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AÇÕES INSTITUCIONAIS DA SIDERURGIA BRASILEIRA PARA DISSEMINAÇÃO DO USO DAS ESCÓRIAS DE ACIARIA Rio, 24 de Novembro de 2004 Lucila Caselato WORKSHOP - GERENCIAMENTO.

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1 AÇÕES INSTITUCIONAIS DA SIDERURGIA BRASILEIRA PARA DISSEMINAÇÃO DO USO DAS ESCÓRIAS DE ACIARIA Rio, 24 de Novembro de 2004 Lucila Caselato WORKSHOP - GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NO SETOR MÍNERO-METALÚRGICO

2 ASSOCIAÇÃO CIVIL, SEM FINS LUCRATIVOS, QUE TEM COMO OBJETIVO CONGREGAR E REPRESENTAR AS EMPRESAS SIDERÚRGICAS E DEFENDER SEUS INTERESSES COM ESTRITA OBSERVÂNCIA AOS PRINCÍPIOS E VALORES DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E DA RESPONSABILIDADE SOCIAL

3 EMPRESAS ASSOCIADAS ACESITA AÇOMINAS BARRA MANSA BELGO-MINEIRA COSIPA CSN CST GERDAU USIMINAS V & M DO BRASIL VILLARES VILLARES METALS

4 ÁREAS DE ATUAÇÃO DESENVOL- VIMENTO SUSTENTÁVEL DESENVOL- VIMENTO SUSTENTÁVEL ENERGIA e INSUMOS ENERGIA e INSUMOS RECURSOS HUMANOS RECURSOS HUMANOS COMÉRCIO EXTERIOR COMÉRCIO EXTERIOR IMAGEM NORMALI- ZAÇÃO E CERTIFICA- ÇÃO NORMALI- ZAÇÃO E CERTIFICA- ÇÃO AÇÕES INSTITUCIONAIS AÇÕES INSTITUCIONAIS MERCADO ESTATÍSTICA ACOMPAN HAMENTO LEGIS LATIVO ACOMPAN HAMENTO LEGIS LATIVO LOGÍSTICA IBS

5 ÁREAS DE ATUAÇÃO DESENVOL- VIMENTO SUSTENTÁVEL ENERGIA e INSUMOS ENERGIA e INSUMOS RECURSOS HUMANOS RECURSOS HUMANOS COMÉRCIO EXTERIOR COMÉRCIO EXTERIOR IMAGEM NORMALI- ZAÇÃO E CERTIFICA- ÇÃO NORMALI- ZAÇÃO E CERTIFICA- ÇÃO AÇÕES INSTITUCIONAIS AÇÕES INSTITUCIONAIS MERCADO ESTATÍSTICA ACOMPAN HAMENTO LEGIS LATIVO ACOMPAN HAMENTO LEGIS LATIVO LOGÍSTICA IBS

6 FÓRUM DE MEIO AMBIENTE FÓRUM COMPOSTO POR REPRESENTANTES DAS EMPRESAS ASSOCIADAS AO IBS QUE TEM POR OBJETIVO AVALIAR TODAS AS INTERFACES DA ATIVIDADE SIDERÚRGICA COM O MEIO AMBIENTE E PROPOR MEDIDAS QUE VISEM OTIMIZAR A ECOEFICIÊNCIA DO SETOR. FÓRUM COMPOSTO POR REPRESENTANTES DAS EMPRESAS ASSOCIADAS AO IBS QUE TEM POR OBJETIVO AVALIAR TODAS AS INTERFACES DA ATIVIDADE SIDERÚRGICA COM O MEIO AMBIENTE E PROPOR MEDIDAS QUE VISEM OTIMIZAR A ECOEFICIÊNCIA DO SETOR.

7 ACOMPANHAMENTO E PARTICIPAÇÃO NA ELABORAÇÃO DA LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E CORRESPONDENTE REGULAMENTAÇÃO (Políticas nacionais de recursos hídricos e de resíduos, licenciamento ambiental, padrões de qualidade do ar e da água, outorga e cobrança pelo uso da água, etc.) REALIZAÇÃO DE ESTUDOS E PROJETOS AMBIENTAIS DE INTERESSE DO SETOR (Inventários, pesquisas de novas tecnologias e metodologias, levantamento de padrões internacionais, etc.) DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMAS DE TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO NA ÁREA AMBIENTAL (Realização de seminários e cursos) REPRESENTAÇÃO DO SETOR EM FÓRUNS AMBIENTAIS (Conama, CNRH, CERHI, COEMA/CNI, IISI, ILAFA, CCI, etc.)

8 ESTÁGIOS DE EVOLUÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL NAS EMPRESAS ESTÁGIOS DE EVOLUÇÃO DA GESTÃO AMBIENTAL NAS EMPRESAS Reativa Resistência às exigências legais até o limite possível. Responsável Busca de conformidade com a legislação ambiental. Pró-ativa Questões ambientais são tratadas em antecipação ao surgimento de exigências legais. Competitiva Questões ambientais são abordadas de forma a permitir uma vantagem competitiva aos negócios.

9 MUDANÇAS NOS PADRÕES DE PRODUÇÃO ONE WAY MATÉRIAS PRIMAS, ÁGUA, ENERGIA EFLUENTES EMISSÕES RESÍDUOS PRODUÇÃO PRODUTO MATÉRIAS PRIMAS, ÁGUA, ENERGIA EFLUENTES EMISSÕES RESÍDUOS PRODUTO CO-PRODUTOS CICLOS PRODUÇÃO

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11 GERAÇÃO DE RESÍDUOS AGREGADOS SIDERÚRGICOS 79% LAMAS 11% PÓS 10% AGREGADOS ,3 t/t aço t / ano PÓS LAMAS TOTAL

12 OUTROS 24% PÓS LAMAS AGREGADOS TOTAL COMERCIALIZADO 63% unidade: t 13% REUTILIZADO DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS

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14 MISSÃO DESENVOLVER AÇÕES QUE VISEM O AUMENTO DO CONSUMO DO AGREGADO SIDERÚRGICO (AGS), ADEQUANDO-O AO MERCADO CONSUMIDOR, AMPLIANDO OS HORIZONTES DE APLICAÇÃO, CARACTERIZANDO-O COMO PRODUTO SIDERÚRGICO, ADICIONANDO-LHE MAIOR VALOR E ELIMINANDO AS RESTRIÇÕES DE CARÁTER AMBIENTAL.

15 OBJETIVOS Conhecer as aplicações existentes Realizar inventário dos AGS´s da siderurgia brasileira Identificar a atratividade/competitividade dos AGS´s para cada um dos usos pretendidos Levantar tecnologias existentes e em desenvolvimento Normalizar os usos atrativos dos AGS´s nos respectivos Comitês Brasileiros da ABNT Buscar junto aos O.M.A.s a descaracterização do AGS como resíduo Promover o desenvolvimento de novas tecnologias e criar cultura acadêmica Disseminar o uso dos AGS´s

16 ESTUDO SOBRE APLICAÇÕES DE AGREGADOS SIDERÚRGICOS NO BRASIL E EM OUTROS OITO PAÍSES Estados Unidos Canadá Reino Unido França Alemanha Itália Japão Coréia do Sul Brasil CONSULTORIA : SETEPLA / ARTHUR D. LITTLE NOVEMBRO DE 1998 A JUNHO DE 1999

17 Índices de Geração de Escória Após Beneficiamento Produção de Escória (milhões de toneladas/ano) ÍNDICES MÉDIOS DE GERAÇÃO Escória de alto-forno : 270 kg/t de gusa Escória de aciaria : 100 a 150 kg/t de aço bruto ÍNDICES MÉDIOS DE GERAÇÃO Escória de alto-forno : 270 kg/t de gusa Escória de aciaria : 100 a 150 kg/t de aço bruto

18 APLICAÇÕES DA ESCÓRIA ALTO-FORNO BASES DE ESTRADA ASFALTO PRODUÇÃO DE CIMENTO AGREG. DE CONCRETO LÃ MINERALCONDICIONAMENTO SOLOS OUTROS USOSPREP. TERRENOS/ATERROS ESTOCAGEMEXPORTAÇÃO NO BRASILNOS DEMAIS PAÍSES

19 APLICAÇÕES DA ESCÓRIA ACIARIA APLICAÇÕES DA ESCÓRIA ACIARIA NO BRASILNOS DEMAIS PAÍSES

20 ESCÓRIAS CONSIDERADAS REJEITOS DA OPERAÇÃO DAS USINAS, COM NENHUM INTERESSE ECONÔMICO AGREGADOS SIDERÚRGICOS SÃO PRODUTOS SECUNDÁRIOS QUE TÊM VALOR ECONÔMICO AGREGADO MUDANÇA DE ENFOQUE MUDANÇA DE ENFOQUE GESTÃO INTERNA

21 ATITUDE CONCEITUAL Entender que a empresa tem um produto a vender e não um lixo do qual quer se livrar VALORIZAÇÃO DO PRODUTO Evitar o círculo vicioso - produto (resíduo) sem qualidade assegurada = material depreciado = desconfiança e preconceito do potencial consumidor PARCERIAS TÉCNICO-COMERCIAIS Estabelecer parcerias buscando valorizar o material junto aos segmentos consumidores GESTÃO DO PRODUTO

22 MANUSEIO Evitar contaminação da escória por outros materiais e entulhos da usina SEGREGAÇÃO DAS PILHAS De acordo com a idade da escória POTENCIAL DE EXPANSIBILIDADE DE ESCÓRIA DE ACIARIA Desenvolver metodologia e realizar ensaios considerando as condições brasileiras em termos de geração e de uso em pavimentação de estradas PROCESSAMENTO DA ESCÓRIA Estudar alternativas que possam aperfeiçoar o beneficiamento da escória GESTÃO DO PRODUTO

23 IMPOSIÇÃO DE RESTRIÇÕES À UTILIZAÇÃO DE RESÍDUOS POR PARTE DOS ÓRGÃOS AMBIENTAIS REDEFINIÇÃO DA CONCEITUAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DE RESÍDUOS MUDANÇA DE ENFOQUE MUDANÇA DE ENFOQUE REGULAMENTAÇÃO E CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS

24 resíduos - materiais nos estados sólido, semi-sólido e os líquidos não passíveis de tratamento convencional, resultantes de atividades antrópicas, que por não terem utilização técnica e economicamente viável, caracterizam-se por uma situação de não serventia de caráter transitório ou definitivo. produtos secundários (ou co-produtos ou subprodutos) - materiais anteriormente designados como resíduos para os quais foram desenvolvidas tecnologias que permitem sua utilização, de forma ambientalmente adequada, como matéria prima ou fonte de energia na própria atividade geradora ou por terceiros. NOSSA PROPOSTA (CNI) O QUE É RESÍDUO ? O QUE PODE DEIXAR DE SER RESÍDUO...

25 Para efeitos da Norma os resíduos são classificados: NBR 10004/1987 Resíduos Classe I - Perigoso Resíduos Classe II - Não- Inertes Resíduos Classe III - Inertes ABNT NBR Resíduos Sólidos - Classificação ABNT NBR Resíduos Sólidos - Classificação NBR 10004/2004 Resíduos Classe I - Perigoso Não - Inertes Resíduos Classe II - Não Perigoso Inertes NBR 10004/2004 Resíduos Classe I - Perigoso Não - Inertes Resíduos Classe II - Não Perigoso Inertes

26 DESCONHECIMENTO E/OU PRECONCEITO POR PARTE DOS SETORES CONSUMIDORES IDENTIFICAR AS VANTAGENS DOS AGS´s EM RELAÇÃO AOS MATERIAIS SUCEDÂNEOS ASSEGURAR AS ESPECIFICAÇÕES DOS AGS`s PARA OS USOS PRETENDIDOS DIVULGAR OS USOS NO MEIO ACADÊMICO E JUNTO AOS CLIENTES POTENCIAIS MUDANÇA DE ENFOQUE MUDANÇA DE ENFOQUE JUNTOS AOS CONSUMIDORES

27 Workshop sobre Escórias Siderúrgicas DATA : 16 de outubro de 2000 Local: Belo Horizonte (Usiminas ) PERFIL DOS PARTICIPANTES: dos departamentos de meio ambiente, comercial, marketing, pesquisa, produção (aciaria, alto-forno), processadores e beneficiadores de escória

28 Workshop sobre Escórias Siderúrgicas AGRÍCOLA CIMENTO PAVIMENTAÇÃO LASTRO FERROVIÁRIO CONSTRUÇÃO CIVIL AGS´ S Instituições de Pesquisa: EPUSP, IPT, UFMG, UFRGS, INT, UFES, UFV, UFU, Furnas Centrais Elétricas S/A.

29 PROSSEGUIR É PRECISO... EM QUAL DIREÇÃO ?? PROSSEGUIR É PRECISO... EM QUAL DIREÇÃO ??

30 PRIORIDADE DEFINIDA PELO GT ESCÓRIAS DISSEMINAR O USO DE ESCÓRIAS DE ACIARIA AVALIAÇÃO E CONTROLE DA EXPANSIBILIDADE DESENVOLVIMENTO DE MÉTODO EXPEDITO DE ENSAIO

31 AVALIAÇÃO DA EXPANSIBILIDADE E DAS TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO VISANDO O DESENVOLVIMENTO DE MERCADO DAS ESCÓRIAS DE ACIARIA PARA FINS DE PAVIMENTAÇÃO PROJETO COOPERATIVO FINEP - UFES - IBS PRAZO ESTIMADO DE EXECUÇÃO : 2 ANOS INÍCIO : JANEIRO / 2003

32 NORMALIZAÇÃO DOS USOS DA ESCÓRIA CB-02 CB-06 CB-18 CB-28 ABNT FÓRUM DE NORMALIZAÇÃO CB-12 Cimento com escória de alto-forno. Uso da escória de aciaria como lastro ferroviário. Uso de escórias de aciaria em bases e sub- bases de estradas. NORMAS TÉCNICAS Cimento e Concreto Construção Civil Siderurgia Metro- Ferroviário Pecuária e Agricultura

33 PROPOSTA DE NORMA PARA USO DE ESCÓRIA COMO LASTRO FERROVIÁRIO PROJETO : LASTRO FERROVIÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA - IBS PROJETO : LASTRO FERROVIÁRIO UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA - IBS PRAZO ESTIMADO DE EXECUÇÃO : 06 MESES INÍCIO : OUTUBRO / 2004


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