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Teste dos Caminhos Básico Wolley W. Silva. Visões do Teste • Teste de Caixa Preta: – faz referência a testes realizados na interface do software, com.

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1 Teste dos Caminhos Básico Wolley W. Silva

2 Visões do Teste • Teste de Caixa Preta: – faz referência a testes realizados na interface do software, com pouca preocupação em relação à estrutura lógica interna do software. • Teste de Caixa branca: – Um exame rigoroso do detalhe procedimental, os caminhos lógicos e as colaborações entre componentes são testados exercitando conjuntos específicos de condições e/ou ciclos.

3 Teste de Caixa Branca • Utiliza as estruturas lógicas do código para derivar os casos de teste com a finalidade de: a)garantir que todos os caminhos independentes de um módulo (algoritmo) foram exercitados pelo menos uma vez; b)exercitar todas as decisões lógicas nos seus estados verdadeiro e falso; c)executar todos os ciclos em seus limites e dentro de suas fronteiras operacionais; d)exercitar estruturas de dados internas para assegurar a sua validade.

4 Teste dos caminho básico • Permite derivar uma medida de complexidade lógica de um algoritmo e usar essa medida como guia para definir um conjunto base de caminhos de execução. • A notação que representa o fluxo de controle é chamada de grafo de fluxo (ou grafo de programa).

5 Teste dos caminho básico • Método Sacar • Notação grafo de fluxo Nó predicado

6 • Notação Teste dos caminho básico Representação base para o grafo de fluxo (PRESSMAN, 2011)

7 • Complexidade ciclomática – É uma métrica de software que fornece uma medida quantitativa da complexidade lógica de um programa. – Quando usada no contexto de teste de caminho básico, o valor computado define o número limite superior para a quantidade de teste que devem ser realizados para garantir que todos os comandos tenham sido executados pelo menos uma vez. Teste dos caminho básico

8 • A complexidade é calculada por uma de três maneiras: 1.O número de regiões do grafo de fluxo, incluindo a de externa, corresponde à complexidade ciclomática; Teste dos caminho básico Nó predicado V(G) = 3

9 2.A complexidade ciclomática V(G) para um grafo G é definida como V(G) = E -N +2 – em que E é o número de arestas do grafo de fluxo e N é o número de nós do grafo de fluxo. Teste dos caminho básico Nó predicado V(G) = 6 – V(G) = 3

10 3. A complexidade ciclomática V(G) para um grafo G também é definida como V(G) = P + 1 – em quem P é o número de nós predicados contidos no grafo de fluxo G. Teste dos caminho básico Nó predicado V(G) = V(G) = 3

11 Teste dos caminho básico • Caminho independente – Um caminho independente é qualquer caminho através do programa que introduz pelo menos um novo conjunto de comandos de processamento ou uma nova condição. – Quando definido em termos de um grafo de fluxo, um caminho independente deve incluir pelo menos uma aresta que não tenha sido atravessada antes de o caminho ser definido.

12 Teste dos caminho básico • Caminho independente Nó predicado Caminho 1: 1, 2, 5 Caminho 2: 1, 3, 5 Caminho 3: 1, 3, 4, 5

13 Teste dos caminho básico • Caminho independente – Quando projetamos casos de teste a partir dos caminhos identificados forçamos a execução de cada comando do programa pelo menos uma vez e cada condição terá sedo executada em seus lados verdadeiro e falso.

14 Teste dos caminho básico • Derivação dos casos de Teste a)A partir do algoritmo de um método desenhe o grafo de fluxo correspondente b)Determine a complexidade ciclomática do diagrama de fluxo c)Determine o conjunto de caminhos (lógicos) independentes d)Prepare casos de teste que vão forçar a execução de cada caminho lógico

15 Teste dos caminho básico • Derivação dos casos de Teste • Caminho 1: 1, 2, 5 • T1: saque com saldo • Saldo = 100 • Valor Saque = 99, 100, 101(valor limite) • Caminho 2: 1, 3, 5 • T2: saque sem saldo e sem limite • Saldo= 100 • Crédito=100; • Valor Saque = 101; • Caminho 3: 1, 3, 4, 5 • T2: saque sem saldo e com limite • Saldo = 100 • Crédito = 110 • Valor Saque = 109, 110, 111(valor limite)

16 • Métodos de Teste Teste dos caminho básico

17 Exercício • Desenhe o grafo de fluxo; • Defina a complexidade ciclomática • Defina os caminhos independentes • Elabore casos de teste para exercitar os caminhos lógicos • Implemente os casos de teste com JUnit


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