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1 SEGURANÇA DO TRABALHO Instrutor: Sandro F co. Stolarski.

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2 1 SEGURANÇA DO TRABALHO Instrutor: Sandro F co. Stolarski

3 2 SEGURANÇA DO TRABALHO Denomina-se Segurança do Trabalho, a disciplina que congrega estudos e pesquisas visando eliminar os fatores perigosos que conduzem ao acidente ou reduzir os seus efeitos.

4 3 O Que é Segurança do Trabalho ? Segurança do trabalho pode ser entendida como conjuntos de medidas que são adotadas visando zerar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade e a capacidade de trabalho do trabalhador

5 4 Quadro de Segurança da Empresa Compõe-se de uma equipe multidisciplinar composta por: -Eng° de Segurança do Trabalho -Técnico em Segurança do Trabalho -Médico do Trabalho -Enfermeiro do Trabalho -Aux.de Enfermagem do Trabalho

6 5 Estes profissionais formam o SESMT- Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho. Também os funcionários da empresa constituem a CIPA- Comissão Interna de Prevenção de Acidentes

7 6 A Segurança do Trabalho é definida por normas e leis. No Brasil a Legislação de Segurança do Trabalho compõe-se de Normas Regulamentadoras, outras leis complementares, como portarias e decretos e também as convenções Internacionais da Organização Internacional do Trabalho, ratificadas pelo Brasil.

8 7 Porque minha empresa precisa constituir uma Equipe de Segurança do Trabalho?

9 8 Porque é exigido por lei. Por outro lado, a Segurança do Trabalho faz com que a empresa se organize, aumentando a produtividade e a qualidade dos produtos, melhorando as relações humanas no trabalho e a qualidade de vida do trabalhador

10 9 HISTÓRICO DE SEGURANÇA Já no ano a.C., uma insurreição geral dos trabalhadores, iniciada nas minas de cobre do antigo Egito, serviu ao faraó reinante como incidente para evidenciar a necessidade de proteger e melhorar as condições de vida dos escravos. A civilização greco-romana desenvolveu a segurança do trabalho mediante a aplicação da medicina sistematizada por Hipócrates.

11 10 HISTÓRICO DE SEGURANÇA Na Roma dos Césares, as figuras atuantes no estabelecimento das medidas de segurança do trabalho foram Plinius e Rotarius que, pelas suas recomendações do uso de máscaras contra poeiras metálicas, se destacaram como pioneiros da prevenção de acidentes. No período renascentista, destacaram-se Samuel Stockausen como pioneiro da inspeção médica do trabalho, Bernardino Ramazzini como sistematizador de todos os conhecimentos acumulados sobre segurança.

12 11 HISTÓRICO DA SEGURANÇA Em 1919, foi criada a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Foro tripartite para elaboração da lista de doenças profissionais. O advento da máquina assinalou, no século XIX, a Revolução Industrial, com as primeiras tentativas de racionalização do trabalho, cujo precursor foi Taylor. Apesar do Brasil participar da OIT desde 1919, foi a partir de 1944, que surgiu a primeira Lei Ordinária, que prescrevia a segurança no trabalho.

13 12 SEGURANÇA DO TRABALHO Provavelmente, porque foi nessa época, que iniciou-se a revolução industrial no Brasil, com a criação da 1a. Siderúrgica Nacional, a de Volta Redonda. A CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho, criada em 11/11/44, desenvolveu-se muito na década de 50 e 60, e foi um instrumento valioso de conscientização no meio laboral e governamental.

14 13 ACIDENTE DO TRABALHO O que é acidente? Se considerarmos a definição do dicionário a resposta é: Acontecimento imprevisto, casual ou não, ou ainda – Acontecimento infeliz que resulta em perda, dano, estrago, prejuízo, avaria, etc. “Sob a ótica de Controle de Perdas” Acidente é um acontecimento não desejado e inesperado que tem como resultado uma lesão, uma doença ou danos ao patrimônio. Geralmente é o resultado de um contato com uma fonte de energia (cinética, física, química, etc.), acima do limite de resistência do corpo ou da estrutura.

15 14 ACIDENTE DO TRABALHO Conceito Legal - Lei 8213/91 Art. 19 O da CLT Acidente do Trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, ou perda, ou redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho.

16 15 CONCEITO PREVENCIONISTA Acidente de Trabalho é uma ocorrência não programada, inesperada ou não, que interrompe ou interfere no processo normal de uma atividade, ocasionando perda de tempo útil e/ou lesões nos trabalhadores e/ou danos materiais, sendo resultado de ações, cometidas ou condições existentes, abaixo dos padrões de segurança estabelecidos. Dentro do enfoque de prevenção a maioria dos acidentes podem ser evitados Nesse sentido, é importante observar que o acidente não é obra do acaso e pode trazer conseqüências indesejáveis. Em outras palavras: acidentes são previsíveis, portanto podem ser evitados, pois não acontecem por obra do acaso.

17 16 CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO Todo acidente tem causas definidas, por mais imprevisível que possa parecer. Os acidentes, de maneira geral, são resultados de uma combinação de causas, entre elas a falha humana e a falha de material.

18 17 CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO Os quatro elementos que estão envolvidos em processos industriais são: Pessoas Equipamentos Materiais Ambiente

19 18 CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO Pessoas Queimadura de terceiro grau – não estava usando balaclava.

20 19 CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO Equipamentos

21 20 CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO Materiais

22 21 CAUSAS DO ACIDENTE DO TRABALHO Ambiente

23 22 Planejamento, Organização, Liderança e Controle Em administração o fundamental para poder exercer a função de controle é saber o que tem de ser controlado. O supervisor, porém, não deve ficar limitado somente a pontos como: Selecionar bem o seu pessoal. Fazer inspeções. Fazer reuniões de grupo. Fazer observações. Treinar os novos funcionários. Fazer investigações de acidentes. Fazer análise de trabalhos. Revisar procedimentos de operação. Dar instruções corretas de trabalho. Avaliar as necessidades de treinamento. Motivar o pessoal constantemente. Reavaliar os procedimentos etc.

24 23 Causas Básicas A falta de controle administrativo permite a existência de certas causas básicas que geram acidentes afetando a operação industrial. Estas causas têm sido chamadas também de “causas raízes”, “causas indiretas”, “causas subjacentes” ou causas reais”.

25 24 Essas Causas são Classificadas em dois Grupos: Fatores Pessoais de insegurança Falta de conhecimento ou de capacidade para o trabalho ou tarefa. Movimentação incorreta ou insuficiente. Problemas físicos ou mentais Outros. Fatores do trabalho Normas inadequadas de trabalho. Projeto inadequado Operação inadequada. Normas inadequadas de compras. Desgaste anormal devido ao uso inadequado ou abuso. Outros.

26 25 Causa imediata Ë um ato abaixo dos padrões, também, conhecido como atos e condições inseguras que podem levar a um acidente. O sintoma da causa imediata pode ser a existência das causas básicas que podem afetar a operação industrial e consequentemente remeter as perdas pessoais e ao patrimônio.

27 26 SEGURANÇA DO TRABALHO Ato Inseguro: É a violação de um procedimento de segurança aceito, que pode ocasionar um acidente. Condição Insegura: É uma condição ou circunstância física perigosa em equipamentos, instalações, máquinas e ferramentas, que pode ocasionar um acidente. Relação de algumas falhas de procedimento chamada de “ato inseguro”: a)operar equipamento sem autorização b)não avisar ou se expor a um risco. c)operar em velocidade inadequada. d)desligar os equipamentos ou dispositivos de segurança. e)usar equipamentos defeituosos. f)utilizar equipamentos incorretamente. g)não usar equipamento de proteção individual. h)carregar ou localizar de forma imprópria os equipamentos. i)levantar peso incorretamente.

28 27 CONSEQUÊNCIAS DO ACIDENTE DO TRABALHO Para o Trabalhador Sofrimento Físico; Desamparo à Família; Incapacidade para o trabalho. Para a Sociedade Aumento de impostos; Aumento do custo de vida; Perda de elementos produtivos; Maior número de dependentes para coletividades.

29 28 CONSEQUÊNCIAS DO ACIDENTE DO TRABALHO Para a Empresa Perda de tempo, produtos e Faturamento; Dificuldades com autoridade; Gastos com serviços médicos.

30 29 RISCOS AMBIENTAIS Os riscos estão presentes nos locais de trabalho e em todas as demais atividades humanas, comprometendo a segurança e a saúde das pessoas e a produtividade da empresa. Esses riscos podem afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazos, provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho como já vimos anteriormente.

31 30 Classificação dos Agentes de Riscos Ambientais Os riscos ambientais são classificados segundo a sua natureza e forma com que atuam no organismo humano. Esta classificação é dada a seguir:

32 31 CLASSIFICAÇÃO DOS AGENTES DE RISCOS AMBIENTAIS RISCO FISICORISCO QUIMICORISCO BIOLOGICO RISCO ERGONÔMICO RISCO ACIDENTE RUÍDOPOEIRASVIRUSTRABALHO FISICO PESADO ELETRICIDADE VIBRAÇÕESFUMOSBACTÉRIASPOSTURA INCORRETA ANIMAIS PEÇONHETOS RADIAÇÕES IONIZANTES VAPORESBACILOSMONOTONIAILUMINAÇÃO INADEQUADA RADIAÇÕES NÃO IONIZANTES GASESPROTOZOÁRIOSRITMO EXCESSIVO ARRANJO FISICO INADEQUADO PRESSÕES ANORMAIS NÉVOASPARASITASTRABALHOS NOTURNOS ARMAZENAMENT O INADEQUADO TEMPERATURAS EXTREMAS PRODUTOS QUIMICOS EM GERAL FUNGOSTREINAMENTO INADEQUADO/ INEXISTENTE PROBABILIDADE DE INCÊNDIO E OU EXPLOSÃO UMIDADEMÁQUINAS E EQUIPAMENTOS SEM PROTEÇÃO

33 32 Agentes Físicos Ruído - máquinas e equipamentos utilizados pelas empresas produzem ruídos que podem atingir níveis excessivos, provocando a curto, médio e longo prazo sérios prejuízos à saúde. Vibrações Mecânicas - na indústria é comum o uso de máquinas e equipamentos que produzem vibrações as quais podem ser prejudiciais para o trabalhador. As vibrações podem ser localizadas ou generalizadas.

34 33 Agentes Físicos Radiações Ionizantes - os operadores de aparelhos de raio X freqüentemente estão expostos a esse tipo de radiação que pode afetar o organismo ou se manifestar nos descendentes. Anemia leucemia Câncer: Radiações não ionizantes - as radiações infravermelho (presentes em operações de fornos e de solda oxiacetilênica), raios laser e ultravioleta ( produzida pela solda elétrica); podem causar ou agravar problemas visuais existentes ou provocar outros problemas, tais como: sobrecarga térmica queimaduras doença ocular irreversível

35 34 Agentes Físicos Temperaturas Extremas - uma série de atividades profissionais submetem os trabalhadores a ambientes de trabalho que apresentam condições térmicas bastante diferentes daquelas a que o organismo humano está habitualmente submetido. Estes profissionais ficam expostos ao calor ou frio intensos, que podem comprometer seriamente a sua saúde. Calor Intenso - as altas temperaturas são nocivas à saúde do trabalhador. Frio Intenso - baixas temperaturas também são nocivas à saúde podendo provocar

36 35 Agentes Físicos – São diversas formas de energia a que possa estar expostos os trabalhadores. Ex: Ruído Vibrações Rad. Ionizantes e Não Ionizantes Cansaço, irritação, perda da audição, Impotência sexual,infarto, etc. Cansaço, irritação, dores nos membros, dores na coluna vertebral, etc. Alterações celulares,câncer, lesões nos órgãos, queimaduras, fadiga, etc.

37 36 Temp. Extremas Pressões Anormais Umidade Aumento da pulsação, hipertensão, queimaduras pelo frio, hipotermia, etc. Hiperbarismo – intoxicação pelos gases. Hipobarismo – mal das montanhas. Doenças respiratórias, circulatórias e doenças na pele, etc.

38 37 Agentes Químicos No ambiente de trabalho, podemos encontrar seis tipos de agentes químicos ou substâncias contaminantes. Os agentes químicos mais comuns são encontrados nas formas gasosa, líquida e sólida, como por exemplo: Poeiras - são produzidas mecanicamente por ruptura de partículas maiores. Ex. fibras de amianto e poeiras de sílica. Fumos - são partículas sólidas produzidas por condensação de vapores metálicos. Ex. fumos de óxido de zinco nas operações de soldagem de ferro. Fumaças - produzidas pela combustão incompleta. Ex. a liberação pelo escapamento dos automóveis, que contém monóxido de carbono.

39 38 Agentes Químicos Neblinas - são partículas líquidas produzidas por condensação de vapores. Ex. anidrido sulfúrico, gás clorídrico Gases - são dispersões de moléculas que se misturam com o ar. Ex. GLP (gás liquefeito de petróleo), gás sulfídrico e cianídrico, etc. Vapores - são dispersões de moléculas no ar que podem se condensar para forma líquida ou sólida em condições normais de temperatura e pressão. Ex. vapores de benzeno, dissulfito de carbono, etc.

40 39 Vias de penetração - QUIMICOS Os agentes químicos possuem três vias básicas de penetração no corpo humano: Via Respiratória - as substâncias penetram pelo nariz e boca afetando a garganta e chegando aos pulmões. Através da circulação sanguínea, podem seguir para outros órgãos, onde manifestam os seus efeitos tóxicos, tais como: asma bronquites pneumoconiose, etc. Via Cutânea - os ácidos, álcalis e solventes ao atingirem a pele, podem ser absorvidos ou provocar lesões como: alterações na circulação e oxigenação do sangue Via Digestiva - a contaminação do organismo ocorre pela ingestão acidental ou não de substâncias nocivas, presentes em alimentos contaminados, deteriorados ou na saliva.

41 40 Agentes Químicos – São as substâncias químicas, compostos ou produtos e quando absorvidas pelo organismo, podem provocar danos a saúde. Vias de Penetração Fumos Metálicos Poeiras Doenças pulmonares crônicas, etc. Pneumoconioses, enfisema pulmonar, etc. Respiratória Cutânea Digestiva Ex: Minerais Vegetais Incômodas

42 41 Névoas - Gases Vapores - Neblinas Irritação das vias aéreas superiores. Irritantes Asfixiantes Anestésicos Ac. Clorídrico, Soda Cáustica, Ac.Sulfúrico etc. Dor de cabeça, náuseas, convulsões, coma e morte. Hidrogênio, Nitrogênio, Metano, Dióxido de Carbono, CO 2 etc. Ação depressiva sobre o SNC, danos aos órgãos e ao sistema formador do sangue. Butano, Propano, Benzeno, Tolueno, etc.

43 42 Agentes Biológicos Os riscos biológicos: Surgem do contato de certos micróbios e animais com o homem no ambiente de trabalho. Algumas atividades tornam mais prováveis esse contato. É o caso dos trabalho em hospitais, na coleta do lixo, em indústrias de alimentação, em laboratórios, etc.

44 43 Agentes Biológicos – São os microorganismos vivos não vistos a olho nu, capazes de provocar doenças. Ex: Vírus Bactérias Bacilos Protozoários Hepatite,herpes, varíola, febre amarela, rubéola, AIDS, etc. Hanseníase, tuberculose, tétano,difteria, cólera, leptospirose, etc. Alergias, micoses, etc. Fungos Malária, mal de chagas, toxoplasmose, disenterias, etc.

45 44 Agentes Ergonômicos A ergonomia ou engenharia humana é uma ciência relativamente recente que estuda as relações entre o homem e seu ambiente de trabalho. Os agentes ergonômicos podem gerar distúrbios psicológicos e fisiológicos e provocar sérios danos à saúde do trabalhador porque produzem alterações no organismo e no estado emocional, comprometendo sua produtividade, saúde e segurança.

46 45 Agentes Ergonômicos – São fatores de ordem instrumental e estrutural que interferem de forma nociva na relação homem/trabalho, colocando em risco a saúde física e mental do trabalhador. Ex: Esforço físico intenso Postura inadequada Jornada prolongada de trabalho Cansaço, dores musculares, fraquezas, doenças como hipertensão arterial, úlceras, doenças nervosas, agravamento do diabetes, alterações do sono,da libido, da vida social com reflexos na saúde e no comportamento, acidentes, problemas na coluna vertebral, taquicardia, agravamento da asma, tensão, ansiedade, medo Monotonia e repetitividade

47 46 Agente Mecânico Os agentes mecânicos mais comuns dizem respeito a construção da empresa e a sua instalação, as máquinas, equipamentos e ferramentas utilizadas. Os agentes mecânicos são os fatores que mais provocam acidentes graves como: incêndio, choque elétrico, queimaduras graves, torções, traumatismos, contusões, acidentes fatais, etc.

48 47 Agentes Mecânicos - São as condições físicas (Ambiente de trabalho e processo de trabalho) e tecnologias impróprias, capazes de provocar lesões a integridade física do trabalhador. Ex: Arranjo físico inadequado Iluminação inadequada Armazenamento inadequado Acidentes, desgaste físico acidentes graves doenças profissionais acidentes com repercussão nos membros superiores, etc. Animais peçonhentos Ferramentas inadequadas ou defeituosas

49 48 MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS ORIGEM Surgiu na Itália no final dos anos 60 durante um movimento operário, sendo consolidado na convenção intersindical em ASPECTOS LEGAIS (PORTARIA Nº 25 DE 29/12/94) Deve ser feito pela CIPA, ouvindo todos os trabalhadores com a colaboração do SESMT, quando houver, devendo o mesmo ser refeito a cada gestão da CIPA.

50 49 MAPA DE RISCOS O mapa de riscos é a representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos locais de trabalho. É representado por meio de círculos de diferentes tamanhos e cores.

51 50 MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS Reunir as informações necessárias para estabelecer o diagnóstico da situação de segurança e saúde no trabalho e na empresa; possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os trabalhadores, bem como estimular sua participação nas atividades de prevenção; divulgar os riscos existentes nos locais de trabalho, para que todos tomem conhecimento e sigam corretamente as medidas preventivas; Induzir o estabelecimento de metas e prioridades para a prevenção de acidentes; Conscientizar empregadores e empregados sobre a necessidade de diminuir ou eliminar riscos em determinadas áreas da empresa.

52 51 ETAPAS DE ELABORAÇÃO a) conhecer o processo de trabalho no local analisado: os trabalhadores: número, sexo, idade, treinamento profissional e de segurança e saúde; os instrumentos e materiais de trabalho; as atividades exercidas; o ambiente. b) identificar os riscos existentes no local analisado, conforme a classificação dos riscos ocupacionais em grupo; c) identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia: medidas de proteção coletiva; medidas de organização do trabalho; medidas de proteção individual; medidas de higiene e conforto: banheiro, lavatórios, vestiários, armários, bebedouros e refeitórios.

53 52 d) identificar os indicadores de saúde: queixas mais freqüentes e comuns entre os trabalhadores expostos aos mesmos riscos; acidentes do trabalho ocorridos; doenças profissionais diagnosticadas; causas mais freqüentes de ausência ao trabalho. e) conhecer os levantamentos ambientais já realizados no local;

54 53 f) elaborar o Mapa de Riscos, sobre o lay-out da empresa, indicando através de círculos: o grupo a que pertence o risco, de acordo com a cor padronizada na Tabela de Classificação dos Riscos Ocupacionais; Físico- Cor Verde Químico- Cor Vermelha Biológico- Cor Marrom Ergonômico- Cor Amarelo De Acidentes- Cor Azul

55 54 o número de trabalhadores expostos aos risco e a especificação do agente de risco; a intensidade do risco deve ser representada por círculos de tamanhos proporcionais. Círculo Grande- Risco Grave Círculo Médio- Risco Médio Círculo Pequeno- Risco Leve

56 55 GRADAÇÃO / MENSURAÇÃO DOS RISCOS Riscos Físicos, Químicos e Biológicos Risco Grave: Deve ser considerado o risco cuja concentração ou intensidade, tempo de exposição, etc, se encontrarem acima dos limites de tolerância e que comprovadamente estejam afetando a saúde do trabalhador, mesmo sendo usados equipamentos de proteção individual e/ou coletiva. Risco Médio: Deve ser considerado o risco cujo concentração ou intensidade e tempo de exposição, etc, estiverem abaixo dos limites de tolerância, mas que ainda provoquem desconforto ao trabalhador, mesmo sendo usadas proteção individual /ou coletiva; Risco Leve: Deve ser considerado o risco cuja concentração ou intensidade, tempo de exposição, etc, estiverem abaixo dos limites de tolerância e não estejam causando desconforto aos trabalhadores, isto é, a agressividade do agente no meio ambiente possa ser considerada desprezível.

57 56 Riscos Ergonômicos Risco Grave: Deve ser considerado como risco grave, quando, por consenso, for flagrante um dos seguintes aspectos: trabalho físico e excessivamente pesado e permanente; postura incorreta em relação a posição e movimentação do corpo por longos períodos; trabalho em turno e noturno com excesso de horas extras; ritmo excessivo de trabalho e repetitivo por longos período; trabalho excessivamente monótono e por longos períodos. Risco Médio: Considerar as situações anteriores citadas, desde que suas ocorrências sejam ocasionais. Risco Leve: Considerar as situações anteriores, que geram cansaço, mas com pouca possibilidade de afetar o trabalhador.

58 57 Riscos de Acidentes Risco Grave: Considerar os casos em que ficar evidenciado a possibilidade de ocorrer lesões graves ou fatais ou a ocorrência de dano físico com paralisação da atividade. Risco Médio: Considerar os casos em que haja pouca possibilidade de ocorrerem lesões graves. Risco Leve: Considerar as situações em que o trabalhador no exercício da função não se aproxima dos pontos considerados perigosos

59 58 REPRESENTAÇÃO GRÁFICA A representação dos riscos ambientais levantados deverá ser feita sobre layout da empresa em mapa geral ou setoriais. Trabalhos executados em diversas empresas mostram diferentes formas de representação gráfica. LOCALIZAÇÃO DO MAPA O Mapa de Riscos Ambientais deve ser afixado em cada local analisado, de forma visível e de fácil acesso para os trabalhadores.

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62 61 MAPA DE RISCO

63 62 LEGENDA

64 63 MODELOS DE MAPAS DE RISCOS AMBIENTAIS

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68 67 FECHAMENTO A informação sobre os riscos em que as pessoas estão expostas é de fundamental importância para que possamos adotar medidas preventivas e corretivas, a fim de garantir a integridade física do maior patrimônio da empresa: o homem.

69 68 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL NR - 06 NÃO ESQUEÇA ! Recusar o uso de EPI’s sem justificativa, constitui “Ato Faltoso”

70 69 EPI segundo a NR-6 Definição: EPI é todo dispositivo de segurança para uso individual, destinado a proteger a integridade física de seu usuário de modo evitar ou atenuar lesões no exercício de suas funções, quando as medidas de ordem geral não oferecem completa proteção contra os riscos de acidentes e danos à saúde do empregado.

71 70 Quanto ao uso, os EPI’s são divididos em dois grupos: a) Uso permanente: são os equipamentos recebidos pelos empregados, para o exercício de determinadas funções, de uso pessoal, exclusivo e permanente. Exemplo: capacete, óculos de segurança, botas, protetor auricular, etc. b) Uso temporário: temporário: os necessários para a realização eventual de trabalhos sobre condições de risco e que devem ser devolvido após o término do trabalho. Exemplo: mangueiras de incêndio, extintor, máscara com filtros, etc. Responsabilidade: visando o controle no fornecimento e uso dos EPI’s, as responsabilidades são divididas entre empresa (Setor de Compras, SMS, Supervisores e chefes) e empregados, conforme abaixo:

72 71 Quanto ao uso, os EPI’s são divididos em dois grupos: a) Empresa: Setor de Compras Providenciar que o estoque de EPI’s mantenha os parâmetros negociados, todos eles com seus respectivos C.A.’s; fornecer gratuitamente os EPI’s quando requisitados SMS especificar EPI’s adequados ao risco considerando eficiência e conforto; efetuar a manutenção, Higienização de EPI’s de uso temporário; treinar os empregados no uso correto, principalmente dos EPI’s considerados especiais, tais como conjuntos autônomos de respiração, roupas herméticas, e etc.;

73 72 Quanto ao uso, os EPI’s são divididos em dois grupos: garantir que exista o registro da distribuição dos EPI’s aos empregados; realizar e divulgar para a estrutura de auditorias relatórios semestrais do uso de EPI’s nas diferentes áreas. Supervisores e Chefes: orientar e fiscalizar seus subordinados para utilizarem corretamente os EPI’s; tomar as medidas administrativas cabíveis, quando detectada a falta de uso dos EPI’s. b) Empregado:conscientizar - se da importância do uso de EPI’s;usar os EPI’s conforme o estabelecido na NR-6;procurar seu supervisor ou SMS em caso de dúvidas;participar dos treinamentos quando convocado;responsabilizar-se pelos EPI’s que estiverem sobre sua guarda e conservação.

74 73 Quanto ao uso, os EPI’s são divididos em dois grupos: Empresa: adquirir o tipo de equipamento adequado à atividade do empregado; fornecer ao empregado somente o equipamento aprovado pelo Ministério do Trabalho e de empresas cadastradas na Secretaria de Segurança e Saúde do Trabalhador do Ministério do Trabalho - MTB; treinar o trabalhador para utilizar adequadamente o equipamento; tornar obrigatório o uso do equipamento; substituir, imediatamente, o equipamento quando for danificado ou extraviado; responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica; comunicar ao MTB qualquer irregularidade observada no EPI.

75 74 Quanto ao uso, os EPI’s são divididos em dois grupos: Empregado: usar o equipamento apenas para a finalidade a que se destina; responsabilizar-se pela a guarda e conservação do equipamento; e comunicar a empresa, qualquer alteração que o torne impróprio para o uso. É LEI O empregador é responsável pela higienização, manutenção, fornecimento gratuito, treinamento e supervisão do uso correto. O empregado é responsável pela guarda, conservação, pelo seu uso correto e comunicar a empresa quando danificado.

76 75 Quanto ao uso, os EPI’s são divididos em dois grupos: Fabricante e/ou importador: Comercializar ou colocar à venda somente o equipamento que tiver Certificado de Aprovação - CA, do Ministério do Trabalho - MTB; Renovar o Certificado de Aprovação - CA, o Certificado de Registro de Fabricante CRF e o Certificado de Registro Importador CRI, quando estiver vencido o prazo de validade estipulado pelo MTB; e Requerer novo CA quando houver alteração das especificações do equipamento aprovado.

77 76 Quanto ao uso, os EPI’s são divididos em dois grupos: Reposição: é de responsabilidade da empresa a reposição ou substituição dos EPI’s, quando danificados ou extraviados. O empregado portador deste EPI deve dirigir-se ao seu supervisor que procederá a requisição de um novo. Não são aceitas alegações de roubo ou extravio de EPI’s, nesses casos é cobrado do empregado a importância correspondente ao custo atualizado deste equipamento. Higienização: A empresa deve proporcionar aos seus funcionários, facilidades para guardar, limpar e manter o seu EPI em boas condições para o uso. Empregado: cuidar do EPI sob sua responsabilidade, utilizando-o de modo correto e sempre que seu uso seja obrigatório, mantendo-o em boas condições, zelando pela limpeza adequada, substituição de partes do equipamento e verificando validade do testes de certificação.

78 77 Classificação e funcionamento dos EPI’s Existem vários Equipamentos de Proteção Individual. Os EPI’s são específicos para cada atividade profissional e a parte do corpo que deve proteger. Proteção para a Cabeça: a cabeça deve ser protegida nos locais onde há o perigo de impacto e de penetração de objetos que caem ou que se desprendem e são lançados à distância; de queimaduras de origem elétrica e em trabalhos a céu aberto. Alguns tipos de EPI’s para proteção da cabeça proteção do couro cabeludo: bonés, redes, gorros, etc.proteção do crânio: capacetes de segurança com aba inteira ou frontal, que podem ser de plástico, de fibra de vidro, etc.

79 78 Classificação e funcionamento dos EPI’s Capacete: Alguns cuidados no uso do capacete: usar a aba voltada para frente a fim de proteger o rosto; mantê-lo ajustado firmemente à cabeça, regulando a suspensão interna (carneira); substituir a peça interna de sustentação (carneira) no caso de danos, cortes parciais e perda de regularem; substituí-lo no caso de rachadura no casco; manter o capacete limpo de manchas de óleo ou produto químico; e para limpeza, usar água corrente a 60ºC e sabão neutro. Proteção Visual e Facial: são destinadas as proteções dos olhos e da face contra lesões ocasionadas por partículas, respingos, vapores de produtos químicos e radiações luminosas intensas. Observe abaixo, alguns cuidados e utilidade:

80 79 Classificação e funcionamento dos EPI’s Óculos de segurança contra impacto de partículas sólidas (óculos para soldador e trabalhos de corte a quente) Regular as hastes de modo a obter ajuste adequado no rosto; Ajustar as conchas laterais de modo a evitar a penetração de partículas; Não é recomendado o seu uso em ambientes com poeira em suspensão; e Não é recomendado para proteger contra partículas líquidas Óculos de segurança com visão ampla contra partículas líquidas ajustar a tira de modo a conseguir adequada vedação sobre o rosto; substituir os óculos quando estiver sem vedação; manter sempre a mão um pano para limpeza e desembaçamento das lentes; manter desobstruído os equipamentos com dispositivo de exalação; substituir lentes arranhadas;

81 80 Classificação e funcionamento dos EPI’s Protetor para ouvidos: equipamentos de proteção Individual para uso em trabalhos realizados em locais em que o nível de ruído seja superior aos limites de tolerância, estabelecidos na NR-15. Protetor auricular Interno Tampão ou plug, usados para inserção; Mantê-lo permanentemente limpo; e Guardá-lo em local livre de poeira e de outros contaminastes Protetor abafador em concha Abrir o arco apenas o suficiente para encaixa-lo sobre as orelhas, afim de não quebrá-lo; Ajuste a concha para a posição onde é menor o nível de ruído percebido; e Quando as esponjas de selagem, localizadas internamente nas conchas, se danificarem, substitua o par de conchas.

82 81 Classificação e funcionamento dos EPI’s Abafador em Concha Estes aparelhos reduzem em até 40 decibéis o nível de ruído Principais Proteções para o Tronco e Membros Superiores: deve ser fornecida proteção para o corpo inteiro em áreas onde exista o risco de contaminação por produtos químicos locais onde haja o perigo de impacto e penetração de objetos que caem, locais de baixa temperatura e onde há risco de queimaduras e principalmente onde existir risco de cortes e atritos, tais como no manuseio de chapas com arestas cortantes, para trabalhos a quente ou manuseio de produtos químicos. Avental com mangas ou casaco com mangas utilizado por soldador para trabalho de maçarico e oxi-acetileno. avental de raspa de couro para solda elétrica e oxicorte a quente e no manuseio de chapas grandes, com arestas cortantes.

83 82 Classificação e funcionamento dos EPI’s Avental de PVC substituir o equipamento, quando a roupa estiver danifica (rasgada, fura, etc.); após a utilização lavar com água em abundancia e sabão neutro; Avental de Lona avental de lona para trabalhos secos, sem riscos de pegar fogo, e contra riscos leves de cortes e os atritos. Luva de PVC utilizada nas descargas de caminhões com ácido sulfúrico, soda caustica, amônia ou qualquer outro produto químico.

84 83 Classificação e funcionamento dos EPI’s Outros tipos de luvas que são compostas de vários materiais e formatos, tais como: luvas de punho, de cano e de meio dedo; com ilhoses de metal; de malha de aço; de borracha; de napa; de lona; de lã; de amianto; com mangas de couro; com amianto aluminizado; dedeiras de couro; munhequeiras; dedais; luvas de algodão; e malha metálica.

85 84 Classificação e funcionamento dos EPI’s Principais Equipamentos de Proteção para os membros inferiores: são equipamentos para proteção das coxas, pernas e pés sempre que houver a possibilidade de lesões nos pés, dedos ou palma do pé. Essa preocupação tem por objetivo a proteção contra agentes externos. São exemplos: Calças de PVC: protege coxas, pernas e pés durante trabalho com agentes químicos, além de evitar umidade provenientes de operações de lixamento a água e outras operações de lavagem. Perneiras: protege pernas de riscos de origens mecânicas, como no manuseio de chapas grandes com aresta cortantes e atritos. Botas ou sapatos de segurança em couro: protege pés e são usados nos serviços rotineiros onde não são exigidos, outros tipos de calçados especiais.

86 85 Classificação e funcionamento dos EPI’s Botas com Biqueiras Metálicas de Proteção: protege os pés em trabalho que evolvem riscos mecânicos. Botas de PVC: impermeabilizam os pés, pernas e coxas em trabalhos realizados em locais úmidos, lamacentos ou encharcados, agentes químicos e abrasivos Equipamentos de proteção respiratória Máscara contra Poeira: protege contra pequenas partículas sólidas e deve ser substituída diariamente ou imediatamente quando houver dificuldade de respiração. Proibida para ambientes com falta de oxigênio. Não oferece proteção contra gases, vapores ou partícula líquida. Máscara com Filtros Químicos: confeccionadas de carvão ativado necessitam de ar por compressores, cilindros de ar comprimido ou ventoinhas. Observe se o filtro é o indicado para proteção do contaminaste presente. Após o uso devem ser higienizadas. Vedar o filtro após o uso da máscara.

87 86 Classificação e funcionamento dos EPI’s Equipamentos Especiais Como exemplo de EPI’s especiais, destacamos os equipamentos utilizados em atividades a mais de 2,0m (dois metros) de altura do piso, nas quais haja risco de queda. Cintos de Segurança Cinturão com talabartes que permitam a utilização de acessórios, tais como, bolsas, porta - ferramentas, sustentação estática. Cinturão com corda (suspensórios ou tipo pára-quedista) para sustentação dinâmica ou cadeiras suspensas para trabalhos com deslocamento vertical. Dispositivos Trava Quedas. O cinto de segurança pode ser reforçado com correias reguláveis por meio de fivelas, que têm finalidade de distribuir a força do impacto em caso de queda (trava - queda de segurança) e corda (confeccionada em náilon cânhamo ou sisal).

88 87 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA São os equipamentos instalados nos ambientes de trabalho, visando proteger a saúde e a integridade física dos que ali exercem suas funções. São os que neutralizam ou atenuam o risco na fonte, ou seja, no lugar em que ele se manifesta, citamos os mais utilizados nas empresas: sistemas de isolamento de operações ruidosas; exaustores de poeiras, vapores e gases nocivos; dispositivos de proteção em escadas, corredores, guindastes, esteiras, transportadoras; hidrantes e mangueiras para combate a incêndio; chuveiros de emergência; extintores; placas de aviso; exaustores;

89 88 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA lava-olhos; fusíveis ou disjuntores; guardas de proteção de máquinas; corrimão de escadas, etc. Existem leis para a manutenção, higiene e cuidados na utilização dos EPI’s e EPC’s? É CLARO QUE SIM E VEJA ALGUNS ITENS DA LEGISLAÇÃO O empregador é responsável pela higienização, manutenção, fornecimento gratuito, treinamento supervisão do uso correto do EPI; O empregado é responsável pela guarda e conservação do EPI, pelo seu uso correto e que lhe cabe informar quando estiver e danificado; O empregado é passível de punição, caso não cumpra as determinações de segurança estabelecidas pela empresa.

90 89 PREVENÇÃO E COMBATE A SINISTRO

91 90 PRINCÍPIO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO Entre a descoberta do fogo e sua utilização plena pelo homem, centenas de anos se passaram, surgindo, durante o período do conhecimento total das suas plenitudes e perigos, um slogan, válido até hoje que dizia: “O fogo controlado é um grande servidor, mas fora de controle é um poderoso senhor”. Como proceder quando o fogo fugir de controle? Descrever os procedimentos para a prevenção e combate a incêndio. Comentar os três métodos de combate ao fogo. Classificar o fogo. Classificar os extintores portáteis. Descrever a localização dos extintores portáteis. Descrever os procedimentos ao descobrir focos de incêndio

92 91 INTRODUÇÃO Segundo pesquisas arqueológicas, o primeiro homem a utilizar o fogo foi. HOMOERECTUS que viveu na China entre a anos atrás. Na Idade Média os ALQUIMISTAS classificavam como elemento básico indivisível como o Ar, a Terra e à Água LAVOISIER passou a estudar o fogo e demonstrou que o fenômeno da combustão era resultante da absorção de oxigênio caracterizado de luz e calor.

93 92 HOMOERECTUS que viveu na China entre a anos atrás.

94 93 PROTEÇÃO Animais; Frio; Cozinhar alimentos; Etc. ALQUIMISTAS Classificavam o fogo como elemento básico indivisível como o ar, a terra e a água.

95 94 HOJE

96 95 O QUE É ? FOGO INCÊNDIO

97 96 FOGO É o fenômeno de uma reação química de oxidação, que resulta na liberação de grande quantidade de luz e calor, denominada combustão.

98 97 INCÊNDIO É o fogo fora de controle

99 98 Para que se tenha combustão é necessário a presença de quatro elementos. Combustível Comburente Calor Reação em Cadeia Formando assim o TRIANGULO do FOGO

100 99 TRIANGULO DO FOGO

101 100 CLASSES DE INCÊNDIO CLASSE A: São os materiais ordinários sólidos e que queimam tanto na superfície quanto sua profundidade e obrigatoriamente deixam resíduos, tais como: papel, madeira, tecidos, fibras, etc.

102 101 CLASSES DE INCÊNDIO CLASSE B São os materiais líquidos e gasoso queimam somente superfície e que não deixam resíduos, tais como gasolina, verniz, óleo, etc.

103 102 CLASSES DE INCÊNDIO CLASSE C São os materiais que compõem os equipamentos elétricos energizados, como motores, estabilizadores, transformadores, etc.

104 103 CLASSES DE INCÊNDIO CLASSE D São os materiais do tipo pirofóricos, tais como titânio, magnésio, zircônio, potássio, sódio, etc.

105 104 Métodos de Extinção de Incêndios Nas extinções de incêndio, podemos combater o fogo pelo lado do Calor, Oxigênio ou Combustível, aplicando técnicas e procedimento básicos, como: Abafamento: ocorre com a redução do percentual de oxigênio (comburente) que alimenta o fogo, em torno de até 13% de O2 para apagar chamas e em 8% para extinção de brasas. Entre outras técnicas, apresentamos alguns tipos de abafamento: Pela cobertura ou envolvimento do corpo em chamas; Pelo fechamento hermético da área do fogo; Pela obstrução ou calafetagem de passagem e portas; e Pelo emprego de substâncias incombustíveis. Retirada do combustível (isolamento): consiste na extinção, através da retirada do combustível, que ainda não queimou no incêndio. Resfriamento da zona de combustão: é a redução gradual do calor contido nos corpos que ardem, até a diminuição suficiente da temperatura. Para este fim, é comumente empregada a água. Interrupção da Reação em Cadeia: devemos interromper resfriando as áreas que ainda não foram atingidas pelo fogo, isolando e limitando o fogo do incêndio até extingui-lo.

106 105 Principais Tipos de Equipamentos Extintores e sua Aplicação Existem diversos tipos de extintores portáteis, de acordo com finalidade a que se destinam. Os mais comuns são: extintores de água água - gás (AG) água pressurizada (AP) extintores de gás carbônico - dióxido de carbono (CO2) extintores de pó químico seco (PQS) extintores de pó químico seco especial (PS) extintores de espuma (ES)

107 106 TRANSMISSÃO DE CALOR CONDUÇÃO É a forma pela qual a energia calorífica é transmitida da parte mais quente, para a mais fria de uma massa.

108 107 TRANSMISSÃO DE CALOR CONVECÇÃO É o processo em que a energia calorífica é transmitida através do aquecimento das moléculas dos gases que se deslocam dentro do ambiente. OBS.: os gases quentes e inflamáveis concentram-se na parte superior do ambiente.

109 108 TRANSMISSÃO DE CALOR IRRADIAÇÃO É a forma de transmissão de calor por meio de raios ou ondas.

110 109 INFLAMABILIDADE Todos os materiais combustíveis possuem características próprias de inflamabilidade e estas características são definidas baseando-se em três pontos, são eles: PONTO DE FULGOR; PONTO DE COMBUSTÃO; PONTO DE IGNIÇÃO.

111 110 INFLAMIBILIDADE

112 111 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA Como já sabemos, o acidente é conseqüência de diversos fatores que, combinados, precipitam a ocorrência do mesmo. Portanto não podemos esperar que aconteçam. É muito importante localizar situações que possam provocá-los e providenciar para que as medidas prevencionistas sejam tomadas. Por isso, recomendamos ao membro de Cipa que procure percorrer sua área de ação e identificar fatores que poderão ser causas de acidentes. Feito isto, empenhar-se no sentido de serem tomadas as providências devidas. A Inspeção de Segurança permite detectar riscos de acidentes possibilitando a determinação de medidas preventivas.

113 112 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA As inspeções podem ser: Geral: envolvendo todos os setores da empresa em todos os problemas relativos à Segurança. Parcial: quando e feita em alguns setores da empresa, certos tipos de trabalho, certos equipamentos ou certas máquinas. Rotina: traduz-se pela preocupação constante de todos os trabalhadores, do pessoal de manutenção, dos membros da Cipa e dos setores de segurança. Periódica: são inspeções efetuadas em intervalos regulares programadas previamente e visam apontar riscos previstos como: desgastes, fadigas, grandes esforços e exposição a certas agressividades do ambiente a que são submetidas máquinas, ferramentas, instalações etc. Eventual: é a inspeção realizada sem dia ou período estabelecido e com o envolvimento do pessoal técnico da área. Oficial: é a inspeção efetuada pelos órgãos governamentais do trabalho ou securitários. Para este caso. É muito importante que os serviços de segurança mantenham controle de tudo o que ocorre e do andamento de tudo o que estiver pendente e que estejam em condições de atender e informar devidamente à fiscalização.

114 113 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA Especial: é a que requer conhecimentos e /ou aparelhos especializados. Inclui-se aqui a inspeções de caldeiras, elevadores medição de nível de ruídos, de iluminação. Uma Inspeção de Segurança, para que seja corretamente realizada, deve ser desenvolvida em Cinco fases: Observação: tanto dos atos como das condições inseguras. Informação: a irregularidade deve ser discutida na hora para que a solução do problema ocorra antes de qualquer ocorrência desagradável. Registro: os itens levantados na inspeção devem ser registrados em formulário próprio, para que fique claro o que foi observado, o local, as recomendações e as sugestões. Encaminhamento: os pedidos e recomendações provenientes da inspeção de Segurança devem ser enviados aos setores e/ou pessoas envolvidas seguindo os procedimentos próprios da empresa. Acompanhamento: não se pode perder de vista qualquer proposta ou sugestão para resolver problemas de segurança, durante todo o tempo até a sua solução

115 114 INVESTIGAÇÃO DE ACIDENTES Como roteiro básico na investigação, pode-se utilizar as perguntas seguintes: O que fazia o trabalhador no momento imediatamente anterior à ocorrência? Como aconteceu? Quais foram as conseqüências? Quais as causas que contribuíram direta ou indiretamente para a ocorrência do acidente? Quando ocorreu?(data e hora) Onde ocorreu? (especificando o setor ou seção) Quanto tempo de experiência na função tinha o acidentado?

116 115 CAUSA DO ACIDENTE Neste item encontramos boa parte dos erros da análise. Deve ficar claro que se não conseguimos concluir com exatidão a principal causa de um acidente por conseqüência também não iremos saber o que fazer para prevenir uma nova ocorrência. Manter-se distante da tendência de atribuir sempre a culpa ao acidentado é essencial para o desenvolvimento desta parte da análise. Importante também é entender qual a causa de fato foi decisiva para que oacidente ocorresse, deixando de lado (neste momento) as causascircunstanciais. Vejamos as causas ligadas ao comportamento humano: Jamais esqueça que para usarmos corretamente esta classificação devemos ter convicção de que a prática trata-se de uma decisão UNILATERAL do acidentado - ou seja –MESMO ESTANDO TREINADO, CIENTE E ORIENTADO - resolveu agir de tal forma.

117 116 CAUSA DO ACIDENTE EFETUAR TRABALHO SEM HABILITAÇÃO OU AUTORIZAÇÃO Ação do acidentando, não cumprindo ordens ou determinações superiores, de realizar trabalho para o qual não está habilitado ou autorizado. TRABALHAR OU OPERAR A VELOCIDADE INSEGURA Ação do acidentando, quando por sua opção e escolha - e não por necessidades do processo ou definição ou determinações superiores - trabalhou ou operou máquina ou equipamento em velocidade insegura. TRABALHAR COM DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA ADULTERADOS Ação do acidentado, que tornando inoperante o dispositivo e /ou tendo conhecimento e este para discernir que o mesmo estava inoperante ou adulterado, trabalhou e acidentou-se.

118 117 CAUSA DO ACIDENTE USAR FERRAMENTAS OU EQUIPAMENTOS INADEQUADOS OU DE MANEIRA INCORRETA Ação do acidentado, que tendo escolha e disponibilidade de materiais adequados, trabalhe com ferramenta ou equipamento inadequado ou faça uso incorreto. ASSUMIR POSIÇÃO OU POSTURA INSEGURA Ação do acidentado, que tendo escolha e posto de trabalho seguro e adequado, por sua decisão realiza o trabalho ou permanece em posição ou postura insegura.

119 118 CAUSA DO ACIDENTE ANDAR DESATENTO OU POR LUGAR PERIGOSO Ação do acidentado que nitidamente caracterize desatenção nos seus deslocamentos ou por sua escolha passe em local perigoso. LIMPAR, LUBRIFICAR, AJUSTAR, ETC - MÁQUINA EM MOVIMENTO Ação do acidentado que realiza este tipo de trabalho, desde que a maquina não obrigue que tais atividades sejam feitas em movimento.

120 119 ANÁLISE DOS ACIDENTES É fundamental, diante de um acidente ocorrido, a busca das suas causas e a proposição de medidas para que acidentes semelhantes possam ser evitados. Quando se tem este propósito, qualquer acidente, grave ou leve, ou mesmo os incidentes são ricos em informações. Ao estudo dos acidentes está ligada a necessidade da emissão de documentos que descrevam o acidente e suas causas, a elaboração de gráficos que evidenciem o controle de perdas e a “segurança” no ambiente de trabalho. As medidas prevencionistas decorrentes da análise devem ser comunicadas pela CIPA sob a forma de relatórios e sugestões. A seguir, são apresentadas considerações sobre documentos e conceitos que fundamentam a análise dos acidentes. No estudo da NR-5, será apresentado um modelo de ficha para análise de acidentes

121 120 CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES QUANTO A SUA CONSEQUÊNCIA Acidente sem Afastamento: É o acidente em que o acidentado pode exercer sua função normalmente, no mesmo dia do acidente ou no dia seguinte, no horário regulamentar. Portanto, não entra nos cálculos das taxas de freqüência e gravidade. Acidente com Afastamento: É acidente que provoca a incapacidade temporária, incapacidade permanente ou morte do acidentado.

122 121 CLASSIFICAÇÃO DOS ACIDENTES QUANTO A SUA CONSEQUÊNCIA Incapacidade Temporária: É a perda total da capacidade de trabalho por um período limitado de tempo, nunca superior a um ano. Ocorre nos casos em que o acidentado, depois de algum tempo afastado do serviço, volta ao mesmo, executando suas funções normalmente como fazia antes do acidente. Incapacidade Parcial e Permanente: É a diminuição, pelo resto da vida, da capacidade de trabalho, que sofre redução parcial ou permanente. Incapacidade Total e Permanente: É a invalidez incurável, quando o acidentado perde a capacidade total para o trabalho.

123 122 COMUNICAÇÃO DE ACIDENTES DO TRABALHO- CAT É um documento básico, que está à disposição dos membros da CIPA, pois o seu preenchimento é obrigatório por lei. A empresa deve comunicar os acidentes ao INSS, no prazo de 24 horas, utilizando-se do impresso específico, a CAT - Comunicação de Acidentes do Trabalho. Se ocorrer a morte do funcionário, a comunicação deve ser feita também para a autoridade policial. Importantes ainda são as medidas que devem ser postas em execução para se evitar que outros acidentes semelhantes venham a ocorrer. Para tanto, é fundamental o envolvimento e a sensibilização do maior número possível de pessoas dentro da empresa.

124 123 LEGISLAÇÃO PREVIDENCIARIA TIPOS DE BENEFÍCIOS Auxilio Doença Auxilio Acidente Abono Anual Salário Maternidade Salário Família Aposentadoria Por Tempo De Serviço Aposentadoria Por Idade Aposentadoria Especial Aposentadoria Por Invalidez Pensão Por Morte Auxilio Reclusão Período De Carência Salário Beneficio

125 124 Auxílio doença Quem recebe? O segurado que, havendo cumprido, quando for o caso, o período de carência exigido por lei ficar incapaz para o seu trabalho por mais de 15 dias consecutivos, por motivo de doença. O segurado que, ao se filiar ao Regime Geral de Previdência Social – RGPS, já for portador de doença ou lesão só fará jus a benefício se houver agravamento desta doença ou lesão.

126 125 Auxílio doença Quando tem direito? O segurado terá direito ao auxílio doença após o pagamento de 12 contribuições mensais. No caso de o segurado sofrer acidente de qualquer natureza ou for acometido de alguma das doenças especificadas em lei terá direito ao benefício, independentemente do pagamento de 12 contribuições.

127 126 Auxílio doença Quando tem início? Para os empregados (exceto o doméstico) e empregadores: no 16°dia de afastamento da atividade; ou na data da entrada do requerimento, quando solicitado após o 30° dia do afastamento da atividade. Para os demais segurados (inclusive o doméstico), a partir da data do requerimento ou na data da incapacidade.

128 127 Auxílio doença Quanto recebe? 91% do salário de benefício. Segurado especial: um salário mínimo. Caso esteja contribuindo facultativamente, terá o benefício concedido com base no salário de contribuição. Obs.: O valor do benefício não poderá ser inferior ao salário mínimo, nem superior ao limite máximo do salário de contribuição.

129 128 Auxílio doença Por quanto tempo? O auxílio doença será mantido enquanto o segurado continuar incapaz para o trabalho, podendo o INSS indicar processo de reabilitação profissional, quando julgar necessário. Como provar a incapacidade? A incapacidade para o trabalho terá de ser comprovada através de exame da perícia médica do INSS.

130 129 Auxílio-Doença Por Acidente De Trabalho Quem recebe? O segurado empregado rural ou urbano (exceto o doméstico), o avulso, o especial, e o médico residente que exerce trabalho remunerado, quando sofrem acidente de trabalho e são considerados incapazes para o exercício de suas atividades. Obs: Também é considerado acidente de trabalho a doença que o segurado adquirir em conseqüência do trabalho. A concessão do auxílio doença por acidente do trabalho independe do número de contribuições pagas pelo segurado.

131 130 Auxílio-Doença Por Acidente De Trabalho Quando tem início? Para o segurado empregado: a partir do 16o dia seguinte ao do acidente até a alta da perícia médica (cabe à empresa a remuneração do dia do acidente e dos 15 (quinze) dias seguintes). Para o segurado trabalhador avulso e o especial: a partir do dia seguinte ao do acidente, se o afastamento do trabalhador for imediato, ou a contar do início do tratamento médico.

132 131 Auxílio-Doença Por Acidente De Trabalho Quanto recebe? 91% (noventa e um por cento) do salário de benefício. Segurado especial: um salário mínimo. Caso esteja contribuindo facultativamente terá o benefício concedido com base no salário de contribuição. Por quanto tempo? O auxílio doença por acidente de trabalho será mantido enquanto o segurado continuar temporariamente incapaz para o trabalho, a incapacidade para o trabalho será comprovada através de exame procedido pela perícia médica do INSS, que poderá indicar processo de reabilitação profissional, quando julgar necessário.

133 132 Auxílio-Doença Por Acidente De Trabalho Quais os documentos necessários? Carteira de Trabalho e Previdência Social–CTPS; relação e discriminação dos salários de contribuição, até o máximo de 36, apurados os últimos 48 meses (em duas vias); documento de identidade e CIC/CPF (Cartão de Identificação do Contribuinte); cartão ou registro no PIS/Pasep; Comunicação do Acidente de Trabalho – CAT, preenchida e assinada pela empresa

134 133 Aposentadoria Especial Quem recebe? O segurado que tenha cumprido a carência exigida e trabalhado sujeito a condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física, durante 15, 20 ou 25 anos. Quando tem direito? O segurado terá direito à aposentadoria especial após o pagamento de 180 contribuições mensais.

135 134 Aposentadoria Especial Quando tem início? Para o segurado quando empregado: na data do desligamento do emprego, se requerida até 90 dias após o desligamento; ou na data da entrada do requerimento, se não houver desligamento do emprego, ou quando for requerida após 90 dias do desligamento. Para os demais segurados e para o desempregado: na data da entrada do requerimento. Quanto recebe? 100% do salário de benefício.

136 135 Aposentadoria Especial Quais os documentos necessários? requerimento em formulário próprio do INSS; Carteira de Trabalho e Previdência Social – CTPS ou Certidão de Tempo de Serviço ou outro documento que comprove atividade e tempo de serviço; relação e discriminação dos 36 últimos salários de contribuição, imediatamente anteriores ao afastamento, apurados num período máximo de 48 meses (duas vias); documento de identidade e CIC/CPF (Cartão de Identificação do Contribuinte); cartão ou registro do PIS/PASEP; Cartão de Inscrição e carnês ou guias de recolhimento das contribuições, para o contribuinte individual; e laudo técnico pericial individual ou coletivo e discriminação das atividades sujeitas aos agentes nocivos, físicos, químicos, biológicos ou associação de agentes.

137 136 PRIMEIROS SOCORROS DEFINIÇÃO É o pronto atendimento a partir de um sinistro até a chegada de uma equipe especializada. Não é um atendimento médico, porém representa a diferença entre a vida e a morte. Para prestar primeiros socorros adequadamente é preciso treinamento e reciclagem periódica. Devemos saber que em certas situações, é melhor não mexer na vítima e aguardar a chegada da equipe que prestará o primeiro socorro.


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