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A influência africana. Autoria desconhecida. Africana cozinhando. Arquivo Público da Bahia (APB).

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Apresentação em tema: "A influência africana. Autoria desconhecida. Africana cozinhando. Arquivo Público da Bahia (APB)."— Transcrição da apresentação:

1 A influência africana

2 Autoria desconhecida. Africana cozinhando. Arquivo Público da Bahia (APB).

3 Culinária A feijoada brasileira, considerada o prato nacional do Brasil, é frequentemente citada como tendo sido criada nas senzalas e ter servido de alimento para os escravos na época colonial. Atualmente, porém, considera-se a feijoada brasileira uma adaptação tropical da feijoada portuguesa que não foi servida normalmente aos escravos. Apesar disso, a cozinha brasileira regional foi muito influenciada pela cozinha africana, mesclada com elementos culinários europeus e indígenas.

4 A culinária baiana é a que mais demonstra a influência africana nos seus pratos típicos como acarajé, caruru, vatapá e moqueca. Estes pratos são preparados com o azeite de dendê, extraído de uma palmeira africana trazida ao Brasil em tempos coloniais. Na Bahia existem duas maneiras de se preparar estes pratos "afros". Numa, mais simples, as comidas não levam muito tempero e são feitas nos terreiros de candomblé para serem oferecidas aos orixás. Na outra maneira, empregada fora dos terreiros, as comidas são preparadas com muito tempero e são mais saborosas, sendo vendidas pelas baianas do acarajé e degustadas em restaurantes e residências. Disponível em:. Acesso em: 18 abr

5 Com forte influência africana, a culinária baiana é uma das mais típicas do Brasil. Dentre vários pratos gastronômicos populares se destacam: Moqueca (refogado de peixe, camarões e outros frutos do mar que são temperados com coco, tempero verde, pimenta e azeite de dendê). Acarajé (quitute feito a base de feijão branco e frito no azeite de dendê quente). Bobó de camarão (refogado com molho feito de camarão). Sarapatel (algumas partes das vísceras do porco). Vatapá (a base de farinha de trigo ou feijão moído temperados com azeite de dendê, coco, camarão). Disponível em:. Acesso em: 18 abr

6 Wikimedia Commons/Janaina Roberge © Creative Commnos/ Flickr/Naideron Jr. Opção Brasil Imagens/Maria Elisa Franco Moqueca Feijoada Vatapá

7 Capoeira Capoeira é uma arte marcial desenvolvida inicialmente por escravos negros no Brasil, a partir do período colonial. Marcada por seus golpes que enganam o adversário, que geralmente são feitos no solo ou completamente invertidos. Inicialmente criado para proteção e defesa própria. Hoje vista mais como uma forma de expressão artística, devido ao movimento que os corpos fazem, durante a prática.

8 Shutterstock/Rafael Martin-Gaitero Crianças jogando capoeira – Salvador, Bahia

9 Shutterstock/Val Thoermer Getty Images/Paul Nevin Opção Brasil Imagens/Marcos André Pessoas jogando capoeira

10 Música A música criada pelos afro-brasileiros é uma mistura de influências de toda a África subsaariana com elementos da música portuguesa e, em menor grau, ameríndia, que produziu uma grande variedade de estilos. A música popular brasileira é fortemente influenciada pelos ritmos africanos. As expressões de música afro-brasileira mais conhecidas são o samba, maracatu, ijexá, coco, jongo, carimbó, lambada, maxixe, maculelê. Como aconteceu em toda parte do continente americano onde houve escravos africanos, a música feita pelos afro- descendentes foi inicialmente desprezada e mantida na marginalidade, até que ganhou notoriedade no início do século XX e se tornou a mais popular nos dias atuais. Disponível em:. Acesso em: 18 abr

11 Samba O samba, antes denominado "semba“, foi também chamado de umbigada, batuque, dança de roda, lundu, chula, maxixe, batucada partido alto, entre outros. A herança africana se manifestou primeiramente na Bahia e o gênero urbano surgiu no Rio de Janeiro no início do século XX. Do centro de um círculo e ao som de palmas, coro e objetos de percussão, o dançarino solista, em requebros e volteios, dava uma umbigada num outro companheiro a fim de convidá-lo a dançar, sendo substituído então por esse participante. Disponível em:. Acesso em: 18 abr

12 Escola de samba Uma coisa é o samba. Outra, a escola de samba. O samba nasceu em A primeira escola surgiu uma década mais tarde. Expressão artística das comunidades afro-brasileiras da periferia do Rio de Janeiro, as escolas existem hoje em todo o Brasil e são grupos de canto, dança e ritmo que se apresentam narrando um tema em um desfile linear. Somente no Rio, mais de 50 agremiações se dividem entre as superescolas e os grupos de acesso.

13 O desfile das 16 superescolas cariocas se divide em dois dias (domingo e segunda-feira de carnaval), em um megashow de mais de 20 horas de duração, numa passarela de 530 metros de comprimento, onde se exibem cerca de 60 mil sambistas. Devido à enorme quantidade de trabalho anônimo que envolve, é impossível estimar o custo de sua produção. Uma grande escola gasta cerca de um milhão de dólares para desfilar, mas este valor não inclui as fantasias pagas pela maioria dos componentes, nem as horas de trabalho gratuito empregadas na concretização do desfile (carros alegóricos, alegorias de mão, etc.).

14 Com uma média de quatro mil participantes no elenco, cada escola traz aproximadamente 300 percusionistas, levando o ritmo em sua bateria, além de outras figuras obrigatórias: o casal de mestre-sala e porta-bandeira (mestre de cerimônias e porta-estandarte), a ala das baianas, a comissão de frente e o abre-alas. Primeira escola de samba: Deixa falar, fundada em 12 de agosto de 1928, no Estácio, Rio de Janeiro, por Ismael Silva, Bide, Armando Marçal, Mano Elói, Mano Rubens e outros sambistas (foi extinta em 1933). Primeiro desfile oficial: Carnaval de 1935, vencido pela Portela. Disponível em:. Acesso em: 18 abr

15 Instrumentos afro-brasileiros Opção Brasil Imagens/Rachel Canto Wikimedia Commons/Take A Look In The Mirror Atabaque Tambor

16 Afoxé – é um instrumento musical de percussão formado por uma cabaça redonda coberta por uma rede de bolinhas ao redor de seu corpo. O som é produzido quando se giram as bolinhas em um sentido, e o cabo no sentido oposto. É um instrumento musical muito utilizado nos rituais de umbanda e pelos grupos de samba e reggae. Disponível em:. Acesso em: 18 abr Creative Commons/Flickr Afoxé

17 Agogô – instrumento musical percussivo composto de duas a quatro campânulas (objeto em forma de sino) de tamanhos diferentes, ligadas entre si pelos vértices. É o instrumento mais antigo do samba. Disponível em:. Acesso em: 18 abr Creative Commons/Flickr Agogô

18 Berimbau – é um instrumento de corda usado para fazer percussão na capoeira. É um arco feito de uma vara de madeira, de comprimento aproximado de 1,20m a 1,60m, e um fio de aço (arame) preso nas extremidades da vara. Em uma das extremidades do arco é fixada uma cabaça que funciona como caixa de ressonância. Para a realização do som, é necessária a utilização de uma pedra ou moeda, vareta e caxixi. Disponível em:. Acesso em: 18 abr Creative Commons/Flickr Berimbau

19 Caxixi – é um instrumento de percussão que corresponde a um pequeno cesto de palha trançada contento sementes ou arroz para a produção do som. Esse objeto é um complemento do berimbau. Cuíca – consiste numa espécie de tambor com uma haste de madeira presa no centro da membrana de couro, pelo lado interno. O polegar, o indicador e o dedo médio seguram a haste no interior do instrumento com um pedaço de pano úmido, os ritmos são articulados pelo deslizamento deste tecido ao longo do bambu. A outra mão segura a cuíca e com os dedos exerce uma pressão na pele. Quanto mais forte a haste for segurada e mais pressão for aplicada na pele, mais altos serão os tons obtidos. Disponível em:. Acesso em: 18 abr

20 Reco-reco – objeto musical feito de madeira ou bambu com ranhuras transversais que são friccionados por uma vareta. O som é obtido através da raspagem de uma baqueta sobre as ranhuras transversais. Tambores – são os principais instrumentos musicais africanos. Existem dos mais variados formatos, tamanhos e elementos decorativos. É um objeto musical de percussão, é oco e feito de bambu ou madeira. Além de sua utilização nos eventos festivos, os tambores eram uma forma de comunicação entre comunidades distantes, em razão de sua forte potência sonora. Disponível em:. Acesso em: 18 abr


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