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AS 3 METAS CRÍTICAS PARA O MUNDO ATÉ O ANO 2010 AS 3 METAS CRÍTICAS PARA O MUNDO ATÉ O ANO 2010 REDUZIR: 1) 25% da infecção do HIV/AIDS dos jovens; 2)

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Apresentação em tema: "AS 3 METAS CRÍTICAS PARA O MUNDO ATÉ O ANO 2010 AS 3 METAS CRÍTICAS PARA O MUNDO ATÉ O ANO 2010 REDUZIR: 1) 25% da infecção do HIV/AIDS dos jovens; 2)"— Transcrição da apresentação:

1 AS 3 METAS CRÍTICAS PARA O MUNDO ATÉ O ANO 2010 AS 3 METAS CRÍTICAS PARA O MUNDO ATÉ O ANO 2010 REDUZIR: 1) 25% da infecção do HIV/AIDS dos jovens; 2) 50% das mortes e prevalência da tuberculose; 3) 50% da malária em todo mundo. Nações Unidas, FMI, Banco Mundial e G-8 REDUZIR: 1) 25% da infecção do HIV/AIDS dos jovens; 2) 50% das mortes e prevalência da tuberculose; 3) 50% da malária em todo mundo. Nações Unidas, FMI, Banco Mundial e G-8

2 Situação da tuberculose, 2000  1.9 milhões de mortes 98% delas em países em desenvolvimento - Brasil (6.029)  Cerca de mortes devidas à TB/HIV  8,7 milhões de novos casos, 80% em 22 países - Brasil -Estimado (notificados novos, recidivas) - Brasil -Estimado (notificados novos, recidivas)  TBMR presente em 63 dos 72 países que participaram do inquérito de Brasil 1,1% de resistência primária - Brasil 1,1% de resistência primária TBMR TBMR  Entre um bilhão de pessoas serão infectadas, 200 milhões irão adoecer e 35 milhões mortes, se não for melhorado o controle Fonte: OMS/MS

3 TB Notification Rates, or more < No report per pop TAXAS DE CASOS NOTIFICADOS DE TB, 2001

4 Casos de tuberculose Brasil Cerca de casos por ano 54 casos por hab. SP - Maior contingente de casos do Brasil – casos por ano Ci – 49 por hab RJ -Maior CI - 96,6 por hab. Casos de Aids

5 Casos e Coeficiente de Incidência de tuberculose no Estado de S. Paulo Interior Coef.: 30 por hab Município Coef. - 65,2 por hab Litoral Coef.: 90 por hab. Interior GSP Coef : 55 por hab. Estado -Casos novos Cerca de Estado: Total de casos Cerca de por ano

6 Coeficiente de incidência BK+ e Total de casos

7 Coeficiente de incidência de tuberculose Município e Estado de S. Paulo

8 Coef. Incid. Tb faixa etária e sexo Sexo feminino Sexo masculino

9 Coeficiente de incidência de tuberculose* nas prisões e na população em geral ,14651,08667,98707,46807,34853,21 48,149,448,346,747,146,4 Por hab.

10 Casos e porcentagem de HIV+ com tuberculose

11 Eixos da estratégia DOTS Vontade política Vontade política Retaguarda laboratorial com busca ativa de casos Retaguarda laboratorial com busca ativa de casos Sistema de informação Sistema de informação Estoque de medicamentos Estoque de medicamentos Tomada supervisionada (DOT) Tomada supervisionada (DOT)

12 Sistema de informação- EPI-Tb Variáveis importantes – identificação de detentos (privados de liberdade), prof. saúde, moradores em situação de rua Variáveis importantes – identificação de detentos (privados de liberdade), prof. saúde, moradores em situação de rua Resultado de Teste de sensibilidade Resultado de Teste de sensibilidade Relatório de acompanhamento mensal com informação de tratamento supervisionado e outras variáveis Relatório de acompanhamento mensal com informação de tratamento supervisionado e outras variáveis Proposta de desenvolver sistema na Web, interativo Proposta de desenvolver sistema na Web, interativo

13 Sistema de informação- EPI-Tb Nova Forma de avaliar – carta para os municípios com mais de 100 mil Hab. Nova Forma de avaliar – carta para os municípios com mais de 100 mil Hab. Recente avaliação – Santos L R mostrou que no ano de 2002, 61 mun. avaliados apenas 3 não tinham 80 % dos casos com informação de encerramento. Recente avaliação – Santos L R mostrou que no ano de 2002, 61 mun. avaliados apenas 3 não tinham 80 % dos casos com informação de encerramento.

14 Forma clínica Forma Pulmonar Forma Pulmonar 80 % casos 80 % casos HIV + 75 % HIV + 75 % H pulmonares bacilíferos 60 % entre pulmonares 60 % entre pulmonares HIV + 43 % HIV + 43 % H pulmonares > de 15 anos com baciloscopia não realizada -15 % HIV + 20% HIV + 20%

15 O papel dos laboratórios no Programa de controle da tuberculose Confirmação dos casos Descoberta dos casos – Intensidade de busca Descoberta dos casos – Intensidade de busca Controle de tratamento Controle de tratamento * A cura * A resistência Perfil da resistência – Vigilância Epidemiológica Perfil da resistência – Vigilância Epidemiológica Confirmação dos casos Descoberta dos casos – Intensidade de busca Descoberta dos casos – Intensidade de busca Controle de tratamento Controle de tratamento * A cura * A resistência Perfil da resistência – Vigilância Epidemiológica Perfil da resistência – Vigilância Epidemiológica

16 Confirmação do caso %

17 Diagnóstico bacteriológico A baciloscopia Realizadas preferencialmente em laboratórios públicos (filantrópicos e de universidades) Realizadas preferencialmente em laboratórios públicos (filantrópicos e de universidades) na impossibilidade - na impossibilidade - Diretrizes do Ministério da Saúde Diretrizes do Ministério da Saúde ] controle de qualidade ] SISTEMA DE INFORMAÇÃO ]Cumprir metas de resultados

18 Análise da situação Ênfase no papel dos laboratórios Confirmação dos casos Confirmação dos casos Falta confirmação dos casos Falta confirmação dos casos Falta pedir a baciloscopia - motivação Falta pedir a baciloscopia - motivação Demora no resultado produz falta de credibilidade – empenho universal Demora no resultado produz falta de credibilidade – empenho universal Confirmação dos casos Confirmação dos casos Falta confirmação dos casos Falta confirmação dos casos Falta pedir a baciloscopia - motivação Falta pedir a baciloscopia - motivação Demora no resultado produz falta de credibilidade – empenho universal Demora no resultado produz falta de credibilidade – empenho universal

19 Metas para baciloscopia  Coleta adequada - doentes orientados por profissional treinado  Impresso padronizado - garantir inform. para V.E.  Resultado em 4 h - urg/emerg 24 h - amb 24 h - amb

20 Busca ativa ? Procurar os suspeitos de Tuberculose TOSSE >3 SEMANAS Identificar Sintomáticos respiratórios

21 Medida da intensidade de busca de casos Como identificar a competência da descoberta Como identificar a competência da descoberta Basta saber o número de casos? Basta saber o número de casos? Será que esse número representa o universo de casos? Será que esse número representa o universo de casos? Será que há subnotificação? Será que há subnotificação?

22 Sistema de informação laboratorial para a Vigilância Epidemiológica Informação de doentes com baciloscopias positivas com nome e enderêço Informação de 1ª s amostras de baciloscopia para diagnóstico Informação de n° de baciloscopias de controle realizadas

23 Sistema de informação laboratorial para a Vigilância Epidemiológica Informação de baciloscopias e culturas realizadas Informação de doentes com resultados de teste de sensibilidade com alguma resistência com nome e enderêço

24 Sistema de informação laboratorial para a Vigilância Epidemiológica Para garantir estas informações são necessários instrumentos adequados: Requisição de exames de baciloscopia, cultura e teste de sensibilidade Requisição de exames de baciloscopia, cultura e teste de sensibilidade Livro de registro (branco) do laboratório – Livro de registro (branco) do laboratório – que não tem fluxo – por isso Labtb em SP. Siltb – que permite emitir os relatórios Siltb – que permite emitir os relatórios

25 Critérios mínimos para Culturas Todos os casos Todos os casos * Tb/HIV * Suspeitos de tb persistentemente Negativos * Extrapulmonares

26 Critérios mínimos para Culturas Critérios mínimos para Culturas Todos os casos Todos os casos * Retratamentos * Populações de maior risco - DETENTOS, moradores de rua, profissionais de saúde profissionais de saúde * Suspeitos de resistência (contactos)

27 Aspectos que requerem investimento A agilidade na cultura A implantação da automação, Coinfecção Tb/HIV A implantação da automação, Coinfecção Tb/HIV Controle de tratamento - baciloscopias periódicas Controle de tratamento - baciloscopias periódicas * A cura - baciloscopia de alta - dificuldades * A resistência - indicações de teste de sensibilidade Perfil da resistência – Vigilância Epidemiológica Perfil da resistência – Vigilância Epidemiológica

28 Sistema Automatizado BACTEC-MGIT 960 ® Resultados Comparativos BACTEC MGIT 960 LOWENSTEIN JENSEN BACTEC MGIT 960 LOWENSTEIN JENSEN POSITIVO 05 dias (+++) 25 dias POSITIVO 05 dias (+++) 25 dias POSITIVO 06 dias (+) 32 dias POSITIVO 06 dias (+) 32 dias POSITIVO 11 dias col. 42 dias POSITIVO 11 dias col. 42 dias POSITIVO 13 dias col. 46 dias POSITIVO 13 dias col. 46 dias POSITIVO 18 dias col 42 dias POSITIVO 18 dias col 42 dias Fonte : ICF -99/00 BACTEC MGIT 960 LOWENSTEIN JENSEN BACTEC MGIT 960 LOWENSTEIN JENSEN POSITIVO 05 dias (+++) 25 dias POSITIVO 05 dias (+++) 25 dias POSITIVO 06 dias (+) 32 dias POSITIVO 06 dias (+) 32 dias POSITIVO 11 dias col. 42 dias POSITIVO 11 dias col. 42 dias POSITIVO 13 dias col. 46 dias POSITIVO 13 dias col. 46 dias POSITIVO 18 dias col 42 dias POSITIVO 18 dias col 42 dias Fonte : ICF -99/00

29 Retaguarda laboratorial Cerca de 203 laboratórios realizaram baciloscopia em 2003 Cerca de 203 laboratórios realizaram baciloscopia em 2003 Cerca de 103 realizaram cultura em 2003 Cerca de 103 realizaram cultura em 2003 Cinco laboratórios realizam teste de sensibilidade para o Estado: Cinco laboratórios realizam teste de sensibilidade para o Estado: IAL central IAL central I.Clemente Ferreira I.Clemente Ferreira Sorocaba Sorocaba R. Preto R. Preto Sto André Sto André

30 Informação de busca ativa e laboratório Sistema na Web – Labtb Sistema na Web – Labtb

31 NomeSRPopulaçãoMeta% % de examinados anual da met a positividade 1SANTOS ,310,8 2 SAO JOSE DO RIO PRETO ,54,9 3ITAQUAQUECETUBA ,43,4 4BARUERI ,14 5EMBU ,94,1 6 PRAIA GRANDE ,4 7ITAPEVI ,810,8 8CUBATAO ,215,3 9VOTUPORANGA ,53,1 10ITAPIRA ,15,1 11TUPA ANDRADINA ,21,9 13 CAPAO BONITO ,24,3 14 PRESIDENTE VENCESLAU ,36 Informação de busca ativa e laboratório

32

33 Monitoramento de TS Jan a Julho de 2004 Dir de residência Casos% 17839, ,5 5136, ,5 2126,0 1284,0 Outras4522,5 Total200100,0

34 Monitoramento de TS Jan a Julho de 2004 Tipo de resistência R + H + outra ñ SM 42 R + H sens SM 37 R+ H QQ resistência Total182

35 Resultados da Vigilância da resistência às drogas antituberculosas - Estado de S.Paulo Resistência global

36 Resultados da Vigilância da resistência às drogas antituberculosas - Estado de S.Paulo Resistência primária

37 Resultados da Vigilância da resistência às drogas antituberculosas - Estado de S.Paulo Resistência adquirida

38 Custos Despesas com medicamentos Para controlar cada surto de MDR-TB em NY > US$ 1 bilhão Para controlar cada surto de MDR-TB em NY > US$ 1 bilhão Esquemas para MDR-TB com drogas de 3 a linha ~ US$ 4000 a US$ 6000 Esquemas de primeira linha ~ US$ 20

39 Uma mudança na forma de se administrar os medicamentos, sem mudanças no esquema terapêutico: o profissional de saúde passa a observar o paciente "engolir" os medicamentos, desde o início do tratamento até a sua cura. O que é o tratamento supervisionado ? Remodelar o tratamento

40 Casos DOTS Cura % % de DOTS ITANHAÉM2592,0053,19 TABOÃO DA SERRA 7590,6764,66 S. J. RIO PRETO 5889,6661,70 ITAQUAQUECETUBA9284,7861,33 RIBEIRÃO PRETO 11782,9169,23 EMBU4582,2242,06 SANTO ANDRÉ 12080,8351,72 CUBATÃO11580,0092,00 Casos em DOT – Municípios ESP- 2002

41 CasosDOT Cura % % DOT GUARUJÁ27378,5993,81 JACAREÍ2176,1933,33 PINDAMONHANGABA4475,0089,80 S.BERNARDO DO CAMPO 8871,5938,10 SAO JOSÉ DOS CAMPOS 10471,1554,74 PRAIA GRANDE 13970,5082,74 Casos em DOT – Municípios ESP- 2002

42 Resultados - Projeto conjunto Tb e Programa de Aids Cura Abandono Cura Abandono

43 Atividades DOT- Itaquaquecetuba

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