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MARIA QUITERIA CASTRO DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA.

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1 MARIA QUITERIA CASTRO DE OLIVEIRA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA

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3 A OCUPAÇÃO HUMANA NAS BACIAS HIDROGRÁFICAS REPERCUSSÃO NA ZONA COSTEIRA AGROPECUÁRIAURBANIZAÇÃO INDUSTRIALIZAÇÃO OBRAS HIDRÁULICAS ALTERAÇÃO NA PRODUÇÃO DE ÁGUA ALTERAÇÃO NA PRODUÇÃO DE SEDIMENTO ALTERAÇÃO NA QUALIDADE DA ÁGUA DESMATAMENTO

4 OBJETIVO GERAL Desenvolver uma metodologia para o estudo e mensuração das alterações nas características hidrossedimentológicas de bacias hidrográficas, decorrentes de modificações no uso do solo nestas bacias e suas repercussões na zona costeira, em particular para aquelas regiões onde inexistem dados medidos de vazão líquida e sólida, ou estes são deficientes.

5 OBJETIVO ESPECÍFICO Análise das alterações na produção de água e sedimento na bacia hidrográfica do rio Joanes, para diferentes usos do solo, utilizando como ferramenta básica modelos hidrológicos de transformação de chuva em vazão e simulação da operação de reservatórios, e modelos de perda de solo; Análise dos possíveis impactos na desembocadura do Rio Joanes, decorrentes das variações da produção de água e sedimento na bacia hidrográfica deste rio.

6 Etapa I: Construção dos cenários das mudanças potenciais no uso do solo da bacia hidrográfica, para diferentes períodos; Etapa II: Análise das alterações nas características hidrossedimentológicas da bacia hidrográfica para os cenários simulados, utilizando como ferramenta básica modelos matemáticos hidrológicos. Etapa III: Análise dos impactos na zona costeira decorrentes destas alterações hidrossedimentológicas na bacia hidrográfica.

7 BAHIA N JOANES II JOANES I IPITANGA III IPITANGA II IPITANGA I BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO JOANES

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10 PRECIPITAÇÃOPRECIPITAÇÃO PRODUÇÃO DE SEDIMENTO PRODUÇÃO DE ÁGUA PROPAGAÇÃO NO CANAL PROPAGAÇÃO NO RESERVATÓRIO ÁGUA E SEDIMENTO

11 BALANÇO HÍDRICO SW:Umidade do solo em mm, t:Tempo em dias, R:Precipitação diária em mm, Q:Escoamento superficial em mm, ET:Evapotranspiração em mm, P:Percolação em mm, Q lat : Escoamento lateral em mm, QR:Escoamento de retorno em mm.

12 EQUAÇÃO UNIVERSAL DE PERDA DE SOLO Y:produção de sedimento em t, V:escoamento de superfície em m 3, q p :taxa de escoamento de pico em m 3 /s, K:fator de erodibilidade do solo, C:fator de uso e manejo do solo, PE:fator de práticas conservacionistas, LS:fator topográfico

13 PROPAGAÇÃO DE ÁGUA O:escoamento de saída em m 3, SC:coeficiente de armazenamento, I:escoamento de entrada em m 3, S i-1 :armazenamento no trecho do dia anterior em m 3.

14 PROPAGAÇÃO DE SEDIMENTO SED out :escoamento de saída, SED in :escoamento de entrada, DEP:deposição, DEG:degradação.

15 PROPAGAÇÃO DE ÁGUA VM:volume de água armazenado no fim do dia em m 3, VM o :volume de água armazenado no início do dia em m 3, QI:escoamento de entrada em m 3, QO:escoamento de saída em m 3, EV:evaporação em m 3, SEP:infiltração em m 3.

16 PROPAGAÇÃO DE SEDIMENTO SR i :sedimento total do reservatório, SR i-1 :sedimento total no reservatório no dia anterior, SR in :entrada de sedimento, SR out :saída de sedimento, SR DEP :sedimento depositado no reservatório.

17 DESENHO ESQUEMÁTICO CLIMÁTICOS SOLO HIDROLÓGICOS SEDIMENTOLÓGICOS CANAL RESERVATÓRIO PARÂMETROS DO MODELO SAÍDA

18 N ESTAÇÃO FLUVIOMÉTRICA FAZENDA SANTO ANTÔNIO

19 VAZÃO LÍQUIDA (m 3 /s) COEFICIENTE DE DETERMINAÇÃO 83%

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21 Cenário I: Uso do solo na bacia hidrográfica do rio Joanes antes da colonização (considera-se que toda a bacia hidrográfica estava coberta por Mata Atlântica), Cenário II: Uso do solo na bacia hidrográfica do rio Joanes em 1983, Cenário III: Uso do solo na bacia hidrográfica do rio Joanes em 1996, Cenário IV: Uso do solo na bacia hidrográfica do rio Joanes em 1996, após a construção da Represa Ipitanga I. Cenário V: Uso do solo na bacia hidrográfica do rio Joanes em 1996, após a construção das Represas Ipitanga I e Joanes I. Cenário VI: Uso do solo na bacia hidrográfica do rio Joanes em 1996, após a construção das Represas Ipitanga I, II e III e Joanes I e II.

22 CENÁRIO I CENÁRIO II CENÁRIOS III, IV, V, VI

23 PRODUÇÃO DE ÁGUA (m 3 /s) 18%11%

24 PRODUÇÃO DE SEDIMENTO (ton/km 2 /ano) - 3% - 38% -12% 17% 5,4X

25 N PRODUÇÃO DE SEDIMENTO (ton/km 2 /ano) 12x 1% 18x 77% 16x 7x 24x 46% 10x 2x 2x 26x 41% 7x

26 MODIFICAÇÃO NA POSIÇÃO DA EMBOCADURA 1959 DERIVA LITORÂNEA BUSCA VIDA 1976 BUSCA VIDA 1989 BUSCA VIDA 1998 BUSCA VIDA ANTIGA POSIÇÃO DA FOZ POSIÇÃO ATUAL DA FOZ

27 DELTA DE MARÉ ENCHENTE

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29 A bacia hidrográfica do rio Joanes foi discretizada em apenas sete sub-bacias. A bacia hidrográfica em estudo carece de uma série histórica de vazões líquidas suficientemente longa para aferir o modelo utilizado na simulação dos cenários propostos e verificar as alterações das vazões ao longo dos anos, além de não dispor de dados de vazão sólida

30 O modelo SWAT apresenta algumas limitações na sua aplicação. Em função da falta de levantamentos de campo das características físicas da bacia hidrográfica em estudo, muitas simplificações foram adotadas nas definições dos parâmetros.

31 Aumento na produção média anual de sedimento da bacia hidrográfica do rio Joanes de aproximadamente 5 vezes, devido ao desmatamento Aumento na produção média anual de sedimento da bacia hidrográfica do rio Joanes de aproximadamente 17%, devido a urbanização e atividades de mineração Redução de 18% nas vazões líquidas e 47 % na produção média anual de sedimento, devido a construção dos barramentos

32 Migração da foz do rio Joanes, associada ao crescimento de um pontal arenoso no sentido preferencial da deriva litorânea, devido a construção de 5 barragens na bacia hidrográfica do rio Joanes Assoreamento do estuário do rio Joanes devido ao crescimento do pontal arenoso que restringe o fluxo de maré

33 UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GEOLOGIA LABORATÓRIO DE ESTUDOS COSTEIROS


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