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Função confirmar Em muitos programas temos de confirmar uma opção com S ou N. Vamos fazer então uma função que retorna a escolha realizada pelo usuário.

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Apresentação em tema: "Função confirmar Em muitos programas temos de confirmar uma opção com S ou N. Vamos fazer então uma função que retorna a escolha realizada pelo usuário."— Transcrição da apresentação:

1 Função confirmar Em muitos programas temos de confirmar uma opção com S ou N. Vamos fazer então uma função que retorna a escolha realizada pelo usuário. // esta função exige o uso da unit crt Function funConfirmar(mens: string): char; (* Função para confirmar ou não uma opção do usuário; data:...; Responsável:... *) Var Carac: char; Begin repeat Writeln(mens, Confirme ou não sua opção com S ou N); Carac := upcase(readkey); If (carac <> S) and (carac <> N) Then Writeln(Opção inválida. Tente novamente); Until (carac = S) or (carac = N); funConfirmar := carac; End;

2 ESTRUTURAS DE DADOS PERSISTENTES ARQUIVOS

3 Arquivos nas linguagens de programação Arquivo: estrutura de dados persistente Arquivos comuns nas linguagens de programação: Binário: acesso sequencial e direto Texto: interoperabilidade/portabilidade

4 Arquivos E/S: teclado, monitor e impressora podem ser considerados arquivos do tipo texto Armazenamento persistente de dados: arquivos em meios magnéticos, óticos ou eletrônicos Arquivo: tipo de variável Antes de se usar, uma variável arquivo deve ser associada a um identificador externo: mecanismo para que um arquivo possa ser associado a diferentes identificadores externos Feita a associação, o arquivo deve ser aberto para ser lido/escrito Organização: como estão dispostas as unidades de informação no arquivo: linear seqüencial, árvore,... Formas de acesso –Seqüencial: leitura/escrita das informações seqüencial um após o outro –direto: pode-se ler/escrever em qualquer ordem

5 Ler e escrever em arquivo Variável arquivo Variável transferência Arquivo externo eof O o o n ler escrever

6 Arquivos em Pascal Texto - :text –Organização seqüencial de caracteres –Pode ser formatado em linhas terminadas por CR –acesso seqüencial Tipado - :file of ; –Arquivo binário –Organização seqüencial dos componentes definidos no –Estruturado como uma sequência dos componentes nas posições 0, 1, 2,... –acesso seqüencial ou direto pela posição Sem tipo definido - :file; –Similar ao tipado, mas seus componentes não tem uma estrutura pré-definida

7 Procedimentos e funções p/ arquivos TEXTOTIPADOSEM TIPO AssociarAssignassign AbrirReset appendReset Criarrewrite FecharcloseClose truncate EscreverWrite[ln]writeblockwrite LerRead[ln]Readblockread Posicionarseek Teste fim arqeof Posição atualfilepos Tamanho arqfilesize Resultado E/Sioresult

8 Outros procedimentos e funções Procedimentos genéricos –Chdir(patch): mudar o diretório corrente –Erase(arquivo): destruir arquivo –Getdir(d,s): retorna o diretório corrente de um disco –Mkdir(s): cria um diretório –Rename(nomeexterno,novonome): renomear –Rmdir(s): remove um diretório vazio Unit do Pascal com procedimentos e funções –dos

9 Exercícios de arquivos com dados contábeis Dados de cada movimento contábil: Obs.: movimento contábil – movimentação de conta a débito ou a crédito Número da conta: inteiro com 4 dígitos; D/C: um caractere d ou c para indicar se o movimento é a débito ou a crédito; Valor: um real para o valor do movimento Programas: a) Gravar movimentos contábeis em uma matriz; Ordenar os movimentos por ordem de conta; Gravar um arquivo ordenado com os movimentos; b) Dividir o arquivo obtido em a em dois ordenados, um com os débitos, e outro com os créditos; c) Concatenar os dois arquivos obtidos em b gerando um arquivo; d) Realizar um merge dos dois arquivos obtidos em b.

10 Aplicação Problema: dar persistência a uma agenda implementada utilizando-se uma matriz de 100 posições, com nome e telefone dos contatos. Solução: incluir dois procedimentos no programa com acessos seqüenciais: –Abrir: no início do programa para abrir o arquivo e copiar os dados do arquivo para a matriz –Salvar: no fim do programa para salvar os dados da matriz no arquivo

11 Aplicação Problema: Uma pequena instituição comercial deseja o controle do estoque dos produtos que comercializa. Para cada produto manter: –Código: identifica o produto; –Nome: descrição sintética do produto –Preço: valor de venda; –Quantidade: quantidade em estoque O sistema deve permitir –incluir um produto novo – o código é dado pelo sistema em ordem seqüencial crescente –Comprar um produto já existente (entrada de uma ou mais unidades) –Vender um produto (uma ou mais unidades) –Consultar um produto pelo código –Listar todos os produtos de 20 em 20 –Alterar dados do produto (não pode alterar o código) Todas as operações são realizadas com acesso direto pelo código

12 Observação Como o sistema poderá produzir o código do produto, para facilitar vamos produzir este código de forma sequencial a partir do zero.

13 Aplicação Para o problema anterior: –O usuário escolhe o código do produto, que pode variar de 0 a –O usuário pode excluir um produto desde que a quantidade do mesmo seja igual a zero. –Todas as operações com acesso direto pelo código a menos da listagem que será sequencial.

14 Observações - Como o maior código é 3.000, ele poderá continuar a ser a posição da informação do produto no arquivo, pois o arquivo não será grande. - Ao criar um produto verificar se o código já existe. - Pode-se posicionar além do fim do arquivo.

15 Aplicação Para o mesmo problema anterior: –O usuário escolhe o código do produto, e este código tem 9 (nove) dígitos numéricos, apesar de existirem apenas produtos –O usuário pode excluir um produto desde que a quantidade do mesmo seja igual a zero. –Todas as operações com acesso direto pelo código a menos da listagem que será sequencial.

16 Observação Como o código numérico tem nove dígitos, ele não poderá ser a posição das informações no arquivo, pois exigiria um arquivo com o tamanho de 1 trilhão, para apenas registros com informações. Fazer um hash para obter a posição no arquivo a partir do código, tratando as colisões (sinônimos). O hash poderá ser o resto da divisão do código por

17 Abrir ou criar arquivo Quando se trabalha com um arquivo é necessário abri-lo para ler (arquivo já existente) ou escrever (arquivo já existente ou ainda não). Na maior parte dos casos de programas com arquivos, o usuário deverá informar o identificador externo do arquivo. Como essas operações podem seguir um padrão comum, será conveniente fazer um procedimento a ser incluído em uma biblioteca. Como há diferenças nos arquivos texto e binários, será necessário fazer procedimentos distintos para os arquivos texto e binários

18 Passos gerais para abrir/criar Solicitar ao usuário que informe o nome que deseja dar ao arquivo, alertando para os dados que o arquivo conterá O programador seleciona a operação abrir ou criar novo arquivo O procedimento verifica se não houve erro: No caso de abrir o arquivo deve existir, caso contrário há erro e o procedimento deve ser reiniciado; No caso de criar novo o arquivo não pode existir; se existir pode haver erro e deve ser solicitado ao usuário que decida se o arquivo deve ser realmente criado, destruindo as informações existentes, ou então não deve ser criado, e neste caso o procedimento deve ser reiniciado para novas opções do usuário.

19 Procedimento - arquivo binário Procedure abrirArqBin(arqMens: string; operac: char; arq: file; var nomeExt: string); (* Procedimento padrão para abrir arquivo existente ou criar arquivo novo. Parâmetros: mensagem para o usuário; operação a ou c para abrir ou criar; arquivo não tipado; nome externo escolhido pelo usuário *) // Uses digDados, dos, crt; // bibliotecas Var Correto: boolean; // variável para controlar erro Resultado: integer; // resultado da busca do arquivo

20 begin repeat correto := true; // inicia sem erro writeln(arqMens); digStr(Informar o nome completo do arquivo, 40, 6, nomeExt); assign(arq, nomeExt); {$i-} // para inibir rotina de tratamento de erro reset(arq); // tenta abrir para verificar se já existe {$I+} resultado := ioresult; If (operac = A) and (resultado <> 0) then begin writeln(Erro: o arquivo não existe. Escolha outro nome); Correto := false; end; If (operac = C) and (resultado = 0) then begin If funConfirmar (Atenção: o arquivo já existe!!! Deve confirmar se deve mesmo ser destruido e criado um novo ou não) = N then correto := false; until correto; if operac = C then rewrite(arq); end;

21 Procedimento - arquivo texto Procedure abrirArqText(arqMens: string; operac: char; arq: text; var nomeExt: string); (* Procedimento padrão para abrir arquivo existente ou criar arquivo novo. Parâmetros: mensagem para o usuário; operação a ou c para abrir ou criar; arquivo texto; nome externo escolhido pelo usuário *) // Uses digDados, dos, crt; // bibliotecas Var Correto: boolean; // variável para controlar erro Resultado: integer; // resultado da busca do arquivo

22 begin repeat correto := true; // inicia sem erro writeln(arqMens); digStr(Informar o nome completo do arquivo, 40, 6, nomeExt); assign(arq, nomeExt); {$i-} // para inibir rotina de tratamento de erro reset(arq); // tenta abrir para verificar se já existe {$I+} resultado := ioresult; If (operac = A) and (resultado <> 0) then begin writeln(Erro: o arquivo não existe. Escolha outro nome); Correto := false; end; If (operac = C) and (resultado = 0) then begin If funConfirmar (Atenção: o arquivo já existe!!! Deve confirmar se deve mesmo ser destruido e criado um novo ou não) = N then correto := false; until correto; if operac = C then rewrite(arq); end;

23 Acesso binário Uma estrutura linear ordenada segundo um item de seus registros, permite uma busca por acesso binário por valores desse item – Chave de ordenação e de acesso – Nessa busca a cada acesso despreza-se metade de seu espaço de busca – A quantidade de acessos será proporcional ao logaritmo na base 2 da quantidade de registros da estrutura Um arquivo binário ordenado segundo um dos itens de seu registro – suachave de ordenação – pode ser acessado via busca binária sobre este item

24 Exemplo – Uma biblioteca com os livros dispostos no cadastro em ordem de número crescente de ficha catalográfica. O número da ficha é a chave do arquivo – Para acessar: calcular o meio do arquivo (em tamanho) e comparar a chave do livro que se busca com a chave do meio do arquivo. Se a chave que se busca é igual à chave do meio, o livro foi encontrado. Se a chave buscada é maior do que a chave do meio, o livro buscado está na metade superior do arquivo, senão está na parte inferior. Toma-se a metade restante e calcula-se seu meio, e se continua o processo até encontrar a chave ou verificar que a chave não existe.

25 Exemplo Numérico - 1 Fichas: | Resta | Resta | Encontrou

26 Exemplo Numérico - 2 Fichas: | Resta | Resta | Resta 95 Não encontrou

27 Algoritmo busca binária Algoritmo buscaBinArquivo (* algoritmo para a busca binária em um arquivo binário ordenado pelo item ficha de seu registro; Responsável... Data... *) Tipo tReg: registro ficha: inteiro Fim Var biblioteca: file of tReg Livro: tReg Inicio Topo tamanho (arquivo) Base 1 Ler fichaBusca // chave de busca

28 Centro (topo + base) div 2 // truncar Posicionar arquivo biblioteca em centro Leia (biblioteca, livro) Enquanto (base fichaBusca) faça – Inicio – Se fichaBusca > livro.ficha – Então base centro +1 – Senão topo centro -1 – Centro (topo + base) div 2 // truncar – Posicionar arquivo biblioteca em centro – Leia (biblioteca, livro) – Fim Se fichaBusca = livro.ficha Então escreva (Encontrou, livro.ficha, …) Senão escreva (Livro não encontrado) fim


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