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Escola EB2,3 do VISO Tecnologias da Informação e Comunicação www.Conceitos-Introdutórios.pt Setembro de 2010 B3 Educação Formação Adultos AL 10 11.

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1 Escola EB2,3 do VISO Tecnologias da Informação e Comunicação Setembro de 2010 B3 Educação Formação Adultos AL 10 11

2 Conceitos introdutórios 2 Informatióne Informação “É um conjunto de dados articulados de forma a terem significado.” 2

3 Conceitos introdutórios 3 Informação Automática Informática “É o tratamento de informação por meios automáticos, associado à utilização de computadores e respectivos programas.” 3

4 Conceitos introdutórios 4 “É o conjunto de recursos tecnológicos e computacionais, que permite a criação, utilização e difusão da informação” Informática Tecnologias da Informação Tecnologias da Informação e Comunicação Avanços Tecnológicos 4

5 Conceitos introdutórios 5  Transmitida  Recebida  Armazenada  Reproduzida sob diversas formas (ex: livros, cd’s, filmes, etc) Características da Informação 5

6 Conceitos introdutórios 6  O computador utiliza uma linguagem matemática  Utiliza o sistema binário (0’s e 1’s) para representar internamente os dados e os processar  Todos os dados e instruções são armazenados e relacionados como se fossem números Informação digital  Informação a que podemos aceder através do computador  Pressupõe que esta exista em formato digital. Formato digital “Na Web, toda a informação, quer seja texto, sons ou imagens, encontra-se em formato digital.”

7 Conceitos introdutórios 7 Quais são as principais áreas de intervenção das TIC?  Computação  Informática  Burótica  Comunicação  Telecomunicações  Telemática  Controlo e Automação  Domótica  Robótica  CAD-CAM 7

8 Conceitos introdutórios Computação 8  Provém da palavra latina computare  contar, calcular ou avaliar  É um conjunto de dispositivos electrónicos, capaz de aceitar dados e instruções que executa para obter os resultados pretendidos. Computador 8

9 Conceitos introdutórios Computação (cont.) 9  Permite o tratamento/processamento da informação, através de meios automáticos, nomeadamente o computador ou outros sistemas informáticos. Informática 9

10 Conceitos introdutórios Comunicação 10  Serviço de comunicação à distância  Envolve a integração de sistemas tais como: televisão, vídeo, linhas telefónicas, satélites, etc. Telecomunicações Tele (longe, à distância) Comunicação (acto de transmitir informação) Telecomunicações 10

11 Conceitos introdutórios Controlo e Automação 11  Intervenção de meios informáticos  Controlo de mecanismos e processos industriais  Robótica  CAD/CAM Principais domínios de intervenção 11

12 Conceitos introdutórios Controlo e Automação (Continuação) 12  Área que estuda o desenvolvimento de sistemas electromecânicos (robôs), através de meios e processos informáticos. Robótica Importância  Realizar tarefas que exigem o máximo de eficiência e precisão.  Aceder a lugares onde a presença humana se torna difícil, arriscada e até mesmo impossível. 12

13 Conceitos introdutórios Controlo e Automação (Continuação) 13  Sistemas de fabrico controlados por computador  Projecto ou desenho  Utilização de computadores e softwares específicos. CAD (Computer Assisted Design) CAM (Computer Aided Manufactoring) CAD-CAM 13

14 Introdução à Estrutura e Funcionamento de um Sistema Informático Constituição dos Sistemas Informáticos 14  Componentes físicos da máquina  Eléctricos, mecânicos, electrónicos e magnéticos  Equipamento material Hardware  Componentes lógicos  Instruções capazes de fazer funcionar o hardware  Aplicações informáticas (programas – conjunto de instruções) Software 14

15 Introdução à Estrutura e Funcionamento de um Sistema Informático Hardware (cont.) 15 Principais funções  Entrada de dados (input)  Comunicação dos dados e dos programas a serem executados Responsabilidade: Dispositivos de entrada  Processamento  Manipulação dos dados para obter informação Responsabilidade: CPU  Armazenamento  Armazenamento de informação para posterior reutilização e transporte Responsabilidade: Memórias e dispositivos de armazenamento  Saída de dados (output)  Visualização e obtenção da informação produzida Responsabilidade: Dispositivos de saída 15

16 Introdução à Estrutura e Funcionamento de um Sistema Informático Unidade de Sistema - System box 16  Forma  Torre  Desktop  Contém as partes mais importantes para o funcionamento do computador  Componentes dispostos em placas de circuito impresso (PCI )  Chips  Silicone  Armazenados os circuitos electrónicos  Placa mais importante: Placa-mãe ou Motherboard Crânio 16

17 Introdução à Estrutura e Funcionamento de um Sistema Informático Unidade Central de Processamento – CPU (cont.) 17 Características  Circuito integrado  Milhares de componentes electrónicos complementares  Componente mais complexa  Fundamental  Funcionamento  Desempenho  Velocidade é medida em Mhz ou milhões de ciclos por segundo  Estrutura pode variar de sistema para sistema 17

18 Memórias Conceito 18  Armazenamento de informação  São armazenados dados:  Intermédios do processamento  Resultados finais  Programas 18

19 Memórias Unidade de Medida 19  Unidade de medida mais pequena: bit  A capacidade das memórias mede-se em bytes ou em múltiplos de byte Medidas mais frequentes: 19

20 Memórias Tipos de memórias 20  Memórias principais, centrais ou primárias  RAM  ROM  Memória Cache  Memórias secundárias, auxiliares ou de massa  Discos rígidos  Disquetes  Discos ópticos  Discos sólidos  Bandas magnéticas 20

21 Memórias Tipos de memórias (cont.) 21 Memórias principais, centrais ou primárias RAM - Random Acess Memory  Guarda temporariamente:  Instruções que o processador vai executar  Dados a processar  Resultados intermédios e finais do processamento  Capacidade de leitura e escrita  Tipo de acesso: aleatório  Volátil  Velocidade de acesso: mede-se em nano-segundos (entre 5 e 70 ns) 21

22 Memórias Tipos de memórias (cont.) 22 Memórias principais, centrais ou primárias (cont.)  Mais rápida que a RAM  Armazenamento dos dados mais requisitados pelo processador  Aumenta velocidade de funcionamento  Capacidade reduzida Cache InternaCache Secundária (cache nível 2) Tipos de Cache Memória Cache 22

23 Memórias Tipos de memórias (cont.) 23 Memórias principais, centrais ou primárias (cont.)  Apenas pode ser lida  Operações de leitura  Guarda programas e informações responsáveis pelo funcionamento interno do computador  Não é volátil  ROM-BIOS – Programa cuja principal função é controlar o hardware do computador ROM – Read Only Memory 23

24 Memórias Tipos de memórias (cont.) 24 Memórias secundárias, auxiliares ou de massa  Mais utilizados para leitura e escrita  Grande capacidade de armazenamento  Alta velocidade de acesso  Estrutura rígida e fixa  Constituição:  Pratos metálicos sobrepostos  Substância magnética  Cabeças de leitura  Braços mecânicos Discos rígidos 24

25 Memórias Tipos de memórias (cont.) 25 Memórias secundárias, auxiliares ou de massa (cont.)  Funcionamento semelhante ao dos discos rígidos e flexíveis  Baseados em tecnologia óptica  Velocidade de acesso relativamente baixa  Tipos:  CD (CD-R e CD-RW)  DVD  Vantagens:  Armazenamento de grandes quantidades de informação  Transportável  Durabilidade  Fiabilidade Discos ópticos 25

26 Memórias Tipos de memórias (cont.) 26 Memórias secundárias, auxiliares ou de massa (cont.)  Compostos por circuitos integrados  Velocidade de acesso razoável  Pequenos  Forma:  Porta-chaves  Caneta  Relógios  Capacidade de armazenamento: 32 MB a 1024 MB  Ligam-se à porta USB Discos sólidos 26

27 Memórias Comunicação entre CPU e suportes de armazenamento 27 Drives  Dispositivos de entrada e saída de dados  Permitem a comunicação entre processador (CPU) e os suportes de armazenamento  Os dispositivos de armazenamento devem ser colocados nas respectivas drives 27

28 Placa-mãe ou Motherboard Descrição 28  Permite que o processador comunique com todos os periféricos instalados  Composição:  Microprocessador  Memória principal  Circuitos de apoio  Placa controladora  Conectores do barramento ……  Comunicação entre os componentes é veiculada por fios condutores – barramento ou bus  Pode variar conforme o modelo e fabricante 28

29 Placa-mãe ou Motherboard Componentes base 29  Slots  Encaixe das placas de vídeo, som modems e outros periféricos  Conectores para encaixe de módulos de memória e processador  Conectores para teclado e fonte de alimentação  Portas  Série, paralelo, USB e outras  BIOS  Sistema básico de entrada e saída  Chip responsável pelo reconhecimento dos componentes de hardware  Fornecimento de informações básicas par ao funcionamento  CHIPSET  Comanda todo fluxo de dados entre processador, memórias e outros componentes 29

30 Placa-mãe ou Motherboard Componentes base (cont.) 30

31 Barramento (bus) 31  Ligam diversos componentes  Características principais:  Largura  Velocidade  Necessidade da existência de regras e cumprimento de normas  Descrição 31

32 Blogs 32 Já ouviste falar em Blogs? Sabes o que são? Um blogue é um sítio de Internet criado por um ou vários indivíduos (os “bloguistas”) e cujo propósito é o de partilhar informação da mais variada ordem. É considerado como uma espécie de diário online, onde os utilizadores autorizados criam os seus textos (designados de “posts”), assumindo assim as suas posições relativamente a várias temáticas específicas. 32

33 Blogs 33 De que forma é que a informação é colocada num Blog? A informação colocada num blogue é apresentada de forma cronológica, sendo que os artigos mais recentes são vistos em primeiro lugar e os mais antigos são disponibilizados depois. As informações de um Blog podem ser comentadas? A maioria dos bloguistas autoriza que os seus textos sejam comentados. Esta funcionalidade permite que quem acede aos blogues deixe a sua opinião ou coloque perguntas, produzindo uma interacção entre autores e leitores. 33

34 Blogs 34 Quais os limites ao nível das funcionalidades possíveis? Um blogue típico pode combinar as funcionalidades do texto, imagem, vídeo e links para outros blogues ou páginas Web. Além dos blogues de conteúdos de texto, existem também blogues mais vocacionados para um determinado meio, como a fotografia (“Photolog”) ou o vídeo (“vlog”). Como funcionam os Blogs? Para ter um blogue, o utilizador apenas tem que se registar num sítio Web que forneça este serviço e escolher algumas funcionalidades básicas, como a imagem de fundo, o nome do seu blogue e as definições de privacidade, e está pronto a começar. 34

35 Blogs 35 Qual o passo seguinte à criação de um Blog? O passo seguinte consiste na inserção de conteúdos no blogue, que será aquilo que o utilizador quiser que conste no mesmo. O utilizador coloca o texto, imagem, som ou vídeo que quer mostrar na caixa de texto apropriada, clica no ícone de publicação e o seu blogue está actualizado. A ordem de visualização dos assuntos num blogue é cronológica, ficando as novidades em primeiro lugar e os assuntos mais antigos no fim. 35

36 Blogs 36 Quem pode ver o meu Blog? Um blogue pode ser privado ou público – quando é definido como privado, apenas as pessoas seleccionadas pelo dono do blogue têm autorização para visualizar os seus conteúdos; um blogue público é visível a todos aqueles que o desejem consultar. Além destas definições, também é possível autorizar, ou não, que outros comentem os nossos artigos, e que tipo de utilizadores o pode fazer (se apenas utilizadores registados, se autoriza comentários anónimos, etc.) 36

37 Blogs 37 Tenho de pagar para ter um Blog? Existem bastantes entidades virtuais de criação e alojamento de blogues, muitas delas gratuitas. Regra geral, os blogues gratuitos terão menos funcionalidades que os pagos, cabendo ao utilizador a adesão a um ou outro conforme as suas necessidades. 37

38 Blogs 38 Atenção que…  Um facto curioso relativamente aos blogues é poderem ser um veículo de aprovação ou rejeição de um candidato a um emprego: começa a ser frequente uma entidade empregadora pesquisar o nome do candidato e ver que tipo de informações online encontra, ou seja, a forma como este se mostra no mundo virtual é tida como um reflexo do que o sujeito é no dia-a-dia.  Um blogue, dado ser considerado uma forma de divulgação de opiniões pessoais, pode ser a porta de entrada (ou saída) para uma dada empresa. 38

39 Conceitos introdutórios 39 O é um meio de enviar mensagens escritas pela Internet e que tem a vantagem de ser recebido quase instantaneamente pelo destinatário em qualquer parte do mundo. O que é o e para que serve? Outra grande funcionalidade deste meio passa pela possibilidade de o utilizador criar listas de distribuição de endereços de correio electrónico, podendo enviar uma mensagem para várias pessoas ao mesmo tempo. 39

40 Conceitos introdutórios 40  possuir uma ligação à Internet;  estar registado num servidor de s;  escrever a sua mensagem, colocar o endereço electrónico do destinatário no local apropriado e;  proceder ao seu envio clicando na área apropriada desse mesmo servidor. O que é necessário para se ter/enviar um ? 40

41 Conceitos introdutórios 41 Um dos perigos mais comuns é a propagação de vírus e consequente infecção dos computadores de utilizadores domésticos e empresariais.  Os vírus são propagados de diversas formas, como por exemplo, através de mensagens não solicitadas de correio electrónico contendo anexos, que são enviados para os mais diversos destinatários.  Estes s podem conter endereço de retorno, um envelope provocante ou qualquer outro artifício que encoraja o receptor a abri-lo. Que perigos pode ter um recebido? 41

42 Conceitos introdutórios 42 1.Tenha o antivírus actualizado 2.Não abra ficheiros de origem suspeita 3.Tenha o seu sistema operativo actualizado 4.Tenha a firewall sempre activa Uma firewall é uma protecção adicional contra a entrada de programas indesejados no seu computador, pelo que a deverá ter sempre activa e actualizada. Que cuidados devo ter? 42

43 Blogs 43 Que perigos podem apresentar os Blogs? Apesar de poderem ser um meio de partilha de informação e ideias, os blogues também não estão isentos de perigos, tal como outras funcionalidades da Internet. Um utilizador informado está mais seguro, pelo que apresentamos aqui alguns dos perigos mais comuns que podem advir da utilização dos blogues. Dado que um blogue é uma funcionalidade online, dependendo das suas definições de privacidade, pode ser alvo de SPAM, phishing ou outras formas de intrujar os menos atentos.phishing Um blogue público e sem qualquer restrição de comentários por parte de terceiros é um alvo fácil para indivíduos ou grupos mal-intencionados. SPAM, phishing ou outros 43

44 Blogs 44 Dado que é uma forma de exposição pessoal, um blogue pode ser alvo de cyberbullying. Um bloguista pode verificar que algo que escreveu num artigo foi mal interpretado ou, pura e simplesmente, e sem qualquer tipo de justificação aparente, o seu blogue foi inundado de insultos, ameaças e impropérios.cyberbullying Tal como noutros meios de comunicação pela Internet, o bloguista deverá evitar usar informação desnecessária de natureza pessoal. Perseguições online e offline A colocação de imagens pessoais na Internet pode levar outros a apropriarem-se indevidamente delas. Pense bem antes de colocar as suas imagens no blogue. Imagens 44

45 Blogs 45 Existem blogues de apologia de comportamentos que podem levar a doenças, como a anorexia, onde se exprimem opiniões que podem levar os mais influenciáveis (por vezes, crianças e adolescentes) a iniciar e/ou manter comportamentos lesivos para a sua saúde. Nestas situações, tal como para outros conteúdos que envolvam riscos para utilizadores menos preparados, como por exemplo para crianças, é necessário um acompanhamento familiar adequado. Blogues de apologia a doenças, discriminação, ódio, entre outros O bloguista é responsável pelos conteúdos inseridos no seu blogue. Contudo, esta responsabilização nem sempre é levada a sério, e muitos bloguers já foram os autores de situações lesivas para terceiros. Embora nem sempre seja propositado, é importante educar os utilizadores deste tipo de serviço para pensarem um pouco antes de colocarem algo no seu blogue, e quais as consequências desse acto, que podem até ser legais. Responsabilização pelos conteúdos 45

46 Blogs 46 O que são Chats? Um chat (abreviatura de “chatroom”, ou “sala de conversação”, em português) é um local online destinado a juntar várias pessoas para conversarem. Este local pode ser de carácter generalista, ou pode destinar-se à discussão de um tema em particular (por exemplo, um chat sobre ecologia). Os chatrooms permitem que várias pessoas troquem opiniões por escrito em simultâneo, em tempo real. Quando um utilizador escreve algo no chatroom, as suas palavras ficam disponíveis no painel para todos lerem, dando assim oportunidade aos restantes elementos presentes de responder da mesma forma. 46

47 Blogs 47 O que são IMs – Instant Messaging? Um IM (ou “Instant Messaging”, ou “mensagens instantâneas”, em português) é uma forma fácil de manter contacto com alguém sem ter que esperar por um . Alguns exemplos de IMs são o MSN Messenger, o Google Talk, o Yahoo! Messenger e o Skype, sendo que este último privilegia a utilização da voz como meio de comunicação.MSN MessengerGoogle TalkYahoo! MessengerSkype Os IMs são muito utilizados para troca de informação por funcionários de empresas, enquanto ferramenta de trabalho. Para tal, basta que as pessoas envolvidas se encontrem online. Este método de conversação via Internet é cada vez mais utilizada por jovens para conversar com os seus pares ou conhecer gente nova. Dadas as suas características (ser uma forma de contacto que não decorre frente-a-frente), muitos jovens sentem-se protegidos e, confiando em desconhecidos, podem discutir assuntos ou partilhar informação com mais à-vontade do que se fosse “ao vivo”. 47

48 Blogs 48 Como funcionam os Chats? Cada chat tem o seu conjunto de regras particulares, as quais se espera que sejam respeitadas (por exemplo, não ser permitido falar de música nos tópicos de ecologia). Para assegurar que tal acontece, alguns chats têm a presença de um moderador, que é uma pessoa responsável pelas actividades/temas/utilizadores que se encontram nesse local cibernético. Cabe ao moderador manter o bom funcionamento da “sala de conversa”, podendo expulsar aqueles que considere estarem a agir de modo impróprio. É ao moderador que deve reportar alguma ocorrência que sinta ser incorrecta. Um dado importante a reter é que, apesar de, nestes chats, as conversas serem públicas, há também a possibilidade de se conversar em privado (“private chats”) com terceiros. Estas conversas já não são moderadas e, consequentemente, podem apresentar alguns perigos, sobretudo para os cibernautas mais jovens (por exemplo, um menor pode, inadvertidamente, conversar com um pedófilo, ou com alguém que se queira apropriar da sua identidade ou da dos seus familiares, ou até obter informações que lhe permitam planear um roubo). 48

49 Blogs 49 Como funcionam os IMs? O sistema de mensagens instantâneas junta as funcionalidades do chat, dos telefones e do e permite a troca de informação e dados de forma quase imediata, a todos os utilizadores na lista de amigos desse utilizador que se encontrem online. Para tal, basta que escrevamos a mensagem, cliquemos em “enviar” e a mensagem é recebida quase instantaneamente pelo destinatário, onde quer que se encontre. É possível trocar mensagens instantâneas por computador, telemóvel ou por outro meio que possua ligação à Internet. Um telemóvel pode receber uma mensagem instantânea vinda de um computador e vice-versa. Há programas de IM que permitem ao cibernauta comunicar além da forma escrita, recorrendo à voz, ao vídeo ou às imagens, desde que possua as ferramentas necessárias (um microfone, ou uma webcam, por exemplo). 49

50 Blogs 50 Que perigos podem apresentar os Chats e os IMs? Os chats e os IMs podem ser locais perigosos para crianças e jovens, dado nunca termos a certeza de quem é o cibernauta que se encontra do outro lado. Os chatrooms são um local privilegiado para os pedófilos angariarem crianças desprevenidas, pelo que é importante preparar e educar os mais novos acerca dos potenciais perigos deste meio. Outro fenómeno ao qual devemos estar atentos é o do cyberbullying, que consiste em ameaçar, insultar ou denegrir uma pessoa através das mais variadas técnicas.cyberbullying Um chat ou um IM pode ser o local escolhido por certos indivíduos para cometerem alguns crimes, tais como o roubo de identidade e fraude (veja phishing).phishing 50

51 Conceitos introdutórios 51 1.Tenha em atenção aos temas dos Chats 2.Escolha um Nickname que não revele informação pessoal 3.Evite preencher campos sobre o teu perfil de utilizador 4.Não se encontre com desconhecidos 5.Não abra sites ou ficheiros enviados por desconhecidos 6.Registe as sessões de conversação Que cuidados devo ter? Uma firewall é uma protecção adicional contra a entrada de programas indesejados no seu computador, pelo que a deverá ter sempre activa e actualizada. 51


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