A apresentação está carregando. Por favor, espere

A apresentação está carregando. Por favor, espere

Foi me dada uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Estava preocupada pela grande responsabilidade, andei com pressa, quanto mais rápido entregá-la.

Apresentações semelhantes


Apresentação em tema: "Foi me dada uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Estava preocupada pela grande responsabilidade, andei com pressa, quanto mais rápido entregá-la."— Transcrição da apresentação:

1

2 Foi me dada uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Estava preocupada pela grande responsabilidade, andei com pressa, quanto mais rápido entregá-la a Ele melhor. Afinal Ele era o Pai. Durante o caminho apressei seus passos e não paramos para muita coisa, afinal o Pai a esperava. Quando nos aproximamos ela estava cansada e não quis ver o Pai. Foi me dada uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Estava preocupada pela grande responsabilidade, andei com pressa, quanto mais rápido entregá-la a Ele melhor. Afinal Ele era o Pai. Durante o caminho apressei seus passos e não paramos para muita coisa, afinal o Pai a esperava. Quando nos aproximamos ela estava cansada e não quis ver o Pai.

3 M ais uma vez me foi dada uma criança pela mão para levá-la ao Pai. D esta vez não fui muito depressa. Procurei lhe ensinar o máximo sobre o Pai. Tentei lhe falar da grandiosidade de conhecer o Pai. Do privilégio de estar com Ele e de seu poder. N o final do dia, quando o encontramos ela estava assustada e se escondeu do Pai. M ais uma vez me foi dada uma criança pela mão para levá-la ao Pai. D esta vez não fui muito depressa. Procurei lhe ensinar o máximo sobre o Pai. Tentei lhe falar da grandiosidade de conhecer o Pai. Do privilégio de estar com Ele e de seu poder. N o final do dia, quando o encontramos ela estava assustada e se escondeu do Pai.

4 Mais uma vez foi me dado uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Meu coração estava cheio de gratidão pelo alegre privilégio. Andamos devagar. Moderei meus passos pelos delas. Falamos das coisas que a criança ia notando. Mais uma vez foi me dado uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Meu coração estava cheio de gratidão pelo alegre privilégio. Andamos devagar. Moderei meus passos pelos delas. Falamos das coisas que a criança ia notando.

5 Algumas vezes era um dos pássaros do Pai. Observamos quando construía seu ninho e vimos seus ovos que nele depositava. Conversamos depois sobre os cuidados que Ele tinha com os filhotes.

6 Outras vezes, colhíamos as flores do Pai e acariciávamos as pétalas macias apreciando as lindas cores. Com freqüência contávamos histórias do Pai. Eu contava a criança e ela para mim. Nós contávamos histórias repetidamente. De tempo em tempos parávamos, encostando nas árvores do Pai e deixando que o ar feito por Ele refrescasse nosso rosto, sem falar. Outras vezes, colhíamos as flores do Pai e acariciávamos as pétalas macias apreciando as lindas cores. Com freqüência contávamos histórias do Pai. Eu contava a criança e ela para mim. Nós contávamos histórias repetidamente. De tempo em tempos parávamos, encostando nas árvores do Pai e deixando que o ar feito por Ele refrescasse nosso rosto, sem falar.

7 E, então, ao fim do dia, encontramos o Pai. Os olhos da criança brilharam. Ela olhou com amor, confiança e alegria para a face do Pai, colocando sua mão na dEle. Naquele momento e fui esquecida e me alegrei. E, então, ao fim do dia, encontramos o Pai. Os olhos da criança brilharam. Ela olhou com amor, confiança e alegria para a face do Pai, colocando sua mão na dEle. Naquele momento e fui esquecida e me alegrei.

8 Aos 3 anos nosso cérebro atinge 50% do desenvolvimento natural e aos 8 anos termina a principal fase da construção orgânica do cérebro, atingindo 90% dos Neurônios, que terá sua forma definitiva. (Veja – Agosto de 1998) Aos 3 anos nosso cérebro atinge 50% do desenvolvimento natural e aos 8 anos termina a principal fase da construção orgânica do cérebro, atingindo 90% dos Neurônios, que terá sua forma definitiva. (Veja – Agosto de 1998) DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA Mental, Físico, Sócio Emocional e Espiritual DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA Mental, Físico, Sócio Emocional e Espiritual

9 1,5 aos 5 – Inquietos um minuto, eles ouvem dois, bocejam três remexem-se e quatro sumiram. 5 aos 9 - Pouco mais quietos 9 aos 12 - Inquietos fisicamente 12 aos 18 - Mentalmente inquietos, questionadores 1,5 aos 5 – Inquietos um minuto, eles ouvem dois, bocejam três remexem-se e quatro sumiram. 5 aos 9 - Pouco mais quietos 9 aos 12 - Inquietos fisicamente 12 aos 18 - Mentalmente inquietos, questionadores

10 Curiosidades em alta, começam com a fase dos porquês (5 anos) e continuam insaciáveis (12 anos) com leituras sobre como funcionam as coisas, como consertar relógios etc., perguntas constantes.

11 Podem ver um rei com seus súditos, um pastor com seu rebanho. Até mesmo eles sendo o rei ou o súdito.

12 Desde pequenos seguem um líder, e aos poucos mudam de imitação muscular (criança pequena imita os gestos) para idealista. Aos dez torna-se um adorador de heróis.

13 Desafio aos líderes para que sejam aquilo que dizem e vivam como desejam que as crianças vivam Fale mais alto porque suas ações não me deixam ouvir suas palavras. Se desejamos que essa criança suba para o céu em linha reta como a palmeira dessas montanhas, sejamos nós mesmos escrupulosamente retos e leais. Guy Jacquim Fale mais alto porque suas ações não me deixam ouvir suas palavras. Se desejamos que essa criança suba para o céu em linha reta como a palmeira dessas montanhas, sejamos nós mesmos escrupulosamente retos e leais. Guy Jacquim

14 1,5 aos 5 anos cada um por si. 5 anos começam a se agregar, um nome para o grupo, integração de clubinhos, uma sociedade secreta, um código, juramentos, etc. 13 anos a vida começa se estabilizar. 1,5 aos 5 anos cada um por si. 5 anos começam a se agregar, um nome para o grupo, integração de clubinhos, uma sociedade secreta, um código, juramentos, etc. 13 anos a vida começa se estabilizar.

15 Ausente nas crianças pequenas, vai progredindo com a idade, com a visão dos pais, líderes e professores. Ausente nas crianças pequenas, vai progredindo com a idade, com a visão dos pais, líderes e professores.

16 Começa com 5 a 6 anos e alcança o máximo no final da adolescência.

17 1,5 aos 5 anos - Andam e brincam juntas 5 aos 9 anos - Completamente separados 1,5 aos 5 anos - Andam e brincam juntas 5 aos 9 anos - Completamente separados

18 Primeiramente: Instintivo Chora, é alimentado Chora, troca-se a fralda. Sensorial O que faz trás sensações boas Faz uma gracinha, as pessoas elogiam. Primeiramente: Instintivo Chora, é alimentado Chora, troca-se a fralda. Sensorial O que faz trás sensações boas Faz uma gracinha, as pessoas elogiam.

19 Umas das primeiras lições que a criança deve aprender é a lição da obediência. O objetivo da disciplina é ensinar à criança o governo de si mesma. Devem ensinar-lhes a confiança e direção próprias. Portanto, logo que ela seja capaz de entender, deve alistar-se a sua razão ao lado da obediência. Educação, pág. 287 Umas das primeiras lições que a criança deve aprender é a lição da obediência. O objetivo da disciplina é ensinar à criança o governo de si mesma. Devem ensinar-lhes a confiança e direção próprias. Portanto, logo que ela seja capaz de entender, deve alistar-se a sua razão ao lado da obediência. Educação, pág. 287

20 Crêem em tudo que lhes dizem e a medida que crescem começa o ver para crer. Entre os 11 aos 13 anos acredita-se que se toma as maiores decisões e as que vão durar para sempre. Crêem em tudo que lhes dizem e a medida que crescem começa o ver para crer. Entre os 11 aos 13 anos acredita-se que se toma as maiores decisões e as que vão durar para sempre.

21 Ensine à criança e ao jovem que todo erro, toda falta, toda a dificuldade vencidos, se tornam um degrau no acesso a coisas melhores e mais elevadas. É mediante tais experiências que todos os que tornaram a vida digna, alcançaram êxito. E ducação 296

22 1) Faça a criança saber exatamente o quê você quer 2) Dar instruções a um nível que se adapte à habilidade da criança 3) Ouça o que as crianças estão pensando e sentindo 4) Use humor 5) Peça atividades variadas 6) Ofereça alternativas. 2) Dar instruções a um nível que se adapte à habilidade da criança 3) Ouça o que as crianças estão pensando e sentindo 4) Use humor 5) Peça atividades variadas 6) Ofereça alternativas.

23 7) Recuse aceitar desculpas Poucas regras, mas firmes. As regras demasiadas são tão ruim como a deficiência delas. O esforço para se quebrar a vontade de uma criança é um erro terrível. Educ. 288

24 8) Use abraços e toques quando se comunicar com as crianças 9) Seja responsável por você e de responsabilidades a elas (fazer escolhas e arcar com elas)

25 10) Reconheça o fato que não consegue atingir a todos 60% precisam de motivação constante 15% precisam de motivação forte 15% precisam de motivação esporádica 5% Não precisam de motivação 5% Não adianta nenhuma motivação

26 11)Fale positivamente – exigimos muito mas agradecemos e elogiamos pouco


Carregar ppt "Foi me dada uma criança pela mão para levá-la ao Pai. Estava preocupada pela grande responsabilidade, andei com pressa, quanto mais rápido entregá-la."

Apresentações semelhantes


Anúncios Google