Destaques da União Europeia

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Destaques da União Europeia

Alemanha Principal potência econômica da Europa, a Alemanha é o maior ponto de contato entre o ocidente desenvolvido e os países do Leste Europeu. Seu território está em terras férteis e cultiváveis e tem uma economia fortemente industrializada – com destaque para as áreas farmacêutica, química e de motores. É o berço de escolas políticas e filosóficas, de grandes músicos, escritores e artistas. Desde sua unidade nacional, no final do século XIX, é um país-chave no cenário internacional. Derrotada em duas guerras mundiais, a nação foi dividida por 40 anos em Alemanha Ocidental e Oriental. A queda do Muro de Berlim, em 1989, reunificou o país e rompeu o equilíbrio geopolítico estabelecido no pós-guerra. Enfrenta dificuldades econômicas que pesam sobre toda a União Europeia, da qual faz parte. A Alemanha é a terceira economia mundial em termos de PIB (Produto Interno Bruto) (depois dos EUA e do Japão). A economia alemã é uma economia de mercado. A segurança social tem um peso muito grande na economia e os alemães têm direitos sociais muito extensos. Atualmente, o governo Social Democrata está a tentar reformar a segurança social com o objetivo de reduzir o seu peso sobre a economia. A reunificação teve um impacto significativo no crescimento da parte ocidental da Alemanha. Atualmente, a Alemanha está a viver um período de ajustamento para eliminar as enormes disparidades econômicas entre a parte oriental e a parte ocidental do seu território, principalmente as disparidades em termos salariais e de nível de vida. A Alemanha tem uma economia social de mercado. A indústria automóvel é uma das mais importantes, a par das indústrias de engenharia mecânica e elétrica, bem como das indústrias química e farmacêutica. As indústrias metalúrgica e siderúrgica também desempenham um papel importante na economia.

Principais atividades econômicas da Alemanha ( 96 a 98) Indústria A Alemanha tem no setor de indústrias  sua principal atividade econômica, o mesmo emprega cerca de 6,4 milhões de alemães e movimenta o equivalente a 1,3 bilhão de euros anualmente. Cerca de 49.000 indústrias encontram-se instaladas no país atualmente. A indústria alemã é a de maior índice de crescimento e desenvolvimento econômico e a campeã em expansão econômica no continente europeu. A Alemanha sedia 37 das maiores empresas mais negociadas na bolsa, no que diz respeito ao faturamento, conforme o Fortune Global 500. Dentre elas podemos destacar: Siemens, Deutsche Bank (primeira e segunda empresas mais lucrativas respectivamente), E. ON, Deutsche Post, Deutsche Telekon, Metro, BASF, Adidas e Puma. Onde a Deutsche Post está entre as três maiores empregadoras do país. A Alemanha também é grande destaque na indústria automobilística sendo país sede de empresas como Audi e BMW. Energia Devido à grande quantidade de indústrias e tecnologia presente no país a Alemanha é um dos maiores consumidores de energia do mundo. No ano de 2002 o país ocupou o quinto lugar no ranking dos que mais consumiram e dois terços da energia primária alemã foram importadas, o que movimenta a economia do país de certa forma. Em contraponto o governo vem incentivando a produção de energia por fontes sustentáveis e renováveis por meio de políticas governamentais. Energias como a solar, biomassa, eólica, geométrica e hidráulica vêm sendo estimuladas com o objetivo de preencher metade da demanda energética do país com fontes renováveis até o ano de 2050, diminuindo assim seus custos.

França A França está entre os países mais ricos e desenvolvidos do mundo. Na Europa, ocupa o terceiro lugar entre as economias do continente, superada somente pela Alemanha e o Reino Unido. No âmbito global, é a sexta economia, superada pelos Estados Unidos, Japão, Alemanha, República Popular da China e Reino Unido.  economia francesa é uma das mais fortalecidas do mundo, seu parque industrial é bastante diversificado, atua na fabricação de automóveis, aviões, peças, produtos químicos e alimentos. Além da indústria de tecnologia de ponta, que fabrica produtos de informática e suprimentos, artigos eletrônicos e armamentos. A França é o país de origem de várias empresas multinacionais, entre as quais podemos citar: Accor, Air France, Air Liquide, Alcatel, Alstom, Areva, Aventis, Axa, BNP Paribas, Bouygues, Carrefour, Champion, Citroem, Danone, EDF, ELF, FNAC, France Telecom, Leroy Merlin, Michelin, Peugeot, Renault, Saint- Gobain, Suez, Thales, Thomson, entre outras. Agricultura Na agricultura, o país se destaca na produção de trigo, batata doce, milho, cevada, uva, batata, frutas, aveia, girassol, hortaliças, beterraba, tabacos e vinhos. Na pecuária, as principais criações são de bovinos, suínos, ovinos, caprinos, além dos pescados, como bacalhau, badejo e sardinha. A França tem uma das maiores áreas cultiváveis da Europa. A agricultura francesa é fortemente subsidiada, e o país supre o mercado interno, além de gerar excedente, que é exportado para os demais países europeus. Turismo Outra importante atividade econômica francesa. Em 2012, de acordo com a Organização Mundial do Turismo, a França foi o país com o maior fluxo de turistas do mundo, com 709 milhões de visitantes. Energia Um dos problemas do país é a falta de recursos naturais para a produção de energia, que obriga o país a importar carvão e petróleo para atender suas necessidades energéticas. Atualmente, a energia nuclear representa 77,7% da matriz energética. O país procura reduzir a produção de energia nuclear e por isso investe maciçamente na produção energia renovável.

Reino Unido Agrupa os três países que ocupam a Ilha da Grã-Bretanha: Inglaterra, País de Gales e Escócia, além da Irlanda do Norte. Berço da Revolução Industrial, o Reino Unido manteve, até meados do século XX, um dos maiores impérios da história, mantendo ainda relações estrei­tas com suas ex-colônias por meio da Comunidade Britânica das Nações (Commonwealth). As grandes descobertas de novas jazidas de gás natural e petróleo no Mar do Norte e no nordeste da Irlanda substituíram com eficiência sua antiga fonte de energia, o carvão, responsável pelo início da Re­volução Industrial. Londres, localizada na margem do Rio Tamisa, continua sendo o grande centro industrial, financei­ro, comercial e portuário do Reino Unido, onde se localizam os setores da indústria mecânica (automó­veis, navios e aviões). Liverpool e Birmingham, na Inglaterra, são impor­tantes centros industriais. Cardiff, no País de Gales, Belfast, na Irlanda do Norte e Glasgow, na Escócia, destacam-se nos setores mecânico, siderúrgico e quí­mico. Tradicional aliado dos Estados Unidos, o Reino Unido os apoiou novamente na invasão do Iraque ocorrida em 2003. O primeiro-ministro Toni Blair en­frentou forte oposição do Partido Trabalhista, que lhe dá sustentação no poder. Apesar da oposição, Toni Blair manteve a coalizão anglo-americana. Industria O Setor industrial tradicional vem declinando em importância, como é o caso da siderurgia, que obteve êxito em razão da grande quantidade de carvão e minério de ferro encontrado no país. As indústrias que se destacam são as de máquinas e equipamentos, construção naval, petroquímica, automobilística e aeronáutica. Os setores Modernos da Industria A partir de 1970, diversos setores industriais foram remodelados e, atualmente, as regiões metropolitanas de Birmingham e Londres concentram a maior parte da atividade industrial. O RU apresenta boas reservas de gás e petróleo, no Mar do Norte. As empresas de alta tecnologia são ligadas a energias renováveis, biotecnologia e aeronáutica concentram-se próximas a Cambridge, Londres, Bristol e New Castle na Inglaterra, e em Glasgow e Edimburgo, na Escócia. Agricultura È intensiva, altamente mecanizada, responsável pelo abastecimento de cerca de 60% dos alimentos do consumo interno, destacando cereais, oleaginosas, batatas e legumes, O setor ocupa apenas 1,4% da PEA. A agroindústria é muito desenvolvida e abastecida não só pela produção interna, como também pela grande quantidade de matérias-primas importadas- principalmente soja e outros cereais; Serviços Cerca de 78,3% do PIB do RU é gerado na área de serviços, principalmente por bancos, seguradoras e serviços para empresas. Londres é um importante centro financeiro da Europa, superado apenas por Frankfurt, na Alemanha

Problemas do bloco As dificuldades enfrentadas pelos países mais ricos da EU, apesar de suas diferenças, acabam , muitas vezes, em soluções comuns que lhes beneficiam em detrimento dos países que apresentam economias mais fracas. Devido a crise, a Alemanha passou a ser um polo de atração de imigrantes que não conseguiam empregos em outras economias ocidentais europeias. França e Reino Unido viram suas taxas de desemprego crescer e a rejeição aos imigrantes aumentas, (página 110) As dificuldades enfrentadas pelos países mais ricos da EU, apesar de suas diferenças, acabam , muitas vezes, em soluções comuns que lhes beneficiam em detrimento dos países que apresentam economias mais fracas.