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Marca: Virtudes silenciosas Pv 16.31 – 17.6. INTRODUÇÃO Algumas marcas assinalam a distinção entre a juventude e a maturidade.

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1 Marca: Virtudes silenciosas Pv – 17.6

2 INTRODUÇÃO Algumas marcas assinalam a distinção entre a juventude e a maturidade.

3 NA FORMA DE VER A VIDA Para a juventude, tudo parece que demora. Querem os resultados no seu tempo. O maduro sabe que não adianta apressar o rio. (música de Almir Satter: Manhas e manhãs). O jovem acha que a vida anda muito devagar. Fazer 18 anos demora uma eternidade, ter 25 para ser respeitado, demora mais do que devia. O maduro vê os anos como contos ligeiros e aproveita cada oportunidade que a vida dá. Os jovens contam sua vida em anos, os maduros em minutos.

4 A FORMA DE SE VER NA VIDA Os jovens gostam de ser apreciados. Os maduros gostam de apreciar. Os jovens gostam de ser reconhecido nos seus gestos. Os maduros gostam der reconhecer os gestos das pessoas. Talvez a diferença maior entre a juventude e a maturidade seja a forma de valorizar as virtudes. Os jovens preferem desenvolver virtudes admiradas. Os maduros desenvolvem virtudes silenciosas. É essa marca que gostaria de compartilhar nesta reunião. Quero falar sobre um tipo de virtude pouco cultivada: A virtude silenciosa. Muitas pessoas têm virtudes. Um número grande de pessoas, no entanto, faz alarde delas. Elas existem, são reais, mas são excessivamente alardeadas.

5 Há virtudes, por outro lado, que só quem percebe é quem convive. Dessas virtudes eu gostaria de falar. Virtudes as quais nem os amigos próximos saibam, só quem convive e pode desfrutar delas. Estamos diante de homens e mulheres de Deus e, certamente, os que covivem por anos bem próximos reconhecerão no seu cônjuge, nos seus pais, seus avôs, algumas dessas virtudes. Esse tipo de virtude silenciosa, muitas vezes, mantém-nos no anonimato. Não chama atenção, não desperta interesse da denominação, às vezes nem da própria igreja. Por isso chamamos de virtude silenciosa. Deus gosta de coisas feitas sem propaganda. Mateus Esmola, oração, jejum. Isto se refere ao fazer. Mas as virtudes silenciosas que eu quero comentar não são as ligadas ao fazer, mas ao ser. Caráter e atitude (disposição interna) Esse texto trata de algumas dessas virtudes.

6 Quais são essas virtudes que o texto ressalta? ENVELHECER COM DIDNIDADE (16.31) Ter cabelos brancos (cãs) não torna uma pessoa respeitável. Sua história, sim. Gil Gomes: Nunca julgue um homem pelos seus cabelos brancos, os canalhas também envelhecem Com relação à idade, o que vale não é até onde chegou, mas como chegou. E não nos referimos ao estado de saúde, mas ao caminho que trilhou. Integridade é a palavra que melhor resume. Como estamos envelhecendo? Qual a nossa reputação? Qual o nosso grau de confiabilidade?

7 Confiança, Credibilidade, Dignidade não se consegue com argumentos verbais. É toda uma caminhada que determina silenciosamente quem somos na nossa velhice. Há pessoas muito idosas que não são maduras. Não acham que construir uma reputação é algo que mereça ser perseguido através de uma vida de intensa comunhão com Deus e sua palavra. Eu queria ter cabelos brancos. Aliás, eu queria ter cabelo. O texto diz que o cabelo grisalho é uma coroa de esplendor, e se obtém mediante uma vida justa. (NVI).

8 TER AUTOCONTROLE E LONGANIMIDADE (16.32) Quando a paciência de todo mundo já se esgotou, todos já estão querendo briga, a da pessoa madura, ainda vai muito longe. Quando a maioria já perdeu as estribeiras e nem raciocina mais, ele mantém o autocontrole e a lucidez. Alguns textos não fazem distinção entre paciência e longanimidade. São virtudes que caminham juntas e são silenciosas. Longanimidade é a capacidade de suportar pessoas adversas. Paciência é a capacidade de suportar situações adversas. Na juventude, o lema é não levar desaforo para casa o oposto da longanimidade e que sabe faz a hora não espera acontecer, no caso da paciência. Com o tempo vamos aprendendo que não vale a pena ganhar uma discussão e perder um amigo. E dá mais prazer controlar o nosso ímpeto e sofrer o dano do que perder a calma e depois se arrepender por ter feito ou falado algo que causou dor ou ruptura de relacionamentos irreparáveis. Mas a virtude da não reação ou revolta é silenciosa. Ocorre dentro do nosso coração. Pouca gente vai notar, mas o nosso Pai que vê em secreto nos recompensará.

9 TER CONSCIÊNCIA DA SOBERANIA DE DEUS (16.33) Nada acontece por acaso. Nada acontece sem que Deus conduza. Pode parecer que as coisas demoraram ou se adiantaram e que está à mercê da sorte. Deus está sempre conduzindo os desígnios. Dos que aqui estão, certamente na sua história de vida, pessoas nunca esbravejaram, nunca invejaram o sucesso dos outros, nunca se rebelaram com os infortúnios que bateram a porta. Têm consciência da soberania de Deus. Isto é uma virtude invisível, que só percebe quem caminha junto. O tempo e as experiências com Deus vão mostrando que as coisas não acontecem sem propósito para aqueles que se submetem ao controle de Deus. E como é bom chegar na maturidade tão seguro das intervenções de Deus.

10 SABER O VALOR REAL DAS COISAS (17.1, 2) Eu moro numa área urbana muito densa. Tem muita gente nas ruas, no comércio, o trânsito é infernal. Meu bairro é literalmente cercado de favelas. Não são barracos, são invasões de alvenaria, sem um desenho de rua, cheio de becos e vielas. Desses becos e vielas saem carros importados, carros novos e luxuosos. Não traficantes, ou bandidos. São cidadãos dominados pelo desejo de ter para poder ser. Eles precisam ser vistos (e ouvidos – funk). Precisam deixar de serem invisíveis numa sociedade que não valoriza virtudes silenciosas. Sacrificam a roupa dos filhos, a saúde da esposa, a qualidade da alimentação, um ambiente melhor para seu filho crescer para ostentar uma posição que não possuem. Seria muito melhor uma vida mais humilde com sossego e em segurança. A maturidade com Cristo traz isso. A busca pela harmonia, paz, alegria suplantam as coisas materiais. É uma pena que só descobrimos isso quando envelhecemos. Quanta coisas poderia ser evitada. A sabedoria do servo o fará mais respeitado do que o herdeiro que não valoriza as coisas que realmente têm valor e Deus o recompensará.

11 TER UM CORAÇÃO PROVADO E APROVADO PELO SENHOR (17.3) Existem formas humanas de provar a resistência, a inteligência, a capacidade física de um homem. Mas ao coração só Deus pode provar. Um pastor, uma pai, um marido, um sogro uma mãe, uma avó, tem seu coração posto a prova todo dia, nos detalhes, e Deus vê o coração. É uma virtude que não pode ser vista por fora nem propagada. Está no coração. Deus prova o coração e nos aprova ou reprova através das decisões que tomamos e das escolhas que fazemos.

12 DISPOSIÇÃO DE AJUDAR QUEM PRECISA E NÃO APENAS QUEM MERECE (17.5) Tenho visto essa virtude na vida das pessoas maduras e essa semente passará aos filhos. O prazer de ajudar é oposto à atitude de escárnio ao necessitado. Assim como insulta a Deus o que despreza sua criatura, alegra a Deus aquele que ajuda pelo prazer de ajudar. Não dá para não fazer, é da natureza. Quando somos jovens somos muito seletivos. Fazemos mil análises para ver se a pessoa merece nossa ajuda. Sentimos-nos donos dos bens que nos chegam às mãos e nos damos o direito de ser juiz dos que nos pedem ajuda. Com o tempo percebemos que tudo que nos chegas às mãos são bênçãos do Senhor e se fosse por merecimento, não teríamos nada nem a salvação. Um bêbado com frio e fome sofre tanto quanto o cidadão de bem. Ambos precisam, embora nem todos mereçam. A maturidade traz isso. Esse senso de justiça de Deus e não a nossa.

13 VER OS NETOS E SER HONRADO PELOS FILHOS (17.6) Ao tempo em que foi escrito, em virtude das guerras e das pestes era uma bênção extraordinária poder ver e conviver com os netos. Minha esperança e quase certeza é que os que aqui estão já têm seus netos e é honrado pelos seus filhos. Quantos não terão essa oportunidade na velhice. Pode ser que chegue a ter os netos, mas pela forma que viveu, nem poderá chegar perto deles nem ser honrado pelos filhos. É uma das maiores bênçãos da maturidade. Ver nossos descendentes chegando, podendo estar com eles, dar nosso amor a eles. Essa é a nossa coroa. Eu tenho seis netas e quando a minha caçulinha de seis meses dá gargalhadas com as brincadeiras da avó, o mundo se ilumina e eu louvo a Deus por poder me relacionar com eles. Que privilégio quando nossos filhos sentem orgulho de nós.

14 CONCLUSÃO São muitas as virtudes silenciosas da maturidade. Eu restringi o texto só por brincadeira com o número sete. Nossa oração é que Deus amadureça nosso ser na busca de virtudes que, no silêncio engrandeça Deus através da nossa vida.


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