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DEUS CRISTO HOMEM IGREJA RESSURREIÇÃO II DOUTRINA CRISTÃ PALAVRAS CHAVES DA ALMA CATÓLICA Parte XXXVI.

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1 DEUS CRISTO HOMEM IGREJA RESSURREIÇÃO II DOUTRINA CRISTÃ PALAVRAS CHAVES DA ALMA CATÓLICA Parte XXXVI

2 PROJETO DE DEUS MORTE DE JESUS A morte violenta de Jesus não foi o resultado do acaso um conjunto infeliz de circunstâncias. Ela faz parte do mistério do projeto de Deus, como explica São Pedro aos judeus de Jerusalém já em seu primeiro discurso de Pentecostes: Ele foi entregue segundo o desígnio determinado e a presciência de Deus (At 2,23). Para Deus, todos os momentos do tempo estão presentes em sua atualidade. Ele estabelece, portanto, seu projeto eterno de predestinação incluindo nele a resposta livre de cada homem à sua graça. De fato, contra teu servo Jesus, a quem ungiste, verdadeiramente coligaram-se, nesta cidade, Herodes e Pôncio Pilatos com as nações pagãs e os povos de Israel, para executar tudo o que, em teu poder e sabedoria, havias predeterminado (At 4,27-28).

3 NOVA VIDA O BATISMO O Batismo, cujo sinal original e pleno é a imersão, significa eficazmente a descida ao túmulo do cristão que morre para o pecado com Cristo em vista de uma vida nova: "Pelo Batismo nós fomos sepultados com Cristo na morte, a fim de que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também nós vivamos vida nova" (Rm 6,4). Os crentes que respondem à Palavra de Deus e se tornam membros do Corpo de Cristo ficam estreitamente unidos a Cristo: Neles, a vida de Cristo se difunde por meio dos sacramentos, de forma misteriosa e real, unem-se a Cristo sofredor e glorificado. Isto é particularmente verdade com relação ao Batismo, pelo qual somos unidos à morte e à Ressurreição de Cristo, e com relação à Eucaristia, pela qual, participando realmente do Corpo de Cristo, somos elevados à comunhão com ele e entre nós. DESCIDA AO TÚMOLO

4 CRISTO MORTO Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida aos Infernos. É o mistério do Sábado Santo, que o Cristo depositado no túmulo manifesta o grande descanso sabático de Deus depois da realização da salvação dos homens, que confere paz ao universo inteiro. A permanência de Cristo no túmulo constitui o vínculo real entre o estado passível de Cristo antes da Páscoa e seu atual estado glorioso de Ressuscitado. É a mesma pessoa do Vivente que pode dizer: Estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos (Ap 1,18). Em benefício de todo homem, Jesus experimentou a morte. Foi verdadeiramente o Filho de Deus feito homem que morreu e que foi sepultado. Durante a permanência de Cristo no túmulo, sua Pessoa Divina continuou a assumir tanto a sua alma como o seu corpo, embora separados entre si pela morte. Por isso o corpo Cristo morto não viu a corrupção (At 2,27). O SEPULCRO

5 JESUS RESSUSCITADO SEPULCRO VAZIO A Ressurreição de Cristo é cumprimento das promessas do Antigo Testamento e do próprio Jesus durante sua vida terrestre. A expressão segundo as Escrituras indica que a Ressurreição de Cristo realiza essas predições. Maria de Magdala e as santas mulheres, que foram terminar de embalsamar o corpo de Jesus, sepultado às pressas, devido à chegada do Sábado, na tarde da Sexta-feira Santa, foram as primeiras a encontrar o Ressuscitado. Assim, as mulheres foram as primeiras mensageiras da Ressurreição de Cristo para os próprios apóstolos. Tudo o que aconteceu nesses dias pascais convoca todos os apóstolos, de modo particular Pedro, para a construção da era nova que começou na manhã de Páscoa.

6 Padre Ederaldo da Mata Silveira Pároco da Paróquia Nossa Senhora Mãe da Divina Providência Arquidiocese de Santa Maria de Belém do Grão-Pará, Amazônia do Brasil FRATERNIDADE E VIDA NO PLANETA A CRIAÇÃO GEME EM DORES DE PARTO CONHEÇA-SE, CONHECENDO A BÍBLIA Formatação: Diácono Eliezer de Oliveira Martins Musical: Capriccio Italiano Op. 45, Tchaikovsky Os textos são do Catecismo da Igreja Católica (§ 599s, 624s, , 641s, 652, 790, ). Fotos do arquivo particular e internete.


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