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Aspectos morfológicos diagnósticos : Tamanho: 0,5 a 2 cm; Corpo: ALONGADO; Coloração: GERALMENTE ESCURA; DIMORFISMO SEXUAL.

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3 Aspectos morfológicos diagnósticos : Tamanho: 0,5 a 2 cm; Corpo: ALONGADO; Coloração: GERALMENTE ESCURA; DIMORFISMO SEXUAL.

4 Aspectos morfológicos diagnósticos: Cabeça: PROGNATA

5 Aspectos morfológicos diagnósticos: Cabeça: Olhos: OVAIS Ocelos: AUSENTES Peças bucais: MASTIGADORAS Antenas: FILIFORMES

6 Aspectos morfológicos diagnósticos: Tórax: Pró Meso Meta

7 Aspectos morfológicos diagnósticos: Tórax: Pernas: CURTAS & COM MUSC. REFORÇADA, TARSOS TRIARTICULADOS; Asas: 2 PARES DE ASAS MEMBRANOSAS;

8 1° PAR DE PERNAS: ARTÍCULO TARSAL DILATADO – GLÂNDULAS DE SEDA E CERDAS FIANDEIRAS TUBULARES Aspectos morfológicos diagnósticos: Tórax Pernas:

9 Aspectos morfológicos diagnósticos: Abdome: 10 SEGMENTOS PAR DE CERCOS BISSEGMENTADO, PODENDO EM ALGUMAS ESPÉCIES OS MACHOS APRESENTAR CERCO ESQUERDO UNISSEGMENTADO.

10 Aspectos morfológicos diagnósticos: Machos: Notoligotoma nitens Genitália exteriorizada assimétrica Asas membranosas Meso & Metatorax

11 Machos:

12 Aspectos morfológicos diagnósticos: Fêmeas: Apenas inserção de pernas no tórax Cercos simétricos

13 Fêmeas:

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16 Aspectos biológicos comportamentais: APROXIMADAMENTE 200 ESPÉCIES; HABITAM : ZONAS TROPICAIS E SUBTROPICAIS; BRASIL: ESPÉCIE MAIS CONHECIDA Embia brasiliensis Gray, 1832.

17 Aspectos biológicos comportamentais: VIVEM EM TÚNEIS OU GALERIAS DE SEDA, SOBRE TRONCOS DE ÁRVORE OU BARRO;

18 Aspectos biológicos comportamentais: ALGUMAS ESPÉCIES FORMAM PEQUENAS COLÔNIAS DE DEZENAS DE INDIVÍDUOS; MAIOR ATIVIDADE À NOITE;

19 Aspectos biológicos comportamentais: Alimentação: FOLHAS MORTAS, MUSGOS & LÍQUENS. APÓS ECDISE, A EXÚVIA SERVE DE ALIMENTO PARA A NOVA FORMA QUE DELA SURGE.

20 Aspectos biológicos comportamentais: Reprodução: sexuada; assexuada (algumas espécies); Partenogênese

21 Aspectos biológicos comportamentais: Desenvolvimento: Ovos grandes e cilíndricos; PAUROMETABÓLICO, ninfas passam, em geral, por quatro ínstars antes de chegar na fase adulta; No caso de Pararhagadochir trachelia, são cinco instars.

22 Ninfas são alimentadas pelas fêmeas; Locomove-se rapidamente para trás; Os machos dobram suas asas sobre a cabeça para promover sua passagem. Cabeça prognata para facilitar a locomoção nos túneis. Aspectos biológicos comportamentais:

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24 Aspectos de importância pra o homem: Não possuem importância econômica, são insetos pequenos, reclusos e não se alimentam de plantas vivas, portanto não representam nenhuma ameaça a agricultura. Fazem parte da comunidade de decompositores.

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26 Classificação: Reino: Animalia Filo:Arthropoda Sub-Filo: Uniramia Super-classe: Hexapoda Classe: Insecta Sub-classe: Pterygota Infra- Classe: Neoptera Super- Ordem: Orthopterodea Ordem: Embiidina (=Embioptera)

27 Famílias EMBIIDAE: 29 gêneros, 129 espécies; 10° terguito do macho completamente dividido por área membranosa mediana que alcança o 9° terguito. O segmento basal do cerco esquerdo do macho possui o lado medial granuloso ou espinuloso. Larga distribuição, com a maioria das espécies na Europa. Espécime da África do Sul.

28 ANISEMBIIDAE Davis, 1940 : 8 gêneros, 35 espécies. Mandíbulas sem dentículos apicais. Neotrópica. TETRATEMBIIDAE: 10° terguito do macho incompletamente dividido por área membranosa mediana, não alcançando o 9° terguito. Neotrópica.

29 OLIGOTOMIDAE: Mandíbulas com dentículos apicais distintos. O cerco esquerdo do macho é liso na parte medial. Maioria européia, com um gênero americano. No Brasil ocorrem apenas três espécies. Espécimes da América do Norte.

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33 Bibliografia consultada: BORROR, D.J.; TRIPLEHORN, C. A.; JOHNSON, N.F. 1992. An Introduction to the Study of Insects. Orlando. Harcourt Brace. 875 p. CORSEUIL, E. 2005. Apostila de Entomologia. Cópias Xerográficas Todeschini. Porto Alegre. 126p. COSTA LIMA, A.M. 1938. Insetos do Brasil. 1º Tomo – Série didática, nº 2 da Escola Nacional de Agronomia do Rio de Janeiro. 470p. MILLS, H. B. 1932. The life history anal thoraxic development of Oligotoma texana (Mel.) (Embiidina). Ann. Ent. Soc.Americ. 25 (4): 648-654. http://www.ento.vt.edu/Facilities/OnCampus/IDLab/insect_orders/embiidina.htmlhttp://www.ento.vt.edu/Facilities/OnCampus/IDLab/insect_orders/embiidina.html; 30.03.2006 http://www.lib.ncsu.edu/agnic/sys_entomology/taxon/embiidina/#familieshttp://www.lib.ncsu.edu/agnic/sys_entomology/taxon/embiidina/#families ; 30.03.2006 http://www.utexas.edu/research/bfl/species/embio.htmlhttp://www.utexas.edu/research/bfl/species/embio.html ; 04.04.2006 http://www.ento.csiro.au/Ecowatch/Insects_Invertebrates/embioptera.htmhttp://www.ento.csiro.au/Ecowatch/Insects_Invertebrates/embioptera.htm; 04.04.2006 http://sn2000.taxonomy.nl/Main/Index/References/..%5C..%5C..%5CParker%5C1982 %5CClassification%5C102505.htmhttp://sn2000.taxonomy.nl/Main/Index/References/..%5C..%5C..%5CParker%5C1982 %5CClassification%5C102505.htm; 10.04.2006


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