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DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL

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Apresentação em tema: "DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL"— Transcrição da apresentação:

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2 DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL
3° ENCONTRO DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL 15/MAIO/2011

3 GESTÃO DE VOLUNTÁRIOS: DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL
RETRATO FALADO Ronaldo M .Lopes / USE LAPA / GRUPO ESPÍRITA BATUÍRA 3° ENCONTRO DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL 15/MAIO/2011 USE LAPA

4 Retrato Falado Aurélio : “reconstituição dos traços fisionômicos ou de outros sinais característicos de uma pessoa desconhecida,por meio das informações de testemunhas, em geral para facilitar sua identificação ... ?

5

6 DINÂMICA 1

7 Puxando pela Memória

8 1º Encontro: ago/2010 Neusa Sauaia, psicóloga e diretora da ONG Núcleo Espiral (www.nucleoespiral.org.br), ... abordando 2 ângulos muito ligados à prática da verdadeira Assistência Social pelas Casas: a)o papel do voluntário voltado para o CUIDAR traz mais resultados quando ele se compromete e se envolve emocionalmente,transformando-se em fonte de proteção e segurança para o outro; b)a abordagem para com o assistido voltada para a RESILIÊNCIA pode permitir mais facilmente ultrapassar as dificuldades e obstáculos , por mais fortes e traumáticos que tenham sido.

9 1º Encontro: ago/2010 (cont.)
A  mesa redonda formada na parte final do evento permitiu a troca de experiências e ,principalmente,apontou para possibilidades de trabalho conjunto e complementar entre as Casas. Nas palavras de um dos participantes : “ Percebemos que temos muito para aprender e para doar, é fato... casas tão perto e tão longe de nós ao mesmo tempo...”

10 2º Encontro: nov/2010 ...promoveu-se um fórum entre os presentes para se discutir inicialmente o papel e os objetivos do DAPSE- Departamento de Assistência e Promoção Social Espírita.Consolidou-se a opinião que os voluntários que se especializam nessa área tem a necessidade de serem previamente qualificados , precisando aprender a como acolher as pessoas que procuram atendimento, além de guardar identificação com o trabalho a ser realizado.Igualmente é necessário ser definido claramente qual o foco do trabalho . Para mais detalhes acesse

11 2º Encontro: nov/2010 (cont.)
>>é fundamental promover-se o vínculo espiritual da equipe, encaminhando-se todos os voluntários ao estudo da Doutrina e do Evangelho . O binômio teoria + prática leva não só ao entendimento do que se estuda, mas serve também para despertar um comprometimento com o trabalho assumido ,agregando-se a Caridade no acolhimento e no relacionamento com todos,sejam assistidos , voluntários ou dirigentes; >>... Nesse sentido é importante que a USE-LAPA continue com o trabalho iniciado nesse ano de Mapeamento completo das atividades oferecidas pelas Casas e, em seguida, pense na possibilidade de criação de um Banco de Dados de voluntários, de forma a que os voluntários possam oferecer seus talentos >>... “ o voluntário espírita deve aprender a vestir outras camisas “, afinal somos líderes e multiplicadores,devemos divulgar mais esses trabalhos de parceria entre as casas, não devemos ter medo de “ perder voluntários ,caso eles façam algumas atividades em outras entidades”

12 3º Encontro: nov/2010 (Mini-Congresso)
Apresentação de Marcos Moreira “ Sucesso da casa Espírita -O que atrai e retém os trabalhadores “ Ele apontou 3 Fatores que influenciam a atração e a retenção de freqüentadores e trabalhadores da casa espírita, distribuídos por sua vez em 3 movimentos distintos(atração do novo freqüentador, manutenção do mesmo ao longo do tempo e retenção definitiva, ou seja, ação de se evitar sua saída, fixando-o pelos diversos trabalhos da casa, ou como voluntário ou até como candidato potencial para ser capacitado como futuro dirigente) Para mais detalhes acesse

13 3º Encontro: nov/2010 (Mini-Congresso-cont.)
1.COMUNICAÇÃO/ACOLHIMENTO :As pessoas precisam saber :que a casa existe (localização, como chegar), o que a casa oferece (programa de atividades, horários, locais), que são bem vindas e que vão receber orientação na sua primeira visita, sendo portanto bem acolhidas, demonstrando simpatia, amparo e que entendam claramente suas necessidades

14 3º Encontro: nov/2010 (Mini-Congresso-cont.)
2.A fase de RETENÇÃO é a mais difícil de todas, pois exige virtudes como ouvir, sondar, consultar, sempre com muita transparência e, em contrapartida, oferecer explicações, compartilhar   opinião, dar satisfação.

15 3º Encontro: nov/2010 (Mini-Congresso-cont.)
3...manter as pessoas ocupadas, oferecendo-lhe projetos que reforçam os vínculos levando ao comprometimento dos trabalhadores, dando-lhe responsabilidades como por exemplo: participação concreta nas atividades de assistência social oferecidas pela casa, ou então em  seminários e congressos, realização de estágios acompanhados, etc.

16 Slide by Marcos Moreira
GESTÃO

17 REUNIÃO DE HOJE PAUTA 2.Resumos  palavras-chave
1 Memória dos 3 eventos anteriores:matéria - prima valiosíssima 2.Resumos  palavras-chave 3.Certificação & Governança 4.Sustentabilidade na Casa Espírita papel do SER HUMANO 5.Modelo para Gestão de Voluntários: direcionamento... sem engessar...+ boas práticas 7.Papel preponderante do COORDENADOR de VOLUNTÁRIOS

18 REUNIÃO DE HOJE PAUTA 2.Resumos  palavras-chave 
1 Memória dos 3 eventos anteriores:matéria - prima valiosíssima  2.Resumos  palavras-chave  3.Certificação & Governança 4.Sustentabilidade na Casa Espírita papel do SER HUMANO

19 Conceitos 1.Governança : maior transparência na administração
2. Sustentabilidade :tornar perene no tempo a organização, focando sua Missão no ser humano , estendendo-a ao meio ambiente e não descuidando do econômico 3.Melhoria Contínua : adoção de Indicadores de Desempenho que monitoram e corrigem o curso originalmente planejado 4.Certificação:confirmação por entidade de homologação especializada que os processos estão devidamente registrados e efetivamente em uso ,sendo conhecidos por todos os seus participantes.

20 III - SUSTENTABILIDADE
GOVERNANÇA , o que é? PROJETOS RELACIONAMENTO MELHORIA CONTÍNUA GOVERNANÇA III - SUSTENTABILIDADE I -GESTÃO & CONTROLE da ORGANIZAÇÃO perseguir sempre bons resultados! Meio Ambiente Consumo Consciente INDICADORES INFORMAÇÃO PRECISA II - TRANSPARÊNCIA COMUNICAÇÃO EFETIVA

21

22 4 em 1 da CICA

23 EXEMPLO

24 EXEMPLO NOSSO FUTURO COMUM Meta de Chegada: Janeiro/2014
50 anos de fundação do GEB EXEMPLO

25 SUSTENTABILIDADE Plataforma para todo o Sempre
COORDENADOR & EQUIPES NÚCLEO DE VOLUNTÁRIOS INDICADORES MODELO DE GESTÃO EXEMPLO MÓDULOS DE CAPACITAÇÃO RETRATO 3X4 LÍDERES & SUB-LÍDERES SUCESSÃO TRANSFUSÃO DE SANGUE INDICADORES TALENTOS: ANÁLISE do POTENCIAL NOSSO FUTURO COMUM

26 REUNIÃO DE HOJE PAUTA 2.Resumos  palavras-chave 
1 Memória dos 3 eventos anteriores:matéria - prima valiosíssima  2.Resumos  palavras-chave  3.Certificação & Governança  4.Sustentabilidade na Casa Espírita papel do SER HUMANO  5.Modelo de Gestão de Voluntários

27 e afixam os adesivos no banner
DINÂMICA 2 Os participantes recebem 10 adesivos de Post-It cada um , anotam problemas ou sugestões relacionados ao tema de Gestão de Voluntários dentro de sua entidade e afixam os adesivos no banner

28 Modelo híbrido : Programa CVSP * + Práticas GEB/ CEI BATUÍRA
Gestão de Voluntários Modelo híbrido : Programa CVSP * + Práticas GEB/ CEI BATUÍRA Conforme consulta no site do CVSP/Curso Gestão de Programa de Voluntariado em Organizações Sociais (acesse )

29 Travessia

30 Travessia ..em rumo à Certificação
Inspiração Quando se navega sem destino,nenhum vento é favorável (Sêneca)  Travessia ..em rumo à Certificação  in “ À procura de um Tesouro “ ,pág.7 edição fev.2010-Mundo Jovem,um Jornal de Idéias

31 A Travessia é do tamanho da Vida !
“Não há começo.Não há fim. Só a travessia. E, se queremos descobrir a verdade ...ela terá de ser descoberta ...no meio da travessia “ Neidson Rodrigues,1992 In Proposta Pedagógica E.E.Oswaldo Aranha , 2008 apud EDUCAÇÃO: DA FORMAÇÃO HUMANA À CONSTRUÇÃO DO SUJEITO ÉTICO por Neidson Rodrigues

32 Antes de entrar a bordo Gestão

33 Gestão é facilitação Gestão:não obriga o voluntário a mudar sua forma de trabalhar, mas garante uniformidade no trabalho,acolhimento que se quer cristão Indicadores,ou estão OK, ou estão not OKcorreção de curso Gestão=Disciplina =Limites=definição clara( o que?quando?como?onde?) Voluntários que querem fazer o que querem, do jeito que querem ...melhor ficar em casa

34 Atenção para a Diversidade da tripulação
diferenças de abordagem:doutrinária, assistencial,educacional ou de saúde diversidade de: >Local :bairro central ou mais afastado >Faixa etária:jovem,adulto ou idoso >Sexo:todos >Escolaridade:todos os níveis

35 Como atingir o porto de chegada? Pontos + importantes
VONTADE Motivação + Integração + Treinamento & capacitação + Visão dos benefícios ( a si próprio e ao próximo)

36 PLANO de NAVEGAÇÃO Seqüência Etapa 1 Legislação 2 Termo de Adesão 3
Coordenador 4 Manual do Voluntário / Regimento Interno 5 Descrição de Atividades 6 Identificação (Crachá , Uniforme, etc.) 7 Calendário,Programação Mensal,Registro Presença 8 Comunicação(Mural,Jornal,Site-link,etc.) 9 Capacitação 10 Integração & Oportunidades de melhoria

37 1 . Legislação LEI DO SERVIÇO VOLUNTÁRIO
Lei nº de 18 de Fevereiro de 1998 (Publicada no Diário Oficial da União de 19 de fevereiro de 1998)

38 Lei do Serviço Voluntário

39 2 .Termo de Adesão Serviço é voluntário, pressupõe- se como gratuito,não sujeito a pagamento de qualquer espécie Sempre é bom tomar precauções,não assumir riscos, pedindo assinatura do termo de adesão a todos os voluntários, sem exceção, antes deles assumirem qualquer tarefa, mesmo as mais simples

40 3. Coordenador Nós precisamos de você !

41 4a. Manual do Voluntário EXEMPLO

42 Manual do Voluntário/ Sugestão de Conteúdo
Seqüência Componentes 1 Boas Vindas e Histórico e filosofia de trabalho da entidade e da Unidade /setor em questão 2 Direitos do Voluntário 3 Responsabilidades do Voluntário 4 O que é Trabalho Voluntário? 5 Dicas aos Voluntários 6 Áreas de atuação dos Voluntários nesta Unidade 7 Apêndice-Lei do Serviço Voluntário 8 Ficha de cadastro e Termo de Adesão de Serviço Voluntário

43 Boas Vindas +Histórico
EXEMPLO

44 Direitos do Voluntário
EXEMPLO

45 Responsabilidades do Voluntário
EXEMPLO

46 O que é Trabalho Voluntário?

47 Dicas aos Voluntários EXEMPLO

48 Áreas de Atuação nesta Unidade
EXEMPLO

49 Ficha de cadastro -Frente
EXEMPLO

50 Ficha de cadastro-Verso
EXEMPLO

51 Sub-Produto 1 Cadastro da Equipe
EXEMPLO

52 Sub-Produto 2: Quadro de Aniversariantes
EXEMPLO

53 Regimento Interno EXEMPLO

54 4b.Regimento Interno

55 Regim.Interno -Detalhes

56 5. Descrição de Atividades
>>Descrição clara das atividades a serem realizadas,de que forma , com quais recursos,quando e onde

57 6. Identificação Crachá (obrigatório) Uniforme (opcional)

58 7.Calendário,Programação e Registro de Presença
EXEMPLO

59 8.Comunicação exclusiva
> Cartaz de boas vindas >Mural de Notícias >Jornal

60 Jornal de 2 a 7 ,virando manchete
EXEMPLO

61 Jornal de 2 a 7 ,virando manchete
EXEMPLO

62 9. Capacitação >treinar,treinar,treinar... >capacitar,capacitar, capacitar,... >temos que ser os melhores,faça chuva ou faça sol

63 Matriz de Capacitação & Treinamento da Equipe
EXEMPLO

64 Sub-produto 1 Indicador de Horas de Capacitação
EXEMPLO

65 10.Integração & Oportunidades de Melhoria

66 Exemplos de Integração & Oportunidades de Melhoria >> Reuniões Equipe

67 Concurso de design do logotipo CEI BATUÍRA 2003
EXEMPLO

68 Batuira Centro Educação I n f a n t i l

69 Centro de Educação Infantil

70 Centro de Educação Infantil
Batuíra Centro de Educação Infantil

71 Centro Educação Infantil Batuíra

72 Educação Infantil de Batuira Centro

73 CENTRO EDUCAÇÃO C R H E NFANTIL B T U I A

74 Centro de Educação Infantil

75 de Centro Educação G B E Infantil

76 O desenho vencedor autora:Bia /Web-designer:Nãna

77 Exemplos de Integração & Oportunidades de Melhoria >> Sondagem de Pontos Fortes e Fracos Matriz SWOT

78 Estratégia de Montagem do Plano de Gestão 2006/2009
EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS “Educação & Cursos” Estratégia de Montagem do Plano de Gestão 2006/2009 E&C_estrategia_gestao2006_10_ed281106

79 EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS www.geb.org.br
Gestão 2006/09 Quo Vadis ? Plano de Gestão 2006/09

80 Área de Educação & Cursos Doutrinários
EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09 Organização Gestão 2006/09 Área de Educação & Cursos Doutrinários Curso Básico de Espiritismo/CBE Centro de Orientação ,Educação e Estudos Mediúnicos/ COEEM Centro de Educação Infantil / Creche Educação Espírita Infantil Grupos de Estudo de Livros (Livro dos Espíritos/Evangelho/Gênese/ Codificação) Seminários Palestras Mocidade

81 “... nós acreditamos cada vez mais no trabalho em Grupo”
Inspiração EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09 “... nós acreditamos cada vez mais no trabalho em Grupo” Geraldo Ribeiro

82 SWOT : o que é? EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09 O objetivo maior da Análise SWOT é identificar, dentro de um processo,projeto, sistema ou objeto de análise os seus : S para Pontos Fortes STRENGHTS causas da boa imagem W para Pontos Fracos WEAKNESSES  precisa melhorar / dificuldades O para Oportunidades OPPORTUNITIES sugestões / e se fizéssemos assim? T para Desafios THREATS metas difíceis para o futuro

83 Pontos de Análise (alguns !)
EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09 Instalações Físicas/ Equipamentos Equipe de Coordenação/ Monitores Corpo de Alunos Material Pedagógico/ Apostila Outros Aspectos Conexões c/ outros Trabalhos GEB Seminários/ Atividades “extra-curriculares”

84 EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS www.geb.org.br
Gestão 2006/09 SWOT por Tema Central Gestão da Equipe Organização Do Setor Espaço Físico/ Instalações Gestão dos Alunos Matrícula Novos alunos Temas são meros exemplos Finanças & Orçamento Classificação por Temas comuns Projeto Pedagógico Relacionamento Intercâmbio Comunicação Grupo de Pais Outros Projetos de Crescimento Material Pedagógico de apoio

85 Resultados SWOT: Coleção de Sugestões
EXEMPLO

86 Exemplos de Integração & Oportunidades de Melhoria >> Levantamento de Sugestões e Reclamações

87 Exemplo

88 Receita de Bolo: Creche 2005
Problemas : “isto me atrapalha”

89 Receita de Bolo: Creche 2005
Sugestões: “ e se a gente mudasse para...”

90 Receita de Bolo: Creche 2005
Críticas: “não gosto deste jeito, eu faria de outra forma”

91 Receita de Bolo: Creche 2005
Elogios : “perfeito ! “

92 Receita de Bolo 4 páginas /~70 Idéias

93 Exemplos de Evento de Integração & Oportunidades de Melhoria  Juntando o que deve ser juntado/Simbologia >Pororoca >Café com leite >Arroz com feijão

94 Pororoca: o que é isso?

95 Tema Central Pororocaonda de arrebentação, de grande altura e efeito,forte estrondo...um vagalhão imenso, como um Niágara,avançando rio adentro... Encontro das águas : Rioescuras/calmas/doces Marclaras/agitadas/salgadas

96 A Pororoca já pororocou?
Se pororocou , então... não "desmistura "mais

97 Vamos pororocar todos eles?
Funcionários: dedicação integral + Voluntários: dedicação parcial Trabalhadores dedicados Ligação + Mistura + Mescla + = União

98 Café com Leite Café com Leite. Sem café,não tem ... sem leite,também !
Guilherme Correa Lopes/2003 Café com Leite. Sem café,não tem ... sem leite,também !

99 Ao gosto do freguês... Café puro sem leite Leite puro sem café
Leite puro bem quente Leite puro geladinho Café com leite,bem forte Leite com café, bem clarinho ... e outras combinações ,um pouquinho mais desse, um pouquinho menos daquele!

100 põe os dois sempre juntos,
Arroz com Feijão Sem feijão,é risoto Sem arroz,é tutú põe os dois sempre juntos, fica bom p'ra chuchú!

101

102 O que realmente importa é o resultado
Separados são diferentes; misturados, se completam, se combinam muito bem

103 Como é nossa equipe? Funcionários: dedicação integral
“olhar” verticalizado na sua função idéia parcial de conjunto tempo comum só nas reuniões pedagógicas Voluntários: dedicação não em tempo integral “olhar” parcial idéia “esfumaçada” da nossa Organização sem momentos comuns com resto da equipe

104 põe os dois sempre juntos,
Arroz com Feijão Sem feijão,é risoto Sem arroz,é tutú põe os dois sempre juntos, fica bom p'ra chuchú!

105 Quando o arroz encontra com o feijão?
Como juntar ? Encontro trabalhadores Em  2 encontros , agosto e dezembro, em sábados Em  4 encontros trimestrais, às 4a.s feiras, junto com as Reuniões Pedagógicas  garantir o ARROZ com FEIJÃO

106 II Encontro dos Trabalhadores do CEI/ Creche Batuíra 04/dezembro /2004
Senta, que lá vem história !

107 II Encontro dos Trabalhadores do CEI/ Creche Batuíra 04/dezembro /2004
Senta, que lá vem história ! Raciocínio Compreensão Conhecimento Saber pensar Linguagem Atenção Informação Fantasia Aventura Identidade Sonho Reflexão Emoções

108 Senta, que lá vem história !
Roteiro Começo... Meio ... Fim ...

109 Senta, que lá vem história !
História do que?

110 Senta, que lá vem história !
Começo... Meio ... Fim...

111 Senta, que lá vem história !
Personagens ? Quem? Você conheceu?

112 Senta, que lá vem história !
Como começou?

113 Senta, que lá vem história !
Como funcionava?

114 Senta, que lá vem história !
Onde ficava ?

115 Senta, que lá vem história !
Vão entrando personagens novos?

116 Senta, que lá vem história !
tem um Final ?

117 Senta, que lá vem história !
moral da história?

118 Senta, que lá vem história !
Essa tal de Creche, que o povo em volta de Batuíra chama Guarda em seus 20 anos de história muitos rostos,quase mil, Nomes nem tanto ,que de se repetirem tanto ,criaram fama Nossa cabeça não lembra...é: a danada da lembrança fugiu. Mas não faz mal não, se as crianças devagarinho se vão ... Vão embora não digo, porque no peito apita a saudade malvada Que mesmo se eles um dia não voltarem p’ro nosso chão, P’ra ganhar um novo abraço forte de emoção, Estarão sempre morando aqui por dentro, sempre pequeninos, Como Peter Pan, que crescer não queria,como eterno chefe dos meninos, Que juntos bulindo vão, à vontade , na memória do nosso coração. E que dizer das amizades, da turma que a gente não se esquece, Das rotinas, dos banhos, das aulas, dos pátios, da hora da prece, Das crianças barulhando como bando de periquitos amestrados, guiados, amparados, por mãos como de mães, muito treinadas, Dos funcionários de todo santo dia,dos santos voluntários de plantão, que juntos numa equipe só, misturam-se , completam-se, Menos domingo e sábado, que descanso merecido esses dois dias são. Ah!eu não troco por nada , este time campeão, Talvez igual a eles, só o velho arroz com feijão ! II Encontro Trabalhadores da Creche em 4/12/2004

119 Travessia

120 PLANO de NAVEGAÇÃO Seqüência Etapa 1 Legislação 2 Termo de Adesão 3
Coordenador 4 Manual do Voluntário / Regimento Interno 5 Descrição de Atividades 6 Identificação (Crachá , Uniforme, etc.) 7 Calendário,Programação Mensal,Registro Presença 8 Comunicação(Mural,Jornal,Site-link,etc.) 9 Capacitação 10 Integração & Oportunidades de melhoria

121 Rota do Voluntariado Legislação Termo de Coordenador Adesão Descrição
de Atividades Integração Oportunidades de melhorias Identificação Rota do Voluntariado Manual do Voluntário Regimento Interno Comunicação Calendário Programação Registro presença Capacitação

122 A Travessia é do tamanho da Vida
Não há começo.Não há fim. Só a travessia. COORDENADOR PROCURA -SE


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