos, estudantes universitários e que tivessem passado pelo menos 3 meses em país estrangeiro. Que fossem pessoas com interesse em um novo idioma, interessadas numa nova cultura, novo ambiente, novas pessoas. Pessoas que gostariam de crescer academicamente, que mostrassem interesse pelo diferente e uma busca pelo destaque.

5 Pesquisa 1- Qual foi o critério usado para a escolha do país? Fácil acesso ao visto. Para mim pesou o fato da Nova Zelândia não precisar de visto. Primeiro possuir outra língua, fala outra língua que não fosse o português pra eu poder aprender, depois o preço do país. O meu intercâmbio é por um programa que chama Rotering, eu não posso diretamente escolher um país. Eu tenho que tá fazendo um exame.

6 2- Quais foram as dificuldades encontradas no processo de aprendizagem do novo idioma? Eu sai do Brasil com o básico. Mas parece que você chega lá e as palavras não saem. Você fica travado, totalmente. Ai você parte pra mímica, apontar as coisas, eu quero isso, aquilo. Pedir comida. Você chega no restaurante e ai? Tem que fica apontando no cardápio. E também pegar ônibus. As primeiras experiências são as mais difíceis. Depois disso, fica mais fácil.

7 3- Como as pessoas do país que você foi, reagiram com a sua cultura? Pelo menos na minha escola, eles tentavam ao máximo ensinar a cultura do país. E acolhiam mesmo. Eles ensinavam tudo. No início, eles não foram muito com a nossa cara, sei lá. Atiravam bolinha de papel, chingavam em inglês e a gente não podia fazer nada e nem entendíamos nada. O país é deles, a escola é deles, tudo é deles. A Nova Zelândia, por ser um país pequeno, com 4 milhões de pessoas e ser bem longe, eles recebem muito bem as pessoas que chegam lá. Não só os brasileiros; árabes, japoneses. Os mexicanos são muito receptivos.

8 4- Quais são os pontos negativos de fazer intercâmbio? Seria perfeito se minha tivesse lá. A saudade é um dos pontos que faz a gente pensar em voltar. Não procurar viver com gente que já recebeu intercambista. Porque querendo ou não, eles já tem uma noção dos outros, eles tem uma noção da pessoa, de como é a pessoa que veio do meu país, por exemplo, e vão sempre estar comparando. Se você puder não criar expectativa, é a melhor coisa que você faz. Quando você chega é completamente diferente do que você pensou.

9 5- O que de tudo, o contato com a cultura, as pessoas e o idioma, mudaram na sua vida acadêmica? Acho que a experiência fora sempre acrescenta. Quando eu cheguei aqui no Brasil, eu já tinha proposta de emprego. No Direito, principalmente nos primeiros semestres, você tem muito a matéria básica. E é interessante porque eu vejo o professor falando de filosofia, da história do Direito, tem muita ligação com a formação do Direito aqui no Brasil com a Revolução Francesa, atos que ocorreram na Europa. E você vê isso, você ir nos lugares que ocorreram, nossa, dá uma dimensão bem maior dos fatos. Eu viajei alguns países da Europa e pra mim é interessante agora estudar História da Arte. É muito interessante quando eu olho as imagens e todas as características,é muito mais legal você lembrar aquilo que você viu e aplicar, poxa aqui é assim e assim mesmo. Quando você aprende um novo idioma, quando você chega aqui, o leque de conteúdo que você pode pegar é grande. Antes eu digitava no google e tinha que ficar traduzindo a página. Agora não, o conteúdo que eu tenho em com duas línguas é incrível.

10 Entrevista em Profundidade Tema Aprofundado: Dificuldades encontradas no processo de aprendizagem do novo idioma. Respostas: A falta de conseguir se expressar- Taynara. Na maioria das vezes, o fato de não dominar aspecto nenhum do novo idioma- Belinda. A falta de interatividade das pessoas de alguns países da Europa- Guilherme. O contato com gente da sua cultura, falando a sua língua com uma frequência que atrapalha o aprendizado do novo idioma- Bruno.

11 Registro de Considerações Pessoais Nossa problemática era O que de tudo, o contato com a cultura, as pessoas e o idioma, ajudam que os estudantes cresçam na sua vida acadêmica? A pesquisa nos ajudou a descobrir como esse contato com dos estudantes com uma outra cultura, com uma outra língua, os faz crescer em seu meio acadêmico. As respostas variaram desde propostas de emprego, a facilidade de estudar, de ler algo da segunda língua, até entender melhor o que é dito nas matérias, quando já se sabe a cultura de lá. Quando se vem com a bagagem do outro país, seu mundo acadêmico é visto com outros olhos. Abordamos também os aspectos negativos, pois todas as entrevistas, em sua maioria, tratam apenas como morar fora o ajuda a ampliar sua forma de ver o mundo. Isso também conta, mas nos foi relatado que a saudade de casa, do seu país é a parte mais difícil para eles.

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