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Linguagens de programação Profª Kelly E. Medeiros Bacharel em Sistemas de Informação.

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Apresentação em tema: "Linguagens de programação Profª Kelly E. Medeiros Bacharel em Sistemas de Informação."— Transcrição da apresentação:

1 Linguagens de programação Profª Kelly E. Medeiros Bacharel em Sistemas de Informação

2 Linguaguens de Baixo Nível As linguagens de baixo nível são interpretadas diretamente pelo computador, tendo um resultado rápido, porém é muito difícil e incômodo se trabalhar com elas. Exemplos de linguagens de baixo nível são a linguagem binária e a linguagem Assembly.

3 Linguagem de Baixo Nível Vantagens: Programas são executados com maior velocidade de processamento. Os programas ocupam menos espaço na memória.

4 Linguagem de Baixo Nível Desvantagens: Em geral, programas em Assembly tem pouca portabilidade, isto é, um código gerado para um tipo de processador não serve para outro. Códigos Assembly não são estruturados, tornando a programação mais difícil.

5 Linguagem de Baixo Nível Exemplo de código em Assembly: MOV r0, #0C ;load base address of string into r0 LOAD: MOV r1,(r0) ;load contents into r1 CALL PRINT ; call a print routine to print the character in r1 INC r0 ;point to next character JMP LOAD ;load next character Como pode-se notar, é uma linguagem bastante complicada.

6 Linguagem de Nível Médio Estas linguagens são linguagens voltadas ao ser humano e a máquina, ou seja, estas linguagens são uma mistura entre as linguagens de Alto Nível e as de Baixo Nível. Estas linguagens contém comandos muito simples e outros muito complicados, o que torna o seu código não muito difícil e nem tão fácil de se entender. Uma linguagem de Nível Médio são C e C++, existem algumas outras que utilizam o mesmo nível.

7 Linguagem de Nível Médio Vantagens: Geralmente são linguagens com mais poder, permitindo a criação de jogos e programas com qualidade profissional. Desvantagens: Alguns comandos tem uma sintaxe muito difícil de se compreender.

8 Linguagem de Nível Médio #include #define bufsize 1024; int N,O; int n; char *buf; buf = (char*) malloc (bufsize); while((n=read(N, buf, bufsize))>0) write(O, buf,n) free(buf);

9 Linguagem de Alto Nível São mais fáceis de se trabalhar e de entender, as ações são representadas por palavras de ordem (exemplo faça, imprima, etc) geralmente em inglês, foram feitos assim para facilitar a memorização e a lógica. Elas não são interpretadas diretamente pelo computador, sendo necessário traduzí-las para linguagem binária utilizando-se de um programa chamado compilador.

10 Linguagem de Alto Nível Quando programamos em uma linguagem de programação de alto nível primeiramente criamos um arquivo de texto comum contendo a lógica do programa, ou seja, é onde falamos ao computador como deve ser feito o que queremos.

11 Linguagem de Alto Nível Este arquivo de texto é chamado de código-fonte, cada palavra de ordem dentro do código-fonte é chamada de instrução. Após criarmos o código-fonte devemos traduzir este arquivo para linguagem binária usando o compilador correspondente com a linguagem na qual estamos programando.

12 Linguagem de Alto Nível O compilador irá gerar um segundo arquivo que chamamos de executável ou programa, este arquivo gerado é interpretado diretamente pelo computador.

13 Linguagem de Alto Nível Exemplo de código PHP (alto nível) print (Bem vindos visitantes do InfoEscola!); print ( Vamos contar até 50:); for($x=1;$x<=50;$x++) { print $x; print ; } if(4 == 2) { print (Fim do mundo! 4 é igual a 2!); } else { print (Ufa! 4 é diferente de 2); } ?>

14 Níveis de linguagem – Baixo, Médio e Alto Algumas Linguagens de programação C JAVA C++ C# VISUAL BASIC.NET PHP JAVASCRIPT DELPHI/OBJECT PASCAL PASCAL

15 Metodologias de Desenvolvimento

16 Codifica-Corrige Codifica-Corrige nada mais é do que o conceito de apenas faça funcionar. Inicialmente, o cliente pode fornecer uma especificação do que ele precisa. Esta especificação pode ser obtida através de algumas anotações, , ou de qualquer outra fonte não muito consistente. Esta abordagem se apóia nos conhecimentos da equipe para tentar preencher as lacunas.

17 Codifica - Corrige A metodologia Codifica-Corrige possui diversos efeitos colaterais negativos: A qualidade do produto é baixa. O sistema frequentemente se transforma num código bagunçado, com falta de adaptabilidade, reuso e interoperabilidade. Os sistemas são difíceis de serem mantidos e aprimorados. Os sistemas frequentemente tornam-se complicados e com baixa escalabilidade.

18 Cascata A metodologia de desenvolvimento em cascata foi desenvolvida pela marinha norte-americana nos anos 60 para permitir o desenvolvimento de softwares militares complexos. No modelo em cascata, o projeto segue uma série passos ordenados. Ao final de cada fase, a equipe de projeto finaliza uma revisão. O desenvolvimento não continua até que o cliente esteja satisfeito com os resultados.

19 Cascata

20 Prototipagem Evolutiva A metodologia de Prototipagem Evolutiva é uma abordagem que visualiza o desenvolvimento de concepções do sistema conforme o andamento do projeto. Esta metodologia baseia- se na utilização de prototipagem visual ou modelos do sistema final.

21 Prototipagem Evolutiva Estes modelos podem ser simples desenhos, imagens gráficas e até cópias completas em HTML do sistema esperado. Com esta abordagem visual, o cliente tem uma certeza maior do resultado final.

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23 Entregas por estágios Esta metodologia é outra abordagem modificada da metodologia de Desenvolvimento em Cascata. Existe um fluxo definido do início ao fim e as aceitações ocorrem a cada estágio. A diferença principal é que os requisitos de negócio do cliente são quebrados em grandes componentes, e estes componentes são entregues ao cliente em estágios discretos.

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25 RUP (Rational Unified Process) A metodologia RUP (Rational Unified Process) é um processo que fornece uma metodologia disciplinada de desenvolvimento utilizando um conjunto de ferramentas, modelos e entregáveis.

26 RUP A metodologia padronizada pode ser atrativa para grandes organizações que necessitem de uma linguagem comum e ferramentas padronizadas para toda a organização. A metodologia RUP utiliza UML (Unified Modeling Language) para comunicar os requisitos, arquiteturas e modelagens.

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