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COLÉGIO NOSSA SENHORA DE LOURDES ENSINO FUNDAMENTAL II 7 º ANO DISCIPLINA: CIÊNCIAS PROFESSORA: ROGÉRIA VIEIRA.

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1 COLÉGIO NOSSA SENHORA DE LOURDES ENSINO FUNDAMENTAL II 7 º ANO DISCIPLINA: CIÊNCIAS PROFESSORA: ROGÉRIA VIEIRA

2 ALGAS PROTISTAS Existem algumas algas formadas apenas por uma célula. Outras são organizadas em diferentes tipos de colônias. E ainda há as que são macroscópicas pluricelulares, sem, porém formar tecidos ou órgãos. O corpo de uma alga é um talo, ou seja não possui raiz, caule ou folha, mesmo que seja gigante. As algas unicelulares, crisófitas, euglenófitas e pirrófitas que antigamente estavam classificadas no Reino Vegetal, saíram do Reino Vegetal e passaram a ser classificadas também como integrantes do Reino Protista junto com os protozoários. As únicas algas procariontes são as cianofíceas mas essas agora são classificadas como bactérias do Reino Monera. As verdadeiras algas, Feófitas (algas pardas), Rodófitas (algas vermelhas) e Clorófitas (algas verdes), que são seres protistas pluricelulares, formados por verdadeiros tecidos vegetais com bilhões de células intimamente ligadas umas às outras, estas não estão contidas no Reino Vegetal e são consideradas como protistas.

3 O habitat e a Importância das Algas Sob a denominação algas enquadram-se diversos grupos de protistas diferentes entre si, mas que mantém uma característica em comum: são todos eucariontes, autótrofos fotossintetizantes dotados de clorofila. Embora sejam encontradas no meio terrestre úmido, é nas águas doces e no mar que as algas são mais abundantes. No meio aquático, dependendo do local onde vivem, podem constituir comunidades conhecidas como fitoplâncton e fitobentos. O fitobentos é uma comunidade de algas, em geral macroscópicas (algumas atingem dezenas de metros) fixas no solo marinho (principalmente em rochas). DIVISÃO CHRYSOPHYTA São as algas douradas e diatomáceas.

4 Organismos marinhos e de água doce; - Unicelulares de vida livre, coloniais ou filamentosos. - Apresentam clorofila a e c, mas sua cor é mascarada pela presença de pigmento acessório castanho-dourado, a fucoxantina (tipo de carotenóide). - A parede celular pode ser com ou sem parede celular. Quando presente, constituída de celulose. Alguns representantes apresentam escamas de sílica ou fibrilas de celulose entrelaçada, podendo ser impregnadas de minerais. Divisão Pyrrhophyta São os dinoflagelados. - Apresentam cerca de 2100 espécies. - Maioria unicelulares e biflagelados. Os flagelos localizam-se dentro de dois sulcos: um rodeia a célula como um cinto e o outro é perpendicular ao primeiro. O batimento destes flagelos faz o dinoflagelado rodopiar como um pião. Alguns são altamente tóxicos, responsáveis pelas marés vermelhas. Apresentam placas celulósicas rígidas que formam uma parede (teca).

5 Divisão Euglenophyta São as euglenas. Apresentam cerca de 1000 espécies, que vivem em águas continentais ricas em matéria orgânica. Gênero mais comum: Euglena. Seus flagelos estão presos na base de uma abertura (reservatório), na porção anterior da célula. O vacúolo contrátil coleta o excesso de água da célula e joga neste reservatório. Não apresentam parede celular. Assim, as células conseguem mudar de forma (modo alternativo de locomoção).

6 Divisão Rhodophyta Também conhecidas como algas vermelhas. Grande maioria multicelular e de água salgada. Geralmente crescem presas a rochas ou sobre outras algas. Muito abundantes em água tropicais quentes. Estas algas não apresentam células flageladas, diferente dos outros grupos. Várias espécies apresentam terpenóides tóxicos característicos (defesa contra herbívoros). Parede celular: componente interno rígido (em geral celulose). Apresentam também o ágar e a carragenina ( importância econômica,pois é usada nas industrias farmacêuticas,coméstica e alimentícia). Quando há deposito de carbonato de cálcio na parede celular, formam as algas coralináceas (família Corallinaceae), com estrutura rígida. O recorde de profundidade de um organismo fotossintetizante é de uma alga coralinácea (268m).

7 Divisão Phaeophyta Também conhecidas como algas pardas. Quase totalmente marinhas, são mais comumente encontradas em águas temperadas. Apesar de apresentarem número pequeno de espécies (1500), elas dominam os costões rochosos em todas as regiões mais frias do mundo. Em águas claras, estas algas são encontradas desde o nível de maré baixa, até uma profundidade de 20 a 30 m. O gênero Sargassum ocorre em regiões tropicais, algas adaptadas à flutuação. Variam de tamanho: desde formas microscópicas até as maiores algas conhecidas, da ordem Laminariales, que formam extensas coberturas conhecidas como kelps. A coloração das feocícea s ( do grego :phaios: marrom,escuro) varia de marrom a verde amarelado,pois depende da quantidade de pigmentos presentes em suas células. Nas paredes celulares das feofíceas há celulose e algina ( usada na indústria como espessante alimentar - ex: torna o sorvete mais cremoso).

8 Alga parda do gênero Fucus. Alga parda do gênero Sargassum. Divisão Chlorophyta Também conhecidas como algas verdes. Com pelo menos 7000 espécies, é o grupo mais diversificado de algas. Existem clorofíceas ( do grego kloros: verde e phycos: algas) unicelulares e pluricelulares. São encontradas principalmente em ambientes aquáticos. As paredes celulares são formadas por celulose e sua coloração varia d e verde mais intenso até um verde acinzentado,devido à presença de outros pigmentos junto à clorofila.

9 Realizam associação simbiôntica com fungos (alguns liquens), protozoários e hidras. Liquens A maré vermelha é uma aglomeração de micro-algas pirrófitas que raramente acontece em determinados locais na superfície das águas. Essa elevação no número de algas pode ocorrer quando há elevação de nutrientes na água provenientes,em geral, de esgotos. São seres unicelulares aglomerados em número suficiente para produzir uma mudança de cor na água que se torna amarela, alaranjada, vermelha ou marrom porque são microorganismos caracterizados pela presença de vários pigmentos como clorofilas (a) e (c) de cor verde, pigmento beta-caroteno que é amarelo e várias outras xantofilas que são alaranjadas e vermelhas,. A liberação de toxinas provocam a morte de peixes e outros organismos aquáticos e afeta fortemente as teias alimentares aquáticas,e conseqüentemente, as terrestres. Com a morte dos organismos,os micro-organismos dec0mpõem essa matéria orgânica e,com isso,liberam gases com odor muit0 desagradável e intenso,semelhante ao do amoníaco.

10 Importância ecológica e econômica das algas Produtores da cadeia alimentar aquática ( Plâncton / Fitoplâncton / Zooplâncton); Manutenção da composição da atmosfera atual; Poluição - Produtos - Alimentação POLUIÇÃO As algas são capazes de absorver muitas substâncias presentes na água do mar. Entre essas substâncias encontramos o chumbo,o cromo e o mercúrio (metais pesados) que podem trazer sérios problemas a saúde. Relações ecológicas Relações interespecíficas – Mutualismo Liquens Mutualismo é a interação entre duas espécies que se beneficiam reciprocamente. Mutualismo obrigatório ou simbiose, em que as duas espécies não podem viver separadas. O exemplo clássico são os líquens, em que temos os fungos fazendo o papel de absorção e das algas fazendo o papel de fotossíntese. As próprias espécies constituintes da associação perdem a sua identidade. O caso das micorrizas que vivem nas raízes das leguminosas é outro exemplo típico.Em alguns casos pode acontecer simbiose, como no caso dos cupins e da triconinfa que vivem em seu intestino e digerem a celulose. Mutualismo facultativo ou protocooperação, em que as duas espécies são beneficiadas e podem viver independentemente ou trocar de parceiro, como é o caso das aves que catam parasitas na pele do gado. Outro exemplos são os ruminantes e as bactérias em seu estômago: as bactérias recebem abrigo e alimento e fornecem ao animal ácidos orgânicos que lhe permitem aproveitar melhor o alimento retirado do capim; além disso as bactérias oferecem ao animal várias vitaminas que ele pode absorver.


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