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Dura espera Má Oliveira Num culto involuntário me pego diante do teu altar elo misterioso que o tempo não foi capaz de abalar...

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Apresentação em tema: "Dura espera Má Oliveira Num culto involuntário me pego diante do teu altar elo misterioso que o tempo não foi capaz de abalar..."— Transcrição da apresentação:

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3 Dura espera Má Oliveira Num culto involuntário me pego diante do teu altar elo misterioso que o tempo não foi capaz de abalar...

4 visto o manto da saudade que anuvia meu olhar... falso riso em minha face... me obrigando a disfarçar...

5 os pensamentos ainda se cruzam neste adeus que não convenceu... vidas interrompidas, divididas, estranhamente... unidas...

6 e feito folha ao chão, espero o vendaval, que me leve até você... e acalme meu coração

7 numa tempestade necessária pro arco-íris atravessar... e com tua digital novamente me tatuar...

8 na cama, tão grande... sufoco sem você o abraço apertado da saudade faz o corpo doer...

9 há quem chegue a duvidar não tenho como explicar, esse nós, que a morte não conseguiu separar

10 feito fruta madura esperando a colheita tempo que não se estreita... estou a murchar...

11 a porta não se fechou... o fim não chegou... a lágrima rolou... a saudade não levou... nem te afastou... e neste oceano de dor clamo pela hora do reencontro com você, meu amor...

12 esperando ansiosa ver estendidas tuas mãos carinhosas e num leve toque em você eu poder renascer...

13 Texto: Má Oliveira edição SuelyRJ Voz: Sandra Ravanini Publicado no Recanto das Letras em 12/12/2007 Código do texto: T775020


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