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INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Sessions Beans Enterprise Java Beans.

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1 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Sessions Beans Enterprise Java Beans

2 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral O que são Session Beans São componentes que apresentam vários serviços para seus clientes. Esses serviços são fornecidos pelas interfaces do EJB Session Bean. Implementados pelos métodos de negócio do próprio Bean.

3 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Session Beans O estado de um Session Bean consiste no valor da instância de seus atributos Os atributos de Session Beans não são persistidos.

4 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Session Beans – Exemplo de Uso Uma aplicação que realiza cálculos e retorna um resultado para clientes. O serviço é remoto para ser acessado por vários clientes. O session bean é disponibilizado num servidor de aplicações para ser acessado por diversos clientes.

5 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Session Beans Temos duas interfaces e uma classe do Bean. Para cada classe de Session Bean deve-se definir as interfaces: Home e Remote. A classe do Bean implementa a interface remote. A interface Home tem um método create() que é invocado pelo cliente para o container criar uma instância de um componente Session Bean e fornecer uma referência para acessar os serviços ou métodos de negócio do Session Bean.

6 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Session Beans Para obter o serviço, o cliente deve obter a localização do Bean no servidor de aplicação, através de JNDI. Solicitar uma referência para a interface Home e com ela executar o método create().

7 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Session Beans O cliente terá, assim, acesso à interface Remote que apresenta os métodos de negócio.

8 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Quando usar Session Bean Quando deseja-se prover serviços a seus clientes, que sejam serviços transacionais e seguros.

9 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Tipos de Session Beans Session Bean Stateless Session Bean Stateful

10 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Session Bean Stateless Não mantêm um estado para um cliente em particular. Quando um método é invocado no Session Bean, o estado de suas variáveis se mantém apenas durante a invocação desse método.

11 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Session Bean Stateless Quando o método é finalizado, o estado não é retido. São componentes que não estão associados a um cliente específico. Implementam comportamentos que atendem a necessidades de muitos clientes.

12 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Session Bean Stateful Mantêm os estado de seus atributos, enquanto dura a instância do Session Bean. Quando um método é invocado no Session Bean, o estado de suas variáveis se mantém entre várias invocações aos seus métodos de negócios.

13 INE5625 – Computação Distribuída Prof. João Bosco M. Sobral Session Bean Stateful O cliente pode configurar / obter os valores dos atributos do Bean através dos métodos set / get (métodos de Beans) Assim, o Session Bean pode utilizar esses valores para os métodos de negócio.


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