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Protecção das pessoas quando utilizadoras das instalações eléctricas.

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Apresentação em tema: "Protecção das pessoas quando utilizadoras das instalações eléctricas."— Transcrição da apresentação:

1 Protecção das pessoas quando utilizadoras das instalações eléctricas

2 2 Choque eléctrico Fibrilação: É causada pela passagem da corrente eléctrica pelo coração o que provoca no músculo cardíaco uma desorganização completa. A corrente eléctrica agirá sobre o corpo de três maneiras: Por contracção dos músculos (tetanização) Por queimaduras Por acção sobre o coração

3 3 Nas instalações eléctricas de utilização devem ser adoptadas medidas destinadas a garantir a protecção das pessoas contra os chamados choques eléctricos. Segundo as R.T.I.E.B.T. (Parte 4 – Secção 41), nas instalações de utilização devem ser tomadas medidas destinadas a garantir a protecção das pessoas contra os contactos directos e os contactos indirectos. A protecção contra os contactos directos envolve fundamentalmente medidas preventivas. A protecção contra contactos indirectos é usualmente feita através da utilização de aparelhos sensíveis à corrente diferencial - residual resultante de um defeito de isolamento. Protecção das pessoas

4 4 Contacto directo Se uma pessoa entra em contacto com uma parte activa de um elemento sob tensão, por negligência ou desrespeito das instruções de segurança diz-se que ficou submetida a um contacto directo.

5 5 Contacto indirecto Se uma pessoa entra em contacto com um elemento que está acidentalmente sob tensão devido, por exemplo a um defeito de isolamento, a electrocussão é consequência de um defeito imprevisível e não da negligência da pessoa. Esse contacto designa- se por contacto indirecto.

6 6 Protecção contra contactos directos Para protecção das pessoas contra os contactos directos as R.T.I.E.B.T (Secção 412) preconizam essencialmente medidas preventivas que, em alguns casos podem ser complementadas pela instalação de dispositivos diferenciais de alta sensibilidade (de 6, 12 ou 30 mA). Botão de teste para o ensaio periódico do diferencial. Sensibilidade do diferencial: 30mA (alta sensibilidade) Alavanca de comando de duas posições (Ligado/Desligado).

7 7 Regime de neutro Antes de analisarmos as medidas de protecção contra contactos indirectos vamos analisar sucintamente os regimes de exploração do neutro da instalação, com os quais essas medidas estão relacionadas. Terra de serviço Terra de protecção Regime TT O regime de neutro TT é caracterizado por ter o neutro do transformador do PT (Posto de Transformação) directamente ligado à terra de serviço e as massas ligadas à terra de protecção.

8 8 Regime de neutro Regime TN O neutro do transformador do PT é directamente ligado à terra de serviço e as massa são directamente ligadas ao neutro, através de um condutor próprio (PEN ou PE). Condutor PEN (PE + N): Condutor ligado à terra e que tem simultaneamente, as funções de condutor e protecção (PE) e de condutor neutro (N). É verde/amarelo em toda a sua extensão e nos extremos das suas ligações deve ser marcado com a cor azul. Terra de serviço TN-C (condutor N e PE comuns) TN-S (condutor N e PE separados) PEN PE N

9 9 Regime de neutro Regime IT Regime de neutro isolado ou impedante. O neutro do transformador do PT é isolado ou ligado através de uma impedância à terra de serviço e as massas são directamente ligadas à terra de protecção. Terra de serviço Terra de protecção

10 10 Protecção contra contactos indirectos Para a protecção das pessoas contra os contactos indirectos no regime de neutro TT, instala-se no início do circuito um disjuntor diferencial (DDR) ou interruptor diferencial (ID) e ligam-se as massas metálicas dos equipamentos a um condutor de terra que será ligado a um eléctrodo de terra. Disjuntor ou interruptor diferencial Motor eléctrico Condutor de terra Terra de protecção A diferença fundamental entre o disjuntor diferencial e o interruptor diferencial reside no facto de o disjuntor, além de ter protecção diferencial (contra as correntes de fuga), tal como o interruptor diferencial, tem também protecção magnetotérmica, isto é, contra sobrecargas e curto-circuitos. Portanto o disjuntor é mais completo, sendo o interruptor utilizado quando as outras protecções (contra sobrecargas e curto-circuitos) já estão asseguradas por outros órgãos de protecção. (Secção 413 das RTIEBT)

11 11 Como funciona um diferencial NA AUSENCIA DE DEFEITO: I F = I N (já que não há corrente de fuga para a terra). Φ F = Φ N Φ F – Φ N = 0 logo não há corrente induzida na bobina de detecção que acciona o relé. Os contactos continuam fechados. A instalação funciona normalmente. NA PRESENÇA DE UM DEFEITO DE ISOLAMENTO: I F > I N (já que há corrente de fuga para a terra). Φ F > Φ N Φ F – Φ N 0 logo há corrente induzida na bobina de detecção que acciona o relé. Os contactos abrem. A instalação é desligada.

12 12 Sensibilidade de um diferencial A sensibilidade de um aparelho diferencial é o valor da corrente resultante de um defeito – Corrente diferencial - residual estipulada I n – que faz abrir obrigatoriamente o circuito defeituoso. Existem aparelhos diferenciais de alta, média e baixa sensibilidade. SensibilidadeAlta (mA)Média (mA)Baixa (A) I n 6 – 12 – – 300 – 5001 – 3 – 5 – 10 – 20 O sistema deve garantir que a tensão de contacto seja inferior a 50V (massas não empunháveis) ou 25 V (massas empunháveis), ou seja, que o aparelho de protecção corte o circuito quando a tensão de contacto atingir os valores indicados. O produto da resistência de terra de protecção pela intensidade de corrente que faz funcionar o diferencial terá de ser inferior à tensão limite convencional definida (25V ou 50V). R x I n 25V R x I n 50V Se houver massas empunháveis Se não houver massas empunháveis R – Resistência de terra de protecção em Ω. I n – Corrente de funcionamento do aparelho de protecção ou seja a corrente diferencial – residual estipulada do aparelho diferencial.

13 13 Relação sensibilidade/resistência de terra Se houver massas empunháveis Se não houver massas empunháveis R x I n 25V R x I n 50V R 25 : 0,5 R 50 : 0,5 R 50 Ω R 100 Ω Valores máximos da resistência de terra em função da sensibilidade do aparelho de protecção diferencial, por exemplo, se for de 500mA: Selecção de aparelhos diferenciais conforme os valores máximos da resistência de terra.

14 14 O que significam as marcações Interruptor Diferencial Tensão estipulada (U N ) Corrente estipulada (I N ) Corrente diferencial residual estipulada 30mA (alta sensibilidade)

15 15 Sistema de terra de protecção Os sistemas de terra de protecção são constituídos basicamente pelos seguintes componentes: Eléctrodo ou sistema de eléctrodos de terra. Condutores de terra. Barramento ou terminal principal de terra. Condutores de protecção (PE) Ligações equipotenciais.

16 16 Sistema de terra de protecção Terra de protecção Eléctrodo de terra Condutor de terra Terminal principal de terra Condutor principal de protecção Barramento de terra do quadro de entrada Quadro de entrada Condutores de protecção

17 17 Medição da resistência de terra Eléctrodo auxiliar de corrente Eléctrodo auxiliar de tensão Eléctrodo de terra 20 m Aparelho de medida R X = U XY / I XZ


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