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CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE PIBIC jr./UFCG-2007 AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPTAÇÃO.

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1 CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE PIBIC jr./UFCG-2007 AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUA DE CHUVA COMO FERRAMENTA DE CONVIVÊNCIA NO SEMI-ÁRIDO PARAIBANO Ana Paula Souza Barros Palavras - Chave: Abastecimento - Gestão - Escassez Hídrica. INTRODUÇÃO: Devido ao gerenciamento indevido dos recursos hídricos têm-se observado sérios problemas no abastecimento dágua em cidades brasileiras e de todo mundo. Modelos de gestão e gerenciamento dos recursos hídricos devem ser implementados com a finalidade de evitar o desperdício da água. De forma a facilitar as avaliações de projetos de conservação de recursos hídricos, estão sendo desenvolvidas várias aplicações computacionais, essas aplicações tem um papel importante na sociedade, pois contribuem para o aperfeiçoamento do estudo e a obtenção de informações detalhadas sobre a segurança hídrica dos sistemas de captação de água de chuva em escala regional. Uma dessas ferramentas foi desenvolvida por alunos da Universidade Federal de Campina Grande, essa ferramenta é denominada de InfoChuva. O infoChuva é uma ferramenta computacional, onde podemos aplicá-la em diversas áreas do conhecimento científico. O software pode ser aplicado, na sua maior parte, na área de defesa civil e em programas de assistência social, pois o mesmo tem apresentado bons resultados no que se refere a segurança hídrica de regiões. METODOLOGIA: O InfoChuva é baseado na equação de balanço hídrico de reservatório, que é expresso em unidades volumétricas: Onde Vdt é o volume disponível no instante t, Vdt-1 é o volume disponível no instante t-1, Vcapt é o volume consumido no período de instantes t-1 e t, Vm é o volume morto ou o volume inatingível, volume esse não é utilizado nas simulações por estar presente no fundo da cisterna, e Ca é capacidade da cisternas. Para que o software consulte as informações necessárias para sua execução, foram propostos arquivos de entrada e de saída de dados. Os arquivos de entrada, foram divididos em dois tipos: Arquivos de parâmetro e arquivos de precipitação. No arquivo de parâmetro são informadas as características dos sistemas necessários para a realização dos procedimentos de cálculo, sendo que cada arquivo de precipitação é separado por suas coordenadas geográficas(longitude e latitude) e pela descrição do local. O arquivo de precipitação tem um formato PMH(Padrão Meteorológico-Hidrológico) desenvolvido como o formato padrão na plataforma SegHidro (Araújo, et. al., 2005). _________________________________________________________________________________________________________________ OBJETIVOS: Mostrar uma ferramenta de convivência com o semi-árido, capaz de avaliar o comportamento de sistemas de captação de água de chuva, e a partir de simulações realizadas com a ferramenta gerar mapas de riscos e assim avaliar o risco de desabastecimento dos sistemas de captação de água de chuva em determinada região. Carlos de Oliveira Galvão Rodolfo Nóbrega OS RESULTADOS: Os resultados gerados por cada execução são organizados em arquivos de saída. Esses arquivos são classificados em dois tipos: os arquivos que contêm todos os resultados parciais e os que contêm todos os resultados finais, para todos os locais com os determinados parâmetros utilizados e as saídas que contêm todos os resultados finais de todas as simulações realizadas em um único arquivo, denominado de arquivos-resumo. Nestes arquivos-resumo os resultados são classificados por ordem decrescente dos valores obtido de garantia, facilitando a identificação dos sistemas que obtiveram os melhores resultados. CARACTERIZAÇÃO DA SIMULAÇÃO REALIZADA: No presente trabalho foram realizadas simulações para a obtenção de mapas de riscos na região paraibana, para isso foram utilizados dados pluviométricos de 58 municípios da região paraibana, sendo que os dados de precipitação foram obtidos no Site da Hidroweb, que faz parte Agência Nacional das Águas(ANA). Os dados pluviométricos foram utilizados para a geração de percentis com valores de 55, 65, 75, 85 e 95%, para oferecer estimativas de probabilidades nos resultados gerados. Nas simulações pode-se variar os valores dos seguintes componentes do arquivo de parâmetro: a área de captação, a capacidade da cisterna e a demanda diária. Ficando opcional para o usuário preencher esse arquivo de parâmetros, mas nas simulações realizadas não foram variados os seguintes componentes descritos acima. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Ao total foram realizadas simulações com 57 municípios da região paraibana, e produzido cenários(gráficos) de comportamento do abastecimento realizado através de sistemas de captação e armazenamento de água de chuva para cada local analisado. Na tabela 1.0 podemos observar um gráfico gerado pela simulação utilizando quatro postos, nesse gráfico é mostrado a garantia versus a probabilidade de ocorrência de chuva. Unidade Acadêmica de Engenharia Civil Os resultados de probabilidade de ocorrência de precipitação variam de acordo com a garantia, pois se verificou que a maior probabilidade de ocorrência de precipitação está para as garantias de 85 e 95%. Nas simulações foram utilizadas como garantias os valores de 55, 65, 75, 85, 95%. Dentre os resultados expostos, verificou-se que, em alguns casos houve um ganho considerável, como o posto de Bananeiras, onde apresentou probabilidade acima de 99%, já para o posto de Piancó e Itaporanga houve um aumento razoável de variação de 50 a 100% de probabilidade. Na cidade de Santa Luzia obteve-se probabilidade de 43.99% para todas as garantias citadas, onde não apresentou ganho considerável com relação aos outros postos. Já para outros lugares as probabilidades não apresentaram ganho considerável, já que os valores eram inferiores a 95%. Isso se deve por conta da invariabilidade da área de capitação. Verificou-se na análise que a área de captação influência e muito no que se diz a respeito da captação de água de chuva, e no armazenamento de água, pois quanto menor a área, menor será o garantia e quanto maior for à área de captação maior a será o valor da garantia. Então pode-se dizer que telhados que apresentam uma área pequena não são apropriados para sistemas de captação de água de chuva. CONCLUSÕES: Este trabalho busca contribuir para um melhor aproveitamento dos recursos hídricos, mas para isso propõe-se a utilização de uma ferramenta computacional, que análise o risco de desabastecimento através de simulações e mapas de risco, gerado pelo mesmo. Com as simulações realizadas, podemos constatar que sistemas de captação de água de chuva, não podem ser analisados isoladamente, porque fazem parte de programas integrantes de abrangência nacional, mesmo que esses postos façam parte da mesma região e possuam as mesmas características climáticas, portanto o uso do software torna-se essencial na área, pois o mesmo possibilita a criação de mapas de risco de abastecimento na região. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: Tomaz, Plínio. Aproveitamento de água de chuva: aproveitamento de água de chuva para áreas urbanas e fins não potáveis. ed. São Paulo: Ed. Navegar, Gnadlinger, João. Colheita de água de chuva em áreas rurais. 1.ed. Juazeiro – BA: Ed. IRPAA, Nóbrega, R. L. B.; Alencar, M.S. F.; Galvão, C. O. (2005). Um sistema de captação de água de chuva para áreas urbanas. 5º Simpósio Brasileiro de Captação e Manejo de Água de Chuva, Teresinha, Piauí. Tabela 1.0


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