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Projetos de Trabalho: princípios e fundamentos que revelam as aprendizagens significativas – sugestões práticas e reflexões sobre o seu fazer. Júlio César.

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1 Projetos de Trabalho: princípios e fundamentos que revelam as aprendizagens significativas – sugestões práticas e reflexões sobre o seu fazer. Júlio César Furtado

2 Conteúdos X Habilidades e Competências Informações Habilidades e Competências Informações Habilidades e Competências

3 O aluno não sabe nada O professor sabe tudo O professor ensina e o aluno aprende Aprender é um movimento de fora para dentro Aprender não envolve esforço ativo nem criativo por parte de quem aprende Para aprender é necessário esforço passivo e reprodutivo

4 Aprender é um movimento de dentro para fora Quem aprende precisa ter papel ativo e criativo Aprender é processo subjetivo e pessoal O professor auxilia o aluno em seu papel de aprender O aluno traz consigo toda uma gama de conhecimentos O diálogo é essencial para uma relação horizontal

5 Modelo Dialogal e Projetos de Trabalho: uma possibilidade Aprender é um movimento de dentro para fora Quem aprende precisa ter papel ativo e criativo O professor auxilia o aluno em seu papel de aprender O aluno traz consigo toda uma gama de conhecimentos O diálogo é essencial para uma relação horizontal O ponto de partida de um Projeto deve ser um questionamento. Planejamento, pesquisa ativa, elaboração de material. Aprendizagem compartilhada. Momentos parciais de avaliação e discussão. Aproveitamento da experiência do aluno.

6 Projectu - particípio passado do verboPROJICERE Lançar para adiante Plano, intento, desígnio Que quer dizer Lançamo-nos para adiante a partir do que temos PROBLEMAPOSSIBILIDADESENVOLVIMENTO Antever o futuro diferente do presente a partir da solução do problema.

7 Executando um Projeto

8 Afinal, o que é um projeto? Projeto é intenção, pretensão, sonho: Meu projeto é comprar uma casa. Projeto é doutrina, filosofia, diretriz: Meu projeto de país é muito diferente.

9 Projeto é idéia ou concepção de produto ou serviço: Estes dois carros são projetos muito semelhantes. Projeto é esboço ou proposta: Todos têm o direito de apresentar um projeto de lei ao Congresso. Projeto é desenho para orientar construção: Já aprovei e pedi ao arquiteto que detalhasse o projeto.

10 Projeto é empreendimento com investimento: A Prefeitura vai construir novo projeto habitacional. Projeto é atividade organizada com o objetivo de resolver um problema: Precisamos iniciar o projeto de desenvolvimento de um novo motor, menos poluente. Projeto é um tipo de organização temporária, criada para realizar uma atividade finita: Aquele pessoal é a equipe do projeto do novo motor.

11 Todas as definições são corretas e abrangem significados do termo projeto. Neste momento, interessam os dois últimos, que definem projeto do ponto de vista do gerenciamento e pesquisa. Projeto é atividade organizada, que tem por objetivo resolver um problema, compreender um fenômeno ou conhecer uma realidade.

12 INSTIGAR DISPONIBILIZAR PROMOVER INTEGRAÇÃO INSTIGAR DISPONIBILIZAR PROMOVER INTEGRAÇÃO

13 O que vamos investigar? Por quê ? Como faremos ? Onde buscaremos informações? Quando faremos cada coisa? De que material precisaremos? Quais serão nossas segundas opções? O professor deverá planejar possibilidade e não as atividades.

14 Apresentar situações desafiadoras. Oferecer subsídios e recursos. Facilitar o contato com elementos novos. Pesquisar junto (disponibilizar-se)

15 Solicitar a expressão do aluno. Acompanhar o percurso de sua construção (conclusões provisórias). Promover a avaliação coletiva do passo-a-passo. Coordenar a apresentação final.

16 Apresentar o produto final do projeto é alimentar a auto-estima e ampliar o contato com as potencialidades.

17 1ª etapa - A partir de uma história - Após um passeio - A circulação de aves em torno da escola

18 Possibilidades de práticas educativas Atividade inicial Reúna os alunos e converse, questionando: - Na história que ouviremos há uma menina e um pássaro encantado, vamos imaginar como poderia ser um pássaro encantado? Como será o pássaro da história? Vamos ouvir a história, para compreender como poderia haver um pássaro encantado? Possibilidades de práticas educativas Atividade inicial Reúna os alunos e converse, questionando: - Na história que ouviremos há uma menina e um pássaro encantado, vamos imaginar como poderia ser um pássaro encantado? Como será o pássaro da história? Vamos ouvir a história, para compreender como poderia haver um pássaro encantado?

19 Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: Era encantado. Os pássaros comuns, se a porta da gaiola estiver aberta, vão embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades... Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava. Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão. "- Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco de encanto que eu vi, como presente para você...". E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro. Outra vez voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça. "... Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.

20 Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes. E de novo começavam as estórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isso voltava sempre. Mas chegava sempre uma hora de tristeza. "- Tenho que ir", ele dizia. "- Por favor não vá, fico tão triste, terei saudades e vou chorar....". "- Eu também terei saudades", dizia o pássaro. "-- Eu também vou chorar. Mas eu vou lhe contar um segredo: As plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios... E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar. Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite, imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa destas noites que ela teve uma idéia malvada. "- Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades, e ficarei feliz".

21 Com estes pensamentos comprou uma linda gaiola, própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz. Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro. "- Ah! Menina... Que é que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias...". Sem a saudade, o amor irá embora... A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ia ficando diferente. Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio; deixou de cantar. Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais agüentou. Abriu a porta da gaiola. "- Pode ir, pássaro, volte quando quiser...".

22 "- Obrigado, menina. É, eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente. Sempre que você ficar com saudades, eu ficarei mais bonito. Sempre que eu ficar com saudades, você ficará mais bonita. E você se enfeitará para me esperar... E partiu. Voou que voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia. "- Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo...". E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos; e penteava seus cabelos, colocava flores nos vasos... "- Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje... Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar ele haveria de voltar. AH! Mundo maravilhoso que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama... E foi assim que ela, cada noite ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento. - Quem sabe ele voltará amanhã.... E assim dormia e sonhava com a alegria do reencontro.

23 Atividade relativa ao texto Após a escuta do texto, pergunte aos alunos: - Como era então o pássaro da história? Da mesma forma que vocês imaginaram? - Por que o pássaro era encantado? O que o tornava encantado? - O que a menina fez, que deixou o pássaro tão triste, sem encanto? - Por que a menina engaiolou o pássaro? Atividade relativa ao texto Após a escuta do texto, pergunte aos alunos: - Como era então o pássaro da história? Da mesma forma que vocês imaginaram? - Por que o pássaro era encantado? O que o tornava encantado? - O que a menina fez, que deixou o pássaro tão triste, sem encanto? - Por que a menina engaiolou o pássaro?

24 - O que significa a saudade? - Vocês já sentiram saudade de alguém? Quando? Como foi sentir saudade? - O que é liberdade? - O amor da menina pelo pássaro, poderia deixar o pássaro preso? - Do que os pássaros precisam? - O que significa a saudade? - Vocês já sentiram saudade de alguém? Quando? Como foi sentir saudade? - O que é liberdade? - O amor da menina pelo pássaro, poderia deixar o pássaro preso? - Do que os pássaros precisam?

25 Sugestões de atividades aplicativas ao texto - Na história, o pássaro era encantado porque tinha saudade da menina e a saudade o deixava mais belo, mais encantado, para poder sempre, de novo, reencontrar a menina. Se o pássaro ficasse engaiolado, não teria liberdade e nunca mais teria saudade da menina, sendo assim o amor iria embora. O que significa então a saudade? Sugestões de atividades aplicativas ao texto - Na história, o pássaro era encantado porque tinha saudade da menina e a saudade o deixava mais belo, mais encantado, para poder sempre, de novo, reencontrar a menina. Se o pássaro ficasse engaiolado, não teria liberdade e nunca mais teria saudade da menina, sendo assim o amor iria embora. O que significa então a saudade?

26 Peça que cada aluno que represente o significado da saudade, através de um desenho ou de qualquer outra forma que ela preferir (modelagem, mímica, música, etc)

27 Como os pássaros voam? O que eles comem? De que são feitas as asas? Onde devem viver os pássaros? Quantas espécies conhecemos? Quantas espécies existem no Brasil? Os pássaros têm orelhas? Nariz? Como eles falam? Como eles cantam? Por que eles são tão coloridos? Como os pássaros voam? O que eles comem? De que são feitas as asas? Onde devem viver os pássaros? Quantas espécies conhecemos? Quantas espécies existem no Brasil? Os pássaros têm orelhas? Nariz? Como eles falam? Como eles cantam? Por que eles são tão coloridos?

28 2ª etapa - Investigação - Passeios/visitas - Entrevistas - Pesquisa - Investigação - Passeios/visitas - Entrevistas - Pesquisa

29 3ª etapa - A conclusão do projeto - Registros: histórias, desenhos, pinturas... - Apresentação - A conclusão do projeto - Registros: histórias, desenhos, pinturas... - Apresentação

30 Atividade introdutória : apresenta o conteúdo que será vivenciado, motivando-a para o desenvolvimento do mesmo. Atividade das experiências prévias : valoriza a fala e a vivência do aluno, bem como sua percepção com o que está ao seu redor à medida que se relaciona e/ou expressa espontaneamente o conhecimento. Atividade introdutória : apresenta o conteúdo que será vivenciado, motivando-a para o desenvolvimento do mesmo. Atividade das experiências prévias : valoriza a fala e a vivência do aluno, bem como sua percepção com o que está ao seu redor à medida que se relaciona e/ou expressa espontaneamente o conhecimento. Atividades de aprendizagem ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

31 Atividades exploratórias : essas atividades possibilitam o contato direto ou indireto com o objeto em estudo, oferecendo desafios relacionados à cognição e despertando suas capacidades. Atividades de reflexão e ação : permitem a reflexão para a tomada de ação perante a problemática dada. Avaliação : é um processo contínuo que abrange as diferentes linguagens utilizadas para observação, exploração e experimentação. Atividades exploratórias : essas atividades possibilitam o contato direto ou indireto com o objeto em estudo, oferecendo desafios relacionados à cognição e despertando suas capacidades. Atividades de reflexão e ação : permitem a reflexão para a tomada de ação perante a problemática dada. Avaliação : é um processo contínuo que abrange as diferentes linguagens utilizadas para observação, exploração e experimentação. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR

32 Alguns Exemplos Práticos Projeto: O que você faz do seu tempo? – E. Médio Tipo: Interdisciplinar (Mat – Port – Filos.) Conteúdos: Conversão de unidades de tempo/Gráficos, Crônica, Sentido da vida. Pergunta geradora: Você utiliza bem o seu tempo? Planejamento: Vivência: o que você faz do seu tempo? Montagem do gráfico. Análise do gráfico. C. A. V. Metas. Execução: Análise dos objetivos de vida X distribuição do tempo. Construção do gráfico desejável. Reuniões de relato. Conclusão/Avaliação: Organização da apresentação (Relatos da Experiência)

33 1. Professor realiza projetos isolados em sua disciplina. 1. Excesso de Projetos ao mesmo tempo – saturação, reprodução, pobreza de exploração. 2. Projetos Interdisciplinares. 1. Participação de vários professores. Exige coordenação e acompanhamento. Perigo de fragmentação. 3. Disciplina específica para esse fim. 1. Professor coordenador, mediador e viabilizador dos processos. 4. Coordenação da Disciplina Informática. 1. Professor integrador. Coordenação geral é necessária.

34 Alguns Exemplos Práticos Projeto: Religião Muçulmana – 1ª Série - E. Médio Tipo: Interdisciplinar (Geo – Hist. – Port - Filos) Conteúdos: Oriente Médio, Os Árabes, Dissertação, Visão de Mundo Pergunta geradora: Por que a religião muçulmana está sendo alvo de tanta polêmica? Planejamento: Levantamento de hipóteses. Definição dos meios de investigação. Cronograma. Recursos Execução: Divisão de equipes (Histórico / Fotografias / O Alcorão / Mulçumanos no Brasil / A situação do Oriente Médio). Reuniões de relato. Visita a uma Mesquita. Conclusão/Avaliação: Organização da apresentação (Exposição de fotos, relatos orais, Entrevista com um grupo muçulmano, Projeto Religiões da Paz)

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38 Alguns Exemplos Práticos Projeto: Eu quero um novo! – 8ª Série Tipo: Interdisciplinar (Geo – Port – Mat - Filos) Conteúdos: Capitalismo/Consumismo/Meio-ambiente, Descrição, Percentagem e Felicidade Pergunta geradora: O que é ser feliz pra você? Planejamento: Levantamento de hipóteses. Definição dos meios de investigação. Cronograma. Recursos Execução: Divisão de equipes (O Capitalismo / Entrevistas e Fotografias / A Felicidade / Músicas, textos e poesias). Reuniões de relato. Conclusão/Avaliação: Organização da apresentação (Exposição de fotos, relatos orais, Apresentação musical, Projetos Conserte o seu usado e Faça a sua moda)

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40 Alguns Exemplos Práticos Projeto: Mais alto e mais frio! – 5ª Série Tipo: Disciplinar (Geografia) Conteúdo: Atmosfera – Clima – Aquecimento do ar. Pergunta geradora: Por que quanto mais alto mais frio fica se estamos mais perto do sol? Planejamento: Levantamento de hipóteses. Definição dos meios de investigação. Cronograma. Recursos Execução: Divisão de equipes (Experiências / Estatísticas / Maquete / Fotos e Entrevistas). Aula-passeio. Reuniões de relato. Conclusão/Avaliação: Organização da apresentação (Exposição de fotos, relatos orais, Dramatização, Projeto Ida a Petrópolis)

41 Projeto: Física no Parque – E. Médio Tipo: Disciplinar (Física) Conteúdos: Aceleração/desaceleração, Força centrífula / centrípeta, atrito, Gravidade, Inércia, etc. Pergunta geradora: Existe Física num parque de diversões?? Planejamento: Montagem do Guia de Observação e orientações sobre como as observações seriam registradas. Execução: Ida ao Parque, acompanhados pelo Professor de Física e do Coordenador Pedagógico. Posto tira-dúvida no local. Reunião de relato em sala de aula. Conclusão/Avaliação: Organização da apresentação (Relatos da Experiência) Seminário.

42 O trabalho com projetos pode dar conta de alguns objetivos educacionais com maior profundidade, em particular o desenvolvimento da autonomia intelectual, o aprender a aprender, o desenvolvimento da organização individual e coletiva, bem como a capacidade de tomar decisões e fazer escolhas com o propósito de realizar pequenos ou grandes projetos pessoais.

43 Um exemplo prático Projeto: Meninos de rua – 6ª Série Tipo : Interdisciplinar (Geo – Port - Mat) Conteúdos : Urbanização, Crônica e Gráficos Pergunta geradora: Quem são os meninos de rua? Por que vivem na rua? Planejamento: Levantamento de hipóteses. Definição dos meios de investigação. Cronograma. Recursos Execução: Divisão de equipes (Estatísticas / Entrevistas Fotografias / Órgãos responsáveis / Ações que já existem). Reuniões de relato. Conclusão: Organização da apresentação (Exposição de fotos, relatos orais, Lanche para os meninos de rua, Projetos de intervenção na realidade) Projeto: Meninos de rua – 6ª Série Tipo : Interdisciplinar (Geo – Port - Mat) Conteúdos : Urbanização, Crônica e Gráficos Pergunta geradora: Quem são os meninos de rua? Por que vivem na rua? Planejamento: Levantamento de hipóteses. Definição dos meios de investigação. Cronograma. Recursos Execução: Divisão de equipes (Estatísticas / Entrevistas Fotografias / Órgãos responsáveis / Ações que já existem). Reuniões de relato. Conclusão: Organização da apresentação (Exposição de fotos, relatos orais, Lanche para os meninos de rua, Projetos de intervenção na realidade)

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