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Dow AgroSciences Industrial Ltda

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Apresentação em tema: "Dow AgroSciences Industrial Ltda"— Transcrição da apresentação:

1 Dow AgroSciences Industrial Ltda
Audiência Pública Algodão evento / WideStrike* Dow AgroSciences Industrial Ltda Brasília, 17 de Agosto de 2007 * Marca de propriedade da Dow AgroSciences nos EUA

2 Características do produto
O evento / dá as plantas do algodoeiro proteção contra suas principais pragas, notadamente a lagarta da maçã (Heliothis virescens), a lagarta rosada (Pectinophora gossypiella), a lagarta do cartucho (Spodoptera frugiperda) e o curuquerê (Alabama argillacea); O algodão evento / contribui para uma agricultura mais sustentável através da utilização, pela planta, de proteínas naturais para o controle de pragas que causam consideráveis danos à lavoura.

3 Condições para submeter o pedido de registro
Para pedir o registro comercial à CTNBio a Dow AgroSciences realizou pesquisas em várias regiões do Brasil, para demonstrar que o algodão evento / é seguro para a saúde humana, saúde animal, e seguro para o meio ambiente (Silva et al., 2006; Gravena et al, 2007b). Durante a fase de pesquisas a CIBio e o Departamento de Saúde, Segurança e Meio Ambiente da Dow AgroSciences fizeram cumprir os procedimentos de biossegurança, inspecionando as atividades de campo e laboratório e auditando os trabalhos científicos para garantir a sustentabilidade do produto. Para chegar ao mercado o produto da Dow AgroSciences precisa também ser aprovado nos países importadores de algodão.

4 Aprovações do Algodão Evento 281-24-236/3006-210-23
Para cultivo comercial, como alimento humano e alimentação animal: EUA (2004) Para importação como: Alimento: México (2004); Coréia e Austrália (2005) Alimento e alimentação animal: Canadá (2005) e Japão (2006) (Agbios, 2007).

5 Características das proteínas
As proteínas Cry1F e Cry1Ac, que controlam pragas em plantas do algodão / , são bioquimicamente equivalentes às produzidas na natureza pelo Bacillus thuringiensis (Bt) (Gao et al ,2001 a,b). São proteínas Bt, produzidas por essa bactéria de solo não patogênica, que há anos vem sendo usadas na formulação de bioinseticidas, com uso seguro em produtos destinados à alimentação humana e animal (EPA,1995b,1996,2000).

6 As proteínas Cry1F e Cry1Ac do evento 281-24-236/3006-210-23
São produzidas pela ação dos genes cry1F e cry1Ac introduzidos nas plantas por transformação mediada por outra bactéria não patogênica, Agrobacterium tumefasciens (Narva et al., 2001 a,b); Os genes cry1F e cry1Ac, introduzidos nas plantas, tem padrão genético definido como se fossem genes naturais do algodoeiro, sendo estáveis ao longo de gerações (Silva et al., 2006); As proteínas inseticidas Cry1F e Cry1Ac, produzidas pelas plantas, se expressam em vários tecidos: folha jovem (3-6 semanas), folha terminal, botão floral, flor, capulho jóvem, plântula inteira, planta inteira na polinizacão, planta inteira na desfolha, raiz da plântula, raiz na polinização, raiz na desfolha, pólen e nas sementes (Phillips et al., 2002). Por expressarem em toda planta garantem controle eficaz de lagartas que atacam os vários tecidos, quer causando desfolhamento, quer danificando frutos, que reduzem a produtividade e a qualidade das fibras (Gravena et al.,2007a).

7 Ensaios de eficácia (Gravena et al., 2006 e 2007a)

8 Lagarta do Cartucho

9 Lagarta do cartucho – Número de larvas / 10 plantas
Indianópolis/MG Lagarta do cartucho – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

10 Lagarta do cartucho – Número de larvas / 10 plantas
Mogi Mirim/SP Lagarta do cartucho – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

11 Lagarta do cartucho – Número de larvas / 10 plantas
Jardinópolis/SP Lagarta do cartucho – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

12 Indianópolis/MG Lagarta do cartucho – No de estruturas reprodutivas danificadas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

13 Mogi Mirim/SP Lagarta do cartucho – No de estruturas reprodutivas danificadas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

14 Jardinópolis/SP Lagarta do cartucho – No de estruturas reprodutivas danificadas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

15 Lagarta da Maçã

16 Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas
Indianópolis/MG Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

17 Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas
Mogi Mirim/SP Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

18 Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas
Jardinópolis/SP Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

19 Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas
Rio Verde/GO Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

20 Mogi Mirim/SP Lagarta da maçã – No de estruturas reprodutivas danificadas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

21 Jardinópolis/SP Lagarta da maçã – No de estruturas reprodutivas danificadas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

22 Rio Verde/GO Lagarta da maçã – No de estruturas reprodutivas danificadas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

23 Curuquerê

24 Curuquerê – Número de larvas / 10 plantas
Indianópolis/MG Curuquerê – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

25 Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas
Mogi Mirim/SP Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

26 Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas
Jardinópolis/SP Lagarta da maçã – Número de larvas / 10 plantas (Gravena et al., 2007a)

27 Curuquerê – % de desfolhamento
Indianópolis/MG Curuquerê – % de desfolhamento (Gravena et al., 2007a)

28 Curuquerê – % de desfolhamento
Mogi Mirim/SP Curuquerê – % de desfolhamento (Gravena et al., 2007a)

29 Curuquerê – % de desfolhamento
Jardinópolis/SP Curuquerê – % de desfolhamento (Gravena et al., 2007a)

30 Indianópolis/MG - 2006 Convencional 281-24-236/3006-210-23
Diferença de desfolha inicial no evento / e na linhagem original convencional. - Convencional /

31 Segurança das Proteínas
A segurança das proteínas Cry1Ac, Cry1F e PAT para o homem e os animais tem sido avaliada e demonstrada com base em: Caracterização completa de cada proteína Cry1Ac, Cry1F e PAT individualmente (Gao et al., 2001 a,b; Schafer and Schwedler, 2002); Ausência de homologia dessas proteínas com toxinas e alergênicos conhecidos (Silva et al.,2006); Rápida digestão em condições gástricas simuladas (Korjagin, 2001); Ausência de glicosilação (Gao et al., 2001); Pronunciada termolabilidade (Herman & Gao, 2001a; Herman & Gao, 2001b); Rápida degradação no solo (Herman et al., 2002); Ausência de toxidez aguda quando avaliada, individualmente ou em combinação, Cry1Ac e Cry1F, em roedores (Brooks & Andrus, 1999; Brooks & Yano, 2001); Ausência de efeitos adversos em rações para frangos, onde as proteínas Cry1Ac, Cry1F e PAT estão presentes em combinação (McNaughton, 2003).

32 Segurança na Saúde As três proteínas encontradas no algodão, Cry1F, Cry1Ac e PAT, estão presentes em bactérias de solo não patogênicas para o homem e animais (EPA,1995a,1996); Proteínas Bt, semelhantes à Cry1F e Cry1Ac tem sido usadas há muitos anos como bioinseticidas em agricultura comercial (EPA,1995b,1996,2000); Estudos demonstraram que as proteínas Cry1F, Cry1Ac e PAT não tem potencial alergênico (Silva et al.,2006); A utilização do evento / ajuda a reduzir a aplicação de inseticidas químicos no controle de pragas do algodoeiro; O algodão com essa tecnologia agrega ao sistema produtivo a vantagem de reduzir o risco de intoxicações.

33 Segurança Alimentar As características agronômicas do algodão WideStrike são similares às características observadas em plantas do algodão convencional (Audiência Pública, 2007, Algodão Evento / ), processo CTNBio no / ); As análises da composição e valor nutricional do algodão com o evento / comparadas com as do algodão comum confirmam que os nutrientes não diferem nos dois tipos de algodão (Phillips et al., 2002); A equivalência substancial foi demonstrada através de análises composicionais de minerais, de lipídeos, de proteínas, carboidratos, fibra bruta, fibra em detergente ácido (FDA) e fibra em detergente neutro (FDN), e em sementes de algodão WideStrike comparadas com algodão convencional (Phillips et al., 2002); Vários estudos tem demonstrado que as proteínas Cry1F, Cry1Ac e PAT presentes no algodão com o evento / são seguras para o consumo humano e animal (EPA,1995b,1996,2000).

34 Segurança Alimentar (cont.)
Em mamíferos, um estudo de toxidez oral realizado em camundongos, com as proteínas microbianas Cry1F e Cry1Ac, mostrou que os animais ganharam de peso durante o estudo e que não houve lesões patológicas graves em nenhum animal (Brooks & Andrus, 1999; Brooks & Yano, 2001). Em estudo comparativo com frangos alimentados com farelo do algodão com o evento / e de algodão convencional o ganho de peso corporal e a mortalidade das aves não foram afetados pelas diferentes fontes de farelo. Os resultados confirmam que o algodão com o evento / é nutricionalmente equivalente ao algodoeiro comum (McNaughton, 2003).

35 Segurança Ambiental A tecnologia com o evento / simplifica a logística de insumos. A diminuição na quantidade de aplicações para controle de lagartas traz uma diminuição na quantidade de inseticidas reduzindo o risco de impacto ao meio ambiente; O aumento do potencial de produtividade do algodão através dessa tecnologia pode contribuir para amenizar a pressão para expansão de novas fronteiras agrícolas com a utilização de áreas frágeis ou áreas de florestas; O algodão com o evento / não difere do algodão convencional para caracteristicas botânicas e portanto não tem caracteristicas de planta invasora (Audiência Pública, 2007, Algodão, Evento / ), processo CTNBio no / ); Estudos em bioensaios, com proteínas microbianas Cry1F e Cry1Ac, mostram que essas proteínas foram degradadas com uma vida média de 1 a 2 dias, indicando uma rápida taxa de decomposição no solo (Herman et al., 2002).

36 Segurança Ambiental (cont.)
As comparações das comunidades de artrópodes, numa análise visual de parcelas experimentais do algodão com o evento / e do algodão convencional, com e sem aplicação de inseticidas, realizados nas unidades de Indianópolis-MG e Mogi Mirim-SP, mostraram que as comunidades nos três tipos de parcelas foram similares quanto à presença dos artrópodes mais abundantes (Gravena et al, 2007b); Estudos realizados em mamíferos: camundongo (Brooks & Andrus, 1999; Brooks & Yano, 2001), em aves: codorna (Gallagher & Beavers, 2002), em invertebrados do solo: minhoca (Sindermann et al., 2001) e collembola (Texeira, 2002 ), em organismos aquáticos: Daphinia (Marino & Yaroch, 2002a) e truta (Marino & Yaroch, 2002), em artrópodes não-alvo: abelhas (Maggi, 2001), crisopa (Sindermann et al., 2002b), himenópteros parasitas (Sindermann et al., 2002a), joaninha (Porch & Krueger, 2001) e borboleta Monarca (Hellmich et al., 2001), mostraram que as proteínas Cry1F e Cry1Ac presentes no algodão não causam danos a esses organismos. O algodão com o evento / , como outros produtos melhorados geneticamente, tem potencial para transferir seus genes para espécies selvagens ou aselvajadas do Brasil. Portanto, se aprovado, estará sujeito ao zoneamento para manutenção da identidade dos parentes mais próximos que ocorrem em regiões já delimitadas no país (Barroso et al., 2005).

37 Conclusões Pesquisas realizadas no Brasil comprovam que o algodão com o evento / é similar ao algodão convencional com exceção de sua nova característica de controlar as principais lagartas-praga da cultura. Em estudos comparativos com o algodão convencional foi demonstrado que o algodão com o evento / é seguro para o consumo humano e animal e seguro para o meio ambiente. O algodão com o evento / é uma nova opção de plantio aos produtores, com atributos para uma cotonicultura mais sustentável no Brasil.


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