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A NOVA NR-10 PORTARIA M.T.E 598 DE 07-12-2004 IMPLANTAÇÃO DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS.

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1 A NOVA NR-10 PORTARIA M.T.E 598 DE IMPLANTAÇÃO DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

2 OBJETIVO IMPLEMENTAÇÃO DE MEDIDAS DE CONTROLE E SISTEMAS PREVENTIVOS

3 APLICAÇÃO FASES DE GERAÇÃO, TRANSMISSÃO, DISTRIBUIÇÃO E CONSUMO

4 ETAPAS PROJETO, CONSTRUÇÃO, MONTAGEM, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS

5 MEDIDAS DE CONTROLE TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCOS, ESQUEMAS UNIFILARES ATUALIZADOS, ESPECIFICAÇÕES DO SISTEMA DE ATERRAMENTO E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO

6 PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS -PIE O QUE É O PIE QUEM DEVE IMPLANTAR O PIE QUEM NÃO PRECISA IMPLANTAR O PIE, O QUE DEVE FAZER QUAL A DIFERENÇA DE AÇÃO ENTRE CONSUMIDOR E SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA

7 ESTRUTURA DA NR-10 MEDIDAS DE CONTROLE MEDIDAS DE PROTEÇÃO COLETIVAS MEDIDAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL SEGURANÇA EM PROJETOS SEGURANÇA NA CONSTRUÇÃO, MONTAGEM, OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO

8 ESTRUTURA DA NR-10 SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DESENERGIZADAS SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ENERGIZADAS TRABALHOS ENVOLVENDO ALTA TENSÃO (AT) HABILITAÇÃO, QUALIFICAÇÃO, CAPACITAÇÃO E AUTORIZAÇÃO DOS TRABALHOS

9 ESTRUTURA DA NR-10 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO SINALIZAÇÃO DE SEGURANÇA PROCEDIMENTOS DE TRABALHO SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA RESPONSABILIDADES DISPOSIÇÕES FINAIS

10 ESTRUTURA DA NR-10 GLOSSÁRIO ZONA DE RISCO E ZONA CONTROLADA CURSO BÁSICO DE SEGURANÇA EM INSTALAÇÕES E SERVIÇOS COM ELETRICIDADE CURSO COMPLEMENTAR DE SEGURANÇA NO SISTEMA ELÉTRICO DE POTÊNCIA (SEP) E EM SUAS PROXIMIDADES

11 MEDIDAS DE CONTROLE CONSUMIDOR – CARGA INSTALADA INFERIOR A 75 KW CONSUMIDOR – CARGA INSTALADA SUPERIOR A 75 KW EMPRESAS OPERADORAS DO SEP EMPRESAS QUE REALIZAM TRABALHOS EM PROXIMIDADES DO SEP

12 CONSUMIDOR CARGA INSTALADA INFERIOR A 75 KW MEDIDAS PREVENTIVAS DE CONTROLE DO RISCO ELÉTRICO E DE OUTROS RISCOS ADICIONAIS TÉCNICAS DE ANÁLISE DE RISCO PARA GARANTIR A SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

13 CONSUMIDOR CARGA INSTALADA INFERIOR A 75 KW MANUTENÇÃO DOS ESQUEMAS UNIFILARES ATUALIZADOS ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE ATERRAMENTO E DEMAIS EQUIPAMENTOS E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO

14 CONSUMIDOR CARGA INSTALADA SUPERIOR A 75 KW PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS – PIE ESQUEMAS UNIFILARES ATUALIZADOS DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DOS SEUS ESTABELECIMENTOS COM AS ESPECIFICAÇÕES DO SISTEMA DE ATERRAMENTO E DEMAIS EQUIPAMENTOS E DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO.

15 CONSUMIDOR CARGA INSTALADA SUPERIOR A 75 KW CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS E ADMINISTRATIVAS DE SEGURANÇA E SAÚDE, IMPLANTADAS E RELACIONADAS A NR-10 E DESCRIÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES

16 CONSUMIDOR CARGA INSTALADA SUPERIOR A 75 KW DOCUMENTAÇÃO DAS INSPEÇÕES E MEDIÇÕES DO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS E ATERRAMENTOS ELÉTRICOS

17 CONSUMIDOR CARGA INSTALADA SUPERIOR A 75 KW ESPECIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL E O FERRAMENTAL, APLICÁVEIS CONFORME DETERMINA A NR-10

18 CONSUMIDOR CARGA INSTALADA SUPERIOR A 75 KW DOCUMENTAÇÃO COMPROBATÓRIA DA QUALIFICAÇÃO, HABILITAÇÃO, CAPACITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO DOS TRABALHADORES E DOS TREINAMENTOS REALIZADOS

19 CONSUMIDOR CARGA INSTALADA SUPERIOR A 75 KW RESULTADOS DOS TESTES DE ISOLAÇÃO ELÉTRICA REALIZADOS EM EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA CERTIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ELÉTRICOS EM ÁREAS CLASSIFICADAS

20 CONSUMIDOR CARGA INSTALADA SUPERIOR A 75 KW RELATÓRIO TÉCNICO DAS INSPEÇÕES ATUALIZADAS COM RECOMENDAÇÕES, CRONOGRAMAS DE ADEQUAÇÕES, CONTEMPLANDO AS ALÍNEAS DEa A f DO ITEM

21 EMPRESAS OPERADORAS DO SEP PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS –PIE CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS E ADMINISTRATIVAS DE SEGURANÇA E SAÚDE, IMPLANTADAS E RELACIONADAS A NR-10 E DESCRIÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES

22 EMPRESAS OPERADORAS DO SEP DOCUMENTAÇÃO DAS INSPEÇÕES E MEDIÇÕES DO SISTEMA DE PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS E ATERRAMENTOS ELÉTRICOS

23 EMPRESAS OPERADORAS DO SEP ESPECIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL E O FERRAMENTAL, APLICÁVEIS CONFORME DETERMINA A NR-10

24 EMPRESAS OPERADORAS DO SEP DOCUMENTAÇÃO COMPROBATÓRIA DA QUALIFICAÇÃO, HABILITAÇÃO, CAPACITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO DOS TRABALHADORES E DOS TREINAMENTOS REALIZADOS

25 EMPRESAS OPERADORAS DO SEP RESULTADOS DOS TESTES DE ISOLAÇÃO ELÉTRICA REALIZADOS EM EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA CERTIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS E MATERIAIS ELÉTRICOS EM ÁREAS CLASSIFICADAS

26 EMPRESAS OPERADORAS DO SEP RELATÓRIO TÉCNICO DAS INSPEÇÕES ATUALIZADAS COM RECOMENDAÇÕES, CRONOGRAMAS DE ADEQUAÇÕES, CONTEMPLANDO AS ALÍNEAS DEa A f DO ITEM

27 EMPRESAS OPERADORAS DO SEP DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA EMERGÊNCIAS CERTIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL

28 EMPRESAS QUE REALIZAM TRABALHOS EM PROXIMIDADES DO SEP PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS –PIE CONJUNTO DE PROCEDIMENTOS E INSTRUÇÕES TÉCNICAS E ADMINISTRATIVAS DE SEGURANÇA E SAÚDE, IMPLANTADAS E RELACIONADAS A NR-10 E DESCRIÇÃO DAS MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTES

29 EMPRESAS QUE REALIZAM TRABALHOS EM PROXIMIDADES DO SEP ESPECIFICAÇÃO DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL E O FERRAMENTAL, APLICÁVEIS CONFORME DETERMINA A NR-10

30 EMPRESAS QUE REALIZAM TRABALHOS EM PROXIMIDADES DO SEP DOCUMENTAÇÃO COMPROBATÓRIA DA QUALIFICAÇÃO, HABILITAÇÃO, CAPACITAÇÃO, AUTORIZAÇÃO DOS TRABALHADORES E DOS TREINAMENTOS REALIZADOS

31 EMPRESAS QUE REALIZAM TRABALHOS EM PROXIMIDADES DO SEP RESULTADOS DOS TESTES DE ISOLAÇÃO ELÉTRICA REALIZADOS EM EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA

32 EMPRESAS QUE REALIZAM TRABALHOS EM PROXIMIDADES DO SEP DESCRIÇÃO DOS PROCEDIMENTOS PARA EMERGÊNCIAS CERTIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA E INDIVIDUAL

33 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 1 – INTRODUÇÃO 2 – OBJETIVO 3 – DEFINIÇÕES 4 – IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 5 - ATIVIDADES DA EMPRESA

34 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 6 – VISTORIA DAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DA EMPRESA 6.1) Inspecionando os RELATÓRIOS 6.2) Inspecionando as MEMÓRIAS DE CÁLCULOS ( Cálculo de base de tensão e potência) 6.3) Inspecionando os DESENHOS ( Plantas)

35 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 6.4) Inspecionando as Cabines de Entrada e /ou SUBESTAÇÕES 6.5) Em Relação ao Encaminhamento de Média Tensão 6.6) Em Relação aos Quadros de Distribuição 6.7) Em Relação aos Quadros de Iluminação e Tomadas

36 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 6.8) Em Relação aos painéis do Centro de Controle de Motores(CCM) 6.9) Em Relação ao Encaminhamento de Cabos 6.10) Em Relação a Concessionária de Energia Elétrica( Qualidade de Energia) 6.11) Em Relação ao Levantamento de Cargas

37 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 6.12) Em Relação aos GERADORES 6.13) Em Relação a ILUMINAÇÃO e TOMADAS 6.14) Em Relação aos CABOS DE BAIXA TENSÃO 6.15) Em Relação ao SISTEMA DE INCÊNDIO 6.16) SEGURANÇA na ELETRICIDADE

38 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 7 - PRONTUÁRIO TÉCNICO 7.1) Instalações Elétricas 7.2) Sistema de Telemática 7.3) Sistema de Sonorização e busca de pessoas 7.4) Levantamento dos equipamentos 7.5) Sistemas de Ar Condicionado

39 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 7.6) Sistemas e detecção e alarme de incêndio 7.7) Descargas elétricas atmosféricas, surtos transitórios elétricos, choques elétricos, eletricidade estática e faiscamento 7.8) Controle de acesso e outros controles de acesso e freqüência 7.9) Supervisão Predial

40 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 7.10) Ar Condicionado, Fancoils e Bombas de Água Gelada 7.11) Diagramas Unifilares 7.12) Energia elétrica em áreas produtivas e não produtivas 7.13) Sistemas de Iluminação e Sistemas de For ç a Motriz 7.14)Planilhas para as aquisições

41 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 7.15) Exames dos Transformadores a óleo e a seco 7.16) Memória de Cálculos dos Sistemas Elétricos 7.17) Desenhos Básicos ou reformulações de projetos 7.18) Relatório de amplo espectro 7.19) Comunicação Visual a que se refere às diversas instalações

42 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE 7.20) Estudos de Termovisão e Vibração 7.21) Planos de manutenção preditiva, programada, preventiva e corretiva 7.22) Equipamentos de Proteção Individual (EPI) para o setor elétrico – PROTEÇÃO DO CORPO INTEIRO – PROTEÇÃO DA CABE Ç A

43 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE – PROTEÇÃO DOS OLHOS E FACE – EPI PARA PROTEÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORES – PROTEÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES – EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS

44 ESTRUTURA DO PRONTUÁRIO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS - PIE – EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA OUTROS RISCOS 8 - CONCLUSÕES FINAIS 9 - BIBLIOGRAFIA E FONTES DE INFORMAÇÃO 10 – DATA DO DOCUMENTO E ASSINATURA DOS PROFISSIONAIS

45 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR As empresas estão obrigadas a manter esquemas unifilares atualizados das instal aç ões e lé tricas dos seus estabelecimentos com as especific aç ões do sistema de aterramento e demais equipamentos e dispositivos de prote çã o. Prazo: 9 meses

46 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR Os estabelecimentos com carga instalada superior a 75kW devem constituir e manter o Pront uá rio de Instala çõ es E lé tricas, e os Esquemas Unifilares atualizados. Prazo: 18 meses

47 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR As empresas que operam em instal aç ões ou equipamentos integrantes do SEP devem constituir pront uá rio com o cont eú do do item e acrescentar ao pront uá rio a descr iç ão dos procedimentos para emergência e as certific aç ões dos EPI´s e EPC´s. Prazo: 18 meses

48 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR As empresas que realizam trabalhos em proximidade do Sistema El ét rico de Potência devem constituir pront uá rio contemplando as al ín eas a, c, d e e do item e al ín eas a e b do item Prazo: 18 meses

49 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR O Prontu ár io de Instal aç ões El ét ricas deve ser organizado e mantido atualizado pelo empregador ou pessoa formalmente designada pela empresa, devendo permanecer à disposição dos trabalhadores envolvidos nas instal açõ es e servi ço s em eletricidade. Prazo: 18 meses

50 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR Os materiais, pe ça s, dispositivos, equipamentos e sistemas destinados à aplicação em instal aç ões el ét ricas de ambientes com atmosferas potencialmente explosivas devem ser avaliados quanto à sua conformidade, no âmbito do Sistema Brasileiro de Certific aç ão. Prazo: 6 meses

51 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR As vestimentas de trabalho devem ser adequadas às atividades, devendo contemplar a condutibilidade, inflamabilidade e influências eletromag né ticas. Prazo: 12 meses

52 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR É obriga tór io que os projetos de instala çõ es el ét ricas especifiquem dispositivos de desligamento de circuitos que possuam recursos para impedimento de reenergiz aç ão, para sinaliza çã o de advertência com indica çã o da condi çã o operativa. Prazo: 6 meses

53 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR Todo projeto deve prever condi çõ es para a ado çã o de aterramento tempo rá rio. Prazo: 6 meses

54 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR O memorial descritivo do projeto deve conter, os seguintes itens de segurança: especificação de proteção contra choques elétricos, queimaduras e outros; identificação de circuitos elétricos e equipamentos; restrições e advertências ao acesso de pessoas nas instalações; precauções sobre influências externas; compatibilidade dos dispositivos de proteção com a instalação elétrica; indicação da posição de manobra dos circuitos elétricos. Prazo: 12 meses

55 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR Os trabalhadores habilitados, qualificados, capacitados e autorizados devem receber treinamento de seguran ça para trabalhos com instal aç ões el ét ricas energizadas, com cur ríc ulo mí nimo, carga ho rár ia e demais determin açõ es estabelecidas no Anexo II desta NR. Prazo: 24 quatro meses

56 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR Os trabalhadores de que trata o item devem receber treinamento de segura nç a, espe cíf ico em segura nç a no Sistema El ét rico de Potência (SEP) e em suas proximidades, com cur ríc ulo m ín imo, carga ho rár ia e demais determin aç ões estabelecidas no Anexo II desta NR. Prazo: 24 meses

57 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR Os serv iço s em instal aç ões el étr icas energizadas em AT, bem como aqueles executados no Sistema El étri co de Potência – SEP, não podem ser realizados individualmente. Prazo: Prorrogado para 08 de mar ç o de 2006 ( originalmente 9 meses )

58 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR Os equipamentos, ferramentas e dispositivos isolantes ou equipados com materiais isolantes, destinados ao trabalho em alta tensão, devem ser submetidos a testes e lét ricos ou ensaios de labora tór io per iód icos, obedecendo-se as especifica çõ es do fabricante, os procedimentos da empresa e na ausência desses, anualmente. Prazo: 9 meses

59 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR Os trabalhadores autorizados a intervir em instal aç ões el étri cas devem possuir treinamento espe cíf ico sobre os riscos decorrentes do emprego da energia e lét rica e as principais medidas de preve nçã o de acidentes em instal açõ es el ét ricas, de acordo com o estabelecido no Anexo II desta NR. Prazo: 24 meses

60 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR Os servi ç os em instal açõ es el ét ricas devem ser planejados e realizados em conformidade com procedimentos de trabalho espe cíf icos, padronizados, com desc riç ão detalhada de cada tarefa, passo a passo, assinados por profissional que atenda ao que estabelece o item 10.8 desta NR. Prazo: 24 meses

61 ALTERAÇÕES IMPORTANTES DA NOVA NR A empresa deve possuir m ét odos de resgate padronizados e adequados às suas atividades, disponibilizando os meios para a sua aplica çã o. Prazo: 9 meses

62 Faixa de tensão Nominal da instalação elétrica (Kv) Rr - Raio de delimitação entre zona de risco e controlada ( m) Rc - Raio de delimitação entre zona controlada e livre (m) 1 0,200,70 1 e 3 0,221,22 3 e 6 0,251,25 6 e 10 0,351,35 10 e 15 0,381,38 15 e 20 0,401,40 20 e 30 0,561,56 30 e 36 0,581,58 36 e 45 0,631,63 45 e 60 0,831,83 60 e 70 0,901,90 70 e 110 1,002, e 132 1,103, e 150 1,203, e 220 1,603, e 275 1,803, e 380 2,504, e 480 3,205, e 700 5,207,20

63 Distâncias no ar que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre Rr ZC Rc ZR EP ZL ZL = Zona livre ZC = Zona controlada, restrita a trabalhadores autorizados. ZR = Zona de risco, restrita a trabalhadores autorizados e com a adoção de técnicas, instrumentos e equipamentos apropriados ao trabalho. PE = Ponto da instalação energizado.

64 Distâncias no ar que delimitam radialmente as zonas de risco, controlada e livre, com interposição de superfície de separação física adequada Rr ZC P Rc ZR PEPE ZL SI ZL = Zona livre ZC = Zona controlada, restrita a trabalhadores autorizados. ZR = Zona de risco, restrita a trabalhadores autorizados e com a adoção de técnicas, instrumentos e equipamentos apropriados ao trabalho. PE = Ponto da instalação energizado. SI = Superfície isolante construída com material resistente e dotada de todos dispositivos de segurança.

65 EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL À ENERGIA ELÉTRICA Os acidentes de origem elétrica, são geralmente devidos ou a um não cumprimento das normas de segurança estabelecida ou por causa de energização acidental (religamento, indução, contato de uma linha energizada com outra, e etc).

66 POSSÍVEIS SEQÜELAS DEFINITIVAS DO ACIDENTE ELÉTRICO seq ü elas renais – albuminúria; seq ü elas cardíacas – perturbações cardio vasculares; seq ü elas nervosas – perturbações nervosas e faciais; seq ü elas auditivas – surdez parcial ou total; queimaduras eletro térmicas e morte.

67 FATORES LESIONAIS A intensidade da corrente; A resistência elétrica do corpo humano; O trajeto da corrente no corpo humano e O tempo de contato.

68 FATORES LESIONAIS Deve-se observar que esses fatores não agem separados e sim se conjugam. O fator intensidade, ou mais exatamente a densidade de corrente (intensidade por centímetro quadrado de superfície) é fato bem conhecido.

69 VALORES PERIGOSOS DA CORRENTE ELÉTRICA Considerando correntes alternadas de 15 a 100 Hz, são os seguintes os valores de corrente que, atravessando o corpo humano, provocam efeitos patológicos: at é 1 miliampéres - Zona Neutra; leve percep ç ão superficial, não provoca habitualmente nenhum efeito;

70 VALORES PERIGOSOS DA CORRENTE ELÉTRICA de 1 à 3 miliampéres - Zona onde a sensação de choque é pequena; de 3 à 9 miliampéres - Limite da Zona de Segurança – Choque desagradável; ligeira paralisia nos m ú sculos do bra ç o, com princ í pio de tetaniza ç ão, em geral não provoca nenhum efeito fisiol ó gico perigoso;

71 VALORES PERIGOSOS DA CORRENTE ELÉTRICA de 9 à 20 miliampéres - Zona de contrações violentas a vítima pode não respirar; nenhum efeito fisiol ó gico perigoso se manifestar á se a corrente for interrompida em, no m á ximo, 5 (cinco) segundos; de 20 à 100 miliampéres - Zona perigosa, a vítima desmaia e se não for socorrida a tempo pode sucumbir por asfixia.

72 VALORES PERIGOSOS DA CORRENTE ELÉTRICA de 100 à 500 miliamp è res - Paralisia estendida aos m ú sculos do t ó rax, com sensa ç ão de sufocamento e tontura; possibilidade de fibrila ç ão card í aca se a descarga el é trica se manifesta na fase cr í tica do ciclo card í aco e por tempo superior a 200 (duzentos) milissegundos; Al é m de 500 miliamp è res - Traumas card í acos persistentes, neste caso o efeito é letal, salvo interven ç ão imediata de pessoal especializado.

73 VALORES PERIGOSOS DA CORRENTE ELÉTRICA Para evitar o risco com a utilização da energia elétrica, seria necessário reduzir a intensidade a um nível inferior a um centésimo de ampére, mas isso seria impossível porque seria o mesmo que renunciar o uso da eletricidade.

74 TIPOS DE CONTATOS ELÉTRICOS DERIVADOS DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL Contatos Diretos: Por contato direto deve-se entender o contato acidental, seja por falha de isolamento, por ruptura ou por remoção indevida de partes isolantes, ou por atitude imprudente de uma pessoa com uma parte elétrica normalmente energizada.

75 TIPOS DE CONTATOS ELÉTRICOS DERIVADOS DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL Os contatos diretos, que dão origem aos acidentes graves, são provocados, via de regra, por terminais não isolados, condutores e cabos com isolação danificada ou deteriorada, falta de identificação dos circuitos, equipamentos de utilização velhos, falhas de equipamentos de proteção individual, falta de treinamento específico e etc.

76 TIPOS DE CONTATOS ELÉTRICOS DERIVADOS DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL Contatos Indiretos: Por contatos indiretos deve-se entender o contato entre uma pessoa e uma parte metálica de uma instalação ou de um componente normalmente sem tensão, mas que pode ficar energizada por falha de isolamento ou por falha interna.

77 TIPOS DE CONTATOS ELÉTRICOS DERIVADOS DA EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL Todos os invólucros metálicos de partes elétricas, isto é, todas as massas (invólucros de painéis, carcaças de motores e transformadores, caixas de condutos) estão sujeitos a esse tipo de falha que é particularmente perigoso por que o trabalhador não suspeita da energização acidental e geralmente não está em condições de evitar um acidente.

78 EFEITOS FISIOLÓGICOS DA CORRENTE ELÉTRICA Qualquer atividade biológica, seja glandular, nervosa ou muscular, é originada de impulsos de corrente elétrica. Se a essa corrente fisiológica interna somar-se uma corrente de origem externa, devida a um contato elétrico, ocorrerá no organismo humano uma alteração das funções vitais normais, que dependendo das intensidades e duração da corrente, pode levar o individuo até a morte.

79 FENÔMENOS PATOLÓGICOS CRÍTICOS Tetanização: É a paralisia muscular provocada pela circulação de corrente através dos tecidos nervosos que controlam os músculos; superposta aos impulsos de comando da mente, a corrente os anula, podendo bloquear um membro ou o corpo inteiro. De nada valem, nestes casos, a consciência do indivíduo e sua vontade de interromper o contato.

80 FENÔMENOS PATOLÓGICOS CRÍTICOS Parada Respiratória: Quando envolvidos na tetanização os músculos peitorais e os pulmões são bloqueados e pára a função vital da respiração.

81 FENÔMENOS PATOLÓGICOS CRÍTICOS Queimaduras: A passagem da corrente elétrica pelo corpo humano é acompanhada do desenvolvimento de calor, pelo efeito Joule, podendo produzir queimaduras. Nos pontos de entrada e saída da corrente a situação torna-se mais crítica, tendo em vista, principalmente, a elevada resistência da pele e a maior densidade de corrente nestes pontos.

82 FENÔMENOS PATOLÓGICOS CRÍTICOS Queimaduras: As queimaduras produzidas por corrente elétrica são, via de regra, as mais profundas e as de cura mais difícil, podendo mesmo causar a morte por insuficiência renal.

83 FENÔMENOS PATOLÓGICOS CRÍTICOS Fibrilação Ventricular: Se a corrente atinge diretamente o músculo cardíaco, poderá perturbar seu funcionamento regular. Os impulsos periódicos que em condições normais regulam as contrações (sístole) e as expansões (diástole) são alterados e o coração passa a vibrar desordenadamente (perde o passo).

84 FENÔMENOS PATOLÓGICOS CRÍTICOS Fibrilação Ventricular: A fibrilação é um fenômeno irreversível, que se mantém mesmo quando cessa a causa; só pode ser anulada mediante o emprego de um desfibrilador.

85 RESISTÊNCIA DO CORPO HUMANO A resistência do corpo humano não é constante, variando continuamente dentro de limites bastante amplos, dependendo de diversos fatores de natureza física e biológica, bem como do trajeto da corrente.

86 RESISTÊNCIA DO CORPO HUMANO Mão – tórax : resistência média de 450 à 700 Ohms. Mão – pé : resistência média de à Ohms. Mão – mão : resistência média de à Ohms.

87 TIPOS DE TENSÃO TENSÃO NOMINAL DE UM SISTEMA ELÉTRICO EM RELAÇÃO À TERRA - É O VALOR DA TENSÃO NOMINAL DE UM CONDUTOR FASE E A TERRA EM FUNCIONAMENTO NORMAL. 127 V (SIST. 127/220 V) OU 220 V (SIST. 220/ 380 V). TENSÃO DE CONTATO - É A TENSÃO QUE PODE APARECER ACIDENTALMENTE, QUANDO DE UMA FALHA DE ISOLAMENTO ENTRE DUAS PARTES SIMULTANEAMENTE ACESSÍVEIS.

88 TIPOS DE TENSÃO TENSÃO DE FALTA - É A TENSÃO O QUE APARECE, QUANDO DE UMA FALHA DE ISOLAMENTO ENTRE UMA MASSA E UM ELETRODO DE ATERRAMENTO ( UM PONTO CUJO O POTENCIAL NÃO SEJA MODIFICADO PELA ENERGIZAÇÃO DA MASSA ). SÓ É DEFINIDA SE O SISTEMA POSSUIR UM PONTO ATERRADO.

89 TIPOS DE TENSÃO TENSÃO DO PASSO - É A TENSÃO DE UM ELETRODO DE ATERRAMENTO, A QUAL PODE SER SUBMETIDA UMA PESSOA NAS PROXIMIDADES DO ELETRODO, CUJOS PÉS ESTEJAM SEPARADOS PELA DISTÂNCIA EQUIVALENTE A UM PASSO. DEPENDE DA POSIÇÃO DO PASSO EM RELAÇÃO AO ELETRODO DE ATERRAMENTO. TENSÃO LIMITE - É A TENSÃO MÁXIMA APÓS O QUE É CONSIDERADA PERIGOSA PARA A VIDA HUMANA.

90 CÁLCULO DA TENSÃO LIMITE LEI DE OHM V = R I = 1500 X 0,020 = 30 Volts Considerando que uma corrente de 20 mA pode causar acidentes fatais é considerado ainda uma resistência de 1500 ohms para o corpo humano.

91 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO As áreas onde houver instalações ou equipamentos elétricos devem ser dotadas de proteção contra incêndio e explosão, conforme dispõe a NR 23 - Proteção Contra Incêndios. Os materiais, peças, dispositivos, equipamentos e sistemas destinados à aplicação em instalações elétricas de ambientes com atmosferas potencialmente explosivas devem ser avaliados quanto à sua conformidade, no âmbito do Sistema Brasileiro de Certificação.

92 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Os processos ou equipamentos suscept í veis de gerar ou acumular eletricidade est á tica devem dispor de prote ç ão espec í fica e dispositivos de descarga el é trica.

93 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Nas instala ç ões el é tricas de á reas classificadas ou sujeitas a risco acentuado de incêndio ou explosões, devem ser adotados dispositivos de prote ç ão, como alarme e seccionamento autom á tico para prevenir sobretensões, sobrecorrentes, falhas de isolamento, aquecimentos ou outras condi ç ões anormais de opera ç ão.

94 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Os servi ç os em instala ç ões el é tricas nas á reas classificadas somente poderão ser realizados mediante permissão para o trabalho com libera ç ão formalizada, conforme estabelece o item 10.5 ou supressão do agente de risco que determina a classifica ç ão da á rea.

95 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO O que é Uma Atmosfera Explosiva ? Uma atmosfera é explosiva quando a quantidade de gás, vapor, ou pó no ar é tal que uma faísca proveniente de um circuito elétrico do aquecimento de um aparelho provoca a explosão.

96 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Quais condições são necessárias para que se produza uma explosão? Para que se inicie uma explosão são necessários três elementos: Combustível + Oxigênio do Ar + Faísca = EXPLOSÃO

97 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Observa-se que o oxigênio do ar estando sempre presente, falta reunir apenas dois elementos par que produza uma explosão. É preciso saber que uma faísca ou uma chama não é indispensável para que se produza uma explosão.

98 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Um aparelho pode, por elevação de temperatura em sua superfície, atingir a temperatura de ignição do gás e provocar a explosão.

99 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Quais produtos podem produzir uma explosão? Os produtos de risco são classificados pela ABNT, de acordo com a NBR-8602, em 4 grupos: I, IIA, IIB e IIC.

100 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Esses produtos são geralmente: gás de aquecimento Hidrocarbonetos Solventes de cola e de adesivos Solventes e diluentes para pinturas Verniz e resinas

101 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Aditivos de fabricação dos produtos farmacêuticos, dos colorantes, dos sabores e perfumes artificiais. Agentes de fabricação dos materiais plásticos, borrachas, tecidos artificiais, e produtos químicos de limpeza. Elementos de tratamento e fabricação dos álcoois e derivados.

102 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Esta lista não é limitada à formas líquidas ou gasosas. É preciso lembrar que certos produtos utilizados em forma de pó ou poeira podem também se tornar em certas condições agentes ativos de uma explosão.

103 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO São poeiras e pó de: Alumínio ; Açúcar ; Leite; Enxofre; Celulose ; Trigo (farinha); Madeira; Amido de trigo; Resinas epoxi; Carvão; Poliestirenos e Etc.

104 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO APLICAÇÃO: Ambiente sujeitos à presença de atmosferas explosivas, Gases ou Vapores no qual uma faísca ou do próprio aquecimento do equipamento poderá provocar uma explosão. Ex: Refinarias, Plataformas de Produção de Petróleo, Minas, Indústrias Químicas e Petroquímicas.

105 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO COMO CLASSIFICAR UMA ATMOSFERA EXPLOSIVA: 1º) Pelo tipo de gás presente e sua probabilidade para se formar uma mistura explosiva em um determinado instante. Este critério nos permite definir os grupos de gases e seu agrupamento de acordo com suas propriedades em relação a ignição.

106 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO CLASSIFICAÇÃO DE AMBIENTES PERIGOSOS PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE ACORDO COM ABNT/IEC. GRUPO I : GÁS OU VAPOR de Metano ou Grisú

107 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO GRUPO IIA : GÁS OU VAPOR de Metano Industrial; Gás de alto forno; Gasolina; Propano; Butano; Pentano; Hexano; Heptano; Iso-Octano; Decano; Benzeno; Xileno; Ciclohexano; Amoníaco; Acetona; Metiletilcetona; Acetato de metila; Acetato de etila; Acetato de n-propila; Acetato de n- butila; Acetato de amila; Álccol metílico; Álcool etílico; Álcool isobutílico; Álcool butílico (normal); Álcool amílico; Nitrito de etila e Cloroetileono

108 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO GRUPO IIB : GÁS OU VAPOR de Gás de rua; Gás de coqueria; Óxido de etileno; Etileno; Éter dietílico e Butadieno. GRUPO IIC : GÁS OU VAPOR de Hidrogênio

109 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO 2.º) Determinações de zonas de risco em função da maior ou menor probabilidade de ocorrência de risco. Zona 0 - Área na qual a mistura explosiva está continuamente presente por longos períodos. Ex: Interior de Reservatórios Inflamáveis.

110 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Zona 1 - Área na qual a mistura explosiva pode eventualmente ocorrer em operação normal. Ex: Proximidade de Válvulas de Alívio de Pressão.

111 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO Zona 2 - Área na qual a mistura explosiva só poderá ocorrer em funcionamento Anormal do Sistema, e se ocorrer será apenas por curtos períodos. Ex: proximidades de Tubulação.

112 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO ABNT: ZONA 0 e ZONA 1 ZONA 2 NEC /API: CLASSE 1 / DIVISÃO 1 CLASSE 1 / DIVISÃO 2

113 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO ABNT/IEC: IIC II C II B II A NEC /API: A B C D Substância: Acetileno – Hidrogênio - Gás de Rua - Gasolina

114 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO CLASSE I: Gases e Vapores Grupos A, B, C e D CLASSE II: Poeiras Grupos E, F e G CLASSE III: Fibras Fibras Combustíveis

115 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO TIPOS DE PROTEÇÃO ABNT/IEC TIPOS DE PROTEÇÃO: A prova de Explosão SIMBOLOGIA IEC/ABNT: EX-d DEFINIÇÃO: Capaz de suportar explosão interna sem permitir que se propague para o meio externo ÁREAS DE APLICAÇÃO: Zona 1 e 2

116 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO TIPOS DE PROTEÇÃO ABNT/IEC TIPOS DE PROTEÇÃO: Imersão em óleo - Imersão em areia - Encapsulado em resina SIMBOLOGIA IEC/ABNT: Ex-o, Ex-q, Ex-m DEFINIÇÃO: Partes que podem causar centelha ou alta temperatura e se situam em um meio isolante ÁREAS DE APLICAÇÃO: Zona 1 e 2

117 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO TIPOS DE PROTEÇÃO ABNT/IEC TIPOS DE PROTEÇÃO: Segurança Aumentada SIMBOLOGIA IEC/ABNT: Ex-e DEFINIÇÃO: Medidas construtivas adicionais aplicadas a equipamentos que em condições normais de operação não produzem arco, centelha ou alta temperatura ÁREAS DE APLICAÇÃO: Zona 1 e 2

118 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO TIPOS DE PROTEÇÃO ABNT/IEC TIPOS DE PROTEÇÃO: Pressurizado SIMBOLOGIA IEC/ABNT: Ex-p DEFINIÇÃO: Invólucros com sobre pressão interna. O centelhamento ou alta temperaturase dá num meio não contaminado com produto inflamável por ser mantido a uma pressão superior a atmosférica ÁREAS DE APLICAÇÃO: Zonas 0, 1 e 2

119 P ROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO TIPOS DE PROTEÇÃO ABNT/IEC TIPOS DE PROTEÇÃO: Segurança Intrínseca SIMBOLOGIA IEC/ABNT: Ex-i DEFINIÇÃO: Dispositivo ou circuitos que em condições normais ou anormais (curto-circuito, etc.) de operação não possuem energia suficiente para inflamar a atmosfera explosiva ÁREAS DE APLICAÇÃO: Zonas 0, 1 e 2

120 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO TIPOS DE PROTEÇÃO ABNT/IEC TIPOS DE PROTEÇÃO: Não Acendível SIMBOLOGIA IEC/ABNT: Ex-n DEFINIÇÃO: Dispositivo ou circuitos que apenas em condições normais de operação não possuem energia suficiente para inflamar a atmosfera explosiva ÁREAS DE APLICAÇÃO: Zona 2

121 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO TIPOS DE PROTEÇÃO ABNT/IEC TIPOS DE PROTEÇÃO: Invólucro Hermético SIMBOLOGIA IEC/ABNT: Ex-h DEFINIÇÃO: Invólucro com fechamento hermético (por fusão do material) ÁREAS DE APLICAÇÃO: Zona 2

122 PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO E EXPLOSÃO NOTA: Determinando o grupo do gás, deve ser levado em conta a máxima temperatura que o equipamento poderá atingir, para que este não exceda a temperatura de ignição dos gases ou vapores.

123 TREINAMENTO CURSO B Á SICO - SEGURAN Ç A EM INSTALA Ç ÕES E SERVI Ç OS COM ELETRICIDADE Para os trabalhadores autorizados: carga hor á ria m í nima - 40h: Programa ç ão M í nima:

124 TREINAMENTO 1. introdu ç ão à seguran ç a com eletricidade. 2. riscos em instala ç ões e servi ç os com eletricidade: a) o choque el é trico, mecanismos e efeitos; b) arcos el é tricos; queimaduras e quedas; c) campos eletromagn é ticos.

125 TREINAMENTO 3. T é cnicas de An á lise de Risco. 4. Medidas de Controle do Risco El é trico: a) desenergiza ç ão. b) aterramento funcional (TN / TT / IT); de prote ç ão; tempor á rio; c) equipotencializa ç ão; d) seccionamento autom á tico da alimenta ç ão;

126 TREINAMENTO e) dispositivos a corrente de fuga; f) extra baixa tensão; g) barreiras e inv ó lucros; h) bloqueios e impedimentos; i)obst á culos e anteparos; j) isolamento das partes vivas; k) isola ç ão dupla ou refor ç ada; l) coloca ç ão fora de alcance; m) separa ç ão el é trica.

127 TREINAMENTO 5. Normas T é cnicas Brasileiras - NBR da ABNT: NBR-5410, NBR e outras; 6) Regulamenta ç ões do MTE: a) NRs; b) NR-10 (Seguran ç a em Instala ç ões e Servi ç os com Eletricidade); c) qualifica ç ão; habilita ç ão; capacita ç ão e autoriza ç ão.

128 TREINAMENTO 7. Equipamentos de prote ç ão coletiva. 8. Equipamentos de prote ç ão individual. 9. Rotinas de trabalho - Procedimentos. a) instala ç ões desenergizadas; b) libera ç ão para servi ç os; c) sinaliza ç ão; d) inspe ç ões de á reas, servi ç os, ferramental e equipamento;

129 TREINAMENTO 10. Documenta ç ão de instala ç ões el é tricas. 11. Riscos adicionais: a) altura; b) ambientes confinados; c) á reas classificadas; d) umidade; e) condi ç ões atmosf é ricas.

130 TREINAMENTO 12. Prote ç ão e combate a incêndios: a) no ç ões b á sicas; b) medidas preventivas; c) m é todos de extin ç ão; d) pr á tica;

131 TREINAMENTO 13. Acidentes de origem el é trica: a) causas diretas e indiretas; b) discussão de casos; 14. Primeiros socorros: a) no ç ões sobre lesões; b) prioriza ç ão do atendimento; c) aplica ç ão de respira ç ão artificial;

132 TREINAMENTO d) massagem card í aca; e) t é cnicas para remo ç ão e transporte de acidentados; f) pr á ticas. 15. Responsabilidades.

133 TREINAMENTO CURSO COMPLEMENTAR – SEGURAN Ç A NO SISTEMA EL É TRICO DE POTÊNCIA (SEP) E EM SUAS PROXIMIDADES. É pr é -requisito para freq ü entar este curso complementar, ter participado, com aproveitamento satisfat ó rio, do curso b á sico definido anteriormente. Carga hor á ria m í nima - 40h

134 TREINAMENTO Alguns t ó picos deverão ser desenvolvidos e dirigidos especificamente para as condi ç ões de trabalho caracter í sticas de cada ramo, padrão de opera ç ão, de n í vel de tensão e de outras peculiaridades espec í ficas ao tipo ou condi ç ão especial de atividade, sendo obedecida a hierarquia no aperfei ç oamento t é cnico do trabalhador. I - Programa ç ão M í nima:

135 TREINAMENTO 1 - Organiza ç ão do Sistema El é trico de Potencia - SEP. 2 - Organiza ç ão do trabalho: a)programa ç ão e planejamento dos servi ç os; b) trabalho em equipe; c) prontu á rio e cadastro das instala ç ões; d) m é todos de trabalho; e e) comunica ç ão.

136 TREINAMENTO 3. Aspectos comportamentais. 4. Condi ç ões impeditivas para servi ç os. 5. Riscos t í picos no SEP e sua preven ç ão (*): a) proximidade e contatos com partes energizadas; b) indu ç ão; c) descargas atmosf é ricas; d) est á tica;

137 TREINAMENTO e) campos el é tricos e magn é ticos; f) comunica ç ão e identifica ç ão; e g) trabalhos em altura, m á quinas e equipamentos especiais. 6. T é cnicas de an á lise de Risco no S E P (*) 7. Procedimentos de trabalho - an á lise e discussão. (*)

138 TREINAMENTO 8. T é cnicas de trabalho sob tensão: (*) a) em linha viva; b) ao potencial; c) em á reas internas; d) trabalho a distância; d) trabalhos noturnos; e e) ambientes subterrâneos.

139 TREINAMENTO 9. Equipamentos e ferramentas de trabalho (escolha, uso, conserva ç ão, verifica ç ão, ensaios) (*). 10. Sistemas de prote ç ão coletiva (*). 11. Equipamentos de prote ç ão individual (*). 12. Posturas e vestu á rios de trabalho (*). 13. Seguran ç a com ve í culos e transporte de pessoas, materiais e equipamentos(*).

140 TREINAMENTO 14. Sinaliza ç ão e isolamento de á reas de trabalho(*). 15. Libera ç ão de instala ç ão para servi ç o e para opera ç ão e uso (*). 16. Treinamento em t é cnicas de remo ç ão, atendimento, transporte de acidentados (*). 17. Acidentes t í picos (*) - An á lise, discussão, medidas de prote ç ão. 18. Responsabilidades (*).

141 MUITO OBRIGADO JAQUES SHERIQUE


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