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Escola Secundária Alberto Sampaio Carlos Freitas.

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Apresentação em tema: "Escola Secundária Alberto Sampaio Carlos Freitas."— Transcrição da apresentação:

1 Escola Secundária Alberto Sampaio Carlos Freitas

2  Sistema operativo que incluí funções especiais que permitem a ligação de um computador a uma LAN.  Exemplos:  Unix  GNU/Linux;  Mac Os;  Windows Server Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 2

3  Sistema operativo de rede, livremente distribuído e open source que funciona em várias plataformas;  O kernel (núcleo) utilizado pela maioria dos SOs GNU é o Linux;  GNU:  GNU is Not Unix. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 3

4  Como o Linux é um SO com capacidades de multiutilizador, é necessário que se faça um login;  Elementos necessários:  Nome do utilizador;  Password.  Os elementos para login, são criados pelo administrador do sistema (root). Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 4

5  Após um login bem sucedido, o utilizador encontra-se na sua home directory ;  Home directory:  Pasta de trabalho do utilizador, onde tem direitos de execução, escrita e leitura;  Geralmente /home/nomeUtilizador/ ; Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 5

6  Quando se efectua o login, somos saudados por uma prompt com um aspecto semelhante ao seguinte:  $  O aspecto da prompt pode ser modificado para incluir:  O nome do computador;  Nome da directoria corrente;  …  O programa que apresenta a prompt é chamado de shell ;  A shell é o programa que nos permite comunicar com o sistema operativo (CLI - Command Line Interface ). Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 6

7  Existem várias implementações de programas de shell:  sh: Bourne Shell (Steven Bourne);  ksh: Korn Shell;  csh: C-Shell.  bash: Bourne Again Shell (Integra funcionalidades da ksh e csh);  … Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 7

8  Para se saber qual a shell em utilização:  echo $SHELL  A maioria dos sistemas Linux utiliza a Bourne Again Shell (bash);  Para “fechar” a shell Bash (voltar à prompt de login):  Escrever na prompt: logout, ou exit  Ou Pressionar Ctrl+D. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 8

9  Além de multiutilizador, o SO Linux é um sistema multitarefa;  Mesmo que um sistema Linux seja utilizado por apenas um utilizador, este tem à sua disposição s eis consolas virtuais (pode ser alterado);  Para alternar entre elas, basta pressionar:  Alt + F n (1 ≤ n ≤ 6);  Alt + F7 (reservado para o modo gráfico);  Se se estiver em modo gráfico (X11), para alternar para uma das consolas de texto, pressionar:  Ctrl + Alt + F n;  Alt + F7 regressa ao modo gráfico; Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 9

10  Na prompt da shell bash:  cd nomeDir Informa a shell que se pretende trabalhar na directoria com o nome nomeDir (cd - Change Directory )  cd / Informa a shell que se pretende trabalhar na directoria de raiz (root directory)  cd Regressa à home directory, qualquer que seja a directoria onde se esteja  pwd Informa ao utilizador qual a directoria onde se está a trabalhar actualmente ( Present Working Directory ) Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 10

11  Caminhos absolutos (começam com /):  /usr/share  /dev  /etc/network Interpretados a partir da raiz.  Caminhos relativos (não começam com /):  usr  Maildir  home/antonio/Docs Interpretados relativamente à pwd. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 11

12  Exemplo com o comando cd:  cd /usr Mudar para a directoria usr na raiz;  cd usr Mudar para a directoria usr que existe dentro da pwd;  cd.. Mudar para a directoria hierarquicamente abaixo da pwd;  cd../power Mudar para a directoria power que é “irmã” da pwd;  cd ~/radical Mudar para a directoria radical dentro da home directory. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 12

13 . refere-se à pwd (directoria corrente);  Utiliza-se frequentemente para a execução de programas na directoria corrente;  Exemplo: ./meuprog Executa o programa com o nome meuprog que se encontra na pwd (obviamente meuprog é executável). Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 13

14  Para nos referirmos às home directories de outros utilizadores:  Com caminho absoluto: /home/jaquim  Com o caracter ~: ~/jaquim Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 14

15  ls  Apresenta uma listagem (ls - list) do conteúdo da pwd: ls dead.letter Docs Maildir profile  ls -a  Apresenta uma listagem de TODO ( a - all ) o conteúdo da pwd. Inclui: Ficheiros ocultos (começados por. ); Links especiais. e.. ; ls -a.alias.bash_profile.cshrcDocs profile...bash_history.bashrc dead.letter Maildir.viminfo Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 15

16  ls -l  Apresenta uma listagem longa ( l - long ) dos conteúdos da pwd, incluindo direitos, número de links, proprietário, grupo, tamanho, última alteração e nome: ls -l total 16 -rw antonio users dead.letter drwx antonio users drwxr-xr-x 9 antonio users Maildir drwx antonio users profile  ls -lh : :11 Docs : :03  O parâmetro h (human readable ) faz com que os tamanhos dos ficheiros sejam apresentados em Kb, Mb e Gb. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 16

17  ls nomeficheiro  Apresenta apenas o ficheiro nomeficheiro caso este exista;  ls nomeDirectoria  Apresenta o conteúdo da directoria com o nome nomeDirectoria ;  ls -d nomeDirectoria  Apresenta apenas a directoria (d) com o nome nomeDirectoria ;  ls -R nomeDirectoria  Apresenta todos os ficheiros contidos na directoria nomeDirectoria e respectivas sub-directorias (R - recursivo). Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 17

18  Um inode number é um índice numérico que identifica cada objecto no sistema de ficheiros;  ls -i  Apresenta uma listagem do conteúdo da pwd junto com os respectivos inodes: ls -i dead.letter Docs Maildir profile  Podem existir dois ficheiros com um mesmo inode number, desde que que se encontrem em sistemas de ficheiros diferentes (e.g. partições diferentes). Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 18

19  mkdir power  Cria a directoria power na pwd;  mkdir um dó li tá  Cria as directorias um, dó, li e tá na pwd;  mkdir -p um/dó/li/tá  Cria a inteira árvore de directorias especificada ( p - parent directories). Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 19

20  cp fich1 fichCópia  Cria uma cópia do ficheiro fich1 com o nome fichCópia ;  cp -i fich1 fichCópia  Cria uma cópia do ficheiro fich1 com o nome fichCópia, mas se fichCópia já existir, pergunta (i - Interactivo) se se quer substituir;  cp /usr/src/kernel-source tar.  Cria uma cópia do ficheiro kernel-source tar que se encontra em /usr/src/ na pwd (.);  cp -R /usr/src.  Cria uma cópia da directoria /usr/ src e TODO o seu conteúdo em. (pwd). Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 20

21  mv fich1 fich2  Move (mv) o ficheiro com o nome fich1 para fich2.  Equivalente a renomear o ficheiro com o nome fich1 para o nome fich2.  mv -i fich1 fich2  Igual ao anterior mas pergunta se se pretende substituir fich2 se este já existir. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 21

22  touch fich1  Cria um ficheiro com o nome fich1 ;  Se fich1 já existir, apenas actualiza a sua data e hora (mtime) para a data e hora correntes do sistema. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 22

23  A informação no Unix, encontra-se organizada em ficheiros que por sua vez se encontram organizados em directorias.  As directorias encontram-se organizadas numa estrutura em árvore, onde existe uma raiz comum com várias ramificações.  A estrutura de directórios do Unix pode ser representada (tal como a estrutura do DOS) por uma árvore invertida com a raiz no topo.  O símbolo do directório raiz(root directory) é uma barra “/”, ao contrário do DOS que é uma barra invertida “\”.  Quando se inicia uma sessão em Unix, o utilizador após o login fica posicionado automaticamente no seu directório pessoal. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 23

24 Eis um exemplo da estrutura de directórios de um sistema Unix: /(root) standsbinetcdevhomeoptusrvartmp unixtermconsttybinlibx 115lscat Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 24

25  stand : versão executável do kernel  sbin : comandos para administração do sistema  etc : ficheiros de configuração do sistema  dev : ficheiros especiais que correspondem na sua utilização a discos, terminais, etc.  home : onde são criados os ficheiros do utilizador  opt : onde fica armazenado software não pertencente ao Unix  usr : ficheiros estáticos e partilháveis (comandos de sistema - lin, bibliotecas - lib)  var : contém logs, ficheiros temporários, etc.  tmp : só ficheiros temporários. De cada vez que o sistema é reinicializado esta directoria é limpa Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 25

26 dev - etc - home opt - / sbin - Contém ficheiros especiais (de dispositivos) tais como terminais, impressoras e dispositivos de armazenamento Contém bases de dados de configuração e administração do sistema (contém, por exemplo, os ficheiros com as passwords de todos os utilizadores) - Contém os directórios-conta e ficheiros de todos os utilizadores Contém os eventuais pacotes de aplicações adicionais Contém os programas de arranque e recuperação do sistema Contém programas standard e ficheiros de dados utilizados na primeira stand - inicialização do sistema tmp - usr - var - Contém todos os ficheiros temporários utilizados pelo Sistema Unix Contém programas vários do Sistema Unix, utilitários, comandos de administração de sistema, dados e ficheiros executáveis de jogos, compiladores e bibliotecas de linguagens de programação, manuais, etc. Contém directórios de ficheiros que diferem ao longo das diferentes versões de Unix. Estes incluem ficheiros de contabilidade, de registo da actividade do sistema, ficheiros de correio electrónico, etc. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 26

27 Identificação da directoria actual  pwd Indica o directório actual. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 27

28 Mudar de directoria  $home Muda para o directório pessoal.  cd permite ao utilizador mudar a directoria de trabalho. O caminho pode ser relativo ou absoluto. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 28

29 Usando-se: cd sem o nome do directório fará com que seu directório corrente seja o seu directório padrão, cd - fará com que seu directório corrente seja o directório onde estava anteriormente e é uma maneira conveniente de se alternar entre dois directórios, cd.. fará com que seu directório corrente seja o directório exactamente superior ao que você se encontra (muito útil). Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 29

30 Criar directorias:  mkdir Permite criar novas directorias cria uma directoria, tendo como ponto de origem a directoria de trabalho.  du Espaço já utilizado em disco; numero de blocos de 512 bytes de todos os directórios existentes no sistema.  df Quantidade de espaço livre no disco em blocos de 512 bytes. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 30

31 Eliminar directorias vazias:  rmdir permite apagar directorias vazias.  O directório a remover deve pertencer ao utilizador que o pretende remover.  Deve estar posicionado no directório pai daquele que vai ser eliminado.  O directório a eliminar não deve conter qualquer conteúdo. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 31

32 Listar o conteúdo de uma directoria:  ls ou dir Lista o conteúdo do directório corrente, permite listar nomes e atributos de ficheiros e directorias  O comando dir é um alias para o comando ls de forma que estes comandos fazem exactamente a mesma coisa. A listagem dos arquivos é normalmente codificada por cores:  azul escuro = directórios,  cinza = arquivos normais,  Verde = arquivos executáveis,  violeta = arquivos gráficos,  Vermelho = arquivos comprimidos,  azul claro = links simbólicos,  amarelo = arquivos de dispositivos,  castanho = FIFO Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 32

33  Opções do comando ls:  a-lista todos os ficheiros de uma directoria, incluindo aqueles que começam com “.”(os que se encontram escondidos).  s-lista os ficheiros e o seu tamanho em kbytes.  l-lista o tipo de ficheiro, permissões para o dono, grupo do dono e outros utilizadores, numero de ficheiros relacionados, nome do dono e tamanho. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 33 Fim Aula!

34 Quando utilizado o comando ls -l a saída será uma sequência semelhante à seguinte: rw--- 1roo 753Mar31 --tt818:39mb ox Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 34

35 1Tipo de item listado: d - directório (l no linux) c - periférico b - unidade -- ficheiro normal 2Permissões de acesso do dono ao item: r - leitura w - escrita x - execução 3Permissões de acesso do grupo a que pertence o dono ao item: r - leitura w - escrita x - execução Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 35

36 4Permissões de acesso dos outros utilizadores ao do item: r - leitura w - escrita x - execução 5Número de ficheiros associados 6Nome do dono do item 7Nome do grupo a que pertence o dono do item 8Tamanho do item 9Data de criação e/ou alteração 10Nome do item Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 36

37  ls -al |more Lista o conteúdo do directório corrente, todos os arquivos (incluindo aqueles começando com um ponto), e em um formato mais longo. A saída é canalizada para o comando "more", de forma que a exibição seja interrompida quando a tela ficar cheia. O comando ls tem diversas opções úteis. Algumas delas tem atalhos (aliases) para evitar uma digitação complicada. Execute ll (="long ls [ls longo]", um alias para ls -l). Uma outra opção de uso frequentemente é ls -ad (lista todos os subdirectorias no directório corrente, mas não lista os conteúdos). Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 37

38  Exemplos:  $ls /etc Lista os ficheiros existentes no directório etc  $ls /etc/a* Lista todos os ficheiros do directório etc cujo nome começa por a  $ls nl???? Lista todos os ficheiros começados por nl e que possuem mais quatro caracteres  $ls /bin/[a-f]* Lista todos os ficheiros do directório bin cujo nome começa por uma letra entre a e f  $ls /bin/[b,g]* Lista todos os ficheiros do directório bin cujo nome começa por b ou g  $ls -aR|more Lista todos os directórios abaixo do actual por páginas Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 38

39 Considerações sobre o nome de ficheiros Unix:  Em algumas versões do Unix, o nome dos ficheiros pode ter até 256 caracteres (Ex. Santa Cruz).  Pode usar-se qualquer combinação de caracteres incluindo números, excepto os caracteres seguintes que têm um significado especial para o Shell: ! “ „ ‟ ; / ; $ ( ) | { } [ ]~  Maiúsculas e minúsculas são interpretadas diferentemente: MENU.txt é diferente de menu.txt.  As extensões podem ter qualquer comprimento.  Dentro de um directório não podem existir nomes duplicados. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 39

40 Símbolos de redireccionamento: Indica ao computador onde colocar o output da linha de comandos. >Ex. echo> teste cria o ficheiro teste com o conteúdo especificado caso este não exista. Se já existe substitui o conteúdo existente pelo novo conteúdo. Indica ao computador onde adicionar o output. >> Ex. echo >> teste cria o ficheiro teste com o conteúdo especificado caso este não exista. Se já existe adiciona o novo conteúdo ao conteúdo existente. Indica ao computador de onde vem o input para a linha < execução do comando Ex. mail sara

41 Criação de ficheiros de texto simples:  echo Envia as entradas do teclado para o terminal directamente, ou para outro local se a saída for redireccionada. ( echo > ou >> nome_ficheiro )  touch Cria ficheiros simples de experiência e vazios quando não existe outro já com o mesmo nome no directório de trabalho. ( touch nome_ficheiro ) Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 41

42 Criação de ficheiros de texto simples:  cat Cria ficheiros de texto de forma rápida, digitando texto até que seja pressionada CTRL+d para terminar a entrada. ( cat > nome_ficheiro )  cat >> fich1 acrescenta linhas no ficheiro Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 42

43 Ver o conteúdo de um ficheiro:  cat > nome_fich visualiza o conteúdo de um ficheiro;  cat > fich1 fich2 > fich_final Com a utilização dos símbolos de redireccionamento e com o comando cat é possível concatenar vários ficheiros para um só. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 43

44 Ver o conteúdo de um ficheiro:  grep procura palavras ou cadeias de caracteres dentro de ficheiros. ( grep “texto a procurar” nome_ficheiro )  strings Apresenta no ecrã qualquer cadeia de caracteres que possa existir no interior de um ficheiro binário Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 44

45 Ver o conteúdo de um ficheiro:  more Imprime o conteúdo de um ficheiro página a página (more nome_ficheiro)  Teclas de movimentação no more:  Qou q-sair do more  Enter - visualizar nova linha  Barra de espaços - visualizar nova página  /- permite pesquisar por palavras dentro de um ficheiro a partir da localização actual. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 45

46 Ver o conteúdo de um ficheiro:  head imprime as primeiras 10 linhas de um ficheiro se nada for especificado ( head nome_fich ) ou o nº de linhas indicado ( head -5 nome_fich )  tail imprime as últimas 10 linhas de um ficheiro se nada for especificado ( tail nome_fich ) ou o nº de linhas indicadas ( tail -5 nome_ficheiro ) Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 46

47 Procura de ficheiros na árvore de directórios:  find Permite procurar um ficheiro numa hierarquia de directorias, a partir de um ponto especificado pelo utilizador, o nome de um ficheiro ou parte dele. find/-nametlp-print 1“/” indica ao find que deve iniciar a procura na raiz “.” indica ao find que deve iniciar a procura a partir do directório actual e continuar para os directórios abaixo 2“-name” indica ao find que se refere a um nome de ficheiro ou directório “-user” procura todos os ficheiros pertencentes a um determinado utilizador 3Nome do ficheiro ou ficheiros que se pretende procurar 4Para imprimir no ecran(opcional) Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 47

48 Identificação de tipos de ficheiros:  Categorias dos ficheiros Unix  Ficheiros correspondentes a periféricos, como terminais e impressoras  Ficheiros correspondentes às unidades de disco  Directórios  Ficheiros vulgares: Ficheiros de texto em código ASCII Ficheiros de código fonte Programas de shell Unix Ficheiros binários Ficheiros de programas executáveis Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 48

49 Identificação de tipos de ficheiros:  file Permite identificar os vários tipos de ficheiros. ( file nome_ficheiro )  É conveniente saber a localização exacta dos ficheiros.  Os caracteres de escape “?” e “*” podem ser utilizados com este comando. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 49

50 Cópia de ficheiros na árvore de directórios:  cp Cria uma nova cópia de um ficheiro mantendo o ficheiro original intacto para a directoria actual com um novo nome ou para outra directoria com o mesmo nome ou outro. ( cp nome_ficheiro novo_nome_ficheiro ou directoria_destino )  A nova cópia substitui qualquer outra com o mesmo nome na directoria para onde é criada a cópia.  Se forem copiados mais do que um ficheiro então o destino deverá ser um directório.  No ficheiro de origem deve ter permissão de leitura e o de destino deve ter permissão de escrita. Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 50

51 Deslocação e alteração do nome de ficheiros:  mv Permite alterar o nome de ficheiros e/ou movê-los. ( mv nome_ficheiro novo_nome_ficheiro ou directoria_destino ) Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 51

52 Eliminação de ficheiros:  rm Permite a remoção de ficheiros e/ou directórios não vazios. ( rm nome_ficheiro )  Algumas opções do comando rm: -dpermite remover directórios -felimina os ficheiros protegidos contra escrita -r ouelimina directórios e o respectivo conteúdo sem qualquer -Raviso -io sistema pede confirmação ao utilizador antes de eliminar o ficheiro Aula 3/4/5 - Sistemas Operativos 52


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