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© Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 1 Bancos de Dados Não- Convencionais Msc, Marcelo Bezerra de Alcântara

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Apresentação em tema: "© Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 1 Bancos de Dados Não- Convencionais Msc, Marcelo Bezerra de Alcântara"— Transcrição da apresentação:

1 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 1 Bancos de Dados Não- Convencionais Msc, Marcelo Bezerra de Alcântara

2 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 2 Sumário BD Orientado a Objetos e Objeto- Relacional BDs XML Banco de Dados Móveis

3 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 3 BDs Relacionais (BDRs) Dominam atualmente o mercado de SGBDs Adequados a aplicações ditas convencionais –folha de pagamento –automação bancária –controle de estoque –...

4 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 4 BDR - Características Orientados a registros –todas as tuplas com a mesma estrutura –todos os atributos com tamanho fixo Tipos de dados simples –não-estruturados e monovalorados (atributos atômicos) –tamanho pequeno –numéricos ou cadeias de caracteres

5 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 5 BDR - Características Operações DML simples –consultas baseadas em predicados simples de seleção e/ou junção por igualdade de chaves –não envolvem procedimentos complexos sobre os dados operações analíticas, invocação de métodos,... Transações de curta duração –operações bancárias –cadastros gerais Atualizações in-place –dados históricos não são mantidos no BD

6 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 6 Evolução do Hardware dos Computadores Torna viável o desenvolvimento de aplicações de grande porte (não- convencionais) –área científica, projetos arquitetônicos e de engenharia, controle ambiental e urbano, aplicações Web distribuídas,... Aplicações Não-Convencionais –dados (entidades) com representação (estrutura e relacionamentos) complexa –operações complexas sobre estes dados

7 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 7 Exemplos de Aplicações Não- Convencionais CAD/CAM –dados: projetos arquitetônicos, projetos de componentes mecânicos –características: representação complexa com possíveis versões Sistemas de Informação Geográfica –dados: mapas e entidades do terreno –características: representação gráfica (áreas geográficas); diversas operações analíticas

8 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 8 Exemplos de Aplicações Não- Convencionais Aplicações Web –dados: documentos semi-estruturados (XML) –características: representação e consultas complexas estruturas hierárquicas; buscas por palavras- chave,... Sistemas Hipermídia –dados: imagens, vídeos, áudios,... –características: dados longos; novas operações de manipulação

9 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 9 Novas Necessidades de Gerenciamento de Dados Representação de entidades complexas –estrutura não-fixa, vários níveis de composição, dados de diversas mídias, dados semi-estruturados,... –atributos não-atômicos (conjuntos, tuplas, listas,...) Suporte à versões e históricos –representação de diversos estados de uma entidade Exemplos: mapa, histórico de vendas,...

10 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 10 Novas Necessidades de Gerenciamento de Dados Transações longas –longa duração (horas, dias, semanas,...) –podem ser compostas por sub-transações –exemplo: projeto arquitetônico Extensões na DML e nas RIs –novas operações de manipulação (I/E/A/C de dados em estruturas complexas - listas, tuplas,...) –relacionamentos com semânticas bem definidas (composto por, sucessor, adjacente,...)

11 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 11 Comparativo atualização não é in-placeatualização in-place operações DML envolvem procedimentos complexos operações DML simples outras semânticas de relacionamento (composição, adjacência,...) relacionamentos de associação (por chave) transações longastransações curtas atributos complexosatributos atômicos estrutura não-fixaestrutura fixa Dados Não-ConvencionaisDados Convencionais

12 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 12 BDs Não-Convencionais Novos modelos de dados para atender aos requisitos de dados de aplicações não-convencionais –tópico de pesquisa na área de BD Exemplos –BD Orientado a Objeto –BD XML –Banco de dados móveis –...

13 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 13 BD Orientado a Objetos BDOO: paradigma OO + SGBD –orientação a objetos encapsulamento: objeto encapsula uma estrutura (atributos) e um comportamento (métodos) –vantagem: cada aplicação pode definir uma visão particular dos dados reusabilidade: novos objetos podem aproveitar propriedades já definidas em outros objetos –vantagem: redefinições de dados são evitadas –SGBD gerenciamento eficiente de dados operacionais (persistentes) –acesso otimizado e concorrente; segurança; integridade;... SGBDOO: gerenciamento de objetos persistentes

14 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 14 Modelo de Dados OO BDR –modelo formalmente definido e com um conjunto fixo de conceitos BDOO –falta de consenso sobre um padrão (conjunto de conceitos) SGBDOOs com modelos heterogêneos –carência de uma base formal início das pesquisas em BDOO –muita atividade experimental, voltada às necessidades das aplicações tentativa de padronização: ODMG

15 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 15 Modelo de Dados OO - Conceitos 1.Identidade de objeto (OID) 2.Métodos 3.Classes 4.Estruturas complexas 5.Herança 6.Late Binding (ligação tardia)

16 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 16 Identidade do Objeto (OID) Identificador único de cada objeto –gerado pelo SGBDOO e imutável –visível ou não para o usuário Diferenças com relação a BDR –chave primária é passível de alteração consistência de unicidade consistência de integridade referencial –chave primária em alguns casos é um atributo artificial e visível ao usuário atributo adicional sem muita semântica

17 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 17 Relacionamentos entre Objetos Referências a OIDs Vantagem –tipo do dado para referências é uniforme (OID) evita inconsistência de tipo de dado objeto Pessoa objeto Automóvel proprietário marca: WV modelo: Gol i... automóvel nome: João Silva sexo: M... OID(João Silva) OID(WV Gol i)

18 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 18 Igualdade de Identidade Introduz dois tipos de comparação –igualdade de identidade (=) (para OIDs) –igualdade de valor (= =) (para atributos) –o1 = = o2 (verdadeiro!) –o1 = o2 (?) Observação –OID não dispensa (não substitui) a definição de um identificador visível para o usuário o1 nome: João Silva o2 nome: João Silva sexo: M

19 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 19 Métodos Operações associadas a um objeto –comportamento de um objeto é mantido no BD –BDR mantém apenas a estrutura dos dados Composição –assinatura (interface pública do objeto) –implementação (LPOO utilizada pelo BDOO) Vantagem: encapsulamento de comportamento –simplifica o código das aplicações –cada aplicação acessa uma interface particular autorizações de acesso e/ou visões podem ser aplicadas a nível de métodos –métodos podem servir para programar RIs BDOOs não possuem, em geral, instruções sofisticadas para RIs, como checks e triggers

20 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 20 Métodos objeto Pessoa objeto Automóvel proprietário marca: WV modelo: Gol i... automóvel nome: João Silva sexo: M... idade( ) temAutomóvel?( ) nome( )

21 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 21 Classe Conjunto de objetos (instâncias) com a mesma estrutura e comportamento Base para a formulação de operações –função idêntica a de uma tabela em um BDR Vantagem: reusabilidade –instâncias de uma classe compartilham a mesma estrutura e implementação de métodos CPF nome salário cargo? demite Empregados cargo reajustaSalário ; João Silva; R$670,00; secretário ; Maria Souza; R$890,00; dentista ; Pedro Santos; R$990,00; faxineiro... i i i

22 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 22 Estruturas Complexas Atributos com domínios não-atômicos –característica não suportada por BDRs Tipos de domínios –primitivos (atômicos) inteiros, cadeias de caracteres, datas,... –referência (OIDs) nomes de classes (determinam relacionamentos) –construídos a partir de construtores de tipos definição de domínios complexos pelo usuário Vantagem –flexibilidade na definição de objetos complexos

23 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 23 Construtores de Tipos Tupla (tuple) –domínio é um registro Conjunto/Coleção (set/bag) –domínio é um grupo de dados Lista (list) –domínio é um grupo ordenado de dados Exemplos de domínios complexos –conjunto de inteiros –tuplas de listas de strings –listas de conjuntos de tuplas –...

24 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 24 Exemplo de Classe Classe Empregados ( CPF: integer, nome: string, endereço: TUPLE ( rua: string, número: integer, cidade: Cidades ), especializações: LIST(string), (por ordem de experiência) cargo: string; departamento: Departamentos, salário: real, atividades: SET (TUPLE (projeto: Projetos, tarefa: string) ) ); construtores de tipos referência primitivos

25 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 25 Herança Suporte à representação de relacionamentos com semântica de generalização e especialização –especialização classe (subclasse) herda propriedades de outra classe (superclasse) e define novas propriedades subclasse: categorização da superclasse –generalização (É-UM) propriedades comuns de classes (subclasses) podem ser definidas uma única vez em uma superclasse Vantagem: reusabilidade

26 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 26 Hierarquia de Herança salário Empregados cargo reajustaSalário nome idade Pessoas endereço alteraEndereço CPF alteraInstituição Estudantes instituição DN Universitários curso

27 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 27 Late Binding Característica herdada de LPOO Overloading (sobrecarga) –uso de um mesmo nome para mais de um método – exemplo: imprimir() em Pessoas e Imagens Late Binding (vinculação tardia) –escolha do código do método a ser executado em tempo de execução (depende da classe do objeto e dos parâmetros) LP procedurais: early binding –vinculação entre código e nome de procedimento definido em tempo de compilação –não é possível um nome ligado a mais de um código

28 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 28 Modelo de Dados OO Comparação com o modelo relacional –maior nível de abstração modelo de objetos tem maior afinidade semântica com um modelo conceitual de dados –representação mais natural de uma entidade do mundo real –mais adequado a representação de dados complexos de aplicações não-convencionais aplicações CAD/CAM, sistemas de informação geográfica,... –modelo mais complexo maior número de conceitos

29 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 29 Exemplo DN CPF Professores áreasPesquisa (1, N) nome titulação cidade endereço rua número salário créditos nome (1,N) (0,N) código título Projetos Disciplinas Docência fase Vínculo (1,N) (0,N) Modelagem Conceitual

30 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 30 Exemplo endereço : TUPLE ( rua, número, cidade) Professores nome CPF salário DN titulação áreasPesquisa: LIST(string) projetos: SET(Projetos) disciplinas: SET(Disciplinas) Modelagem Lógica OO

31 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 31 Exemplo Professores cidadenúmerorua titulação nome salário CPF ÁreasPesquisa Docência CPF Codd DN Pesquisa CPF Codp Modelagem Lógica Relacional CPF Área ordem

32 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 32 BD Objeto-Relacional - Motivação SGBDs Relacionais (SGBDRs) –sistemas já consolidados no mercado –boa performance muitos anos de pesquisa e aprimoramento eficiência: otimização de consultas, gerenciamento de transações –não atendem adequadamente os requisitos de dados de novas categorias de aplicações

33 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 33 BD Objeto-Relacional - Motivação SGBDs Orientado a Objetos (SGBDOO) –modelo de dados mais rico adequado ao mercado de aplicações não- convencionais –pior desempenho, se comparado com SGBDR –heterogeneidade a nível de modelo e de capacidades de consulta e atualização SGBDs Objeto-Relacional (SGBDOR) –combina as melhores características do modelo de objetos no modelo relacional modelo rico + eficiência no gerenciamento de dados –tecnologia relativamente nova –exemplos: Oracle, Informix, DB2, Postgres

34 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 34 Classificação de Stonebreaker BDORBDOO BD Relacionais Sistemas de Arquivos Dados Simples Complexos Consultas Simples Complexas Pai da tecnologia OR (1997) Classifica os principais sistemas gerenciadores de dados em 4 quadrantes

35 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 35 Classificação de Stonebreaker BDORBDOO BD Relacionais Sistemas de Arquivos Dados Simples Complexos Simples Complexas Quadrantes de tipos de gerenciadores de dados Consultas dados são registros de tamanho fixo poucas consultas predefinidas, em geral buscas por igualdade de campos dos registros

36 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 36 Classificação de Stonebreaker BDORBDOO BD Relacionais Sistemas de Arquivos Dados Simples Complexos Simples Complexas Quadrantes de tipos de gerenciadores de dados Consultas dados são linhas de tabelas cujos atributos possuem domínios simples flexibilidade de consultas com SQL

37 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 37 Classificação de Stonebreaker BDORBDOO BD Relacionais Sistemas de Arquivos Dados Simples Complexos Simples Complexas Quadrantes de tipos de gerenciadores de dados Consultas dados são objetos com estrutura complexa capacidade de consulta limitada, baseada em navegação por objetos (poucos usam todos os recursos da OQL)

38 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 38 Classificação de Stonebreaker BDORBDOO BD Relacionais Sistemas de Arquivos Dados Simples Complexos Simples Complexas Quadrantes de tipos de gerenciadores de dados Consultas dados são tabelas com estrutura complexa uso do padrão SQL estendido (SQL-3) para garantir flexibilidade nas consultas

39 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 39 Classificação de Stonebreaker BDORBDOO BD Relacionais Sistemas de Arquivos Dados Simples Complexos Simples Complexas Tendência –migração para tecnologia OR Consultas

40 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 40 BDR x BDOO x BDOR tendência: alcançar larga escala pequena escalalarga escalauso comercial modelo rico + eficiência de acesso modelo de dados rico eficiência de acesso vantagem SQL estendido para objetos OQL (em geral, não é full) SQL fulluso de SQL razoavelmente novo razoavelmente maduro maduromaturidade espera-se que seja alta baixaaltaperformance sim nãosuporte a dados complexos SQL-3ODMG 3.0SQL-2padrão BDORBDOOBDRCritério

41 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 41 SQL-3 (SQL 99) Versão mais atual da SQL Extensão da SQL-2 (SQL 92) –tratamento de objetos –consultas recursivas –instruções de programação –...

42 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 42 SQL-3 Suporte ao tratamento de objetos –tabelas aninhadas (objetos linha) –tipos abstratos de dados (TADs) –referências e OIDs –objetos complexos –definição de comportamento –herança

43 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 43 Computação Móvel Novo paradigma que altera premissas importantes em várias áreas da computação. –Redes Precisam ser ubíquas, com configuração dinâmica. –Engenharia de Software Código móvel. –Bancos de dados Acesso a qualquer dado em qualquer lugar e qualquer momento.

44 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 44 Bancos de Dados Móveis Rede de Computadores Móveis –Unidades Móveis –Unidades Fixas –Estações de Bases Um ou mais bancos de dados –Em qualquer unidade

45 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 45 Bancos de Dados Móveis Características comumente encontradas: –Autonomia –Heterogeneidade –Distribuição Acesso de um host móvel a um banco de dados (residindo em um host móvel ou fixo). Computador móvel pode ser cliente ou servidor de uma requisição.

46 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 46 Bancos de Dados Móveis

47 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 47 Fatores e Consequências Velocidade dos links Escalabilidade Mobilidade Localização Poder das baterias Desconectividade Replicação/Caching Handoff Aplicações –Localização e contexto Transações –Novos modelos Recuperação –desconexão Replicação –desconexão Consultas –Localização e custo.

48 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 48 Integração Bancos de dados federados. Arquitetura dos mediadores. Bancos de Dados Múltiplos (Multidatabase System – MDBS) –Multidatabase Language (MDL).

49 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 49 Disseminação de Dados Push-based systems Relevância de dados. Solução: o cliente se inscreve para receber dados de seu interesse. Periodicidade. Broadcast Disks Essencial uso de cache e prefetching. Pull-based systems

50 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 50 Hoarding REINTEGRAÇÃO CARGA ANTECIPADA DE DADOS (HOARDING) OPERAÇÕES DESCONECTADAS

51 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 51 Transações Ambiente multi-usuário Aplicações locais e remotas –Entrelaçamento Falhas constantes e intermitência Computação Móvel + Heterogeneidade Atomicidade –Divisão de Transações Mudança freqüente de dados.

52 © Marcelo Bezerra de AlcântaraBanco de Dados Não Convenionais - 52 Alguns Bancos Disponíveis Sybase Ultralite Oracle Lite Mobile Server DB2 Everyplace Microsoft SQL Server CE

53 © Marcelo Bezerra de Alcântara O que é XML? XML (eXtensible Markup Language) Lingagem de marcação proposta pelo W3C –W3C (World Wide Web Consortium) – Orgão responsável pela recomendação de padrões e protocolos para a web. Padrão para representação e troca de dados na Web. Descreve os dados, dando semântica a unidades de informação Soluciona as limitações de HTML

54 © Marcelo Bezerra de Alcântara O Que é XML? 1234 Inside XML New Riders 3ª Steven NY Holzner Miami... ISBNtituloeditoraedição autor Steven Holzner endereco NY Miami nome livro autor endereco nome livro livros 1234 Inside XML New Riders 3ª Elemento Raiz Exemplo Documento XML

55 © Marcelo Bezerra de Alcântara O que é XML? XML não é apenas um outra linguagem de marcadores A maioria das linguagens provê um conjunto fixo de marcadores. XML é extensível Inside XML Steven Holzner R$ 150,00

56 © Marcelo Bezerra de Alcântara Limitações da HTML Documentos HTML foram criados para serem utilizados apenas por Browsers HTML não é extensível Um documento HTML corresponde a uma visão particular da informação HTML enfatiza a formatação e não o conteúdo Em um documento HTML não é fornecida nenhuma semântica além do formato

57 © Marcelo Bezerra de Alcântara Benefícios da XML Permite que um mesmo conteúdo seja usado de diferentes formas. Documentos XML podem ser usados e reusados de diferentes formas e em diferentes formatos Os autores de documentos XML podem concentrar-se no conteúdo e não na formatação Oferece o contexto no qual os dados estão sendo usados

58 © Marcelo Bezerra de Alcântara Benefícios da XML Documentos XML são auto descritíveis Documentos XML são como banco de dados de informações O conteúdo dos documentos pode ser manipulado e reorganizado pelo browser Permite a troca de dados na Web Facilita a publicação de dados

59 © Marcelo Bezerra de Alcântara O que posso fazer com XML? Separar dados do HTML –Dados podem ser armazenados fora dos documentos HTML (em arquivos XML) –HTML será usada apenas para seu propósito inicial: apresentação dos dados. Trocar dados na Internet (ou qq meio eletrônico). –Aplicativos podem conversar em XML. –Aplicações de comércio Eletrônico –Aplicações para transferência de dados na tecnologia de celulares com ligação com a Internet (ex:a tecnologia WAP). –Transferência de dados entre Banco de Dados

60 © Marcelo Bezerra de Alcântara O que posso fazer com XML? Compartilhar dados entre diferentes sistemas e diferentes plataformas de sotwares Publicar dados armazenados em Banco de Dados Parse XML para acessar o seu conteúdo Manipular XML usando DOM Consultar XML usando Xpath ou Xquery Transformar XML usando XSLT

61 © Marcelo Bezerra de Alcântara Áreas de atuação do XML Publicação de conteúdo disponível a diversos sites Web Aplicações de comércio eletrônico, onde diferentes organizações colaboram para atender um cliente Dispositivos portáteis e telefones inteligentes com novas linguagens de marcação otimizadas para esses dispositivos Linguagens baseadas em XML, tais como: MathML, CML, etc.

62 © Marcelo Bezerra de Alcântara Linguagens Baseadas em XML Linguagens baseadas em XML consistem de um conjunto de tipos de elementos os quais possuem um nome e um significado O conjunto de tipos de elementos são usados para definir os tipos dos documentos e são definidos em um esquema XML

63 © Marcelo Bezerra de Alcântara Linguagens Baseadas em XML MathML ( Mathematical Markup Language) –Marcação de expressões matemáticas CML ( Chermical Markup Language) –Marcação de fórmulas químicas SMIL ( Sunchonized Multimedia Language) –Define o formato e o comportamento temporal de documentos multimídia

64 © Marcelo Bezerra de Alcântara Linguagens Baseadas em XML BIOML ( BIOpolymer Markup Language) –Marcação de Polímeros GEML(Gene Expression Markup Language) –Marcação de informações genéticas ArchML(software Architecture Markup Language) –Marcação de projetos de arquiteturas de software distribuído Obs: Existem centenas de aplicações de XML –www.xml.com

65 © Marcelo Bezerra de Alcântara Padrões XML DTD (Document Type Definition) –Permite se definir uma gramática para criar documentos específicos Namespaces –Permite utilizar nomes repetidos para tags utilizando espaços de nomes diferentes XML Schema –Estende o conceito de DTDs

66 © Marcelo Bezerra de Alcântara Padrões XML XLInks –Links entre documentos –Uma forma generalizada dos conceitos de âncoras e links de HML XPointer –Permite um recurso ser identificado pela sua localização contextual. XPath –É uma linguagem para referenciar partes de um documento XML

67 © Marcelo Bezerra de Alcântara Padrões XML Xquery –Permite a consulta dentro de documentos XSLT (eXtensible Style Language Transformation) – Transformação de documentos XML CSS –Linguagem de estilo. Foi definida primeiramente para HTML

68 © Marcelo Bezerra de Alcântara Manipulando conteúdo de documentos XML DOM( Document Object Model) –Manipula documentos XML como sendo uma árvore de objetos SAX(Simple API for XML) –Utiliza o conceito de eventos para a manipulação de documentos XML

69 © Marcelo Bezerra de Alcântara Ferramentas para manipulação de documentos XML Parsers –Validadores Validam a sintaxe do documento em relação à DTD ou esquema –Não validadores Verifica apenas se o documento é bem- formado

70 © Marcelo Bezerra de Alcântara Ferramentas para manipulação de documentos XML Editores –XML Spy(www.xmlspy.com)www.xmlspy.com –XML Notepad (www.micrososft.com)www.micrososft.com –Xeena( Browsers –Netscape Navigator 6.0 –Internet Explorer 5.0 Outros softwares para XML –www.xmlsoftware.comwww.xmlsoftware.com

71 © Marcelo Bezerra de Alcântara Referências

72 © Marcelo Bezerra de Alcântara SGBDs para XML Aplicação Internet Relacional OOOR Visão XML

73 © Marcelo Bezerra de Alcântara SGBDs para XML Sistema Gerenciador de Banco de Dados XML Nativo(Native XML Database – NXD) –É um BD projetado especificamente para armazenar e manipular dados XML –O acesso aos dados é através de XML e padrões relacionados, como XSLT, DOM e SAX –Ex: Tamino, dbXML, X-Hive

74 © Marcelo Bezerra de Alcântara SGBDs para XML Sistema Gerenciador de Banco de Dados compatível com XML( XML Enabled Database – EXDB) –É um BD que tem como funcionalidade adicional um nível de mapeamento para XML –Esse nível de mapeamento gerencia o armazenamento e a recuperação de dados XML –Ex: As soluções para XML propostas pela Oracle e Microsoft

75 © Marcelo Bezerra de Alcântara SGBDs para XML Sistema Gerenciador de Banco de Dados XML Híbrido( Hybrid XML Database – HXD) –É um banco de dados que pode ser tratado ou como banco de dados nativo ou como um banco de dados compatível com XML, dependendo dos requesitos da aplicação –Ex: Excelon e Ozone


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