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Equilíbrio geral computável e análise regional

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Apresentação em tema: "Equilíbrio geral computável e análise regional"— Transcrição da apresentação:

1 Métodos de Análise Regional e Urbana II Modelos Aplicados de Equilíbrio Geral Modelos Regionais EGC

2 Equilíbrio geral computável e análise regional
Caracteríticas Desejáveis Possíveis Aplicações Questões de modelagem

3 Referências Isard, W., I. J. Azis, M. P. Drennan, R. E. Miller, S. Salzman, and E. Thorbecke. Methods of Interregional and Regional Analysis. Ashgate , Brookfield, VT., 1998. Partridge, M. D. and D. Rickman. "Regional Computable General Equilibrium Modeling: A Survey and Critical Appraisal." International Regional Science Review 21 (1998): Vargas, E., D. Schreiner, G. Tembo, and D. Marcouiller. “Computable General Equilibrium Modeling for Regional Analysis”. Regional Research Institute, West Virginia University, 1999. (www.rri.wvu.edu/WebBook/Schreiner/contents.htm)

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6 Equilíbrio geral computável e análise regional
Insumo-Produto regional ou inter-regional Equilíbrio geral walrasiano com preços fixos Alterações na economia regional são proporcionais às variações exógenas EGC regional ou inter-regional Equilíbrio geral walrasiano com preços flexíveis Alterações na economia regional não são proporcionais às variações exógenas Elasticidades de oferta e demanda

7 Equilíbrio geral computável e análise regional
Modelos EGC Trabalhos aplicados surgem nos anos 70 Explosão de aplicações para diversos países e temas Tributação, comércio, meio-ambiente, energia, etc.. Modelos EGC regionais Aplicações aparecem em meados dos anos 80 Menor disseminação Limitação de dados Questões teóricas não-resolvidas Ainda uma melhor alternativa a modelos de equilíbrio parcial, I-P ou MCS (matriz de contabilidade social)

8 Modelos EGC regionais Bottom-up Top-down
Duas ou mais regiões endógenas Comportamento dos agentes modelado no espaço regional Resultados amplos (e.g. nacionais) são agregações dos resultados regionais Top-down Uma região (ou país) endógena Comportamento dos agentes modelado no espaço amplo (nacional) Resultados regionais via decomposição por participações (shares)

9 Modelos EGC regionais (bottom-up)
Modelagem Em geral, segue padrão de modelos nacionais Firmas maximizam lucro, famílias max. utilidade, mercados de bens e fatores competitivos, etc.. Complicações adicionais Comércio inter-regional Mobilidade de fatores (trabalho) Poupança e investimento regionais podem diferir Interação entre governos locais e nacionais (transfer6encias, política tributária, etc.)

10 Modelos EGC regionais modelagem
Produção Predominam Cobb-Douglas e CES Estruturas hierarquizadas: tratamento diferenciado entre insumos intermediários e fatores primários Insumos intermediários: locais ou importados (regiões ou resto do mundo) Substituição imperfeita por origem via CES (hipótese de Armington) Fatores primários: CES

11 Modelos EGC regionais modelagem
Produção Composto intermediário e composto de fatores primários Substituição imperfeita via CES, ou Leontief (proporção fixa) Uso de fatores responde a preço Importações de bens intermediários respondem a preço

12 Modelos EGC regionais modelagem
Demandas privadas Família regional demanda bens locais e importados (outras regiões ou resto do mundo) Geração de renda: emprego do fator ou residência do proprietário p. ex. propriedade inter-regional do capital

13 Modelos EGC regionais modelagem
Função de utilidade regional Cobb-Douglas ou CES (mais comuns) Stone-Geary gera o sistema linear de gastos, LES Generalização da Cobb-Douglas mas não-homotética

14 Modelos EGC regionais modelagem
Estrutura de consumo em níveis Bens compostos na função utilidade Coeficientes fixos ou pequena substituição Composto doméstico Agregação CES dos bens de diferentes regiões domésticas Composto importado Agregação CES dos bens importados do resto do mundo

15 Modelos EGC regionais modelagem
Exportações para o resto do mundo Resto do mundo exógeno, hipótese de país pequeno no comércio mundial Funções de Armington Produção para merc. doméstico ou externo via CES (vários mercados) ou CET (único bloco) Elasticidade-preço constante

16 Modelos EGC regionais modelagem
Governo regional, alternativas: Gasto ligado à renda das famílias na região Agregado ao governo federal, gasto exógeno à região Setor produtivo que demanda insumos, gasto ligado à renda das famílias ou arrecadação de impostos

17 Modelos EGC regionais modelagem
Mercado de fatores Geralmente, competição perfeita Agentes tomadores de preços, equilíbrio entre oferta e demanda Fatores escolhidos dependem da aplicação, em geral incluem capital e trabalho Grau de mobilidade depende a aplicação e do fator produtivo

18 Modelos EGC regionais modelagem
Mercado de fatores Análises de curto prazo: imobilidade de fatores Retorno dos fatores varia por região e, na região, entre setores Migração líquida nula mesmo com diferenciais de renda real (mobilidade imperfeita de trabalho) Preferências locacionais diferenciadas Estimativas econométricas de migração líquida

19 Modelos EGC regionais modelagem
Mercado de fatores Análises de longo prazo: mobilidade de fatores Retorno dos fatores equalizado por região e setores Diferencias compensatórios por região ou setor Retornos diferenciados no equilíbrio do caso (ano) base Mobilidade leva de volta ao caso base

20 Modelos EGC regionais modelagem
Mercado de fatores Análises de longo prazo: fatores regionais específicos Terra em aplicações para questões agrícolas ou ambientais Recursos naturais específicos para aplicações em produção de energia Terra específica para setor energético Terra que pode ser transferida entre outros setores produtivos

21 Modelos EGC regionais modelagem
Mercado de produtos Geralmente, competição perfeita Agentes tomadores de preços, equilíbrio entre oferta e demanda Receita marginal iguala preço e é independente da produção Lucro zero (igualdade entre custo de produção e preço de venda) Margens de transporte e impostos: diferença entre custo de produção e preço para demanda final

22 Modelos EGC regionais modelagem
Mercado de produtos Barreiras à entrada Distribuição do lucro excedente Oligopólio: interação estratégica, regional ou inter-regional, dos setores Preços regionais fixos pelo oligopolista nacional, lucro excedente absorvido na economia nacional

23 Modelos EGC regionais modelagem
Parâmetros Ano-base para solução inicial (calibragem)\ Cobb-Douglas: coeficientes de I-P representam participações CES: elasticidades em cada nível Obtidas da literatura ou de acordo com o julgamento do pesquisador LES: parâmetros regionais adicionais Solução reproduz o ano-base Não é necessário em modelos do tipo Johansen

24 Modelos EGC regionais modelagem
Alterações em variáveis exógenas: equilíbrio contrafactual Ano-base x Contrafactual: alterações nas variáveis endógenas Solução GAMS Algoritmos de solução GEMPACK Modelos linearizados, inversão matricial

25 Modelos EGC regionais aplicações
Impacto regional multiplicador de alterações na demanda final Efeitos regionais de tarifas e políticas fiscais federais Efeitos regionais de políticas agrícolas, ambientais e de recursos naturais Efeitos regionais de políticas fiscais locais Efeitos regionais de políticas de transporte

26 Modelos EGC regionais aplicações no Brasil
Fonte: Santos (2010)

27 Modelos EGC regionais problemas e questões
Representação do subsistema de consumo Estrutura de produção Economias de escala em transportes, externalidades e imperfeições de mercado Comportamento do governo, do Resto do Mundo e sequências de feedbacks Parâmetros

28 Modelos EGC regionais problemas e questões
Representação do subsistema de consumo Cobb-Douglas pode ser problemática Participação constante no gasto Estudos sugerem diferenciação entre bens (luxo, normais, inferirores) CES ou LES são preferíveis, se estimativas de diferenciação no consumo estão disponíveis AIDS e GAIDS podem ser adotadas

29 Modelos EGC regionais problemas e questões
Estrutura de produção Coeficientes fixos de capital e trabalho (Cobb-Douglas) pouco realistas Leontief entre intermediários e valor adicionado é questionável para um modelo geral CES/níveis é limitada se existe substituição entre VA e elementos de consumo intermediário (e.g. energia e capital) Solução pode ser diferentes estruturas de produção para grupos de setores regionais

30 Modelos EGC regionais problemas e questões
Economias de escala em transportes, externalidades e imperfeições de mercado Retornos crescentes e economias de escala em transportes não são adequadamente modeladas Incorporação de retornos crescentes gera problemas quanto à escolha do numerário e o sistema de preços relativos Incorporação de oligopólios e monopólios Questões quanto ao comportamento, interações e externalidades

31 Modelos EGC regionais problemas e questões
Comportamento do governo, do Resto do Mundo e sequências de feedbacks Planos de longo-prazo do governo não são adequadamente modeladas Feedbacks do resto do mundo e do governo (qdo exógenos) não são considerados Relevância das recomendações de política são questionáveis, mas insights são valiosos

32 Modelos EGC regionais problemas e questões
Parâmetros Estimativas na literatura inconsistentes com o modelo utilizado Estimação econométrica do modelo é preferível Falta de dados, custo Ao invés de ano-base, média de vários períodos para calibragem Análise de sensibilidade Robustez dos resultados, identificação de parâmetros-chave Métodos computáveis já desenvolvidos (GEMPACK)

33 Modelo EGC didático baseado no TERM para o Brasil
TCDP Modelo EGC didático baseado no TERM para o Brasil

34 Modelo didático TCDP TCDP: versão didática do TERM para o Brasil
Ano base 2003 5 macro-regiões do IBGE (Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste) 7 setores: agropecuária, extrativa mineral, indústria, SIUP, construção, margens de transporte e comércio, serviços 11 categorias de uso: 7 setores, famílias, investimento, exportações e governo Estrutura similar ao modelo TERM HORRIDGE, M., J. MADDEN e G. WITTWER. The impact of the drought on Australia. Journal of Policy Modeling, v.27, n.3, 2005/4, p DOMINGUES, E. P. ; MAGALHÃES, A. S. ; FARIA, W. R. Infra-estrutura, crescimento e desigualdade regional: uma projeção dos impactos dos investimentos do PAC em Minas Gerais. Pesquisa e Planejamento Econômico (Rio de Janeiro), v. 39, p , 2009.

35 Base de dados: TERM-Cedeplar e TCDP
Matriz de insumo-produto nacional de 2003, com as desagregações de contas a partir da metodologia proposta em Guilhoto e Sesso Filho (2005); Matrizes de comércio interestadual (Vasconcelos e Oliveira, 2006; Magalhães (2007); Comércio externo estadual por setor e porto de comercialização (ALICEWEB, SECEX); Consumo das famílias por produto e unidade da federação - POF (Pesquisa de Orçamento Familiar); Contas regionais do Brasil; Contas Nacionais; Regionalização das Transações do setor público; Regionalizações específicas da Pesquisa Industrial Anual e Pesquisa Anual dos Serviços (Lemos, Moro, Domingues et al. ,2005; Domingues, Ruiz, Moro et al., 2006); Atualização do banco de dados automatizada para a incorporação de novas informações

36 Fluxos do banco de dados do modelo TCDP

37 Base de dados – matrizes de comércio (TRADE)
Agropecuária Comercio Doméstico Comércio Importado destino TRADE (AGP, dom) 1 Norte 2 Nordeste 3 Sudeste 4 Sul 5 COeste 7,730 3,222 2,116 91 219 108 26,668 4,441 118 173 52 266 74,029 175 105 490 2,697 21,311 57,577 865 644 936 10,684 3,627 12,925 origem destino TRADE (AGP, imp) 1 Norte 2 Nordeste 3 Sudeste 4 Sul 5 COeste 59 1 - 13 359 2 10 100 318 2,292 445 283 34 113 199 1,073 88 4 origem

38 Base de dados – matrizes de uso (BSMR)
Norte Uso de bens Domésticos Importados Demanda Final USE (Norte, dom) 1 AGP 2 EXT 3 IND 4 SIUP 5 CNT 6-Mar 7 SERV 8 HOU 9 INV 10 GOV 11 EXP 2439 5 3078 4 14 322 3694 321 190 48 202 1040 2 58 1 1126 2924 611 15535 260 4396 4049 4920 16202 3242 11710 71 99 727 1244 21 147 668 1292 11 64 19 476 42 448 7500 277 92 916 15 60 942 785 3290 891 415 2765 357 825 1449 6364 14914 119 24686 1404 Demanda Final USE (Norte, imp) 1 AGP 2 EXT 3 IND 4 SIUP 5 CNT 6-Mar 7 SERV 8 HOU 9 INV 10 GOV 11 EXP 466 1 1725 6 70 426 39 48 101 10688 122 81 3 7 2412 797 35918 810 3184 3826 7483 18577 11089 12 36 366 586 5 60 196 223 20 42 713 4 11 228 117 229 221 545 2542 339 417 2277 8498 4339 327

39 Note que todos os usuários
Mecanismo de composição da demanda no modelo fluxos domésticos Alimentos em MG Note que todos os usuários domésticos do bem i na região r compartilham a mesma estrutura de oferta por origem (pool)

40 Note que todos os usuários
Mecanismo de composição da demanda no modelo fluxos importados Alimentos em MG Note que todos os usuários domésticos do bem i na região r compartilham a mesma estrutura de oferta por origem (pool)

41 Exportações de Alimentos
Mecanismo de composição da demanda no modelo Exportações Exportações de Alimentos por MG As exportações domésticos do bem i na região r representam o ponto de saída e podem ser produzidas em diversas regiões

42 Estrutura hierárquica da tecnologia de produção
bem 1... bem 36 CET Atividade Leontief bem 1... bem 36 Fatores Primários Outros custos CES Substituição por origem Trabalho Capital Terra CES Trabalho 1... Trabalho 10 42 42

43 Estrutura hierárquica da demanda regional das famílias

44 Estrutura hierárquica da composição do investimento

45 Taxas de retorno e investimento
No caso de expectativas estáticas, a taxa de retorno real é : gret(i,d)= pcap(i,d) - pinvitot(i,d); ggro(i,d) = finv1(i,d) *[2.0*gret(i,d) -invslack]; xinvitot(i,d) = ggro(i,d) + xcap(i,d)

46 Taxas de retorno e investimento
Exemplo : gret(i,d)= pcap(i,d) - pinvitot(i,d); ggro(i,d) = finv1(i,d) *[2.0*gret(i,d) -invslack]; xinvitot(i,d) = ggro(i,d) + xcap(i,d)

47 Mercado de trabalho/migração
Equation E_flabsup # Inter-regional labour migration or labour supply # (all,o,OCC)(all,d,DST) ! 1.0 represents an elasticity value ! xlab_i(o,d) = 1.0*[plab_i(o,d)-pfin("Hou",d)] + flabsup(o,d) + labslack(o) + labslack_o; No fechamento padrão: Exogenous labslack ; ! OCC Slack to allow occ-specific employment constraint Exogenous labslack_o ; ! 1 Slack to allow aggregate employment constraint Exogenous flab_io ; ! DST Wage shifter Para o longo prazo: ! swaps to change shortrun closure to longrun ! ! new exogenous old exogenous swap flabsup = flab_io; swap NatMacro("AggEmploy") = labslack;

48 Parâmetros Estimativas da literatura e próprias Primeiro modelo a estimar um parâmetro de Frish para o Brasil: -2,48 Elasticidade de substituição entre modais rodoviário e ferroviário (ausente no modelo miniatura)

49 Fechamento de curto prazo
Mercado de Fatores: Oferta de capital e terra fixas (nacionalmente, regionalmente e entre setores). Mercado de Fatores: Emprego regional e nacional endógeno (responde a variações no salário real regional). Salário real regional fixo (salário nominal indexado ao IPC). Consumo real ajusta-se endogenamente para acomodar as necessidades de investimento. Saldo comercial externo endógeno. Gasto real do governo exógeno. Investimento exógeno.

50 Ambiente de curto prazo identidade macro-regional
Endógeno Exógeno Diferencial de retorno sobre o capital Salário Real Emprego nacional Emprego Estoque de Capital Saldo Comercial Produto Regional Bruto Consumo Privado Invest. Consumo do Governo = + + + Público e Privado Federal e Regional Doméstico e externo

51 Fechamento de longo prazo
Mercado de Fatores: Oferta de capital endógena. Emprego nacional fixo. Mobilidade regional e setorial do emprego (responde a variações no salário real regional). Salário real regional fixo (salário nominal indexado ao IPC). Consumo das famílias endógeno. Saldo comercial externo exógeno (como % do PIB). Gasto real do governo endógeno.

52 Ambiente de longo prazo identidade macro-regional
Endógeno Exógeno Diferencial de retorno sobre o capital Salário Real Estoque de Capital Emprego Emprego nacional Saldo Comercial Externo Produto Regional Bruto Consumo Privado Invest. Consumo Governo = + + + + Saldo Comercial Doméstico

53 Modelo didático TCDP Descompacte todos os arquivos de TCDP.zip na pasta C:\GP\TCDP TCDP.tab: conjuntos, variáveis, fórmulas, equações TCDP.sti: compilação TCDP.exe: executável compilado TCDP.mdf: lista de arquivos de dados TCDP.har e TCDPSETS.har: banco de dados e conjuntos TCDP.CLS: fechamento de curto prazo TCDP_LR.CLS e TCDP_LR_2.CLS: fechamentos de longo prazo

54 TCDP – operacionalização no RunGEM
Teste de homogeneidade (execute o RunGEM.exe) Model/Data Model: TCDP.exe Load data: TDCP.mdf Closure Load Closure: TCDP.cls Check Closure: ok Output Files Por exemplo, “teste” Shocks Shock phi =1 ; Solve Solution Method Johansen 1 step

55 TCDP – operacionalização no RunGEM
Choque de produtividade (execute o RunGEM.exe) Model/Data Model: TCDP.exe Load data: TDCP.mdf Closure Load Closure: TCDP_LR.CLS.cls Check Closure: ok Output Files Por exemplo, “sim1” Shocks Load aprim_agp.shf; Solve Solution Method Gragg 2-4-6

56 Trabalho final Analise o teste de homogeneidade. Quais os resultados? Eram os esperados? Sobre a simulação de produtividade: Qual o fechamento? O que é exógeno? Qual o choque? O que são os subtotais construídos? Quais as regiões mais beneficiadas? Porque? Repita a simulação de produtividade com o fechamento TCDP_LR_2.cls Qual a diferença para o fechamento anterior?

57 Aplicação do TERM-Cedeplar
Estudo de impacto de projetos de investimentos

58 Projeto: Modelo de simulação de variáveis econômicas em bases territoriais Gerenciado pelo CGEE (Centro de Gestão e Estudos Estratégicos ) e contratado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. Equipe: Mauro Borges Lemos (Cedeplar-UFMG) Edson Paulo Domingues (Cedeplar-UFMG) Ricardo Machado Ruiz (Cedeplar-UFMG) Sueli Moro (Cedeplar-UFMG) Ricardo Silveira Martins (Cedeplar-UFMG) Marco Flávio da Cunha Resende (Cedeplar-UFMG) Frederico Gonzaga Jayme Jr. (Cedeplar-UFMG) Joaquim Bento de Souza Ferreira F. (Esalq-USP) Mark Horridge (Cops-Monash) James Geizecke (Cops-Monash) Universidade Federal de Minas Gerais I Faculdade de Ciências Econômicas Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional

59 Modelo de simulação de variáveis econômicas em bases territoriais
Metodologia: Modelo macroeconômico de consistência Modelo de transportes geo-referenciado Modelo de equilíbrio geral computável inter-regional (TERM-Cedeplar) Objetivos: Cenário tendencial regional da economia brasileira nos próximos 20 anos Impacto econômico estadual e microrregional de programas de investimento do governo federal (PAC, PPA )

60 Aplicações do modelo EGC inter-estadual
Regionalização de cenário nacional Impactos de investimentos no curto prazo ( ) Impactos de investimentos no longo prazo ( )

61 Cenário tendencial Cenário tendencial para referência do estudo
Comportamento macroeconômico de consistência da economia brasileira no período Obtido a partir de um modelo macroeconômico clássico (equações comportamentais e identidades).

62 Modelo macroeconômico clássico
Conjunto de identidades contábeis e relações paramétricas pré-determinadas. Quatro blocos: Fiscal Contas Nacionais Mercado de Trabalho Externo Financiamento do Investimento

63 Modelo de simulação de variáveis econômicas em Bases Territoriais
Cenário Tendencial

64 Cenário tendencial da economia brasileira - resumo
PIB 4,90 4,87 4,50 Investimento 10,29 6,18 3,88 Consumo Privado 4,22 5,31 4,68 Consumo do Governo 4,23 5,30 Exportações 7,28 7,44 7,25 taxa de variação real (% a.a)

65 Cenário tendencial – rebatimento regional
Cenário tendencial regional para referência do estudo Comportamento das economias estaduais no período Consistente com o cenário macro e hipóteses adicionais (demográficas, preferências, tecnologias). Obtido a partir de um modelo de equilíbrio geral inter-estadual para o Brasil: TERM-CEDEPLAR. Decomposição para microrregiões.

66 Simulações de Projeção e de Política com o TERM-Cedeplar
Cenário-base: projeções macro- econômicas, políticas industriais, etc. Projeções setoriais e estaduais do cenário-base Desvios do (setoriais e estaduais) ocasionados pelos investimenots da Carteira Deslocamentos nas funções TERM Fechamento de projeção territoriais do Módulo de Decomposição territoriais dos desvios do Agrupamentos da Carteira de Investimentos de política

67 Cenário tendencial estadual (var % PIB a.a.)
RO 4,76 4,74 AC 4,35 5,53 AM 4,92 4,42 RR 4,55 PA 4,85 4,72 AP 3,82 4,63 TO 3,45 3,40 MA 4,29 4,87 PI 3,72 4,47 CE 5,16 RN 4,83 PB 4,26 4,53 PE 4,67 5,04 AL 4,28 4,62 SE 4,39 BA 5,03 MG 5,37 5,11 ES 5,55 5,42 RJ 5,33 SP PR 4,99 SC 4,78 RS 5,09 4,95 MS 3,94 4,05 MT 4,16 4,33 GO 4,57 DF 3,62 Brasil 4,90

68 Cenário Tendencial: estados acima da média (var % PIB, 2008-15)

69 Cenário Tendencial: estados abaixo da média (var % PIB, 2008-15)

70 Cenário Tendencial: deslocamento do centro gravitacional (PIB per-capita estadual)

71 Modelo de simulação de variáveis econômicas em Bases Territoriais
Carteira de Investimentos

72 Construção da carteira de investimentos
Investimentos classificados em 12 agrupamentos. Informações obtidas do PAC e ampliadas; especializadas pela equipe do Cedeplar. Considerou-se nas simulações apenas o nível dos investimentos acima da tendência histórica da economia brasileira, por agrupamento. As simulações consideram os investimentos num período de 4 anos ( ) que estarão concluídos a partir de 2012.

73 Agrupamentos da Carteira de Investimentos
Petróleo e Gás: extração e distribuição, Refino: refino de produtos do petróleo e petroquímica, Recursos Hídricos: integração de bacias e oferta de água, Transporte Urbano: investimentos metroviários, Saneamento: tratamento de água e saneamento, Habitação: popular e financiamentos, Eletricidade: geração, transmissão e distribuição, Luz para todos: energia elétrica, Biocombustíveis: álcool e outros, Rodovias: intervenções localizadas no território, Logística: ferrovias, hidrovias, portos e aeroportos, Telecomunicações,

74 Composição da Carteira Investimento médio anual 2008-11 (R$ milhões, 2007)

75 Composição da Carteira: desconcentração regional dos investimentos?
Carteira Participação Quociente (% do total) (% PIB nacional) (% PIB estadual) de concentração (1) (2) (3) (1)/(2) RO 3,2 0,5 24,1 5,9 AC 0,4 0,2 10,6 2,6 AM 1,4 1,8 3,3 0,8 RR 0,1 6,0 1,5 PA 6,2 1,9 13,6 AP 9,7 2,4 TO 0,3 29,2 7,1 MA 2,1 0,9 9,8 PI 11,9 2,9 CE 5,3 RN 6,9 1,7 PB 1,2 5,4 1,3 PE 5,0 2,7 7,5 AL 1,1 0,7 6,6 1,6 SE 7,3 BA 4,7 5,1 MG 6,4 9,3 2,8 ES 14,2 3,5 RJ 15,9 12,2 SP 17,6 31,8 2,3 0,6 PR SC 4,0 RS 4,3 8,2 MS MT GO 3,0 DF Brasil 100

76 Composição da Carteira: desconcentração regional dos investimentos?

77 Composição da Carteira (% do PIB estadual)

78 Modelo de simulação de variáveis econômicas em Bases Territoriais
Impactos de curto prazo da Carteira de Investimentos

79 Simulações de curto prazo da Carteira (TERM-CDP)
Choques Elevação da demanda final regional (investimento) no montante do valor do agrupamento. Todos os investimentos construídos em 4 anos. Assume a composição do investimento dos agrupamentos como intensiva em construção civil (98%). Para infra-estrutura logística (portos, aeroportos e ferrovias) composição é mais intensiva em máquinas, material elétrico e outros veículos. Hipóteses da simulação Oferta de capital e terra fixas (escalas nacional e regional e entre setores). Emprego regional e nacional endógeno (responde a variações no salário real). Salário real regional fixo (salário indexado ao IPC). Consumo real ajusta-se endogenamente para acomodar as necessidades de investimento. Saldo comercial externo endógeno. Gasto real do governo exógeno.

80 Simulações de curto prazo da Carteira
Operacionalização do modelo Uma simulação para cada agrupamento: 10 simulações no total. Estrutura aplicada do modelo (equações linearizadas) permite que o resultado total seja obtido da soma dos resultados parciais, para qualquer variável do modelo. Interpretação dos resultados Taxas de variação percentual anual, num ano típico de construção dos investimentos. Números refletem a variação em relação a uma trajetória tendencial da economia, representando apenas o efeito adicional do referido investimento.

81 Impactos macroeconômicos da Carteira no curto prazo, ano típico de construção (variação % a.a.)

82 Impactos macroeconômicos da Carteira no curto prazo, ano típico de construção (variação % a.a.)

83 Impactos macroeconômicos da Carteira no curto prazo, ano típico de construção (variação % a.a.)

84 Impactos macroeconômico total da Carteira no curto prazo
Elevação do PIB em 1,04% ao ano, acima do que ocorreria sem estes investimentos. Crescimento do emprego de 2,03% ao ano. Carteira representa uma elevação de 16,29% no nível do investimento, acomodada pelo consumo das famílias. Taxa de investimento da economia sobe de 16,57% do PIB para 19,10% do PIB. Importações crescem mais do que exportações: superávit comercial diminui marginalmente.

85 Impactos Setoriais da Carteira no curto prazo, ano típico de construção (var % a.a.)
Setores mais beneficiados estão relacionados com a composição (direta e indireta) dos investimentos da carteira

86 Impactos Estaduais da Carteira no curto prazo, ano típico de construção, 2008-2011 (var % a.a.)

87 Impactos Estaduais da Carteira no curto prazo, ano típico de construção (var % a.a.)

88 Decomposição dos resultados para microrregiões
Abordagem top-down: ORES (Dixon et al, 1982), LMPST (Leontief et al, 1965) Dados: matriz de dimensão 558 x 36, representando a participação de cada microrregião nos 36 setores do modelo (PIB municipal e RAIS) Setores nacionais e setores locais: efeito multiplicador micro-regional Dixon, P. B., B. R. Parmenter, J. Sutton e D. P. Vincent. Orani, a multisectoral model of the Australian economy. Amsterdam: North-Holland Pub. Co Leontief, W., A. Morgan, K. Polenske, D. Simpson e E. Tower. The Economic Impact--Industrial and Regional--Of An Arms Cut. The Review of Economic Statistics, v.47, n.3, p

89 Impactos Microrregionais da Carteira no Curto Prazo, ano típico de construção (var % a.a.)

90 Impactos Estaduais da Carteira no curto prazo, ano típico de construção (var % a.a.)
Carteira Impacto Quociente (% PIB estadual) (var % a.a. do PIB) Impacto/Carteira A B B/A RO 17,78 1,48 0,08 AC 6,24 0,19 0,03 AM 2,72 1,58 0,58 RR 5,06 0,02 PA 9,16 1,40 0,15 AP 6,54 0,73 0,11 TO 38,87 2,80 0,07 MA 4,29 0,18 0,04 PI 9,79 0,88 0,09 CE 9,69 1,16 0,12 RN 2,52 0,61 0,24 PB 4,38 0,46 0,10 PE 7,20 0,83 AL 4,54 0,37 SE 3,85 -0,17 -0,04 BA 4,83 0,92 MG 2,41 1,20 0,50 ES 10,41 1,22 RJ 4,69 0,64 0,14 SP 1,78 1,10 0,62 PR 1,63 1,01 SC 1,47 1,30 RS 1,90 1,02 0,54 MS 1,92 0,45 0,23 MT 3,04 0,52 0,17 GO 4,40 0,84 DF 0,39 0,30 0,76 Brasil 3,24 1,04 0,32

91 Impactos Estaduais da Carteira no curto prazo
Elevação do PIB (acima do que ocorre tendencialmente) em todos os estados, com exceção de Sergipe. Impactos maiores refletem concentração e tamanho da carteira em relação à economia estadual (por exemplo, Tocantins e Rondônia). Relação entre investimento da carteira e variação do PIB estadual indica estados que, ou internalizam mais intensamente os efeitos da Carteira, ou cujos efeitos positivos de vazamentos interrregionais são relevantes: MG, SP, RS, SC, PR e AM: maior capacidade de internalização e efeitos indiretos positivos. Estados no Nordeste e Norte (com exceção do Amazonas): baixa capacidade de internalização.

92 Modelo de simulação de variáveis econômicas em Bases Territoriais
Impactos de longo prazo da Carteira de Investimentos

93 Simulações de longo prazo
Choques Petróleo e Gás, Bocombustíveis e Petroquimica: Elevação do estoque de capital setorial estadual, no montante do investimento, por agrupamento. Elevação da demanda por exportações da região do investimento. Aumento de produtividade dos fatores nos estados e setores mais relacionados (para os agrupamentos de infra-estrutura). Redução dos custos de transportes do modelo geo-referenciado (para rodovias). Habitação: elevação do estoque de capital do setor aluguéis de imóveis, proporcional ao investimento.

94 Simulações de longo prazo
Hipóteses da simulação (fechamento) Oferta de capital endógena (a não ser nos setores de investimento). Emprego nacional fixo. Mobilidade regional e setorial do emprego (responde a variações no salário real regional). Salário real regional fixo (salário nominal indexado ao IPC). Consumo das famílias endógeno. Saldo comercial externo exógeno (como % do PIB). Gasto real do governo endógeno (segue renda das famílias).

95 1. Petróleo & gás, biocombustíveis e petroq.
TERM apresenta uma complicação: demandas reginais por exportações fazem parte do pool regional de demanda. A decisão de origem independe da estrutura de demanda. Assim, não podemos aplicar simplesmente um choque na função de demanda por exportações de petróleo e gás do Rio de Janeiro, por exemplo.

96 1. Petróleo & gás, biocombustíveis e petroq.

97 1. Petróleo & gás, biocombustíveis e petroq.

98 1. Petróleo & gás, biocombustíveis e petroq.
Quantitdade de capital Taxa de retorno Fechamento e choques: Normalmente, xcap endog. ror exog. Mas agora: xcappetrgas,rio exogeno, twist endogeno. Choque em xcap de $R12b, twist acomoda. Twist de origem

99 1. Petróleo & gás, biocombustíveis e petroq.
curva de exportações Fechamento e choques: Geralmente, xexp endog. fqexp exog. Mas agora: xexppetrgas,dom exog, fqxexppetrgas endog. Choque em xexp de R12b, fqexp acomoda. quanti dade de exportações

100 2. Rodovias no longo prazo - exemplo
Cada projeto rodoviário estadual gera um retorno de 15%. O benefício é entregue na forma de uma melhora na produtividade do fator primário estadual. Pondera-se a distribuição setorial do ganho estadual do fator primário em direção ao setor de transporte rodoviário.

101 2. Choques de produtividade no longo prazo

102 2. Choques de produtividade no longo prazo - rodovias

103 2. Choques de custos de transporte rodoviário (var %)
destino origem atradmar(c,s,m,r,d)

104 2. Choques de custos de transporte rodoviário (var %)
Demanda por margens m no produto c,s de r para d (Leontief) xtradmar(c,s,m,r,d) = xtrad(c,s,r,d) + atradmar(c,s,m,r,d) -IsRoadRail(m)*SIGROADRAIL(c)* [psuppmar_p(m,r,d)+atradmar(c,s,m,r,d) - pRoadRail(c,s,r,d)] Preço de entrega do bem c,s de r para d: pdelivrd(c,s,r,d) =BASSHR(c,s,r,d)*pbasic(c,s,r) + sum{m,MAR, MARSHR(c,s,m,r,d)*[psuppmar_p(m,r,d)+atradmar(c,s,m,r,d)]};

105 3. Habitação – longo-prazo
O valor do investimento em habitação em cada estado é conhecido. Assim, estima-se o acréscimo de longo prazo no estoque estadual de habitação. No TERM-Cedeplar, eleva-se o capital do setor “Aluguel de Imóveis” em cada estado. Normalmente, capital é endógeno no longo-prazo. Para torná-lo exógeno, a taxa de retorno do setor é endogeneizada.

106 Simulações de longo prazo da Carteira
Operacionalização do modelo Uma simulação para cada agrupamento de infra-estrutura (9), uma simulação para cada investimento estadual de petróleo e gás, refino e biocombustíveis (40). Estrutura aplicada do modelo (equações linearizadas) permite que o resultado total seja obtido da soma dos resultados parciais, para qualquer variável do modelo. Interpretação dos resultados Taxas de variação percentual de longo prazo, acima da base tendencial da economia. Números refletem a variação em relação a uma trajetória tendencial da economia, representando apenas o efeito adicional do referido investimento.

107 Impactos macroeconômicos no longo prazo

108 Impactos macroeconômicos no longo prazo, por agrupamento dos investimentos

109 Impactos setoriais da Carteira no longo prazo (var %)

110 Impactos estaduais no longo prazo (var %)

111 Impactos estaduais no longo prazo (var % PIB real)

112 Impactos estaduais no longo prazo (var % PIB real)

113 Impactos estaduais no longo prazo (var % do PIB real)

114 Impactos microrregionais no longo prazo (var % do PIB real)

115 Impactos estaduais no longo prazo
Carteira Impacto Quociente (% PIB estadual) (var % PIB) Impacto/Carteira A B B/A RO 17,78 5.21 0.29 AC 6,24 10.00 1.60 AM 2,72 4.04 1.49 RR 5,06 4.38 0.87 PA 9,16 8.98 0.98 AP 6,54 6.03 0.92 TO 38,87 21.09 0.54 MA 4,29 4.74 1.10 PI 9,79 10.52 1.07 CE 9,69 11.25 1.16 RN 2,52 3.42 1.36 PB 4,38 4.37 1.00 PE 7,20 7.97 1.11 AL 4,54 5.26 SE 3,85 2.80 0.73 BA 4,83 6.10 1.26 MG 2,41 2.23 0.93 ES 10,41 9.21 0.88 RJ 4,69 5.67 1.21 SP 1,78 0.60 PR 1,63 1.23 0.75 SC 1,47 0.67 RS 1,90 1.55 0.82 MS 1,92 0.58 MT 3,04 4.66 1.53 GO 4,40 3.85 DF 0,39 0.09 0.23 Brasil 3,24 3.01

116 Impactos Estaduais no longo prazo (var % do PIB real)

117 Impactos estaduais no longo prazo – decomposição por agrupamentos
Sociais: habitação, saneamento, transporte urbano e Luz para Todos; Infraestrutura: logística, rodovias, energia elétrica, recursos hídricos; Privados: petróleo e gás, refino, telecomunicações e biocombustíveis.

118 Modelo de simulação de variáveis econômicas em Bases Territoriais
Leitura conjunta do Resultado Tendencial e de Impacto da Carteira (curto e longo prazo)

119 Tendencial e impacto da carteira
Curto prazo: Longo prazo: Impacto médio ao ano no período Adicional ao nível do PIB tendencial (composição com as taxas de crescimento do cenário tendencial). Hipótese de que os ajustes se dão entre 2012 e 2015. Taxas decompostas para esses 4 anos. Adicional ao nível do PIB tendencial (composição com as taxas de crescimento do cenário tendencial).

120 Tendencial e impacto da carteira

121 Tendencial e impacto da carteira: taxa de crescimento do PIB (var % a
Tendencial e impacto da carteira: taxa de crescimento do PIB (var % a.a.)

122 Tendencial e impacto da carteira: 2008-11 taxa de crescimento do PIB (var % a.a.)
Tendencial Carteira Total Diferencial (A) (B) (A*B) da Carteira RO 4.76 1.57 6.41 1.65 AC 4.35 0.25 4.61 0.26 AM 4.92 1.67 6.67 1.75 RR 4.42 0.12 4.54 PA 4.85 1.51 6.44 1.59 AP 3.82 0.76 0.79 TO 3.45 3.02 6.58 3.13 MA 4.29 0.20 4.50 0.21 PI 3.72 0.96 4.72 1.00 CE 1.28 6.10 1.34 RN 0.67 5.12 0.70 PB 4.26 0.55 4.83 0.57 PE 4.67 0.95 5.66 0.99 AL 4.28 0.41 4.71 0.43 SE 4.39 -0.16 4.23 -0.17 BA 5.03 0.97 6.05 1.02 MG 5.37 1.31 6.75 1.38 ES 5.55 1.30 6.92 1.37 RJ 5.33 6.07 0.74 SP 1.15 6.12 1.20 PR 4.99 1.08 6.13 1.14 SC 6.40 1.41 RS 5.09 6.23 MS 3.94 0.50 4.46 0.52 MT 4.16 0.56 4.74 0.58 GO 4.57 0.92 5.53 DF 3.62 0.33 3.96 0.34 Brasil 4.90 1.04 5.99 1.09

123 Tendencial e impacto da carteira: 2008-11 taxa de crescimento do PIB (var % a.a.)

124 Tendencial e impacto da carteira: 2008-11 taxa de crescimento do PIB (var % a.a.)

125 Tendencial e impacto da carteira: 2012-15 taxa de crescimento do PIB (var % a.a.)
Tendencial Carteira Total Diferencial (A) (B) (A*B) da Carteira RO 4.74 1.28 6.08 1.34 AC 5.53 2.41 8.08 2.55 AM 4.42 0.99 5.46 1.04 RR 4.55 1.08 5.68 1.13 PA 4.72 2.17 7.00 2.28 AP 4.63 1.47 6.17 1.54 TO 3.40 4.90 8.47 5.07 MA 4.87 1.17 6.09 1.22 PI 4.47 2.53 7.12 2.65 CE 5.16 2.70 8.00 2.84 RN 4.83 0.84 5.72 0.89 PB 4.53 5.65 1.12 PE 5.04 1.94 7.07 2.03 AL 4.62 1.29 5.97 1.35 SE 0.69 5.25 0.72 BA 1.49 6.61 1.57 MG 5.11 0.55 5.69 0.58 ES 5.42 2.23 7.77 2.35 RJ 1.39 6.99 1.46 SP 0.27 5.02 0.28 PR 0.31 5.15 0.32 SC 4.78 0.24 0.26 RS 4.95 0.39 5.35 0.40 MS 4.05 4.34 0.29 MT 4.33 1.14 5.52 1.19 GO 0.95 5.62 DF 4.26 0.02 4.28 Brasil 0.74 0.78

126 Tendencial e impacto da carteira: 2012-15 taxa de crescimento do PIB (var % a.a.)

127 Tendencial e impacto da carteira: 2012-15 taxa de crescimento do PIB (var % a.a.)

128 Tendencial + impacto da carteira: 2008-15 taxa de crescimento do PIB (var % a.a.)
RO 6,33 6,02 6,17 AC 4,60 7,94 6,26 AM 6,59 5,41 6,00 RR 4,54 5,63 5,08 PA 6,36 6,89 6,63 AP 4,58 6,10 5,34 TO 6,47 8,30 7,38 MA 4,49 6,04 5,26 PI 4,68 7,00 5,84 CE 7,86 6,95 RN 5,09 5,67 5,38 PB 4,81 5,61 5,20 PE 5,62 6,98 6,29 AL 4,69 5,91 5,30 SE 4,23 5,22 4,73 BA 6,53 MG 6,68 5,66 ES 6,85 7,65 7,25 RJ 6,03 6,92 6,48 SP 6,07 5,01 5,54 PR 5,14 5,60 SC 5,02 5,68 RS 5,75 MS 4,44 4,33 4,38 MT 4,72 5,47 5,10 GO 5,49 5,58 DF 3,95 4,28 4,12 Brasil 5,94 5,78

129 Tendencial + impacto da carteira: 2008-15 taxa de crescimento do PIB (var % a.a.)

130 Cenário Tendencial: deslocamento do centro gravitacional (PIB per-capita estadual)

131 Cenário Tendencial e carteira: deslocamento do centro gravitacional (PIB per-capita estadual)


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