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1 Prof. Guilherme Alexandre Monteiro Reinaldo Ferramentas de Gestão da Informação.

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1 1 Prof. Guilherme Alexandre Monteiro Reinaldo Ferramentas de Gestão da Informação

2 Contatos n Prof. Guilherme Alexandre Monteiro Reinaldo n Apelido: Alexandre Cordel n /gtalk: n Site: n Celular: (81)

3 Mapas Mentais n Mapa mental, ou mapa da mente é o nome dado para um tipo de diagrama, sistematizado pelo inglês Tony Buzan; Voltado para a gestão de informações, de conhecimento e de capital intelectual; Utilizado para a compreensão e solução de problemas, na memorização e aprendizado; Usado na criação de manuais, livros e palestras; como ferramenta de brainstorming (tempestade de ideias); E no auxílio da gestão estratégica de uma empresa ou negócio.

4 Mapas Mentais n Um mapa mental parte de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas. n Podem ser elaborados por meio de canetas coloridas sobre folhas de papel ou um programa de computador. n Trata-se de um método para planejamento e registro gráfico cada vez mais usado em todas as áreas de conhecimento humano.

5 Mapas Mentais n O sistema de diagrama dos mapas mentais funciona como uma representação gráfica das idéias que se organizam em torno de um determinado foco. n Os mapas mentais funcionam exatamente como o cérebro, segundo Buzan. n Quando um mapa mental é elaborado, cada parte do mapa é associada com o restante, criando conexões entre cada conceito.

6 Exemplo Mapa Mental

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10 Mapas Mentais - Software n Acessem: https://www.mindmeister.com/pt

11 Mapas Conceituais n A construção de mapas conceituais na maneira proposta por Novak e Gowin (Novak, 1998; Novak e Gowin, 1999) considera uma estruturação hierárquica dos conceitos que serão apresentados tanto através de uma diferenciação progressiva quanto de uma reconciliação integrativa. n Engloba Avaliação da aprendizagem e Construção do conhecimento.

12 Mapas Conceituais n O mapa conceitual se coloca como um instrumento adequado para estruturar o conhecimento que está sendo construído pelo aprendiz, assim como uma forma de explicitar o conhecimento de um especialista. n Ele é adequado como instrumento facilitador da meta- aprendizagem, possibilitando uma oportunidade do indivíduo aprender a aprender, mas também é conveniente para um especialista tornar mais clara as conexões que ele percebe entre os conceitos sobre determinado tema.

13 Mapas Conceituais n Um indivíduo, em princípio, não tem muita clareza sobre quais são os conceitos relevantes de determinado tema, e ainda mais, quais as relações sobre esses conceitos. n Ao perceber com clareza e especificidade essas lacunas, ele poderá voltar a procurar subsídios (livro ou outro material instrucional) sobre suas dúvidas, e daí voltar para a construção de seu mapa.

14 Ex. Mapas Conceituais

15 Mapas Conceituais n Existem basicamente 4 tipos de Mapas: Mapa conceitual do tipo teia de aranha Mapa conceitual tipo fluxograma Mapa conceitual tipo sistema: entrada e saída Mapa conceitual hierárquico

16 Mapas Conceituais Teia de Aranha n Ele é organizado colocando-se o conceito central (ou gerador) no meio do mapa. Os demais conceitos vão se irradiando na medida que nos afastamos do centro. Vantagens: Fácil de estruturar, pois todas as informações estão unificadas em torno de um ou vários temas centrais. O foco principal é a irradiação das relações conceituais, sem preocupação com as relações hierárquicas, ou transversais. Desvantagens: Dificuldade em mostrar as relações entre os conceitos, e desse modo permitir a percepção de uma integração entre as informações. Não fica clara a opinião do autor sobre a importância relativa entre os vários conceitos e o conceito central.

17 Mapas Conceituais Teia de Aranha

18 Mapa conceitual Tipo fluxograma n Ele organiza a informação de uma maneira linear. Ele é utilizado para mostrar passo a passo determinado procedimento, e normalmente inclui um ponto inicial e outro ponto final. Um fluxograma é normalmente usado para melhorar a performance de um procedimento. Vantagens: Fácil de ler; as informações estão organizadas de uma maneira lógica e seqüencial. Desvantagens: Ausência de pensamento crítico, normalmente é incompleto na exposição do tema. Ele é construído para explicitar um processo, sem a preocupação de explicar determinado tema; na sua gênese não pretende facilitar a compreensão do processo, mas otimizar a sua execução.

19 Mapa Conceitual Tipo Fluxograma

20 Mapa conceitual tipo sistema: entrada e saída n Organiza a informação num formato que é semelhante ao fluxograma, mas com o acréscimo da imposição das possibilidades “entrada” e “saída”. Vantagens: Mostra várias relações entre os conceitos. Desvantagens: Algumas vezes é difícil de se ler devido ao grande número de relações entre os conceitos. Na sua gênese pretende explicar a transformação de insumos em produto acabado. É adequado para explicar processos que impliquem em entrada e saída.

21 Mapa Conceitual : entrada e saída

22 Mapa Conceitual Hierárquico n A informação é apresentada numa ordem descendente de importância. A informação mais importante (inclusiva) é colocada na parte superior. Um mapa hierárquico é usado para nos dizer algo sobre um procedimento. Vantagens: Os conceitos mais inclusivos estão explícitos; os conceitos auxiliares e menos inclusivos estão inter- relacionados. Estrutura o conhecimento de maneira mais adequada a compreensão humana, considerando em posição de destaque os conceitos mais inclusivos. Desvantagens: Mais difícil de externar e construir, visto que expõe a estrutura cognitiva do autor sobre o assunto. A clareza do autor sobre o tema fica evidente quando da sua construção. A sua construção sempre representa um desafio, visto que explicita (principalmente para si) a profundidade do conhecimento do autor sobre o tema do mapa.

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24 Bom Mapa Conceitual n Considerando mapas onde os conceitos estão de acordo com o que é aceito pela comunidade científica sobre determinado tema, não existe um mapa certo ou mapa errado. n Um BOM mapa começa com uma boa seleção de conceitos relacionados ao tema principal. n Cada conceito pode estar relacionado a mais de um outro conceito. n A existência de grande número de conexões entre os conceitos revela a familiaridade do autor com o tema considerado. n Mesmo que ele não tenha feito a escolha dos conceitos a serem mapeados, ele conseguirá perceber as relações entre eles se tiver algum domínio sobre o tema.

25 Bom Mapa Conceitual

26 Mal Mapa Conceitual n Um MAL mapa conceitual faz uma conexão linear entre os conceitos. Ele evidencia que seu autor não visualiza outras conexões, outras possibilidades de entendimento da questão. (Novak e Gowin, 1999: 124).

27 Mal Mapa Conceitual

28 Mapa Conceitual - Software n CMapTools instalem em vossas máquinas.

29 Ferramenta Wiki n Os termos wiki (pronunciado /uíqui/ ou /víqui/) e WikiWiki são utilizados para identificar um tipo específico de coleção de documentos em hipertexto ou o software colaborativo usado para criá-lo. n O termo “Wiki wiki” significa “extremamente rápido” no idioma havaiano. n Este software colaborativo permite a edição coletiva dos documentos, usando um sistema que não necessita que o conteúdo tenha que ser revisto antes da sua publicação.

30 Ferramenta Wiki n O que faz o "wiki" tão diferente das outras páginas da Internet é certamente o fato de poder ser editado pelos usuários que por ele navegam. n É possível corrigir erros, complementar ideias e inserir novas informações. n Os problemas que se podem encontrar em wikis são artigos feitos por pessoas que nem sempre são especialistas no assunto, ou até vandalismo, substituindo o conteúdo do artigo.

31 Ferramenta Wiki n Está fortemente relacionado com o conceito de crowdsourcing (fonte crescente). n Alternativamente existem algumas wikis utilizadas como wikis pessoais (Personal Wiki). n A ideia por trás de controlar usuários é diretamente relacionada ao tamanho do universo gerado pelo wiki. n Quanto mais pessoas estiverem usando o wiki, menor deveria ser a necessidade de níveis de controle, pois o controle é fornecido pela própria sociedade. n Mas o controle sempre se faz necessário, em pelo menos dois níveis: gerenciamento e utilização.

32 Ferramenta Wiki n Existem 4 tipos de privilégio: Wiki tradicional Criação de conta exigida Somente utilizadores autorizados Wiki privada n Acessem:

33 Ferramentas DLP n DLP (Data Loss Prevention) proporciona uma proteção de dados proativa, ajuda a compreender como os dados são utilizados na organização e garante a criação de políticas eficientes de proteção de informações, dispensando meses de processos de tentativa e erro.

34 Ferramentas DLP

35 n O modelo de proteção digital adotado pelas organizações é hoje fortemente baseado no conceito de defesa em profundidade, no qual tecnologias são distribuídas ao longo da rede, servidores e estações, a fim de impedir que pessoas não autorizadas tenham acesso à rede, servidores, aplicações e dados; e que aquelas autorizadas tenham acesso somente ao que deveriam acessar. n É o que os americanos chamam de “bad guy out, good guy in”. No centro e no final de tudo está, ou deveria estar, o dado, a informação, aquela cuja confidencialidade, integridade e disponibilidade devem ser garantidas.

36 Ferramentas DLP n O Data Loss Prevention simplifica a detecção e proteção da informação mais valiosa para as instituições: sua propriedade intelectual.

37 Ferramentas DLP n Principais recursos: Descoberta — localiza os dados confidenciais onde quer que estejam armazenados, cria um inventário de dados sigilosos e gerencia automaticamente a limpeza dos dados. Monitorar — saiba como os dados confidenciais estão sendo usados, estando o usuário na rede corporativa ou não, e obtenha visibilidade da organização. Proteger — aplica políticas de segurança automaticamente para proteger os dados de forma proativa e impedir que dados confidenciais saiam da organização. Gerenciar — defina políticas universais para toda a organização, corrija incidentes e gere relatórios sobre eles, e detecte o conteúdo de maneira precisa em uma plataforma unificada.

38 Ferramentas DLP n Principais benefícios Reduz a proliferação de dados confidenciais nos datacenters da organização, sistemas-cliente, escritórios remotos e computadores de usuários finais. Identifica processos de negócios falhos que estejam transmitindo dados confidenciais. Monitora e proteje as comunicações de conteúdo sigiloso a sites públicos. Define e implementa políticas universais em toda a organização.

39 Ferramentas DLP

40 Gestão de Conteúdo (CMS) n O Sistema de Gestão de Conteúdo - SGC (do inglês Content Management Systems - CMS), é um sistema gestor de websites, e intranets que integra ferramentas necessárias para criar, gerir (inserir e editar) conteúdos em tempo real sem a necessidade de programação de código; n O objetivo é estruturar e facilitar a criação, administração, distribuição, publicação e disponibilidade da informação. n Sua maior característica é a grande quantidade de funções presentes através de complementos (galerias de fotos, gerenciadores de enquetes, gerenciadores de formulários) que podem ser agregados ao SGC.

41 Gestão de Conteúdo (CMS) n Um CMS permite que a organização tenha total autonomia sobre o conteúdo e evolução da sua presença na internet; n Dispensa a assistência de terceiros ou empresas especializadas para manutenções de rotina. n Não é preciso um funcionário dedicado, pois cada membro da equipe poderá gerir seu próprio conteúdo, diminuindo os custos com recursos humanos; n Ajuda a suplantar barreiras potenciais à comunicação web reduzindo o custo da criação, contribuição e manutenção de conteúdo.

42 Exemplos de CMS n Wordpress, um sistema em PHP, Open Source e de altíssima qualidade para gerir blogs ou portais cada vez mais completos. n Liferay, onde é facilmente realizada a edição de conteúdos a partir do próprio site, podendo também ser usado para o gerenciamento de intranet. n ScriptCase, plataforma de desenvolvimento de aplicações PHP. É uma ferramenta que permite o uso de uma interface gráfica acessada diretamente via navegador. Utilizando o ScriptCase, desenvolvedores podem gerar sistemas PHP completos e de forma ágil.

43 Exemplos de CMS n Vignette: É um sistema CMS comercial, que é bastante caro. É importante comentá-lo por ser o primeiro sistema CMS comercial que apareceu no mercado. n Drupal: Um dos CMS mais populares, neste caso gratuito e open source. Criado em PHP e com possibilidade de utilizar várias bancos de dados distintos, por padrão MySQL. n Mambo: Um sistema CMS livre e gratuito, criado em PHP. Pode-se ler o artigo sobre Mambo, sistema de administração de conteúdos publicado em CriarWeb.com. n Joomla!: É um CMS de código livre, também criado em PHP. Surge como uma melhora ou ampliação de Mambo. n OsCommerce: O sistema gerenciador de conteúdos de código livre, para a criação de uma loja mais conhecido e utilizado.

44 Armazenamento de Arquivos n Dropbox é um serviço para armazenamento de arquivos. n É baseado no conceito de "computação em nuvem" ("cloud computing").computação em nuvem n A empresa desenvolvedora do programa disponibiliza enormes e poderosas centrais de computadores que conseguem armazenar os arquivos de seus clientes ao redor do mundo.

45 Armazenamento de Arquivos n Uma vez que os arquivos sejam devidamente copiados para os servidores da empresa, passarão a ficar acessíveis a partir de qualquer lugar que tenha acesso à internet. n O princípio é o de manter arquivos sincronizados entre dois computadores que tenham o Dropbox instalado. n

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47 Armazenamento de Arquivos n Google Drive

48 Recuperação de Conteúdo n Software que nos permite a recuperação de arquivos deletados indevidamente; n Realiza recuperação de arquivos dos mais variados tipos (texto, imagem, audios); n Consegue agir sobre pen-drives, HD’s internos e externos; n Exemplos: GetDataBack for FAT and NTFS Smart Data Recovery

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50 Get Data Back

51 BPMS n BPMS (Business Process Management System) automatiza a gestão de processos de negócio - WorkFlow: Execução, Controle, Monitoração.

52 BPM – Business Process Management (Gerenciamento de Processos de Negócio) Refere-se ao gerenciamento do ciclo completo de processos de negócio, que inclui: modelagem, análise, redesenho, implementação, execução, monitoramento e melhoria contínua dos processos de uma organização. Para alcançar resultados consistentes e alinhados com os objetivos estratégicos.

53 BPM – Business Process Management (Gerenciamento de Processos de Negócio)  É um campo multidisciplinar que integra conhecimentos e práticas advindas de disciplinas de administração, sistemas de informação e engenharia de software.

54 BPM – Business Process Management (Gerenciamento de Processos de Negócio) Ciclo de Vida BPM

55 Mas, atenção: BPM é o princípio não a ferramenta. Implantar BPM é bem mais que disponibilizar uma ferramenta.

56 BPM, BPMN e BPMS

57 Ferramenta: BizAgi Process Modeler

58 Automação de Processos Modelar e simular Business rules Regras de Negócios Executar Processos Análises Históricas Construção de serviços BAM Bussines Activity Monitoring BPMS – Business Process Management System  Suite de produtos de software integrado para habilitar BPM  Sistema que controla o ciclo completo da gestão de processos

59 BPEL – Business Process Execution Language XPDL - Process Definition Language Modelagem / Implementação

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61 Execução dos Processos

62 Oracle BPM Suite n Vejamos:

63 Painel de Controle do Governo

64 Gerenciamento de Projetos n É a área da administração aplicada de conhecimentos, habilidades e técnicas na elaboração de atividades relacionadas para atingir um conjunto de objetivos pré- definidos, num certo prazo, com um certo custo e qualidade, através da mobilização de recursos técnicos e humanos

65 Gerenciamento de Projetos gantter.com

66 EAP ou WBS n Em Gerência de projetos, uma Estrutura Analítica de Projetos (EAP), do Inglês, Work breakdown structure (WBS) é uma ferramenta de decomposição do trabalho do projeto em partes manejáveis. n É estruturada em árvore exaustiva, hierárquica (de mais geral para mais específica) orientada às entregas (deliverables) que precisam ser feitas para completar um projeto.

67 EAP ou WBS n O objetivo de uma EAP é identificar elementos terminais (os produtos, serviços e resultados a serem feitos em um projeto). n Assim, a EAP serve como base para a maior parte do planejamento de projeto. n A ferramenta primária para descrever o escopo do projeto (trabalho) é a estrutura analítica do projeto (EAP).

68 EAP ou WBS n A Work Breakdown Structure é uma ferramenta bastante comum. n Várias resoluções de trabalho do governo dos Estados Unidos têm como requerimento uma work breakdown structure. n A EAP não é criada apenas para o gerente do projeto, mas para toda a equipe de execução do projeto, bem como para as demais partes interessadas tais como clientes e fornecedores. n Ex. Ferramenta:

69 EAP ou WBS

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