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Ronaldo M.Lopes [ 1. 3 ° ENCONTRO DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL 15/MAIO/2011 2.

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1 Ronaldo M.Lopes [ 1

2 3 ° ENCONTRO DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL 15/MAIO/2011 2

3 Ronaldo M.Lopes [ GESTÃO DE VOLUNTÁRIOS: RETRATO FALADO 3 ° ENCONTRO DEPARTAMENTO ASSISTENCIAL 15/MAIO/2011 USE LAPA Ronaldo M.Lopes / USE LAPA / GRUPO ESPÍRITA BATUÍRA 3

4 Ronaldo M.Lopes [ Retrato Falado Aurélio : reconstituição dos traços fisionômicos ou de outros sinais característicos de uma pessoa desconhecida,por meio das informações de testemunhas, em geral para facilitar sua identificação... ? 4

5 Ronaldo M.Lopes [ 5

6 DINÂMICA 1 6

7 Ronaldo M.Lopes [ Puxando pela Memória 7

8 Ronaldo M.Lopes [ 1º Encontro: ago/2010 Neusa Sauaia, psicóloga e diretora da ONG Núcleo Espiral (www.nucleoespiral.org.br),... abordando 2 ângulos muito ligados à prática da verdadeira Assistência Social pelas Casas:www.nucleoespiral.org.br a)o papel do voluntário voltado para o CUIDAR traz mais resultados quando ele se compromete e se envolve emocionalmente,transformando-se em fonte de proteção e segurança para o outro; b)a abordagem para com o assistido voltada para a RESILIÊNCIA pode permitir mais facilmente ultrapassar as dificuldades e obstáculos, por mais fortes e traumáticos que tenham sido. 8

9 Ronaldo M.Lopes [ 1º Encontro: ago/2010 (cont.) A mesa redonda formada na parte final do evento permitiu a troca de experiências e,principalmente,apontou para possibilidades de trabalho conjunto e complementar entre as Casas. Nas palavras de um dos participantes : Percebemos que temos muito para aprender e para doar, é fato... casas tão perto e tão longe de nós ao mesmo tempo... 9

10 Ronaldo M.Lopes [ 2º Encontro: nov/ promoveu-se um fórum entre os presentes para se discutir inicialmente o papel e os objetivos do DAPSE- Departamento de Assistência e Promoção Social Espírita.Consolidou-se a opinião que os voluntários que se especializam nessa área tem a necessidade de serem previamente qualificados, precisando aprender a como acolher as pessoas que procuram atendimento, além de guardar identificação com o trabalho a ser realizado.Igualmente é necessário ser definido claramente qual o foco do trabalho. Para mais detalhes acesse 10

11 Ronaldo M.Lopes [ (cont.) >>é fundamental promover-se o vínculo espiritual da equipe, encaminhando-se todos os voluntários ao estudo da Doutrina e do Evangelho. O binômio teoria + prática leva não só ao entendimento do que se estuda, mas serve também para despertar um comprometimento com o trabalho assumido,agregando-se a Caridade no acolhimento e no relacionamento com todos,sejam assistidos, voluntários ou dirigentes; >>... Nesse sentido é importante que a USE-LAPA continue com o trabalho iniciado nesse ano de Mapeamento completo das atividades oferecidas pelas Casas e, em seguida, pense na possibilidade de criação de um Banco de Dados de voluntários, de forma a que os voluntários possam oferecer seus talentos >>... o voluntário espírita deve aprender a vestir outras camisas, afinal somos líderes e multiplicadores,devemos divulgar mais esses trabalhos de parceria entre as casas, não devemos ter medo de perder voluntários,caso eles façam algumas atividades em outras entidades 2º Encontro: nov/

12 Ronaldo M.Lopes [ Apresentação de Marcos Moreira Sucesso da casa Espírita -O que atrai e retém os trabalhadores Ele apontou 3 Fatores que influenciam a atração e a retenção de freqüentadores e trabalhadores da casa espírita, distribuídos por sua vez em 3 movimentos distintos(atração do novo freqüentador, manutenção do mesmo ao longo do tempo e retenção definitiva, ou seja, ação de se evitar sua saída, fixando-o pelos diversos trabalhos da casa, ou como voluntário ou até como candidato potencial para ser capacitado como futuro dirigente) Para mais detalhes acesse 3º Encontro: nov/2010 (Mini-Congresso) 12

13 Ronaldo M.Lopes [ 1.COMUNICAÇÃO/ACOLHIMENTO :As pessoas precisam saber :que a casa existe (localização, como chegar), o que a casa oferece (programa de atividades, horários, locais), que são bem vindas e que vão receber orientação na sua primeira visita, sendo portanto bem acolhidas, demonstrando simpatia, amparo e que entendam claramente suas necessidades 3º Encontro: nov/2010 (Mini-Congresso-cont.) 13

14 Ronaldo M.Lopes [ 2.A fase de RETENÇÃO é a mais difícil de todas, pois exige virtudes como ouvir, sondar, consultar, sempre com muita transparência e, em contrapartida, oferecer explicações, compartilhar opinião, dar satisfação. 3º Encontro: nov/2010 (Mini-Congresso-cont.) 14

15 Ronaldo M.Lopes [ 3...manter as pessoas ocupadas, oferecendo-lhe projetos que reforçam os vínculos levando ao comprometimento dos trabalhadores, dando-lhe responsabilidades como por exemplo: participação concreta nas atividades de assistência social oferecidas pela casa, ou então em seminários e congressos, realização de estágios acompanhados, etc. 3º Encontro: nov/2010 (Mini-Congresso-cont.) 15

16 Ronaldo M.Lopes [ Slide by Marcos Moreira 16

17 Ronaldo M.Lopes [ REUNIÃO DE HOJE PAUTA 1 Memória dos 3 eventos anteriores:matéria - prima valiosíssima 2.Resumos palavras-chave 3.Certificação & Governança 4.Sustentabilidade na Casa Espírita papel do SER HUMANO 5.Modelo para Gestão de Voluntários: direcionamento... sem engessar...+ boas práticas 7.Papel preponderante do COORDENADOR de VOLUNTÁRIOS 1. 17

18 Ronaldo M.Lopes [ REUNIÃO DE HOJE PAUTA 1 Memória dos 3 eventos anteriores:matéria - prima valiosíssima 2.Resumos palavras-chave 3.Certificação & Governança 4.Sustentabilidade na Casa Espírita papel do SER HUMANO 1. 18

19 Ronaldo M.Lopes [ 1.Governança : maior transparência na administração 2. Sustentabilidade :tornar perene no tempo a organização, focando sua Missão no ser humano, estendendo-a ao meio ambiente e não descuidando do econômico 3.Melhoria Contínua : adoção de Indicadores de Desempenho que monitoram e corrigem o curso originalmente planejado 4.Certificação:confirmação por entidade de homologação especializada que os processos estão devidamente registrados e efetivamente em uso,sendo conhecidos por todos os seus participantes. Conceitos 19

20 Ronaldo M.Lopes [ GOVERNANÇA, o que é? I -GESTÃO & CONTROLE da ORGANIZAÇÃO II - TRANSPARÊNCIA III - SUSTENTABILIDADE MELHORIACONTÍNUA INDICADORES INFORMAÇÃOPRECISA COMUNICAÇÃOEFETIVA Meio Ambiente Consumo Consciente perseguir sempre bons resultados! PROJETOSRELACIONAMENTO 20

21 Ronaldo M.Lopes [ 21

22 Ronaldo M.Lopes [ 4 em 1 da CICA 22

23 Ronaldo M.Lopes [ 23

24 Ronaldo M.Lopes [ NOSSO FUTURO COMUM Meta de Chegada: Janeiro/ anos de fundação do GEB 24

25 Ronaldo M.Lopes [ SUSTENTABILIDADE Plataforma para todo o Sempre NÚCLEO DE VOLUNTÁRIOS SUCESSÃO TRANSFUSÃO DE SANGUE NOSSO FUTURO COMUM COORDENADOR & EQUIPES RETRATO 3X4 LÍDERES & SUB- LÍDERES MODELO DE GESTÃO TALENTOS: ANÁLISE do POTENCIAL INDICADORES MÓDULOS DE CAPACITAÇÃO 25

26 Ronaldo M.Lopes [ REUNIÃO DE HOJE PAUTA 1 Memória dos 3 eventos anteriores:matéria - prima valiosíssima 2.Resumos palavras-chave 3.Certificação & Governança 4.Sustentabilidade na Casa Espírita papel do SER HUMANO 5.Modelo de Gestão de Voluntários 1. 26

27 Ronaldo M.Lopes [ DINÂMICA 2 27 Os participantes recebem 10 adesivos de Post-It cada um, anotam problemas ou sugestões relacionados ao tema de Gestão de Voluntários dentro de sua entidade e afixam os adesivos no banner

28 Ronaldo M.Lopes [ Gestão de Voluntários Modelo híbrido : Programa CVSP * + Práticas GEB/ CEI BATUÍRA Conforme consulta no site do CVSP/Curso Gestão de Programa de Voluntariado em Organizações Sociais (acesse ) 28

29 Ronaldo M.Lopes [ Travessia 29

30 Ronaldo M.Lopes [ 30 Inspiração Travessia..em rumo à Certificação Quando se navega sem destino,nenhum vento é favorável (Sêneca) in À procura de um Tesouro,pág.7 edição fev.2010-Mundo Jovem,um Jornal de Idéias

31 Ronaldo M.Lopes [ A Travessia é do tamanho da Vida ! Não há começo.Não há fim. Só a travessia. E, se queremos descobrir a verdade...ela terá de ser descoberta...no meio da travessia Neidson Rodrigues, In Proposta Pedagógica E.E.Oswaldo Aranha, 2008 apud EDUCAÇÃO: DA FORMAÇÃO HUMANA À CONSTRUÇÃO DO SUJEITO ÉTICO por Neidson Rodrigues

32 Ronaldo M.Lopes [ Antes de entrar a bordo Gestão 32

33 Ronaldo M.Lopes [ Gestão é facilitação Gestão:não obriga o voluntário a mudar sua forma de trabalhar, mas garante uniformidade no trabalho,acolhimento que se quer cristão Indicadores,ou estão OK, ou estão not OK correção de curso Gestão=Disciplina =Limites=definição clara( o que?quando?como?onde?) Voluntários que querem fazer o que querem, do jeito que querem...melhor ficar em casa 33

34 Ronaldo M.Lopes [ Atenção para a Diversidade da tripulação diferenças de abordagem:doutrinária, assistencial,educacional ou de saúde diversidade de: >Local :bairro central ou mais afastado >Faixa etária:jovem,adulto ou idoso >Sexo:todos >Escolaridade:todos os níveis 34

35 Ronaldo M.Lopes [ Como atingir o porto de chegada? Pontos + importantes VONTADE Motivação + Integração + Treinamento & capacitação + Visão dos benefícios ( a si próprio e ao próximo) 35

36 Ronaldo M.Lopes [ PLANO de NAVEGAÇÃO Seqüência Etapa 1Legislação 2Termo de Adesão 3Coordenador 4Manual do Voluntário / Regimento Interno 5Descrição de Atividades 6Identificação (Crachá, Uniforme, etc.) 7Calendário,Programação Mensal,Registro Presença 8Comunicação(Mural,Jornal,Site-link,etc.) 9Capacitação 10Integração & Oportunidades de melhoria 36

37 Ronaldo M.Lopes [ 1. Legislação LEI DO SERVIÇO VOLUNTÁRIO Lei nº de 18 de Fevereiro de 1998 (Publicada no Diário Oficial da União de 19 de fevereiro de 1998) 37

38 Ronaldo M.Lopes [ Lei do Serviço Voluntário 38

39 Ronaldo M.Lopes [ 2.Termo de Adesão Serviço é voluntário, pressupõe- se como gratuito,não sujeito a pagamento de qualquer espécie Sempre é bom tomar precauções,não assumir riscos, pedindo assinatura do termo de adesão a todos os voluntários, sem exceção, antes deles assumirem qualquer tarefa, mesmo as mais simples 39

40 Ronaldo M.Lopes [ 3. Coordenador Nós precisamos de você ! 40

41 Ronaldo M.Lopes [ 4a. Manual do Voluntário 41

42 Ronaldo M.Lopes [ Manual do Voluntário/ Sugestão de Conteúdo Seqüência Componentes 1Boas Vindas e Histórico e filosofia de trabalho da entidade e da Unidade /setor em questão 2Direitos do Voluntário 3Responsabilidades do Voluntário 4O que é Trabalho Voluntário? 5Dicas aos Voluntários 6Áreas de atuação dos Voluntários nesta Unidade 7Apêndice-Lei do Serviço Voluntário 8Ficha de cadastro e Termo de Adesão de Serviço Voluntário 42

43 Ronaldo M.Lopes [ Boas Vindas +Histórico 43

44 Ronaldo M.Lopes [ Direitos do Voluntário 44

45 Ronaldo M.Lopes [ Responsabilidades do Voluntário 45

46 Ronaldo M.Lopes [ O que é Trabalho Voluntário? 46

47 Ronaldo M.Lopes [ Dicas aos Voluntários 47

48 Ronaldo M.Lopes [ Áreas de Atuação nesta Unidade 48

49 Ronaldo M.Lopes [ Ficha de cadastro - Frente 49

50 Ronaldo M.Lopes [ Ficha de cadastro-Verso 50

51 Ronaldo M.Lopes [ Sub-Produto 1 Cadastro da Equipe 51

52 Ronaldo M.Lopes [ Sub-Produto 2: Quadro de Aniversariantes 52

53 Ronaldo M.Lopes [ Regimento Interno 53

54 Ronaldo M.Lopes [ 4b.Regimento Interno 54

55 Ronaldo M.Lopes [ Regim.Interno -Detalhes 55

56 Ronaldo M.Lopes [ 5. Descrição de Atividades >>Descrição clara das atividades a serem realizadas,de que forma, com quais recursos,quando e onde 56

57 Ronaldo M.Lopes [ 6. Identificação Crachá (obrigatório) Uniforme (opcional) 57

58 Ronaldo M.Lopes [ 7.Calendário,Programação e Registro de Presença 58

59 Ronaldo M.Lopes [ 8.Comunicação exclusiva > Cartaz de boas vindas >Mural de Notícias >Jornal 59

60 Ronaldo M.Lopes [ Jornal de 2 a 7,virando manchete 60

61 Ronaldo M.Lopes [ Jornal de 2 a 7,virando manchete 61

62 Ronaldo M.Lopes [ 9. Capacitação >treinar,treinar,treinar... >capacitar,capacitar, capacitar,... >temos que ser os melhores,faça chuva ou faça sol 62

63 Ronaldo M.Lopes [ Matriz de Capacitação & Treinamento da Equipe 63

64 Ronaldo M.Lopes [ Sub-produto 1 Indicador de Horas de Capacitação 64

65 Ronaldo M.Lopes [ 10.Integração & Oportunidades de Melhoria 65

66 Ronaldo M.Lopes [ Exemplos de Integração & Oportunidades de Melhoria >> Reuniões Equipe 66

67 Ronaldo M.Lopes [ Concurso de design do logotipo CEI BATUÍRA 2003 Concurso de design do logotipo_

68 Ronaldo M.Lopes [ Centro Educação I n f a n t i l 68

69 Ronaldo M.Lopes [ Educação Infantil Centro de 69

70 Ronaldo M.Lopes [ Centro de Educação Infantil 70

71 Ronaldo M.Lopes [ 71

72 Ronaldo M.Lopes [ Batuira Centro de 72

73 Ronaldo M.Lopes [ CENTRO EDUCAÇÃO CRCHECRCHE NFANTIL BTUIRABTUIRA 73

74 Ronaldo M.Lopes [ Centro de Educação Infantil 74

75 Ronaldo M.Lopes [ Centro de Educação B Infantil E G 75

76 Ronaldo M.Lopes [ O desenho vencedor autora:Bia /Web-designer:Nãna 76

77 Ronaldo M.Lopes [ Exemplos de Integração & Oportunidades de Melhoria >> Sondagem de Pontos Fortes e Fracos Matriz SWOT 77

78 Ronaldo M.Lopes [ 78 Educação & Cursos Educação & Cursos Estratégia de Montagem do Plano de Gestão 2006/2009 EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS E&C_estrategia_gestao2006_10_ed281106

79 Ronaldo M.Lopes [ 79 Quo Vadis ? Plano de Gestão 2006/09 EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09

80 Ronaldo M.Lopes [ 80 Área de Educação & Cursos Doutrinários Curso Básico de Espiritismo/CBE Curso Básico de Espiritismo/CBE Centro de Orientação,Educação e Estudos Mediúnicos/ COEEM Centro de Orientação,Educação e Estudos Mediúnicos/ COEEM Centro de Educação Infantil / Creche Centro de Educação Infantil / Creche Educação Espírita Infantil Educação Espírita Infantil Grupos de Estudo de Livros (Livro dos Espíritos/Evangelho/Gênese/ Codificação) Grupos de Estudo de Livros (Livro dos Espíritos/Evangelho/Gênese/ Codificação) Seminários Seminários Palestras Palestras Mocidade Mocidade Organização Gestão 2006/09 EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09

81 Ronaldo M.Lopes [ 81 Inspiração Inspiração... nós acreditamos cada vez mais no trabalho em Grupo Geraldo Ribeiro EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09

82 Ronaldo M.Lopes [ 82 SWOT : o que é? SWOT : o que é? O objetivo maior da Análise SWOT é identificar, dentro de um processo,projeto, sistema ou objeto de análise os seus : S STRENGHTS causas da boa imagem S para Pontos Fortes STRENGHTS causas da boa imagem W WEAKNESSES precisa melhorar / dificuldades W para Pontos Fracos WEAKNESSES precisa melhorar / dificuldades O OPPORTUNITIES sugestões / e se fizéssemos assim? O para Oportunidades OPPORTUNITIES sugestões / e se fizéssemos assim? T THREATS metas difíceis para o futuro T para Desafios THREATS metas difíceis para o futuro EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09

83 Ronaldo M.Lopes [ 83 Pontos de Análise (alguns !) Instalações Físicas/ Equipamentos Instalações Físicas/ Equipamentos Seminários/ Atividades extra-curriculares Seminários/ Atividades extra-curriculares Material Pedagógico/ Apostila Material Pedagógico/ Apostila Conexões c/ outros Trabalhos GEB Conexões c/ outros Trabalhos GEB Corpo de Alunos Equipe de Coordenação/ Monitores Equipe de Coordenação/ Monitores Outros Aspectos Outros Aspectos EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09

84 Ronaldo M.Lopes [ 84 EDUCAÇÃO & CURSOS DOUTRINÁRIOS Gestão 2006/09 SWOT por Tema Central Classificação por Temas comuns Espaço Físico/ Instalações Finanças & Orçamento Grupo de Pais Relacionamento Intercâmbio Comunicação Projeto Pedagógico Organização Do Setor Gestão da Equipe Projetos de Crescimento Matrícula Novos alunos Material Pedagógico de apoio Outros Gestão dos Alunos

85 Ronaldo M.Lopes [ Resultados SWOT: Coleção de Sugestões 85

86 Ronaldo M.Lopes [ Exemplos de Integração & Oportunidades de Melhoria >> Levantamento de Sugestões e Reclamações 86

87 Ronaldo M.Lopes [ Exemplo 87

88 Ronaldo M.Lopes [ Receita de Bolo: Creche 2005 Problemas : isto me atrapalha 88

89 Ronaldo M.Lopes [ Receita de Bolo: Creche 2005 Sugestões: e se a gente mudasse para... 89

90 Ronaldo M.Lopes [ Receita de Bolo: Creche 2005 Críticas: não gosto deste jeito, eu faria de outra forma 90

91 Ronaldo M.Lopes [ Receita de Bolo: Creche 2005 Elogios : perfeito ! 91

92 Ronaldo M.Lopes [ Receita de Bolo 4 páginas /~70 Idéias 92

93 Ronaldo M.Lopes [ Exemplos de Evento de Integração & Oportunidades de Melhoria Juntando o que deve ser juntado/Simbologia >Pororoca >Café com leite >Arroz com feijão 93

94 Ronaldo M.Lopes [ Pororoca: o que é isso? 94

95 Ronaldo M.Lopes [ Tema Central Pororoca onda de arrebentação, de grande altura e efeito,forte estrondo...um vagalhão imenso, como um Niágara,avançando rio adentro... Encontro das águas : Rio escuras/calmas/doces Mar claras/agitadas/salgadas 95

96 Ronaldo M.Lopes [ A Pororoca já pororocou? 96

97 Ronaldo M.Lopes [ Vamos pororocar todos eles? Funcionários: dedicação integral + Voluntários: dedicação parcial Trabalhadores dedicados 97

98 Ronaldo M.Lopes [ Café com Leite Guilherme Correa Lopes/

99 Ronaldo M.Lopes [ Ao gosto do freguês... Café puro sem leite Leite puro sem café Leite puro bem quente Leite puro geladinho Café com leite,bem forte Leite com café, bem clarinho... e outras combinações,um pouquinho mais desse, um pouquinho menos daquele! 99

100 Ronaldo M.Lopes [ Arroz com Feijão 100

101 Ronaldo M.Lopes [ 101

102 Ronaldo M.Lopes [ O que realmente importa é o resultado 102

103 Ronaldo M.Lopes [ Como é nossa equipe? Funcionários: dedicação integral olhar verticalizado na sua função idéia parcial de conjunto tempo comum só nas reuniões pedagógicas Voluntários: dedicação não em tempo integral olhar parcial idéia esfumaçada da nossa Organização sem momentos comuns com resto da equipe 103

104 Ronaldo M.Lopes [ Arroz com Feijão 104

105 Ronaldo M.Lopes [ Quando o arroz encontra com o feijão? Em encontros, agosto e dezembro, em sábados Em encontros trimestrais, às 4a.s feiras, junto com as Reuniões Pedagógicas garantir o ARROZ com FEIJÃO 105

106 Ronaldo M.Lopes [ II Encontro dos Trabalhadores do CEI/ Creche Batuíra 04/dezembro /

107 Ronaldo M.Lopes [ II Encontro dos Trabalhadores do CEI/ Creche Batuíra 04/dezembro /

108 Ronaldo M.Lopes [ 108

109 Ronaldo M.Lopes [ 109

110 Ronaldo M.Lopes [ 110

111 Ronaldo M.Lopes [ 111

112 Ronaldo M.Lopes [ 112

113 Ronaldo M.Lopes [ 113

114 Ronaldo M.Lopes [ 114

115 Ronaldo M.Lopes [ 115

116 Ronaldo M.Lopes [ 116

117 Ronaldo M.Lopes [ 117

118 Ronaldo M.Lopes [ Essa tal de Creche, que o povo em volta de Batuíra chama Guarda em seus 20 anos de história muitos rostos,quase mil, Nomes nem tanto,que de se repetirem tanto,criaram fama Nossa cabeça não lembra...é: a danada da lembrança fugiu. Mas não faz mal não, se as crianças devagarinho se vão... Vão embora não digo, porque no peito apita a saudade malvada Que mesmo se eles um dia não voltarem pro nosso chão, Pra ganhar um novo abraço forte de emoção, Estarão sempre morando aqui por dentro, sempre pequeninos, Como Peter Pan, que crescer não queria,como eterno chefe dos meninos, Que juntos bulindo vão, à vontade, na memória do nosso coração. E que dizer das amizades, da turma que a gente não se esquece, Das rotinas, dos banhos, das aulas, dos pátios, da hora da prece, Das crianças barulhando como bando de periquitos amestrados, guiados, amparados, por mãos como de mães, muito treinadas, Dos funcionários de todo santo dia,dos santos voluntários de plantão, que juntos numa equipe só, misturam-se, completam-se, Menos domingo e sábado, que descanso merecido esses dois dias são. Ah!eu não troco por nada, este time campeão, Talvez igual a eles, só o velho arroz com feijão ! II Encontro Trabalhadores da Creche em 4/12/

119 Ronaldo M.Lopes [ Travessia 119

120 Ronaldo M.Lopes [ PLANO de NAVEGAÇÃO Seqüência Etapa 1Legislação 2Termo de Adesão 3Coordenador 4Manual do Voluntário / Regimento Interno 5Descrição de Atividades 6Identificação (Crachá, Uniforme, etc.) 7Calendário,Programação Mensal,Registro Presença 8Comunicação(Mural,Jornal,Site-link,etc.) 9Capacitação 10Integração & Oportunidades de melhoria 120

121 Ronaldo M.Lopes [ Manual do Voluntário Regimento Interno Legislação Termo de Adesão Coordenador Descrição de Atividades Identificação Calendário Programação Registro presença Comunicação Capacitação Integração Oportunidades de melhorias Rota do Voluntariado Rota do Voluntariado 121

122 Ronaldo M.Lopes [ A Travessia é do tamanho da Vida Não há começo.Não há fim. Só a travessia Só a travessia. COORDENADOR PROCURA -SE 122


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