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MW4G Atividades UFRGS julho de 2009 Coimbra, Portugal.

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1 MW4G Atividades UFRGS julho de 2009 Coimbra, Portugal

2 Participantes Professores Grupo GPPD UFRGS Cláudio Geyer Grupo Redes UFRGS João Netto Luciano Gaspary Grupo UCPel Adenauer Yamin Professores Grupo GPPD UFRGS Cláudio Geyer Grupo Redes UFRGS João Netto Luciano Gaspary Grupo UCPel Adenauer Yamin

3 Participantes Alunos Luciano Cavalheiro da Silva doutorando; mw, adaptação Cristiano Costa doutorando; mw, modelo, contexto Diego Midon Pereira Mestrando; redes adhoc para difusão Alunos Luciano Cavalheiro da Silva doutorando; mw, adaptação Cristiano Costa doutorando; mw, modelo, contexto Diego Midon Pereira Mestrando; redes adhoc para difusão

4 Participantes Valderi R. Q. Leithardt Doutorando; sensores com RFID Mateus Madail Santin; Doutorando; sensores na área médica Valderi R. Q. Leithardt Doutorando; sensores com RFID Mateus Madail Santin; Doutorando; sensores na área médica

5 Continuum : Uma Infra-estrutura de Software Sensível ao Contexto e Baseada em Serviços para a Computação Ubíqua Cristiano André da Costa Cláudio Fernando Resin Geyer Orientador Cristiano André da Costa Cláudio Fernando Resin Geyer Orientador julho de 2009

6 Computação Ubíqua (ubicomp) Tecnologia que se integra ao cotidiano Computadores que desaparecem no entorno Acesso de qualquer lugar e a todo o tempo Variados dispositivos Adaptação contínua ao ambiente com uso das informações de contexto Tecnologia que se integra ao cotidiano Computadores que desaparecem no entorno Acesso de qualquer lugar e a todo o tempo Variados dispositivos Adaptação contínua ao ambiente com uso das informações de contexto (WEISER, 1991)

7 Desafios Sistemas Distribuídos: heterogeneidade, escalabilidade, dependability e segurança Computação Móvel: privacidade, confiança, interoperação espontânea, mobilidade, sensibilidade ao contexto e gerência de contexto Computação Ubíqua: interação transparente com o usuário e invisibilidade Sistemas Distribuídos: heterogeneidade, escalabilidade, dependability e segurança Computação Móvel: privacidade, confiança, interoperação espontânea, mobilidade, sensibilidade ao contexto e gerência de contexto Computação Ubíqua: interação transparente com o usuário e invisibilidade (COSTA, 2008)

8 Problemas Como atingir a visão de Mark Weiser sobre computação ubíqua? Como endereçar os desafios da ubicomp? É possível facilitar o desenvolvimento de software para esse cenário da ubicomp? De que maneira pode-se permitir o acesso aos dados e aplicativos todo tempo e de qualquer lugar? Como atingir a visão de Mark Weiser sobre computação ubíqua? Como endereçar os desafios da ubicomp? É possível facilitar o desenvolvimento de software para esse cenário da ubicomp? De que maneira pode-se permitir o acesso aos dados e aplicativos todo tempo e de qualquer lugar?

9 Tese defendida O uso de uma infra-estrutura de software especificamente direcionada à ubicomp pode reduzir a distância entre a visão de Weiser e o cenário atual da computação distribuída.

10 Propor uma Infra-estrutura de Software para ubicomp Uso de middleware e framework Utilizar, integrar e expandir trabalhos já realizados pelo grupo de pesquisa na UFRGS, tais como ISAM e EXEHDA Infra-estrutura de software como uma evolução do ISAM e EXEHDA Propor uma Infra-estrutura de Software para ubicomp Uso de middleware e framework Utilizar, integrar e expandir trabalhos já realizados pelo grupo de pesquisa na UFRGS, tais como ISAM e EXEHDA Infra-estrutura de software como uma evolução do ISAM e EXEHDA Objetivos Programa que suporta a mediação entre componentes de software, promovendo a interoperabilidade entre estes componentes através de plataformas heterogêneas e variados níveis de recursos (ADELSTEIN et al., 2005) Ambientes compostos de APIs, interfaces com o usuário e ferramentas que simplificam o desenvolvimento e a gerência de software em um domínio específico (BERNSTEIN et al., 1996)

11 Foco específico Lidar com questões relacionadas à sensibilidade ao contexo na ubicomp Aplicar uma visão redefinida da semântica siga-me Lidar com questões relacionadas à sensibilidade ao contexo na ubicomp Aplicar uma visão redefinida da semântica siga-me Metáfora de ambiente virtual do usuário, em que dados e aplicativos seguem o usuário, podendo ser acessados independementemente da localização (AUGUSTIN et al., 2004) Usuários podem se deslocar livremente carregando os dados e aplicativos necessários, os quais podem ser utilizados de forma imperceptível e integrada com o mundo real Sensibilidade ao contexto (Context Awareness): perceber os atributos do ambiente e do usuário, tais como localização física, estado emocional e história pessoal; Contexto(Context): qualquer informação que pode ser utilizada para caracterizar a situação de uma entidade (pessoa, lugar ou objeto).

12 Continuum Proposta de infra-estrutura de software para a computação ubíqua Do ponto de vista dos indivíduos, a infra- estrutura deve ser quase que imperceptível nas atividades diárias, mesmo que seu uso traga melhoras ao mundo real e mudanças no ambiente O objetivo é criar um continuum entre a realidade e as melhorias oferecidas Proposta de infra-estrutura de software para a computação ubíqua Do ponto de vista dos indivíduos, a infra- estrutura deve ser quase que imperceptível nas atividades diárias, mesmo que seu uso traga melhoras ao mundo real e mudanças no ambiente O objetivo é criar um continuum entre a realidade e as melhorias oferecidas

13 ISAM Visão desktop: aplicativos e dados do usuário são acessados de qualquer lugar semântica siga-me EXEHDA - foco em execução distribuída ISAMAdapt - framework para linguagem de programação Vários outros trabalhos: PRIMOS, DIMI, PerDiS, EPA,... Visão desktop: aplicativos e dados do usuário são acessados de qualquer lugar semântica siga-me EXEHDA - foco em execução distribuída ISAMAdapt - framework para linguagem de programação Vários outros trabalhos: PRIMOS, DIMI, PerDiS, EPA,... (AUGUSTIN et al., 2004) 13

14 Continuum Evolução do Projeto ISAM Considera requisitos apresentados Arquitetura baseada em serviços Redefinição da semântica siga-me Evolução do Projeto ISAM Considera requisitos apresentados Arquitetura baseada em serviços Redefinição da semântica siga-me Usuários podem ir para qualquer lugar carregando os dados e os aplicativos que desejam, os quais podem ser usados de forma imperceptível e integrada com o mundo real 14

15 Aplicações Ubíquas Suporte ao Continuum Framework Suporte ao Continuum Framework Continuum Middleware plataforma de Hardware e Software Ambiente Integrado de Desenvolvimento API da Linguagem AplicaçõesUbíquas Continuum ContinuumFramework Outros Frameworks Ferramentas de Desenvolvimento Ambiente em tempo de projeto Ambiente em tempo de execução Processo de Desenvolvimento 15

16 Arquitetura de Software Espaço do Usuário ServiçosPlugáveis Subsistemas Aplicações Ubíquas Suporte ao Continuum Framework Perfilamento de Execução de Execução Base Sistema Operacional nativo Ambiente de Execução (runtime) Rede Pervasiva (sem-fio, cabeada ou qualquer outro tipo) Context Awareness AdaptationManagementUserInteraction DistributedExecution... Executor Communi -cator Discover y ContextD B... Adaptatio n Control Cyber Foraging Interface Selector Trust Manager

17 Modelando o mundo físico no Continuum Modelar três principais entidades Locais Pessoas Coisas No desenvolvimento de aplicações modelar somente as entidades de interesse Modelar três principais entidades Locais Pessoas Coisas No desenvolvimento de aplicações modelar somente as entidades de interesse 17 (DEY et al., 2001)

18 CoDimension abstração física do mundo real envolvendo todas as entidades modeladas CoCell representa um local. O grau de abstração é dependente da aplicação modelada Modelando o mundo físico Cidade 18 Casa Bairro CoPerson representa uma pessoa que está presente em uma CoCell CoNode representa um dispositivo que executa aplicações do usuário e utiliza serviços do Continuum CoMobi representa um dispositivo móvel. Tipicamente conectado via rede sem-fio e com capacidades limitadas CoBase representa um dispositivo encarregado de gerenciar CoCell(s) e interagir com as demais CoGadget representa um dispositivo que acessa as aplicações de maneira ad hoc. Ex.: PDAs, celulares, etc. Agregação descreve uma cooperação estreita entre um dispositivo e uma CoCell. O dispositivo pode se mover. Escritório Composição descreve um dispositivo que é parte constituinte da célula. Não pode ser movido. Associação descreve um relação de fraco acoplamento. Nenhuma hierarquia é observada. Relação não representadas: CoBase: composição CoCell: composição CoPerson: associação CoGadget: associação

19 Camada de Base 19 Sem compromisso com linguagem ou ambiente de execução Diferente para CoGadgets Limitações ISAM e EXEHDA Web 2.0 e AJAX Web SOA = Internet of Services (IoS) Sem compromisso com linguagem ou ambiente de execução Diferente para CoGadgets Limitações ISAM e EXEHDA Web 2.0 e AJAX Web SOA = Internet of Services (IoS) Sistema Operacional nativo Ambiente de Execução (runtime) Rede Pervasiva (sem-fio, cabeada ou qualquer outro tipo)

20 Serviços Plugáveis 20 Executor Communi -cator Discover y ContextD B... Cada serviço no middleware é um Web service Modelo Software as a Service (SaaS) Acessíveis a partir de nodos CoBase por padrão Possibilidade de execução de serviços em diversos nodos (CoBase, CoNode e CoMobi) CoGadget não executa serviços localmente Cada serviço no middleware é um Web service Modelo Software as a Service (SaaS) Acessíveis a partir de nodos CoBase por padrão Possibilidade de execução de serviços em diversos nodos (CoBase, CoNode e CoMobi) CoGadget não executa serviços localmente

21 Arquitetura Distribuída de Serviços (CoDSA) 21 CoDSA

22 Serviços Propostos 22 Dois tipos de serviços: Derivados do EXEHDA: Tipo I Novos serviços: Tipo II Modelados através da UML representa interface da WSDL 2.0 Organizados em subsistemas agrega serviços de propósito comum Dois tipos de serviços: Derivados do EXEHDA: Tipo I Novos serviços: Tipo II Modelados através da UML representa interface da WSDL 2.0 Organizados em subsistemas agrega serviços de propósito comum DistributedExecution AdaptationManagement Context Awareness UserInteraction Executor Communi -cator Discover y ContextD B...

23 Subsistema de Execução Distribuída 23 Distributed Execution Execut or CIB Commu- nicator Co- Space Service Manager Security Depend- ability Tipo I Tipo II Sub- sistem a Gerencia o processamento e a comunicação distribuída Gerência e distribuição de aplicações Manutenção da infra-estrutura distribuída Espaço de tuplas (comunicação síncrona) Serviço de eventos (comunicação assíncrona) Gerência dos serviços plugáveis Gerência de chaves, autenticação, controle de acesso e depuração Mecanismo de checkpointing e redundância

24 Subsistema de Gerência de Adaptação 24 Responsável pela gerência de contexto Adaptation Management Adaptatio n Control Cyber- foraging Actuator Realiza o controle da Adaptação (ACTUS) Permite aumentar capacidade de dispositivos Controla atuadores Tipo I Tipo II Sub- sistem a

25 User Interaction Persist- ence Trust Manager Interface Selector Ubiquitous Guru Subsistema de Interação com o Usuário 25 Lida com as camadas de mais alto nível: interação transparente e invisibilidade Fornece acesso ubíquo a ArquivosGerência de confiança e privacidade Manutenção e criação de Interfaces com o usuário Gerência de atenção e de intenção do usuário e aspectos relacionados com invisibilidade Tipo I Tipo II Sub- sistem a

26 Continuum Framework Auxilia no desenvolvimento de aplicativos ubíquos usando serviços do middleware Elementos do framework: Interfaces de programação (APIs) Interfaces com o usuário (UI) Ferramentas Relação com requisitos do modelo abrangente e com abstrações de linguagem propostas pelo ISAMAdapt Auxilia no desenvolvimento de aplicativos ubíquos usando serviços do middleware Elementos do framework: Interfaces de programação (APIs) Interfaces com o usuário (UI) Ferramentas Relação com requisitos do modelo abrangente e com abstrações de linguagem propostas pelo ISAMAdapt 26

27 Ferramenta do framework para configurar o ambiente de execução, a distribuição e instalação (deployment) Perfilamento de Execução

28 Modelo de Contexto Baseado em ontologia Representada em OWL Definida conforme metodologia existente e aceita pela comunidade Considerado o modelo mais promissor para representação de contexto Baseado em ontologia Representada em OWL Definida conforme metodologia existente e aceita pela comunidade Considerado o modelo mais promissor para representação de contexto (NOY e McGUINNESS, 2001) (BALDAUF et al., 2007)

29 Modelo de Contexto (cont.) ontologia representaçãodoconhecimento Websemântica Lucas está no Auditório Verde Definição formal e explícita de vocabulário comum e suas relações em um domínio específico de discurso. (GRUBER, 2007) Extensão da Web orientada a humanos na qual significado é dado ao conteúdo de maneira que o software entende. (BERNERS-LEE et al., 2001)

30 Ontologia do Continuum

31 Armazenamento do Contexto Banco de Dados Relacional Eficiência Interface de acesso (SQL / SPARQL) Conversão de OWL em Modelo E-R Dados históricos - grande volume de dados Acesso distribuído - escalabilidade, disponibilidade Banco de Dados Relacional Eficiência Interface de acesso (SQL / SPARQL) Conversão de OWL em Modelo E-R Dados históricos - grande volume de dados Acesso distribuído - escalabilidade, disponibilidade

32 Context Awareness Monitor Discov- ery Proces- sor Aggre- gator Contextd b Context Action Subsistema de Consciência de Contexto Congrega todos os serviços relacionados com consciência de contexto Interação com sensores e extração dos dados brutos Detecção de recursos, como sensores Conversão em representação de contexto e filtragem dos dados brutos Combinação de informação de contexto considerando preferências do usuário Gerência do banco de dados e inferência de contexto Interface de alto-nível para manipulação de contexto Tipo I Tipo II Sub- sistem a

33 Conclusão Poucas infra-estruturas de software consideram desafios necessários na Ubicomp No passado Aura, Gaia, One.World e ISAM Continuum proposto como evolução do ISAM Emprega SOA, web services, middleware e framework Considera requisitos atuais da área Diversos serviços propostos Poucas infra-estruturas de software consideram desafios necessários na Ubicomp No passado Aura, Gaia, One.World e ISAM Continuum proposto como evolução do ISAM Emprega SOA, web services, middleware e framework Considera requisitos atuais da área Diversos serviços propostos 33

34 Conclusão (cont.) Foco principal do trabalho é consciência de contexto definido modelo de contexto especificada uma ontologia modelada uma forma de armazenar e localizar contexto Definido modelo geral para sistemas conscientes de contexto Proposta comparada com estado da arte Foco principal do trabalho é consciência de contexto definido modelo de contexto especificada uma ontologia modelada uma forma de armazenar e localizar contexto Definido modelo geral para sistemas conscientes de contexto Proposta comparada com estado da arte 34

35 Trabalhos Futuros Replicação e especialização de CoBase Implementação de alguns serviços modelados Estudo mais detalhado de aspectos de segurança, dependability e interação com usuário Orientação às tarefas do serviço Ubiquitous Guru Suportar redes de sensores Tratar tipos específicos de contexto. Ex.: estado emocional Replicação e especialização de CoBase Implementação de alguns serviços modelados Estudo mais detalhado de aspectos de segurança, dependability e interação com usuário Orientação às tarefas do serviço Ubiquitous Guru Suportar redes de sensores Tratar tipos específicos de contexto. Ex.: estado emocional 35

36 Seminário CAPES/GRICES – Julho de 2009slide Ambiente Virtual Para Computação Pervasiva Direcionado às Demandas do Projeto ISAM Universidade Federal do Rio Grande do Sul Instituto de Informática Julho de 2009 Orientador Prof. Dr. Cláudio Fernando Resin Geyer Por Matues Madail Santin

37 Seminário CAPES/GRICES – Julho de 2009slide Ambiente Virtual Para Computação Pervasiva Direcionado às Demandas do Projeto ISAM Tema Proposição de um ambiente virtual direcionado à Computação Pervasiva. Tal ambiente deve dar suporte à interatividade de diferentes tipos de aplicações, à sensibilidade ao contexto e à adaptação. Empregando este ambiente virtual, deverá ser possível desenvolver softwares customizáveis que atendam o perfil de interesse de diferentes usuários.

38 Seminário CAPES/GRICES – Julho de 2009slide Ambiente Virtual Para Computação Pervasiva Direcionado às Demandas do Projeto ISAM Objetivos Modelar um ambiente virtual direcionado ao projeto ISAM de forma integrada à arquitetura de software do CONTINUUM, e que contemple aspectos de customização, contextualização e percepção da intenção do usuário. Conceber aplicações pervasivas direcionadas à área da medicina para validar o ambiente virtual proposto para o Projeto ISAM; Continuar participando ativamente em projetos relacionados com o tema que envolva a equipe de pesquisadores do ISAM.

39 Seminário CAPES/GRICES – Julho de 2009slide Estudo de Caso HE-UFPEL/FAU & RUTE Hospital Escola da UFPEL/FAU Hospital de ensino aos acadêmicos da área de saúde Atende a cidade de Pelotas e região Ligado ao SUS (Sistema Único de Saúde) Diversas especialidades médicas

40 Seminário CAPES/GRICES – Julho de 2009slide Estudo de Caso HE-UFPEL/FAU & RUTE Rede Universitária de Telemedicina A Rede Universitária de Telemedicina (RUTE) é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia, apoiada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pela Associação Brasileira de Hospitais Universitários (Abrahue) e coordenada pela Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), que visa a apoiar o aprimoramento de projetos em telemedicina já existentes e incentivar o surgimento de futuros trabalhos interinstitucionais

41 Seminário CAPES/GRICES – Julho de 2009slide Estudo de Caso PIDI Programa de Internação Domiciliar Interdisciplinar Internação domiciliar aos pacientes com câncer independente da fase de evolução da sua doença HE/UFPEL – Hospital Escola da UFPEL Direcionado ao tratamento oncológico Abordagem interdisciplinar Agentes: Equipe médica interdisciplinar Cuidadores domésticos (familiares, etc.) Ausência de monitoramento remoto de qualquer tipo

42 Uma Solução Híbrida para a Redução de Consumo Energético em RSSFs (RSFID) Universidade Federal do Rio Grande do Sul UMA SOLUÇÃO HÍBRIDA PARA A REDUÇÃO DE CONSUMO ENERGÉTICO EM RSSFs RSFID Dr. Cláudio Fernando Resin Geyer Msc. Valderi R. Q. Leithardt geyer, vrqleithardt Cláudio Geyer / Valderi Leithardt RSFID

43 Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC Introdução Conceitos RSSFs e RFID Objetivos Simulador SensorLibras Previsão de Publicações Artigos Submetidos Roteiro Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 2/15 RSFID

44 Rede de Sensores Sem Fio Muitos nós coletores de baixo custo Um ou alguns nós base Introdução Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 3/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC

45 Introdução Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 4/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC Identificadores RFID estão sendo utilizados em animais, identificação e controle de orgãos e uma infinidade de aplicações;

46 Conceitos Cenários onde RSSFs atuam Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 5/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC

47 Conceitos Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 6/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC

48 Conceitos Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 7/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC Uma antena de rádio comum, ligada a um leitor, que emite um sinal para as etiquetas (também conhecidas por tags ou transponders) e recebe delas, alimentadas pelo campo eletromagnético da própria antena, informações contidas em seus chips.

49 Objetivos Alguns objetivos específicos são: Definição de um modelo para uso em uma rede híbrida combinando RFID e RSSFs; Desenvolver estudos sobre a elaboração de uma arquitetura que se possa reutilizar a energia produzida pela tag RFID; Desenvolvimento de algoritmos para o tratamento da concorrência, principalmente quando houver leitura e gravação da tag RFID inserida no sensor; Estudos para adaptação de outras formas de comunicação ao modelo proposto; Validar a lógica com protótipos de adaptação e usabilidade através de simulações; Estudar e desenvolver melhorias do simulador Shox para redes de sensores sem fios; Definir e implementar um modelo de sensor com RFID embutido; Validar o modelo proposto através de simulações e experimentações; Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 8/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC

50 Objetivos Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 9/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC A tese defendida propõe a integração da tecnologia RFID inserida no próprio sensor, aumentando o tempo de vida da bateria do nó sensor devido ao fato de não haver transmissão de dados através do sensor e sim a leitura da tag RFID, sendo proposto um tipo de transmissão passiva. Para simular a proposta, está sendo desenvolvido um modelo para o simulador para redes de sensores sem fios (SHOX), Este simulador foi desenvolvido por Tales Heimfarth do Instituto de Informática UFRGS.

51 Simulador SHOX É um simulador genérico, baseado em eventos, de rede de sensores, que tem como ponto central a simulação da comunicação entre os diferentes nodos da rede. Ele é similar ao conhecido simulador ns-2, porém, apresenta algumas vantagens. Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 10/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC

52 SensorLibras Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 11/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS); Computação Ubíqua; Rede de Sensores sem Fios (RSSF). Tradução Libras/Português (Datilologia) Luva wireless tradutora Libras/Português (Sun SPOT World 2009) Arquitetura de comunicação do SensorLibras

53 SensorLibras Cláudio Geyer / Valderi Leithardt 12/15 RSFID Universidade Federal do Rio Grande do Sul - PPGC Paradigma da tradução Língua de Sinais Interpretação em tempo real SiSiVoz / SinalBSLSim SignSmithTexto / SinalASLNão iSignTexto / SinalASLNão Player RybenáTexto / SinalLIBRASSim TLIBRASVoz / SinalLIBRASSim AcceleGloveSinal / Texto-VozASLSim SensorLibrasSinal / TextoLIBRASSim

54 Referências (citadas na apresentação) ADELSTEIN, F. et al. Fundamentals of Mobile and Pervasive Computing. New York: McGraw-Hill, AUGUSTIN, I. et al. ISAM, Joining Context-Awareness and Mobility to Building Pervasive Applications. In: ILYAS, M.; MAHGOUB, I. (Eds.) Mobile Computing Handbook. Boca Raton: CRC, p BALDAUF, M.; DUSTDAR, S.; ROSENBERG, F. A survey on context-aware systems. International Journal of Ad Hoc and Ubiquitous Computing, Geneve, v.2, n.4, p , Oct BERNERS-LEE, T.; HENDLER, J.; LASSILA, O. The Semantic Web. Scientific American, New York, v. 284, n. 5, p , May BERNSTEIN P. Middleware: a model for distributed system services. Communications of the ACM, New York, v.39, n.2, p , Feb GRUBER, T. Ontology. Disponível em:. Acesso em: nov. 2007http://tomgruber.org/writing/ontology-definition-2007.htm HENRICKSEN, K.; INDUSLKA, J. Developing Context-aware Pervasive Computing Applications: models and approach. Pervasive and Mobile Computing, Amsterdam, v.2, n.2, p.37-64, Feb NOY, N.; MCGUINNESS, D. Ontology Development 101: a guide to creating your first ontology f. Technical Report – Knowledge Systems Laboratory, Stanford University, Stanford. ROBINSON, P.; VOGT, H.; WAGEALLA, W. Some Research Challenges in Pervasive Computing. In: ROBINSON, P.; VOGT, H.; WAGEALLA, W. (Eds.) Privacy, Security and Trust within the Context of Pervasive Computing. Boston: Springer Science + Business Media, p SATYANARAYANAN, M. Pervasive computing: vision and challenges. IEEE Personal Communications, Los Alamitos, v.8, n.4, p , Aug WEISER, M. The Computer for the 21st Century. Scientific American, New York, v.265, n.3, p , Mar ADELSTEIN, F. et al. Fundamentals of Mobile and Pervasive Computing. New York: McGraw-Hill, AUGUSTIN, I. et al. ISAM, Joining Context-Awareness and Mobility to Building Pervasive Applications. In: ILYAS, M.; MAHGOUB, I. (Eds.) Mobile Computing Handbook. Boca Raton: CRC, p BALDAUF, M.; DUSTDAR, S.; ROSENBERG, F. A survey on context-aware systems. International Journal of Ad Hoc and Ubiquitous Computing, Geneve, v.2, n.4, p , Oct BERNERS-LEE, T.; HENDLER, J.; LASSILA, O. The Semantic Web. Scientific American, New York, v. 284, n. 5, p , May BERNSTEIN P. Middleware: a model for distributed system services. Communications of the ACM, New York, v.39, n.2, p , Feb GRUBER, T. Ontology. Disponível em:. Acesso em: nov. 2007http://tomgruber.org/writing/ontology-definition-2007.htm HENRICKSEN, K.; INDUSLKA, J. Developing Context-aware Pervasive Computing Applications: models and approach. Pervasive and Mobile Computing, Amsterdam, v.2, n.2, p.37-64, Feb NOY, N.; MCGUINNESS, D. Ontology Development 101: a guide to creating your first ontology f. Technical Report – Knowledge Systems Laboratory, Stanford University, Stanford. ROBINSON, P.; VOGT, H.; WAGEALLA, W. Some Research Challenges in Pervasive Computing. In: ROBINSON, P.; VOGT, H.; WAGEALLA, W. (Eds.) Privacy, Security and Trust within the Context of Pervasive Computing. Boston: Springer Science + Business Media, p SATYANARAYANAN, M. Pervasive computing: vision and challenges. IEEE Personal Communications, Los Alamitos, v.8, n.4, p , Aug WEISER, M. The Computer for the 21st Century. Scientific American, New York, v.265, n.3, p , Mar


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