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Profª: Rose Cléa Universidade Castelo Branco. A todo momento lidamos com os textos, afinal fazemos leituras o dia todo, a todo instante. Os textos se.

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1 Profª: Rose Cléa Universidade Castelo Branco

2 A todo momento lidamos com os textos, afinal fazemos leituras o dia todo, a todo instante. Os textos se apresentam para nós das formas mais variadas possíveis: Filho, Fui à feira e volto antes do meio-dia. Espere-me para almoçar. mamãe

3 O contexto INTRATEXTUAL vai ser determinante para definir as diferentes nuanças de significado de certas palavras. Enquanto o menino empinava um lindo papagaio, sua mãe gritava como um papagaio, pois o papagaio de estimação do menino havia fugido. brinquedo- pipa Papagaio linguagem figurada – fala demais animal – ave pcitaforme

4 A placa abaixo foi colocada na parede de um corredor de hospital: É um texto devido ao contexto extratextual. Não é um texto, pois não apresenta parágrafos. É uma palavra que tem sentido, mas não é texto. Não é texto, pois o contexto é extratextual. SILÊNCIO

5 O modo de organização do texto, a escolha de determinadas palavras e construções são o que define sua tipologia. TEXTO I VAN GOGH VIAJOU PARA PARIS NO FINAL DE DEZEMBRO E, NO INÍCIO DE JANEIRO, ALUGOU O QUARTO ONDE IRIA MORAR POR LONGO TEMPO. LOGO QUE LHE FOI PERMITIDO OCUPAR O APOSENTO, PARA LÁ TRANSPORTOU SEUS POUCOS PERTENCES, ESPECIALMENTE ALGUNS QUADROS E FOTOGRAFIAS. EM SEGUIDA, INSTALOU O CAVALETE DE PINTURA AO PÉ DA JANELA, POR ONDE ENTRAVA A LUMINOSIDADE NECESSÁRIA E COMEÇOU IMEDIATAMENTE A PINTAR, CERTO DO SUCESSO QUE, NO ENTANTO, IRIA TARDAR.

6 TEXTO II O QUARTO ESTAVA LOCALIZADO NA PARTE VELHA DE PARIS. NÃO ERA GRANDE NEM LUXUOSO, MAS TINHA TUDO AQUILO DE QUE O ARTISTA NECESSITAVA NAQUELE MOMENTO DE SUA VIDA: UMA CAMA- BELICHE, DUAS CADEIRAS E UMA MESA SOBRE A QUAL FICAVA UMA BACIA E UMA JARRA DÁGUA. UMA GRANDE JANELA ENVIDRAÇADA ILUMINAVA FARTAMANTE O APOSENTO, DEIXANDO SOBRE O ASSOALHO DE TÁBUA CORRIDA, UM RASTRO DE LUZ. NAS PAREDES, AO LADO DA CAMA, HAVIA DOIS QUADROS E ALGUMAS FOTOGRAFIAS QUE LEMBRAVAM AO PINTOR A SUA ORIGEM.

7 TEXTO III O FATO DE VIVER LONGE DE CASA PODE TER CONTRIBUÍDO PARA UMA MAIOR DISPOSIÇÃO ARTÍSTICA DO PINTOR. DE FATO, A HISTÓRIA PESSOAL DOS GRANDES ARTISTAS PARECE RELACIONAR CERTA DOSE DE SOFRIMENTO À MAIOR CAPACIDADE DE PRODUÇÃO: ASSIM FOI COM CAMÕES, CERVANTES, DANTE E MUITOS OUTROS. A ALEGRIA, AO CONTRÁRIO, PARECE ESTÉRIL, NÃO LEVA A DERIVATIVOS. VAN GOGH CERTAMENTE TRANPORTOU A SAUDADE E A SOLIDÃO PARA AS TELAS QUE PINTOU EM SEU QUARTO DE PARIS.

8 Bolo de Banana. Caramelize uma forma com açúcar, corte 10 bananas no sentido do comprimento, coloque-as na forma, bata 4 ovos com uma xícara de leite, duas de farinha de trigo e uma colher de fermento. Despeje a massa na forma, polvilhe (a gosto) com canela e açúcar e leve ao forno pré-aquecido em 180ºC.

9 Ediene tem 16 anos, rosto redondo, trigueiro, índio e bonito das meninas do sertão nordestino. Vaidosa, põe anéis nos dedos e pinta os lábios com batom. Mas Ediene é diferente. Jamais abraçará, não namorará de mãos dadas e, se tiver filhos, não os aconchegará em seus braços para dar-lhes o calor e o alimento dos seios de mãe. A razão é simples, Ediene não tem braços.. Ela os perdeu numa maromba, máquina do século passado, com dois cilindros de metal que amassam barro para fazer telhas e tijolos numa olaria. Os dedos que enche de anéis são os dos pés, com os quais ela escreve, desenha e passa batom nos lábios. Ediene, ainda menina, trabalhava na máquina infernal, quando se distraiu e seus braços voltaram ao barro. Ela é uma das centenas de crianças mutiladas, todos os anos, trabalhando como gente grande em troca de minguados cobres, indispensáveis para manter a vida de famílias miseráveis em todo o país. Crianças que, a partir dos três anos, ajudam as famílias em canaviais, carvoarias, plantações de sisal, garimpos e olarias, sem direito a estudo, a brincadeiras, ao convívio dos amigos; infância para sempre roubada, para ganhar entre R$ 12,50 e R$ 50,00 POR MÊS DE TRABALHO, COM JORNADAS DE ATÉ 14 HORAS! Quanto tempo você precisa para gastar R$ 12,50? O que consegue comprar com isso? Pense e reflita o que custa UM MÊS de trabalho duro de um menino semi- escravo no Brasil. (... ) Até quando? Talvez fosse o caso de aproveitar a proposta da reforma do judiciário e adotar de vez a lei muçulmana, a Sharia. O ladrão teria a mão direita decepada. Se fosse crime hediondo (o que rouba criança. e doente ou explora trabalho infantil é ladrão hediondo), perderia as duas mãos, esmagadas numa maromba bem azeitada. O Aurélio define, entre outras coisas, maromba como "esperteza e malandragem". Se todos os marombeiros e ladrões tivessem medo de perder as mãos numa maromba, talvez Ediene não fosse obrigada a escrever com os pés, pudesse carregar seu filho e acariciá-lo, feliz, com o carinho que só as mães sabem dar

10 No texto que fala sobre Ediene: A) Qual ou quais parágrafos poderiam ser considerados narrativos? B) Qual ou quais seriam descritivos? C) Qual ou quais seriam dissertativos? D) Quanto a predominância do tipo, o texto seria predominantemente de que tipo?

11 Os gêneros são definidos levando em conta sua funcionalidade, estilo e suas características sócio-comunicativas: Aviso – – blog – carta pessoal – bilhete Carta comercial – quadrinhos – tirinhas – ofício – edital – requerimento – charge – piada poema – conto – romance – crônica – placa de trânsito – propaganda – folder – receita culinária – bula de remédio – regras de jogo...

12 O cão e o osso Um dia, um cão ia atravessando uma ponte, carregando um osso na boca. De repente, olhou para baixo, viu sua imagem refletida na água. Pensando ver outro cão, cobiçou-lhe o osso e pôs- se a latir. Mal abriu a boca, seu osso caiu na água e se perdeu para sempre. Moral: Mais vale um pássaro na mão do que dois voando. Pergunta: O texto pertence a que gênero? Qual o tipologia predominante?


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