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C ONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA I Márcia I. Kovalski.

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1 C ONTABILIDADE INTERMEDIÁRIA I Márcia I. Kovalski

2 C ONTABILIDADE INTERMEDIARIA I Princípios Fundamentais de Contabilidade São os preceitos fundamentais em que se baseiam a doutrina e a técnica contábil.

3 P RINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CONTABILIDADE Princípio da Entidade : reconhece o patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial, onde não se pode confundir o patrimônio da entidade com o patrimônio de seus proprietários; Princípio da Continuidade : a continuidade ou não da entidade, bem como sua vida estabelecida ou provável, devem ser considerados quando da classificação e avaliação das mutações patrimoniais, quantitativas e qualitativas;

4 P RINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CONTABILIDADE Princípio da Oportunidade : refere-se, simultaneamente, à tempestividade e à integridade do registro das mutações patrimoniais (deve ser feito no tempo certo e com a extensão correta); Princípio do Registro pelo Valor Original: os componentes do patrimônio devem ser registrados pelo valor original das transações, expressos em valor presente na moeda do País;

5 P RINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CONTABILIDADE Princípio da Atualização Monetária: os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis através do ajustamento da expressão formal dos valores; não representa nova avaliação, mas tão somente o ajustamento dos valores originais; Princípio da Competência: as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independente de recebimento ou pagamento;

6 P RINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA CONTABILIDADE Princípio da Prudência : determina a adoção do menor valor para os componentes do ativo e do maior valor para os componentes do passivo, ou seja, o Princípio da Prudência impõe a escolha da hipótese de que resulte o menor patrimônio líquido.

7 P LANO DE CONTAS É o conjunto de contas, diretrizes e normas, que disciplina as tarefas do setor de contabilidade, objetivando a uniformização dos registros contábeis. Ferramenta indispensável no desenvolvimento do processo contábil, cada empresa deve elaborar seu plano de acordo com as particularidades e observando os princípios fundamentais de Contabilidade, as disciplinas contidas na Lei 6.404/76, a legislação específica do ramo de atividade exercida pela empresa, bem como as Normas Brasileiras de Contabilidade aprovadas pelo CFC- Conselho Federal de Contabilidade.

8 PLANO DE CONTAS De acordo com a Lei 6.404/76, dividem-se em dois grupos: Contas Patrimoniais Contas de Resultado

9 P LANO DE C ONTAS Contas Patrimonia is: São utilizadas para o registro de elementos representativos de bens, direitos e obrigações, como também para aqueles que compõem o Patrimônio Líquido; Contas de Resultado: Também conhecidas por contas de exercício, destinam-se ao registro das despesas e receitas. Abertas na escrituração contábil, no início do exercício social e encerradas no final dele, não fazem parte do Balanço Patrimonial.

10 P LANO DE CONTAS Composição do Plano de Contas Em cada empresa, pode conter um número maior ou menor de informações, em decorrência dos interesses da própria empresa, da legislação específica; O Plano de Contas deve conter: manual de contas, modelos de demonstrações contábeis padronizadas e elenco de contas.

11 P LANO DE C ONTAS O Elenco de Contas é estruturado com 9 dígitos, o sexto dígito é sempre reservado para indicar o número do estabelecimento integrante do conjunto. Caso a empresa possua mais de 9 estabelecimentos, poderá reservar dois ou mais dígitos para esse fim. Tratando-se de empresa com estabelecimento único, esse dígito poderá ser suprimido, ficando as contas destinadas a receber lançamento a débito e a crédito, com 8 dígitos.

12 M ANUAL DE CONTAS Tem por finalidade apresentar informações detalhadas de cada conta, servindo de guia para o contabilista possa registrar uniformemente todos os eventos responsáveis pela gestão do patrimônio da empresa; As informações devem envolver o código numérico, intitulação, função, funcionamento, natureza e critérios de avaliação de cada conta

13 M ODELOS PADRONIZADOS DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A principal finalidade da contabilidade é controlar a movimentação do patrimônio das entidades para fornecer informações de ordem patrimonial, econômica e financeira que deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio das empresas e as mutações ocorridas no exercício. Essas informações são elaboradas com base nos registros contábeis e apresentados em forma de mapas, relatórios, gráficos ou outros demonstrativos sintéticos ou analíticos.

14 M ODELOS PADRONIZADOS DE DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS A Lei 6.404/76 – Art. 176: estabelece a obrigatoriedade das empresas elaborarem, no fim de cada exercício social: Balanço Patrimonial, Demonstração do resultado do Exercício, Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados ( ou Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido), Demonstração dos Fluxos de Caixa e a Demonstração do Valor Adicionado, que serão complementadas por Notas Explicativas


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