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SYBASE SGBD-D TRABALHO DE BANCO DE DADOS III THIAGO LIMA ROBERTO SANTOS.

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1 SYBASE SGBD-D TRABALHO DE BANCO DE DADOS III THIAGO LIMA ROBERTO SANTOS

2 Introdução n Características particulares do SGBD-D SYBASE n Funcionamento das operações de um SGBDD.

3 Características particulares n Memória distribuída Cada processador tem exclusivo acesso a sua memória e a(s) sua(s) unidade(s) de disco. Vantagens: O baixo custo aliado a uma alta expansibilidade e disponibilidade. Crescimento incremental,consegue suportar um número enorme de processadores. Suporta até 128 nós.

4 Tópicos de discussão n Projeto de BD-Distribuído n Controle de Ambiente Distribuído n Transparência n Processamento Distribuído de Consulta n Processamento Distribuído de Transação n Suporte a acesso a dados de SGBD Heterogêneo

5 Projeto de BD-Distribuído n Suporte a fragmentação Ü A aplicação onde muitos sites alteram o mesmo dado no mesmo instante.Sybase recomenda que cada fragmento tenha um único dono. Ü Bds que podem ter primario e replicado, tenha certeza que tabelas com a mesma estrutura existe em ambos, primary e replicado. Ü Criar replicação da definição em qualquer site onde tem o dado primario, se for servidor remoto. Ü Criar assinaturas para cada site de replicação de definições do outro site.

6 Projeto de BD-Distribuído n Suporte a fragmentação Ô Horizontal Por função de hashing ou por faixa de valores.

7 Projeto de BD-Distribuído n Replicação Ü O dado que será replicado pelo SQL Remote é arrumado em publicações.Cada bd que quiser compartilhar informação da publicação tem que assinar a publicação. Ü A publicação inclui dados da tabelas. Cada contribuição de uma tabela é chamada de Artigo.Cada artigo consiste em tabelas.

8 Projeto de BD-Distribuído n Replicação Ü Replication Server Manager (RSM) Ü Conecta os Servidores Remotos com o Replication Server plug-in Ü.Replica o dado em múltiplos bancos de dados assincronamente na rede,enquanto garante a integridade e consistência dos dados. Ü Replication Command Language (RCL), oferece grande flexibilidade para replicação customizada.

9 Projeto de BD-Distribuído n Replicação Ü Replication Server Manager (RSM) Ü Suporta servidores de dados heterogêneo.. Ü Replicação de tabelas no servidor local oferece ao cliente as vantagens do acesso local: melhor performance e melhor acesso ao dado.

10 Projeto de BD-Distribuído n Replicação Ü Existem 3 tipos de replicação: Ü Snapshot Ü Transacional Ü Merge

11 Projeto de BD-Distribuído n Replicação Ü Snapshot Ü Fotografia do banco de dados, a qual é replicada para seus assinantes. Ü A copia é completa,em vez de apenas alterações efetuadas. Ü É ideal quando não existe uma atualização constante.

12 Projeto de BD-Distribuído n Replicação Ü Transacional Ü Permite a replicação de tabelas e stored procedures. Ü A copia é completa,em vez de apenas alterações efetuadas. Ü É ideal quando não existe uma atualização constante.

13 Projeto de BD-Distribuído n Replicação Ü Merge Ü Replicação sincronizada. Ü As alterações feitas no bd de destino, atualizam o bd de origem e vice versa. Ü É ideal quando não existe uma atualização constante. Ü Para a publicação de um dado é necessário a criação de uma publicação por intermedio da seleção de tabelas e stored procedures.

14 Controle do Ambiente Distribuído n Gerenciamento de view n Controle de Segurança n Controle de Integração

15 Controle do Ambiente Distribuído n Gerênciamento de View Ü View – É uma tabela virtual a qual é criada apartir de tabelas do BD através de query. Ü Essa tabela virtual não é armazenada como uma tabela e sim como um objeto. Ü Assim como no Sql Server, o Sybase Sql Server tem algumas caractrística em comum. Ü A query que forma a View pode implicar em uma consulta distribuída. No caso de uma consulta distribuída o custo pode ser alto. Ü As Views não refletem as atualizações das tabelas da base ou seja ela tem uma visão estática.

16 Controle do Ambiente Distribuído n Controle de Segurança Ü Proteção do dado Ü Evita que o conteúdo fisico dos dados possa ser alterado por usuários. Ü Controle de Autorização Ü Somente usuários autorizados podem realizar operações sobre o banco de dados, ou seja existe uma identificação de tipos de acessos e objetos e autenticação de tipos de acesso

17 Controle do Ambiente Distribuído n Controle de Integridade Ü Mantém a consistência do banco de dados garantindo que seja atendido um conjunto de restrições definidas sobre o banco de dados.

18 Transparência n Transparência de Distribuição n Transparência de Replicação n Transparência de Fragmentação

19 Transparência n Transparência de Distribuição Ü As aplicações não sabem que os dados estão espalhados, elas processam suas consultas como se fosem locais. Ü O programador monta suas consultas, sem precisar saber onde reside fisicamente o dado,ele requisita os dados e o Sgbd resolve a query. Ü Se o servidor Local não puder responder completamente a consulta, ele resolve a parte que lhe é referente e repassa as subqueries para outros servidores.A partir desse momento ele e chamado de coordenador.

20 Transparência n Transparência de Replicação Ü Cada copia é fisicamente separada do banco. Todas as copias remotas estão consistente com o banco consolidado. Ü Cada servidor remoto que requisita a replicação é considerado um usuário remoto do bd consolidado. Ù Aplicações Clientes não precisa saber se esta usando bd remoto ou bd consolidado.Para aplicação não existe diferença.

21 Transparência n Transparência de Replicação Ü O sincronismo entre os bds pode ser manual, mas o database extraction utility, automatiza o processo. Ü A publicação e a assinatura são criadas automaticamente no bd remoto, quando vc usa Remote database extraction utility para criar o bd remoto. Ü Sql remote replication é baseado em log de transação. É impossivel replicar todas as alterações, log-base replication tem vantagens sobre outros sistemas de replicação.

22 Transparência n Transparência de Fragmentação Ü Apesar dos dados estarem fragmentados em servidores diferentes, isso se torna transparente para o cliente, pois o sgbd retorna a coleção de dados da query para o cliente. Ü O sgbdd busca os fragmentos distribuidos pelos servidores e a consulta executa como se fosse em uma tabela única.

23 Processamento n Processamento Distribuído de Consulta Ü O processamento distribuído de consulta é realizado em 4 etapas : Ü Esquema global (Decomposição da consulta) Ü Esquema de Fragmentos (Localização de dados) Ü Estáticas s/ fragmentos Ü Esquemas Globais ( Otimização Global )

24 Processamento n Processamento Distribuído de Consulta Ü Esquema global (Decomposição da consulta) Ü È realizado uma consulta em SQL sobre tabelas globais, e verifica se a sintática e semantica está correta e por fim transforma esta consulta SQL em algebra relacional.

25 Processamento n Processamento Distribuído de Consulta Ü Esquema de Fragmentos (Localização de dados) Ü Identifica que sites estão envolvidos na consulta e transforma a consulta global em consultas sobre os sites envolvidos.

26 Processamento n Processamento Distribuído de Consulta Ü Estáticas s/ fragmentos Ü Tentar encontrar a melhor estratégia de execução para a consulta.

27 Processamento n Processamento Distribuído de Consulta Ü Esquemas Globais ( Otimização Global ) Ü È realizada a consulta local no site envolvido.

28 Processamento n Processamento Distribuído de Consulta u –Tipos de Otimizadores F Pesquisa Exaustiva Pesquisa todas as soluções possíveis de consulta e utiliza a que tem menor custo.

29 Processsamento Distribuído de transação n Suporte ao processamento distribuído de transação Ü Uma transação distribuída é aquela que envolve um ou mais servidores. Ü Processamento de transações tem que garantir : Ü atomicidade : Ü execução correta na presença de várias acessos de usuários. Ü Gerênciamento correto de réplica.

30 Processsamento Distribuído de transação n Suporte ao processamento distribuído de Sybase Enterprise Application Server Ü Fica entre aplicação cliente e os servidores Ü Acessa vários servidores Ü Armazena aplicações lógicas na forma de componentes para rodar aplicações clientes. Ü Esses componentes podem ser : ÜPower Builder Componentes, Java Beans ou COM componentes.

31 Processsamento Distribuído de transação n Suporte ao processamento distribuído de Sybase Enterprise Application Server Ü Utiliza MS Distributed Transaction Coordinator(DTC) Ü Transações OLE Ü Two-phase-commit

32 Processsamento Distribuído de transação n Suporte ao processamento distribuído de Sybase Adaptive Server Anywhere Ü Pode ser usado com o Sybase Enterprise Application Server para transações distribuidas. Ü Pode usar diretamente DTC nas aplicações. Ü Suporta ODBC e OLE DB

33 Processsamento Distribuído de transação n Suporte ao processamento distribuído de Sybase Two-phase-commit Ü Gerencia transações distribuídas Ü Se um servidor não responder ou responder não, toda a transação é desfeita.

34 Processsamento Distribuído de transação n Sybase ODBC ASE Ü MS Sql Server Ü OBDC driver para XML Ü Oracle driver para Oracle 7.x e 9.x Ü Sybase ASE driver Ü Informixdriver para Informix 7.X e 9.X

35 Processsamento Distribuído de transação n Sybase ODBC ASE Ü Sistemas Operacionais Ü Windows 95,98,NT,3.51e 4.0 Ü HPUX 10.10,10.20,11.0 Ü AIX 4.2,4.3 Ü Solaris 2.5,2.6

36 Processsamento Distribuído de transação n Sybase ODBC ASE Ü Suporta XML Ü Tipos de arquivos XML ÜIE5 data Islands ÜADO persisted XML ÜXML com Schemas

37 Processsamento Distribuído de transação n Sybase ODBC ASE Ü Utiliza Tabular Data Stream(TDS) protocol Ü Performance e troughput Ü Não necessita do DBMS middlware instalado no cliente, as bibliotecas necessárias para conectar BDs são instaladas com o ODBC driver

38 Processsamento Distribuído de transação n Recovery u Recovery Fault Isolation (RFI) F recovery parcial F isola a corrupção encontrada durante o recovery nas paginas corrompidas F restaura a integridade do bd isolando e reparando a corrupção pagina por pagina (consequentemente objeto por objeto)

39 fim


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