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Workshop Certificação de Produtos (portaria 371/09 INMETRO) Álvaro Medeiros de Farias Theisen

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Apresentação em tema: "Workshop Certificação de Produtos (portaria 371/09 INMETRO) Álvaro Medeiros de Farias Theisen"— Transcrição da apresentação:

1 Workshop Certificação de Produtos (portaria 371/09 INMETRO) Álvaro Medeiros de Farias Theisen

2 Álvaro Medeiros de Farias Theisen – Membro do CBAC – Membro comissões do Cobei/ABNT – Atuou como representante Brasil comissões da IEC – Atuou como representante Brasil ISO – Consultor Eletrobrás – Mais de 40 projetos de P&D aprovados e desenvolvidos com FINEP, CNPq, BIRD – Desenvolvimento de vários programas de avaliação da conformidade junto ao INMETRO (certificação e etiquetagem) – Participante de comissões do Mercosul – 24 anos gerente de laboratório acreditado INMETRO, DKD, UL, CB Scheme – Autor de livros Metrologia / Avaliação da Conformidade – Diretor da Testtech Laboratórios

3 Portaria 371 de 29 de dezembro de 2009 Art. 3º Instituir, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC, a certificação compulsória para aparelhos eletrodomésticos e similares, a qual deverá ser realizada por Organismo de Certificação de Produto – OCP, acreditado pelo Inmetro, consoante o estabelecido nos Requisitos ora aprovados.

4 Objetivos Estabelecer os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade de Aparelhos Eletrodomésticos e Similares, com foco nos requisitos de segurança, através do mecanismo de Certificação, atendendo aos requisitos da norma ABNT NBR NM ou IEC – Requisitos Gerais, e das normas de requisitos particulares da série ABNT NBR NM X ou IEC X aplicáveis ao produto, visando prevenir acidentes de consumo e proteger os consumidores em relação aos riscos elétricos, mecânicos, térmicos, fogo e radiação dos aparelhos, quando em utilização normal.

5 Estrutura da documentação Portaria – Regulamento de Avaliação da Conformidade (RAC) Normas Técnicas (IEC 60335) Importante: O Regulamento se sobrepõe à Norma

6 Conceito Mecanismo da Certificação - Modelo 7 – Lote – Modelo n 5 do ISO CASCO Envolve: – Ensaio de tipo – Avaliação e Aprovação do Sistema da Qualidade do Fabricante – Acompanhamento por meio de auditorias no fabricante – Ensaios em amostras retiradas no comércio e no fabricante

7 Avaliação da Conformidade Modelos mais usados no Brasil (no âmbito do SBAC) – Certificação – Etiquetagem (PBE) RAC

8 Escopo da Portaria aparelhos eletrodomésticos e similares – não abrangerão os aparelhos já contemplados por outros Programas de Avaliação da Conformidade desenvolvidos pelo Inmetro (os etiquetados, por exemplo)

9 aparelhos eletrodomésticos e similares (escopo) O que são? – A portaria 371 abrange os meus produtos?

10 aparelhos eletrodomésticos e similares O que são? Aparelhos cuja tensão nominal não seja superior a 250 V, para aparelhos monofásicos, e 480 V para outros aparelhos são todos aqueles que estão incluídos no escopo das normas ABNT NBR NM, NM ou IEC da série x listadas no item 2.1, estando excluídos, entretanto, os produtos objeto do PBE Aparelhos não destinados à utilização doméstica normal, mas que, não obstante, possam constituir uma fonte de perigo para o público, tais como aparelhos destinados a serem utilizados por pessoas leigas em lojas, em oficinas, na indústria leve ou em fazendas, estão no âmbito deste RAC. NOTA : Exemplos de tais aparelhos são equipamentos de cocção industrial, aparelhos de limpeza para utilização industrial e comercial, equipamentos de jardinagem e aparelhos para salões de beleza.

11 Estrutura da norma IEC Norma Geral (parte 1) – Aplicada em conjunto com a particular Norma Particular (parte 2 - X) – Para cada tipo de aparelho em específico

12 Estrutura A Parte 1 deve ser utilizada em conjunto com a Parte 2 apropriada. As partes 2 contém seções que complementam ou modificam as seções da Parte 1, a fim de estabelecer os requisitos pertinentes para cada tipo de aparelho. 12Testtech Laboratórios

13 Normas particulares – exemplos (são 94 no total) – IEC Particular requirements for refrigerating appliances, ice- cream appliances and ice-makers – IEC Particular requirements for commercial electric forced convection oven, steam cookers and steam-convection ovens – IEC Particular requirements for commercial electric grillers and toasters – IEC Particular requirements for commercial electric hot cupboards Balcões com aquecimento elétrico de uso comercial, balcão aquecido, balcão expositor aquecido, armário de secagem de louças, mesa aquecida – IEC Particular requirements for commercial electric bains-marie – IEC Particular requirements for commercial electric kitchen machines

14 IEC Particular requirements for refrigerating appliances, ice-cream appliances and ice-makers

15 IEC Particular requirements for commercial electric kitchen machines

16 aparelhos eletrodomésticos e similares O que são? Aparelhos não destinados à utilização doméstica normal, mas que, não obstante, possam constituir uma fonte de perigo para o público, tais como aparelhos destinados a serem utilizados por pessoas leigas em lojas, em oficinas, na indústria leve ou em fazendas, estão no âmbito deste RAC. NOTA : Exemplos de tais aparelhos são equipamentos de cocção industrial, aparelhos de limpeza para utilização industrial e comercial, equipamentos de jardinagem e aparelhos para salões de beleza. Máquinas elétricas de cozinha de uso comercial, misturador, fermentador, batedeira, ralador, picador, descascador, abridor de lata, cortador de massa, misturador de grãos, moedor de café, processador de alimentos

17 Prazos 1º de julho de 2011 a fabricação e a importação 1º de julho de 2012 comercializados por fabricantes e importadores (estoque da fábrica e depósito) 1º de janeiro de 2013 a comercialização pelo varejo – A determinação contida no caput deste artigo não é aplicável aos fabricantes e importadores

18 Prazos Produção Fabricantes Importadores (Licença Importação) 1/7/11 Vendas pelo Fabricante Vendas Importadores produtos já internalizados 1/7/12 Produtos no comércio Varejo 1/1/13 nada7 meses13 meses Ainda restam: Estoque Fabricante Estoque Varejo

19 Cuidados com o cronograma !!!! OCP - Negociação comercial - Formação Famílias - Coleta de amostras - Auditoria de fábrica Laboratório - Ensaios Ações Corretivas - Sist. Qualidade - Produto Típico: 1 a 3 meses 1 a 4 meses 1 a 5 meses

20 Contextualização CBAC – PBAC (Plano 2008 – 2011) – Portaria foi a consulta pública em 2008 Cenário internacional – EUA – Europa – Argentina

21 Marca de Conformidade

22 Agentes do processo de certificação Organismo de Certificação de Produtos acreditados pelo INMETRO para este escopo Laboratórios de Ensaios acreditados pelo INMETRO para este escopo - IEC

23 Vantagens na mudança do cenário Competição com maior igualdade Atendimento a requisitos comuns e conhecidos Eliminação dos produtos de baixa qualidade Possibilidade de desenvolvimento dos produtos do setor Maior segurança aos usuários Proteção contra demandas judiciais

24 Possível Cenário a ser encontrado Mais de 90% das amostras que forem submetidas aos ensaios tem não conformidades Dificuldades em encontrar alguns fornecedores para alguns componentes críticos Alguns modelos serão abandonados, mas surgirão outros Haverá aumento do custo do produto Muitos irão deixar para a última hora e terão dificuldades

25 Etapas do Processo de Certificação de Produtos

26 Etapas – Primeira fase Contratação OCP - ComercialMontagem das famílias – Auditoria de fábricaColeta das amostras e envio ao laboratório

27 Etapas – Segunda fase Ensaios LaboratoriaisAções Corretivas Ensaios laboratoriais (verificação da ação corretiva) Emissão do certificado de conformidade pela OCP

28 Etapas – Terceira fase (Após o primeiro ano) Acompanhamento – Auditoria de fábricaColeta de amostras (fabrica ou varejo)Ensaios laboratoriais

29 Fluxograma Site da Testtech Laboratórios há um fluxograma detalhado

30 Base Normativa IEC 60335

31 Apresentação Esta Norma reconhece o nível aceito internacionalmente de proteção contra os riscos elétricos, mecânicos, térmicos, fogo e radiação de aparelhos, quando operam em utilização normal, tendo em conta as instruções do fabricante. Ela também abrange situações anormais que podem ser esperadas na prática e leva em consideração a forma como fenômenos eletromagnéticos podem afetar a operação segura dos aparelhos. 31Testtech Laboratórios

32 Aspectos cobertos pela IEC Quando operados em condição normal - proteção contra os riscos elétricos - proteção contra riscos mecânicos, - proteção contra riscos térmicos - proteção contra fogo - proteção contra radiação Quando operados em condição anormal - existência de proteções adequadas

33 Auxilio na leitura da norma Os seguintes caracteres são utilizados - requisitos: em tipo romano - métodos de ensaio: em tipo itálico - notas : em tipo romano pequeno. - modificações ou adições à norma IEC: em tipo arial itálico e negrito; Palavras em negrito no texto são definidas na Seção 3. Quando uma definição se refere a um adjetivo, o adjetivo e o substantivo associado estão ambos em negrito. 33Testtech Laboratórios

34 Restrição de aplicação: Entretanto, esta Norma geralmente não leva em consideração: -pessoas (inclusive crianças) cujas capacidades físicas, sensoriais ou mentais; ou falta de experiência e de conhecimento impede-as de utilizar o aparelho com segurança, sem supervisão ou instrução; - a utilização de aparelhos por crianças como brinquedos. 34Testtech Laboratórios

35 Diferentes ensaios: Ensaio de tipo Todos os mencionados nesta norma. Ensaio de Rotina Os ensaios de rotina são previstos a serem realizados pelo fabricante em cada aparelho para detectar variações de produção que possam afetar a segurança. Eles são normalmente realizados no aparelho completo após a montagem, mas o fabricante pode realizar os ensaios em um estágio apropriado durante a produção, desde que os processos de fabricação posteriores não afetem os resultados. Estes ensaios são considerados como o mínimo necessário para cobrir os aspectos essenciais de segurança. 35Testtech Laboratórios

36 Ensaios de Rotina (feitos pelo fabricante) Ensaio de continuidade de aterramento Ensaio de tensão suportável Ensaio funcional 36Testtech Laboratórios

37 Aspectos importantes Definição de como funciona o seu produto - A norma estabelece o que é funcionamento normal Exemplo: Aspirador de pó funcionamento normal: O aparelho é alimentado na tensão nominal e operado continuamente com a entrada de ar ajustada para que resulte uma potência absorvida Pm após 20 s. Três minutos mais tarde é efetuado um ajuste final da entrada de ar, se necessário.

38 Funcionamento normal (2-45) Pistola de solda e ferramentas para cortar plástico incorporando um interruptor sem travamento são operados em ciclos de acordo com as instruções para uso, mas eles são ligados por pelo menos 12 s com períodos de descanso de pelo menos 48 s. Para Pistola de solda, o período ligado é tal que a temperatura na ponta atinja 300 ºC no fim do primeiro período ligado.

39 Funcionamento normal (2-64) operation of the appliance under the following conditions: The appliance is operated without load at rated voltage and with controls intended to be adjusted by the user set at maximum until steady conditions are established. The appliance is then loaded in appropriate steps, the supply voltage being maintained at its original value. For each step, steady conditions have to be established before increasing the load. This operation is repeated until just before an overload release operates, or until the steady condition with the highest temperature has been attained.

40 Funcionamento normal Principal problema na prática de enganar o consumidor informando a potência nominal superior à prevista em norma para um funcionamento normal e seguro. Exemplos: - secador de cabelo - cortadoras de grama - liquidificador

41 Aspectos de segurança cobertos pelas normas

42 Alguns conceitos fundamentais

43 Tipos de Isolação Isolação básica Isolação suplementar Isolação dupla Isolação reforçada Isolação funcional 43Testtech Laboratórios

44 Isolação básica Isolação aplicada às partes vivas para assegurar o mínimo de proteção contra choque elétrico. 44Testtech Laboratórios

45 Isolação suplementar Isolação independente utilizada em adição à isolação básica, destinada a assegurar proteção contra choque elétrico no caso de falha da isolação básica. 45Testtech Laboratórios

46 Isolação dupla Sistema de isolação composto por isolação básica e por isolação suplementar. 46Testtech Laboratórios

47 Classificação aparelhos quanto ao tipo de proteção contra choque elétrico Aparelho classe 0 Aparelho classe I Aparelho classe 0I Aparelho classe II 47Testtech Laboratórios

48 Aparelho classe 0 aparelho no qual a proteção contra choque elétrico é assegurada exclusivamente pela isolação básica, não sendo previstos meios para ligar as partes acessíveis condutivas, se existentes, ao condutor de aterramento da instalação elétrica; a proteção, no caso de uma falha da isolação básica, fica na dependência das condições do ambiente. NOTA: Os aparelhos classe 0 têm uma carcaça de material isolante que pode constituir uma parte ou toda a isolação básica, carcaça de material isolante admita o aterramento de partes intou têm uma carcaça metálica separada das partes vivas por uma isolação apropriada. Caso um aparelho com ernas, este aparelho é considerado como aparelho classe I ou aparelho classe 0I. 48Testtech Laboratórios

49 aparelho classe 0I aparelho que tem pelo menos isolação básica em todas as suas partes e é dotado de terminal de aterramento, mas cujo cordão de alimentação não tem condutor de aterramento e cujo plugue não tem contato de aterramento. 49Testtech Laboratórios

50 Aparelho classe 0I Aparelho que tem pelo menos isolação básica em todas as suas partes e é dotado de terminal de aterramento, mas cujo cordão de alimentação não tem condutor de aterramento e cujo plugue não tem contato de aterramento. 50Testtech Laboratórios Prazo máximo 2014

51 aparelho classe I aparelho no qual a proteção contra choque elétrico não é assegurada somente por isolação básica, mas inclui uma precaução adicional de segurança de modo que as partes acessíveis condutivas são ligadas ao condutor de aterramento da fiação fixa da instalação de tal maneira que essas partes acessíveis não possam tornar-se vivas no caso de uma falha da isolação básica NOTA : Esta prescrição inclui a previsão de um condutor de aterramento no cordão de alimentação. 51Testtech Laboratórios

52 aparelho classe II aparelho no qual a proteção contra choque elétrico não é assegurada somente por isolação básica, mas no qual são previstas precauções adicionais de segurança, tais como uma isolação dupla ou uma isolação reforçada, sem previsão para aterramento ou outras precauções que dependam das condições da instalação 52Testtech Laboratórios

53 Tipos de aparelhos Aparelho portátil – Aparelho manual Aparelho fixo – Aparelho estacionário – Aparelho embutido 53Testtech Laboratórios

54 Classificação quanto à função Aparelho de aquecimento Aparelho operado a motor Aparelho composto 54Testtech Laboratórios

55 parte não destacável parte de um aparelho que só pode ser retirada ou aberta com auxílio de ferramenta, ou uma parte que atende na íntegra ao ensaio de Partes não destacáveis que protegem contra o acesso a partes vivas, umidade ou contato com partes móveis devem ser fixadas de uma maneira confiável e devem resistir a solicitações mecânicas que ocorrem em utilização normal. Dispositivos de encaixe rápido utilizados para fixação destas partes devem ter uma posição evidente de travamento. As características de fixação dos dispositivos de encaixe rápido, utilizados em partes que são prováveis de serem removidas durante a instalação ou manutenção, devem ser confiáveis. NOTA 1 Se, para efetuar a instalação, uma parte tiver que ser removida, esta parte não é considerada como destacável, mesmo que as instruções de utilização determinem a sua remoção. NOTA 2 Componentes que possam ser removidos sem a ajuda de uma ferramenta são considerados como partes destacáveis. 55Testtech Laboratórios

56 parte acessível parte ou superfície que pode ser tocada por meio do calibrador de ensaio B da IEC 61032, incluindo qualquer parte condutora ligada às partes metálicas acessíveis 56Testtech Laboratórios

57 parte viva qualquer condutor ou parte condutora projetada para ser energizada em utilização normal, incluindo o condutor neutro mas, por convenção, não um condutor PEN NOTA 1 - Partes, acessíveis ou não, em conformidade com (extra baixa tensão – 42,4 V) não são consideradas partes vivas. NOTA 2 - Um condutor PEN é um condutor neutro de proteção aterrado, combinando as funções de um condutor de proteção e de um condutor neutro. 57Testtech Laboratórios

58 Requisitos técnicos da norma IEC 60335

59 7 Marcações e Instruções Manual do fabricante Marcações sob o produto

60 Marcações incorretas Marcação para posição desligadaSímbolo aterramento 60Testtech Laboratórios

61 Marcações que não resistiram o ensaios

62 Localização das marcações As marcações especificadas em 7.1 a 7.5 devem ser aplicadas sobre a parte principal do aparelho. A marcação nos aparelhos deve ser claramente discernível do seu exterior, se necessário, após a retirada de uma tampa. Para aparelhos portáteis, a retirada ou abertura desta tampa não deve exigir a utilização de ferramenta. Para aparelhos estacionários, pelo menos o nome ou marca comercial ou marca de identificação do fabricante ou vendedor responsável e referência do modelo ou tipo devem estar visíveis quando o aparelho é instalado como em utilização normal. As indicações para chaves e controles devem ser colocadas sobre ou próximas destes componentes. Elas não devem ser colocadas sobre partes que podem ser posicionadas ou recolocadas de tal forma que as marcações causem engano. (trocar de posição)

63 Item 7.8– Terminal sem indicação de aterramento.

64 Proteção contra o acesso às partes vivas (Seção 8)

65 Item 8 Proteção contra o acesso às partes vivas O requisito de 8.1 aplica-se para todas as posições do aparelho quando este é operado como em utilização normal, e após remover as partes destacáveis. (item da Norma) 65Testtech Laboratórios

66 Acesso à isolação básica 66Testtech Laboratórios

67 Item – Acesso á partes vivas pela base do aparelho. 67Testtech Laboratórios

68 Item 8.2 – Acesso á isolação básica entre o cesto e o invólucro do aparelho.

69 10 Potência e corrente absorvida Se um aparelho é marcado com a potência nominal, a potência absorvida na temperatura de operação normal não deve diferir da potência nominal por mais do que os desvios mostrados na Tabela 1. Tipo de AparelhoPotencia Nominal W Tolerância Todos os aparelhos % Aparelhos de aquecimento e compostos > 25 e 200± 10 % > % ou 20 W - 10%

70 Lembre-se da definição de funcionamento normal

71 Medição de potência A conformidade é verificada por medição quando a potência absorvida estiver estabilizada: - todos os circuitos que possam operar simultaneamente devem estar em operação; - o aparelho é alimentado na tensão nominal; -o aparelho é operado em funcionamento normal. Se a potência absorvida variar durante o ciclo de operação, a potência absorvida é determinada como sendo o valor médio da potência absorvida medida durante um período representativo.

72 11 Aquecimento Os aparelhos e o ambiente ao seu redor não devem atingir temperaturas excessivas em utilização normal. A conformidade é verificada pela determinação da elevação de temperatura das várias partes nas condições especificadas

73 Condições do ensaio Os aparelhos de aquecimento são operados na condição de funcionamento normal e em 1,15 vezes a potência nominal. Os aparelhos operados a motor são operados na condição de funcionamento normal e alimentados na tensão mais desfavorável, entre 0,94 e 1,06 vezes a tensão nominal. Os aparelhos compostos são operados na condição de funcionamento normal e alimentados na tensão mais desfavorável, entre 0,94 e 1,06 vezes a tensão nominal. O aparelho é operado por um período correspondente às condições mais desfavoráveis de utilização normal. NOTA A duração do ensaio pode compreender mais de um ciclo de funcionamento.

74 11 Aquecimento - Avaliação resultado Durante o ensaio, as elevações de temperatura são monitoradas continuamente e não podem ultrapassar os valores indicados na Tabela 3. Conceito de elevação de temperatura - K Os dispositivos de proteção não devem atuar e a massa de vedação não deve escoar. Entretanto, componentes com circuitos eletrônicos de proteção são permitidos a operar desde que sejam ensaiados para o número de ciclos de operação especificados em

75 Elevações de temperaturas máximas PartesElevação de temperatura (K) Enrolamento classe Pino do dispositivo de entrada de aparelhos95 Ambiente de interruptores, termostatos (sem marcação T)30 Cordão de alimentação (sem marcação T)50 Porta-lâmpadas E27 (sem marcação T)140 Superfícies externas de capacitores50 Superfícies de empunhaduras, botões segurados por curto período de tempo (polímeros) 60

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77 13 Corrente de fuga e tensão suportável na temperatura de operação Definição: corrente que circula através do condutor terra ou do circuito de proteção para a terra.

78 Circuito de medição IEC A corrente de fuga é medida por meio do circuito descrito na Figura 4 da IEC 60990, entre qualquer pólo de alimentação e as partes metálicas acessíveis ligadas à folha metálica, com uma área não excedendo 20 cm x 10 cm *, que está em contato com as superfícies acessíveis de materiais isolantes. Para aparelhos monofásicos, o circuito de medição é mostrado nas figuras seguintes: - se aparelhos classe II, Figura 1; - se diferentes de classe II, Figura 2. * A dissipação de calor do aparelho não deve ser afetada pela folha metálica.

79 Limites de aprovação Após o aparelho ter funcionado pelo período de duração conforme especificado em 11.7, a corrente de fuga não deve exceder os seguintes valores: - para aparelhos classe II ,25 mA - para aparelhos classe 0, classe 0I e classe III ,5 mA - para aparelhos portáteis classe I ,75 mA - para aparelhos estacionários operados a motor classe I ,5 mA - para aparelhos estacionários de aquecimento classe I ,75 mA ou 0,75 mA por kW de potência nominal do aparelho, o que for maior, com um máximo de 5 mA.

80 Tensão suportável O aparelho é desconectado da alimentação e a isolação é submetida imediatamente a uma tensão com uma frequência de 50 Hz ou 60 Hz durante 1 min, de acordo com a IEC A tensão de ensaio é aplicada entre partes vivas e partes acessíveis. As partes não metálicas devem ser cobertas com a folha metálica. Para construções classe II com partes metálicas entre partes vivas e partes acessíveis, a tensão é aplicada através da isolação básica e da isolação suplementar.

81 Tensão suportável IsolaçãoTensão nominal 127 VTensão nominal 220 V básica1000 V suplementar1250 V1750 V reforçada2500 V3000 V

82 15 Resistência à umidade Ensaio 1 O invólucro do aparelho deve proporcionar o grau de proteção contra umidade de acordo com a classificação do aparelho. - ensaio de IP (conforme IEC 60529) O aparelho deve então resistir ao ensaio de tensão suportável especificado em 16.3 e a inspeção deve mostrar que não há traços de água na isolação que possam resultar em uma redução dos valores das distâncias de escoamento e distâncias de separação

83 15.1 – Umidade afetando a isolação 83Testtech Laboratórios

84 15 Resistência à umidade Ensaio 2 Os aparelhos sujeitos a transbordamento de líquido em utilização normal devem ser construídos de modo que o transbordamento não afete sua isolação elétrica. O recipiente de líquidos do aparelho é completado com água, contendo aproximadamente 1 % de NaCl e uma quantidade suplementar igual a 15 % da capacidade do recipiente ou 0,25 l, prevalecendo a maior, é despejada uniformemente durante um período de 1 min. O aparelho deve então resistir ao ensaio de tensão suportável especificado em 16.3 e a inspeção deve mostrar que não há traços de água na isolação que possam resultar em uma redução dos valores das distâncias de escoamento e distâncias de separação

85 15 Resistência à umidade Ensaio 3 Os aparelhos devem resistir às condições de umidade que possam ocorrer em utilização normal. O ensaio de umidade é efetuado por 48 h em uma câmara úmida contendo ar com umidade relativa de (93 ± 3) %. A temperatura do ar é mantida em uma temperatura definida entre 20C e 30C. O aparelho deve então resistir aos ensaios da Seção 16 (corrente de fuga e tensão suportável)

86 16 Corrente de fuga e tensão suportável Os ensaios são realizados com o aparelho à temperatura ambiente, não ligado à fonte de alimentação. Ensaio 1 - Corrente de fuga Uma tensão de ensaio em corrente alternada é aplicada entre as partes vivas e as partes metálicas acessíveis que são ligadas utilizando a folha metálica de dimensões não superiores a 20 cm x 10 cm em contato com as superfícies acessíveis em material isolante. A tensão de ensaio é: - 1,06 vezes a tensão nominal, para aparelhos monofásicos; A corrente de fuga é medida dentro de 5 s após a aplicação da tensão de ensaio.

87 17 Proteção contra sobrecarga de transformadores e circuitos associados Os aparelhos que incorporam circuitos alimentados por um transformador devem ser construídos de modo que, no caso de curto-circuitos que podem ocorrer em utilização normal, não sobrevenham temperaturas excessivas no transformador ou em circuitos associados com o transformador.

88 18 Durabilidade NOTA Os requisitos e ensaios são indicados na Parte 2, quando necessário. Exemplo: - Porta do forno de microondas (25 mil vezes)

89 19 Funcionamento em condição anormal Duração do ensaio: Salvo especificação em contrário, os ensaios prosseguem até que um protetor térmico não auto-religável opere, ou até que sejam estabelecidas condições de regime. Se a ruptura de um elemento de aquecimento ou de uma parte intencionalmente fraca abre o circuito de forma permanente, o ensaio correspondente é repetido sobre uma segunda amostra. Este segundo ensaio deve ser terminado do mesmo modo, a menos que seja satisfatoriamente concluído de outra maneira. Uma parte intencionalmente fraca é uma parte prevista para falhar nas condições de funcionamento normal, de modo a impedir a ocorrência de uma condição que possa comprometer a conformidade com esta Norma. Tal parte pode ser um componente substituível tal como um resistor ou um capacitor ou uma parte de um componente a ser substituído, tal como um fusível térmico inacessível incorporado a um motor.

90 Critério de avaliação: Durante os ensaios, o aparelho não deve emitir chamas, metal fundido, gases tóxicos ou inflamáveis em quantidades perigosas e as elevações de temperatura não devem ultrapassar os valores mostrados na Tabela 9. Após os ensaios, e quando o aparelho tiver esfriado, aproximadamente, até a temperatura ambiente, a conformidade com a Seção 8 não deve estar comprometida e o aparelho deve estar em conformidade com 20.2 (verificação de acesso com força de 5N) caso ainda possa funcionar. Nas normas particulares há adições: Exemplo: Add the following: Glass in oven doors shall not be damaged.

91 20 Estabilidade e riscos mecânicos Estabilidade Os aparelhos, com exclusão dos aparelhos fixos e dos aparelhos manuais, destinados a serem utilizados sobre uma superfície tal como piso ou uma mesa, devem ter estabilidade adequada. O aparelho é colocado em qualquer posição normal de utilização sobre um plano inclinado com um ângulo de 10° em relação ao plano horizontal. Aparelhos com portas são ensaiados com as portas abertas ou fechadas, sendo adotada a alternativa que for mais desfavorável. Os aparelhos destinados a serem preenchidos com líquido pelo usuário, em utilização normal, são ensaiados vazios ou com a mais desfavorável quantidade de água, dentro dos limites da capacidade indicada nas instruções. O aparelho não deve tombar.

92 Item 20.2 – Acesso á partes móveis pela base do aparelho. 92Testtech Laboratórios

93 Riscos mecânicos As partes móveis dos aparelhos devem, tanto quanto compatível com a utilização e funcionamento do aparelho, ser dispostas ou protegidas de modo a proporcionar, em utilização normal, proteção adequada contra lesões pessoais. NOTA 1 Para certos aparelhos, a proteção completa é impraticável, por exemplo, máquinas de costuras, batedeiras e facas elétricas. Os invólucros de proteção, grades e similares devem ser partes não destacáveis e devem ter resistência mecânica adequada.

94 Item (norma particular) – Abertura da tampa durante o funcionamento, maior do que o permitido pela Norma. 94Testtech Laboratórios

95 Contato com a hélice do ventilador.

96 21 Resistência mecânica A)Os aparelhos devem ter resistência mecânica suficiente e ser construídos de modo a suportar as solicitações susceptíveis de ocorrerem em utilização normal. Martelo de impacto – 0,5 J - 3 impactos em cada ponto presumivelmente fraco Após o ensaio, o aparelho não deve apresentar danos que possam comprometer a conformidade com esta Norma e a conformidade com 8.1, 15.1 e 29 não deve ser prejudicada.

97 22 Construção Existem 52 requisitos neste tópico

98 Ponto principais Aparelhos devem ser projetados de modo que em utilização normal não haja risco de choque elétrico causado por capacitores carregados cuja capacitância nominal seja superior a 0,1 μF, ao serem tocados os pinos do plugue. Um segundo após o desligamento, a tensão entre os pinos do plugue não deve exceder 34 V Os aparelhos devem ser construídos de modo que sua isolação elétrica não seja afetada pela água que possa se condensar sobre superfícies frias ou pelo líquido que possa vazar de recipientes, mangueiras, acoplamentos e peças similares do aparelho. Gotas de água colorida são aplicadas por meio de uma seringa naquelas partes dentro do aparelho onde um vazamento de líquido possa ocorrer e afetar a isolação elétrica. Não pode resultar em diminuição da distância de escoamento.

99 Ponto principais Para aparelhos que possuem compartimentos aos quais o acesso é possível sem o auxílio de uma ferramenta e que possam ser limpos em utilização normal, as ligações elétricas devem ser dispostas de modo a não estarem sujeitas a tração, durante a limpeza. Partes não destacáveis que protegem contra o acesso a partes vivas, umidade ou contato com partes móveis devem ser fixadas de uma maneira confiável e devem resistir a solicitações mecânicas que ocorrem em utilização normal. Dispositivos de encaixe rápido utilizados para fixação destas partes devem ter uma posição evidente de travamento. Uma força de 50N é aplicada por 10 s na direção mais desfavorável, sem trancos, naquelas partes que são prováveis de serem fracas.

100 Ponto principais Empunhaduras, botões rotativos, manoplas, alavancas e peças similares devem ser fixados de maneira confiável de modo a não se afrouxarem em utilização normal, se esse afrouxamento puder resultar em perigo. Se estas partes são utilizados para indicar a posição de interruptores ou componentes similares, não deve ser possível fixá-las incorretamente, se isto puder resultar em perigo. Os aparelhos não devem ter arestas cortantes ou irregulares, que possam vir a causar um risco para o usuário, em utilização normal ou durante a manutenção pelo usuário, salvo aquelas necessárias à função do aparelho ou do acessório. As extremidades pontiagudas expostas de parafusos auto-atarraxantes ou outros elementos de fixação devem ser localizados de modo que sejam improváveis de serem tocados pelo usuário em utilização normal ou durante a manutenção pelo usuário.

101 As tomadas em aparelhos, que são acessíveis ao usuário, devem estar em conformidade com o sistema de tomadas utilizado no país onde o aparelho é comercializado.

102 23 Fiação interna Os percursos da fiação interna devem ser lisos e livres de cantos pontiagudos. A fiação deve ser protegida de modo a não entrar em contato com rebarbas, aletas de resfriamento ou cantos similares, que possam causar danos à sua isolação. Furos em metal através dos quais passam fios isolados devem ter superfícies lisas, bem arredondadas ou serem providos de buchas. Buchas e isoladores cerâmicos similares sobre fios vivos devem ser fixados ou suportados de modo que não possam mudar a sua posição;

103 Parafuso em contato com a isolação da fiação 103Testtech Laboratórios

104 Item 23.1 – Fiação interna em contato com partes móveis 104Testtech Laboratórios

105 Os condutores identificados pela combinação de cores verde-e-amarelo somente devem ser utilizados para condutores de aterramento. NC - Condutor verde usado para aterramento 105Testtech Laboratórios

106 24 Componentes Os componentes devem estar em conformidade com os requisitos de segurança especificados nas normas IEC pertinentes – A conformidade com a norma IEC aplicável ao respectivo componente não assegura necessariamente a conformidade com os requisitos desta Norma.

107 25 Ligação de alimentação e cordões flexíveis externos Aparelhos, que não sejam destinados à ligação permanente à rede de alimentação, devem ser dotados de um dos seguintes meios para ligação à alimentação: - cordão de alimentação com plugue; - um dispositivo de entrada de aparelho tendo pelo menos o mesmo grau de proteção contra umidade que o exigido para o aparelho; Os tipos de Cordões de alimentação estão definidos em 25.7

108 Os condutores de cordões de alimentação devem ter uma seção nominal não inferior àquela indicada na Tabela 11. * Esses cordões somente podem ser utilizados se o seu comprimento não ultrapassar 2 m, entre o ponto onde o cordão ou a proteção do cordão entra no aparelho e a entrada no plugue. Corrente nominal do aparelhoSeção nominal mm2 0,2 ACordão tinsel * < 0,2 A e 3 A0,5 * < 3 A e 6 A0,75 < 6 A e 10 A1 (0,75 *)

109 Item – Cordão de alimentação e de aterramento não possui bucha na entrada do aparelho. 109Testtech Laboratórios

110 Itens 25.9 e – Rebarbas que podem danificar os cordões de alimentação do aparelho. 110Testtech Laboratórios

111 26 Terminais para condutores externos Os aparelhos devem ser providos de terminais ou dispositivos igualmente eficazes para a ligação dos condutores externos. Os terminais devem ser somente acessíveis após a remoção de uma cobertura não destacável. Aparelhos com ligação tipo X, devem ser providos de terminais em que a ligação é feita por meio de parafusos, porcas ou dispositivos similares, a menos que as ligações sejam soldadas. – Porcas e parafusos não devem ser utilizados para fixar qualquer outro componente, entretanto podem fixar condutores internos, se estes são dispostos de modo a ser improvável seu deslocamento quando da instalação dos condutores de alimentação.

112 27 Disposição para aterramento As partes metálicas acessíveis de aparelhos classe 0I e classe I, que podem tornar-se vivas no caso de uma falha da isolação, devem ser permanente e seguramente ligadas a um terminal de aterramento no interior do aparelho, ou a um contato de aterramento do dispositivo de entrada de aparelho. Os terminais de aterramento e contatos de aterramento não devem ser ligados eletricamente ao terminal de neutro.

113 Item 27.3 – Cordão de aterramento somente na cor verde 113Testtech Laboratórios

114 Parafusos e ligações Define os diâmetros mínimos

115 29 Distâncias de escoamento, distâncias de separação e isolação sólida Os aparelhos devem ser projetados de modo que as distâncias de escoamento, distancias de separação e isolação sólida sejam adequadas para resistir as solicitações elétricas as quais o aparelho é provável de ser submetido. 115Testtech Laboratórios

116 Distância entre partes vivas de potenciais diferentes menor que a mínima permitida pela norma. 116Testtech Laboratórios

117 Item Enrolamento do motor encostando- se à carcaça. 117Testtech Laboratórios

118 30 Resistência ao calor e fogo Pressão de esfera Fio Incandescente Resistência ao trilhamento Chama de agulha

119 Partes ensaiadas no item 30

120 Conclusão

121 Principais desafios Projeto dos equipamentos não contemplaram os itens de segurança da norma IEC Realização do diagnóstico do que é preciso alterar Implementação das alterações Prazo

122 Dicas importantes Formação da família de produtos – Interação com a OCP – Reduz a quantidade de ensaios Componentes certificados – Reduz as não conformidades Versão da norma – Terceira versus quarta Polímeros utilizados – Cuidado com os aditivos antichama

123 Dicas importantes Ensaios de adequação em alguns modelos para avaliar o nível do produto em relação aos requisitos – Certificadoras parceiras aceitam Escolha adequada da OCP pois é um casamento - contrato de 2 anos - depois que houve investimento na marca, embalagens, matriz, ….

124 Muito Obrigado !! Contatos: Álvaro Medeiros de Farias Theisen –


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