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Profa. Rosane Cavalcante INFORMÁTICA. CONCEITOS BÁSICOS DE COMPUTAÇÃO INFORMÁTICA INFORMAÇÃO AUTOMÁTICA INFORMÁTICA INFORMAÇÃO AUTOMÁTICA CIÊNCIA DO TRATAMENTO.

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1 Profa. Rosane Cavalcante INFORMÁTICA

2 CONCEITOS BÁSICOS DE COMPUTAÇÃO INFORMÁTICA INFORMAÇÃO AUTOMÁTICA INFORMÁTICA INFORMAÇÃO AUTOMÁTICA CIÊNCIA DO TRATAMENTO LÓGICO E AUTOMÁTICO DA INFORMAÇÃO. CIÊNCIA DO TRATAMENTO LÓGICO E AUTOMÁTICO DA INFORMAÇÃO. MAIS VISÍVEL NOS COMPUTADORES MAS TAMBÉM PRESENTE EM SOFTWARES, PERIFÉRICOS DE ENTRADA E SAÍDA DE INFORMAÇÃO, ROBÔS, LINGUAGENS, TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO E OUTRAS. MAIS VISÍVEL NOS COMPUTADORES MAS TAMBÉM PRESENTE EM SOFTWARES, PERIFÉRICOS DE ENTRADA E SAÍDA DE INFORMAÇÃO, ROBÔS, LINGUAGENS, TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO E OUTRAS.

3 PROCESSAMENTO DE DADOS É A ATIVIDADADE QUE CONSISTE NA MANIPULAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO DAS INFORMAÇÕES A FIM DE OBTER UM RESULTADO. TEM TRÊS ETAPAS LÓGICAS: A ENTRADA, O PROCESSAMENTO E A SAÍDA DA INFORMAÇÃO PROCESSADA ENTRADA DE DADOS LER OS DADOS INICIAIS OU CONSTANTES ENTRADA DE DADOS LER OS DADOS INICIAIS OU CONSTANTES PROCESSAMENTO EFETUA OS CÁLCULOS PROCESSAMENTO EFETUA OS CÁLCULOS SAÍDA DE DADOS APRESENTA OS RESULTADOS SAÍDA DE DADOS APRESENTA OS RESULTADOS

4 O QUE É UM COMPUTADOR O COMPUTADOR É BASICAMENTE UMA MÁQUINA ELETRÔNICA AUTOMÁTICA, QUE LÊ DADOS, EFETUA CÁLCULOS E FORNECE RESULTADOS. OU SEJA, MÁQUINA QUE RECEBE DADOS, COMPARA VALORES, ARMAZENA DADOS E MOVE DADOS, PORTANTO TRABALHA COM DADOS E ESTES BEM COLOCADOS TORNAM=SE UMA INFORMAÇÃO ALTA VELOCIDADE NA EXECUÇÃO DE SUAS OPERAÇÕES GRANDE CAPACIDADE DE ARMAZENAR INFORMAÇÕES (MEMÓRIA) CAPACIDADE DE EXECUTAR LONGA SEQUENCIA ALTERNATIVA DE OPERAÇÕES (PROGRAMAS)

5 INSTRUÇÃO É UM COMANDO (ORDEM) PARA QUE O COMPUTADOR REALIZE UMA AÇÃO ESPECÍFICA

6 PROGRAMA É UM CONJUNTO DE INSTRUÇÕES A SEREM EXECUTADAS PELO COMPUTADOR. É UM CONJUNTO DE INSTRUÇÕES A SEREM EXECUTADAS PELO COMPUTADOR. É UMA SEQUENCIA LÓGICA DE INSTRUÇÕES QUE DESCREVE COMO O COMPUTADOR DEVE EXECUTAR DETERMINADA TAREFA. É UMA SEQUENCIA LÓGICA DE INSTRUÇÕES QUE DESCREVE COMO O COMPUTADOR DEVE EXECUTAR DETERMINADA TAREFA.

7 EVOLUÇÃO HISTÓRICA HISTÓRICO DA COMPUTAÇÃO

8 HISTÓRIA ÁBACO DATADO DE 2000 ANOS A.C. ÁBACO DATADO DE 2000 ANOS A.C. EM 1614 JOHN NAPIER (matemática escocês) INVENÇÃO DAS TABELA DE MULTIPLICAÇÃO GRAVADAS EM BASTÕES DE OSSOS. EM 1614 JOHN NAPIER (matemática escocês) INVENÇÃO DAS TABELA DE MULTIPLICAÇÃO GRAVADAS EM BASTÕES DE OSSOS. EM 1642 BLAISE PASCAL (filósofo francês) CONSTRUIU UMA PRIMEIRA MÁQUINA MECÂNICA CALCULADORA.....OPERAÇÕES ARROJADAS DE SOMAS E SUBTRAÇÕES. EM 1642 BLAISE PASCAL (filósofo francês) CONSTRUIU UMA PRIMEIRA MÁQUINA MECÂNICA CALCULADORA.....OPERAÇÕES ARROJADAS DE SOMAS E SUBTRAÇÕES. EM 1673 VON LEIBNITZ (filósofo e matemático) APERFEIÇOU A MÁQUINA DE PASCAL. EM 1673 VON LEIBNITZ (filósofo e matemático) APERFEIÇOU A MÁQUINA DE PASCAL. EM 1834 CHARLES BABBAGE (matemático inglês) CONSTRUIU A MÁQUINA ANALÍTICA QUE FOI A PERCURSORA DOS ATUAIS COMPUTADORES PAI DO COMPUTADOR EM 1834 CHARLES BABBAGE (matemático inglês) CONSTRUIU A MÁQUINA ANALÍTICA QUE FOI A PERCURSORA DOS ATUAIS COMPUTADORES PAI DO COMPUTADOR CHARLES BABBAGE TEVE A AJUDA DE UMA MULHER CHAMADA LADY ADA CONSEGUIU O FINANCIAMENTO DO GOVERNO INGLES PARA O PROJETO. CHARLES BABBAGE TEVE A AJUDA DE UMA MULHER CHAMADA LADY ADA CONSEGUIU O FINANCIAMENTO DO GOVERNO INGLES PARA O PROJETO. EM 1880 MÁQUINA CRIADA POR HOLLERITH INVENTOU MÁQUINA PARA AUXILIAR E CLASSIFICAR INFORMAÇÕES DO CENSO AMERICANO DE EM 1880 MÁQUINA CRIADA POR HOLLERITH INVENTOU MÁQUINA PARA AUXILIAR E CLASSIFICAR INFORMAÇÕES DO CENSO AMERICANO DE EM 1890 BURROUGHS -- PRIMEIRA MÁQUINA DE TECLADO PARA SOMAR E IMPRIMIR EM 1890 BURROUGHS -- PRIMEIRA MÁQUINA DE TECLADO PARA SOMAR E IMPRIMIR RESULTADO SAIU EM SEIS SEMANAS ANTES SETE ANOS RESULTADO SAIU EM SEIS SEMANAS ANTES SETE ANOS EM 1896 FUNDOU UMA EMPRESA CHAMADA TABULATING MACHINE COMPANY EM 1896 FUNDOU UMA EMPRESA CHAMADA TABULATING MACHINE COMPANY EM 1924 – A TMC TRANSFORMOU-SE NA INTERNATIONAL BUSINESS MACHINES (ibm) EM 1924 – A TMC TRANSFORMOU-SE NA INTERNATIONAL BUSINESS MACHINES (ibm)

9 GERAÇÕES 1A. GERAÇÃO 1A. GERAÇÃO – funcionava a base de válvulas Um pequeno grupo de pessoas projetava, construía, programava, operava e dava manutenção em cada máquina. CARACTERÍSTICAS = ENORMES – Pesava 36 toneladas AS VÁLVULAS DEMORAVAM MUITO PARA AQUECIMENTO SEU PRINCIPAL REPRESENTANTE FOI O ENIAC QUEBRAVAM APÓS ALGUMAS HORAS DE USO O PRIMEIRO BUG APARECEU EM 1945 Sua função : calcular trajetos dos mísseis na 2a. guerra mundial

10 GERAÇÕES 2A. GERAÇÃO 2A. GERAÇÃO VÁLVULAS SUBSTITUÍDAS POR TRANSISTOR (APARECEU EM 1948) TECNOLOGIA ENTRE MEDIDA DOS CÁLCULOS EM MICROSSEGUNDOS (MILIONÉSIMO) SEU TAMANHO ERA 100 VEZES MENOR QUE UMA VÁLVULA NÃO PRECISAVA DE AQUECIMENTO CONSUMIA MENOS ENERGIA ERA MAIS RÁPIDO E MAIS CONFIÁVEL INFORMÁTICA ENTRA EM GRANDES EMPRESAS. HOUVE EFETIVOS PROJETISTAS, CONSTRUTORES, OPERADORES, PROGRAMADORES E PESSOAL DE MANUTENÇÃO.

11 GERAÇÕES 3A. GERAÇÃO 3A. GERAÇÃO CIRCUITOS INTEGRADOS E MULTIPROGRAMAÇÃO ( ) PASSAGEM DOS TRANSISTORES PARA OS CIRCUITOS INTEGRADOS. SURGIRAM O MULTIPROCESSAMENTO (EXECUÇÃO DE + DE UM PROGRAMA UTILIZANDO A MESMA UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO ) E TAMBÉM SURGIU O TELEPROCESSAMENTO ( PROCESSAMENTO À DISTÂNCIA) MUITO MAIS CONFIÁVIES EQUIPAMENTOS MAIS COMPACTOS E MENORES MAIOR RAPIDEZ CALCULAVA EM NANOSSEGUNDOS (BILIONÉSIMO) MUITO MAIS BARATO

12 GERAÇÕES 4A. GERAÇÃO 4A. GERAÇÃO 1980 – década Circuitos Integrados miniaturizados A grande evolução nos micros PC Baseavam-se em LARGE SCALE INTEGRATED CIRCUITS – Lsi – Integração EM grande escala COMPUTADORES DE BAIXO CUSTO QUE TOMARAM CONTA DO MERCADO. EXEMPLO IBM FABRICOU EM 12 DE AGOSTO DE 1981 O PERSONAL COMPUTER OPERANDO SISTEMA CHAMADO MS- DOS 1.0 IBM 308 APPLE II TRS - 80

13 GERAÇÕES 5A. GERAÇÃO 5A. GERAÇÃO DECADA DE 90 TENDENCIA DE IMITAR A NATUREZA CIRCUITOS VERY LARGE SCALE INTEGRATION EVOLUEM PARA O ULTRA LARGE ECALE INTEGRATION CIRCUITOS INTEGRADOS BIOCHIPS. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO PROCESSAMENTO SIMBOLICO NO USO DE LINGUAGENS NATURAIS E RECONHECIMENTO DE VOZ E DE LUZ, REDES NEURAIS INICIO DO PROCESSAMENTO PARALELO OU SEJA EXECUÇÃO D EMUITAS OPERAÇÕES SIMULTANEAMENTE.

14 EM 1946 ENTROU EM FUNCIONAMENTO O PRIMEIRO COMPUTADOR DIGITAL ELETRONICO CHAMADO ENIAC (Eletronic Numerical Integrator And Calculator). EM 1946 ENTROU EM FUNCIONAMENTO O PRIMEIRO COMPUTADOR DIGITAL ELETRONICO CHAMADO ENIAC (Eletronic Numerical Integrator And Calculator). Possuía válvulas, 1500 relés, diversos resistores, capacitores, indutores, consumindo 200 quilowatts de potencia. Possuía válvulas, 1500 relés, diversos resistores, capacitores, indutores, consumindo 200 quilowatts de potencia. Sua memória podia registrar até 20 números de 10 dígitos cada um. Sua memória podia registrar até 20 números de 10 dígitos cada um. Ocupava aproximadamente 170 m 2. Operava com cartões perfurados, impressora e disco magnético fixo. Ocupava aproximadamente 170 m 2. Operava com cartões perfurados, impressora e disco magnético fixo. A U T O M A T I S M O

15 AUTOMATISMO NO BRASIL NO BRASIL O PRIMEIRO COMPUTADOR DE PRIMEIRA GERAÇÃO FOI UM BURROUGHS DATATRON com válvulas, encomendado pela PUC-RIO

16 REPRESENTAÇÃO DA INFORMAÇÃO REPRESENTAÇÃO BINÁRIA REPRESENTADOS PELOS SINAIS 1 (UM) EXISTE ENERGIA ELETRICA E 0 (ZERO) NÃO EXISTE ENERGIA ELETRICA BINARY DIGITS BINARY DIGITS COM ESSES DOIS ESTADOS BINÁRIOS PODEMOS REPRESENTAR QUALQUER TIPO DE DADO OU INSTRUÇÃO

17 UNIDADE DE MEDIDA BIT - BINARY DIGIT BIT - BINARY DIGIT BYTE – CONJUNTO DE 8 BITS = 2o = 1 BYTE – CONJUNTO DE 8 BITS = 2o = 1 QUILO – K – 1000 mil – 2 (10)= 1024 QUILO – K – 1000 mil – 2 (10)= 1024 mega – M – milhão – 2 (20) = mega – M – milhão – 2 (20) = Giga – G – bilhão – 2 (30) = Giga – G – bilhão – 2 (30) = Tera – T – trilhão – 2 (40) = Tera – T – trilhão – 2 (40) = DESTA FORMA O TAMANHO DA MEMORIA O ESPAÇO DISPONÍVEL EM DISQUETE OU HARD DISK SÃO MEDIDOS EM KBYTES QUE SIGNIFICAM MULTIPLOS DE 1024 DESTA FORMA O TAMANHO DA MEMORIA O ESPAÇO DISPONÍVEL EM DISQUETE OU HARD DISK SÃO MEDIDOS EM KBYTES QUE SIGNIFICAM MULTIPLOS DE 1024

18 COMPONENTES DO SISTEMA HARDWARE – SOFTWARE – PEOPLEWARE HARDWARE – PARTE FÍSICA = COMPONENTES FISICOS E PERIFERICOS HARDWARE – PARTE FÍSICA = COMPONENTES FISICOS E PERIFERICOS HARD – DURO HARD – DURO WARE – PRODUTO MANUFATURADO WARE – PRODUTO MANUFATURADO

19 SOFTWARE PARTE LÓGICA PARTE LÓGICA CONJUNTO DE INSTRUÇÕES CONJUNTO DE INSTRUÇÕES PROGRAMAS PROGRAMAS QUE A MÁQUINA (hw) PODE EXECUTAR QUE A MÁQUINA (hw) PODE EXECUTAR EXEMPLOS: WINDOWS 98 EXCEL PP ACCESS EXEMPLOS: WINDOWS 98 EXCEL PP ACCESS ARQUIVO – COLEÇÃO DE INFORMAÇÕES COM NOME PROPRIO ARQUIVO – COLEÇÃO DE INFORMAÇÕES COM NOME PROPRIO

20 PEOPLEWARE CONJUNTO DE PESSOAS DEDICADAS A TODO SISTEMA COMPUTACIONAL CONJUNTO DE PESSOAS DEDICADAS A TODO SISTEMA COMPUTACIONAL QUEM UTILIZA O COMPUTADOR PARA DIVERSOS FINS QUEM UTILIZA O COMPUTADOR PARA DIVERSOS FINS EX. DIGITADOR, OPERADOR, GERENTE DE CPD, WEB DESIGNER EX. DIGITADOR, OPERADOR, GERENTE DE CPD, WEB DESIGNER SURFER – NAVEGADOR DA INTERNET SURFER – NAVEGADOR DA INTERNET

21 LINGUAGENS DE BAIXO NIVEL LINGUAGEM DE MÁQUINA E OCNSIDERADA A LINGUAGEM QUE O COMPUTADOR UTILIZA ex – Linguagem Montadora – Assembly Language DE ALTO NIVEL LINGUAGEM QUE NÓS PODEMOS COMPREENDER E ESCREVEMOS NOS PROGRAMAS E ELE INTERPRETA ex fortran – pascal – cobol – clipper - basic

22 Linguagem de altíssimo nível ou de quarta geração Próxima a linguagem natural ex Processador de texto, banco de dados, graficos

23 OPERAÇÕES BÁSICAS DE UM COMPUTADOR Exemplo: Folha de Pagamento Exemplo: Folha de Pagamento u Entrada = u Entrada = nome, salário, horas extras, etc. de cada funcionário u Processamento = u Processamento = cálculo do salário u Saída = u Saída = Contracheques e outros relatórios Entrada Processa- SAIDA Entrada Processa- SAIDA mento mento

24 CLASSIFICAÇÃO DOS COMPUTADORES QUANDO AO PORTE SUPERCOMPUTADORES – COMPUTADORES USADOS A NIVEL CIENTIFICO MAINFRAME – COMPUTADORES QUE POSSUEM SISTEMAS DE GRANDE PORTE MINICOMPUTADORES – SISTEMAS DE MEDIO PORTE MICROCOMPUTADORES = SISTEMAS DE PEQUENO PORTE

25 TIPOS DE ARQUITETURA gabinete tipo torre gabinete tipo desktop

26 TIPOS DE ARQUITETURA palmtoplaptop

27 O MICROCOMPUTADOR MICRO 486 –1989 COMPONENTES JÁ FAZIAM DIFERENÇA –CO-PROCESSADOR = CHIP PARA FAZER OPER. MAT. COMPLEXAS –CACHE – MEMO INTERMEDIARIA ENTRE O PROC E A MP –MIPS – MILHOES DE OPERACOES POR SEGUNDO –CLOCK – FREQUENCIA DOS IMPUSOS ELETRICOS

28 Conceitos - Hardware Sistemas Operacionais

29 ARQUITETURA DE UM COMPUTADOR UCP (Unidade Central de Processamento) UCP (Unidade Central de Processamento) Unidade de Aritmética e Lógica Unidade de Controle MemóriaPrincipal MemóriasAuxiliares Periféricos de Entrada

30 Memória Principal - Memória Principal - é formada por 2 memórias RAM e ROM ROM = ROM = memória somente para leitura. É pré- gravada pelo fabricante. Não é volátil RAM - RAM - memória de acesso aleatório. É nela que ficarão armazenadas as informações em processamento enquanto o computador estiver ligado. É volátil. Memória Auxiliar - Memória Auxiliar - unidades que armazenam programas e dados permanentemente. Ex: disquete Periféricos de Entrada - Periféricos de Entrada - unidades para entrada de dados no computador. Ex: teclado Periféricos de Saída - Periféricos de Saída - unidades para saída de dados do computador. Ex: monitor de vídeo

31 Conceitos - Hardware Unidade Central de Processamento Unidade Central de Processamento –Tem como principal função unificar todo o sistema, controlando as funções realizadas pelas unidades funcionais. –Também é responsável pela execução de todos os programas do sistema. Sistemas Operacionais

32 Conceitos - Hardware Sistemas Operacionais

33 Conceitos - Hardware Clock Clock –É um dispositivo, localizado na CPU, que gera pulsos elétricos constantes (síncronos) em um mesmo intervalo de tempo (sinal de clock). Este intervalo de tempo determina qual a freqüência da geração dos pulsos, e, por conseguinte, qual o seu período. A cada período dá-se o nome de estado. Sistemas Operacionais

34 Conceitos - Hardware Clock Clock –O sinal de clock é utilizado pela unidade de controle para a execução das instruções. –A execução de uma instrução demora vários estados, ou seja, em um estado, parte da instrução é executada. Sistemas Operacionais

35 Conceitos - Hardware Memória principal Memória principal –Também conhecida como memória primária ou real, é a parte do computador onde são armazenados instruções e dados. –O acesso ao conteúdo de posição é realizado através da especificação de um número chamado endereço. –O endereço é uma referência única. Sistemas Operacionais

36 Conceitos - Hardware Memória cache Memória cache –É uma memória de alta velocidade. O tempo de acesso a um dado nela armazenado é muito menor que se o mesmo estivesse na memória principal. Sistemas Operacionais

37 Conceitos - Hardware Memória secundária Memória secundária –É um meio permanente de armazenamento de programas e dados. –O acesso é mais lento se comparado com o acesso à memória cache ou à principal. –Exemplos: fitas, discos e cartões. Sistemas Operacionais

38 Conceitos - Hardware Sistemas Operacionais

39 Conceitos - Hardware Dispositivos de entrada e saída Dispositivos de entrada e saída –São utilizados para permitir a comunicação entre o computador e o mundo exterior. –Os dispositivos de E/S podem ser divididos em duas categorias: dispositivos que são utilizados como memória secundária e dispositivos que servem para a interface homem-máquina. Sistemas Operacionais

40 Conceitos - Hardware Barramento Barramento –A UCP, a memória principal e os dispositivos de E/S são interligados através de linhas de comunicação chamadas de barramentos. –Um barramento (bus) é um conjunto de trilhas paralelas por onde trafegam informações, como dados, endereços e sinais de controle. Sistemas Operacionais

41 Conceitos - Software O hardware, por si só, não tem a menor utilidade. Para torná-lo útil, existe um conjunto de programas, utilizado como interface entre as necessidades do usuário e as capacidades do hardware. A utilização de softwares adequados às diversas tarefas e aplicações torna o trabalho dos usuários mais simples e eficiente. O hardware, por si só, não tem a menor utilidade. Para torná-lo útil, existe um conjunto de programas, utilizado como interface entre as necessidades do usuário e as capacidades do hardware. A utilização de softwares adequados às diversas tarefas e aplicações torna o trabalho dos usuários mais simples e eficiente. Sistemas Operacionais

42 Conceitos - Software O termo utilitário faz referência a softwares relacionados mais diretamente com os serviços do sistema operacional, como os compiladores, linkers e depuradores. O termo utilitário faz referência a softwares relacionados mais diretamente com os serviços do sistema operacional, como os compiladores, linkers e depuradores. Os softwares desenvolvidos pelos usuários são denominados softwares aplicativos, ou apenas aplicações. Os softwares desenvolvidos pelos usuários são denominados softwares aplicativos, ou apenas aplicações. Sistemas Operacionais

43 Conceitos - Software Tradutor Tradutor –Etapa de conversão, onde toda a representação simbólica dos programas-fonte é traduzida para o código de máquina. –O módulo gerado pelo tradutor é denominado módulo-objeto, que apesar de estar em código de máquina, na maioria das vezes não podem ainda ser executado. Sistemas Operacionais

44 Conceitos - Software Tradutor Tradutor Tradutor Pgm. FontePgm. Objeto Sistemas Operacionais

45 Memórias Auxiliares Memórias Auxiliares – –disco rígido ou Winchester – –disquete – –CD-ROM – –ZIP drive Periféricos de Entrada Periféricos de Entrada – –teclado – –mouse – –mesa Digitalizadora – –scanner – –leitora de códigos de barras – –caneta óptica – –joystick – –máquina fotográfica digital – –filmadora – –fax-modem Periféricos de Saída Periféricos de Saída u monitor de vídeo u impressora u plotter u fax-modem

46 COMPUTADOR E PERIFÉRICOS

47 WINCHESTER disco rígido interno ao computador com grande capacidade de armazenamento de dados disco rígido interno ao computador com grande capacidade de armazenamento de dados os tamanhos mais comuns são: 1.2, 1.6, 2.0, 3.0 e 4.0 Gigabytes os tamanhos mais comuns são: 1.2, 1.6, 2.0, 3.0 e 4.0 Gigabytes armazena os programas e arquivos a serem utilizados pelo usuário armazena os programas e arquivos a serem utilizados pelo usuário

48 DISQUETE disco flexível com capacidade de armazenamento de dados de 1.44 megabytes disco flexível com capacidade de armazenamento de dados de 1.44 megabytes os disquetes são utilizados para: os disquetes são utilizados para: u cópias de segurança (backup) u instalação programas u levar informações de um computador para outro

49 CUIDADOS NA UTILIZAÇÃO DE DISQUETES não molhar não molhar manter longe de campos magnéticos, tais como imãs e aparelhos eletrônicos manter longe de campos magnéticos, tais como imãs e aparelhos eletrônicos não deixar exposto ao sol ou a altas temperaturas não deixar exposto ao sol ou a altas temperaturas guardar em caixa apropriada guardar em caixa apropriada nunca abrir o protetor deslizante, nem tocar a parte magnética nunca abrir o protetor deslizante, nem tocar a parte magnética evitar movimentos bruscos evitar movimentos bruscos testar sempre contra a existência de vírus de computador testar sempre contra a existência de vírus de computador caso contenha alguma informação importante, manter a janela de proteção contra gravação aberta caso contenha alguma informação importante, manter a janela de proteção contra gravação aberta

50 CD-ROM disco ótico somente para leitura. São lidos por um facho de laser disco ótico somente para leitura. São lidos por um facho de laser Cap. armazenamento=600 megabytes Cap. armazenamento=600 megabytes os CD-ROM são utilizados para: os CD-ROM são utilizados para: u instalação programas u armazenamento de grande quantidade de informações. Ex. enciclopédias, etc u execução de programas que poderiam ocupar muito espaço no winchester

51 ZIP DRIVE disquete com grande capacidade de armazenamento megabytes disquete com grande capacidade de armazenamento megabytes utilizado para cópias de segurança (backup) utilizado para cópias de segurança (backup) vantagens vantagens u baixo custo u segurança das informações u fácil instalação

52 IMPRESSORAS Tipos - Tipos - matricial, jato de tinta ou laser Velocidade - Velocidade - medida em cps (caracteres por segundo) ou ppm (páginas por minuto) Largura do Papel - Largura do Papel - pode ser de 80 ou 132 colunas (formulário contínuo ou folhas soltas) Memória (Buffer) - Memória (Buffer) - pode ser de 8, 16, 32, 64, 128 ou 256 Kbytes Qualidade de Impressão - Qualidade de Impressão - medida em dpi (pontos por polegada). Pode ser de 300, 600 ou 720 dpi Cores - Cores - podem ser monocromáticas ou coloridas

53 IMPRESSORA MATRICIAL

54 IMPRESSORA A JATO DE TINTA

55 IMPRESSORA A LASER

56 MONITORES DE VÍDEO Cores - Cores - podem ser monocromáticos ou coloridos Tamanho - Tamanho - podem de 14, 15, 17 ou 20 polegadas Resolução - Resolução - podem ser CGA, EGA, VGA ou SVGA Placa de Vídeo - Placa de Vídeo - é a memória do vídeo. Quanto maior melhor a resolução, o número de cores e a velocidade de exibição. Podem ser de 512, 1024 ou 2048 Kbytes Tamanho do Ponto - Tamanho do Ponto - é a distância entre o centro dos pontos que forma a imagem (dot-pitch). O mais comum é de 0,28mm

57 MODEM E FAX-MODEM Modem - Modem - periférico que permite a comunicação entre 2 computadores através de linha telefônica Fax/Modem - Fax/Modem - além das funções de modem, recebe e transmite faxes Tipos - Tipos - podem ser internos ou externos Velocidade - Velocidade - medida em bps (bits por segundo). Os mais comuns são 28800, e bps para modem e bps para fax

58 SCANNERS Scanner - Scanner - periférico faz a leitura de texto ou imagem no papel e os converte em sinais digitais. Após a leitura, podem ser processados por: programas de OCR (Reconhecimen-to Ótico de Caracteres) quando os dados forem texto u programas gráficos para captura de imagens Tipos - Tipos - de mão ou de mesa Resolução - Resolução ou 800 dpi para os scanners de mão e até 2400 dpi para os scanners de mesa Cores - Cores - podem ser monocromãticos ou coloridos

59 TIPOS DE SCANNERS scanner de mão scanner de mesa

60 CÂMERA DE VÍDEO

61 VELOCIDADE DE PROCESSAMENTO Clock - Clock - velocidade do micro-processador. É medido em MHz ( de ciclos por segundo) Evolução do Clock : Evolução do Clock : u PC-XT 8 MHz u AT MHz u AT-386 SX 33 MHz u AT-386 DX 40 MHz u AT-486 SX 33 MHz u AT-486 DX 50 MHz u AT-486 DX2 66 MHz u AT-486 DX4 100 MHz u Pentium MHz u Pentium MMX MHz u Pentium II, Pentium III, Celeron MHz u Pentium 4 400Mhz +

62 TIPOS DE ARQUITETURA gabinete tipo torre gabinete tipo desktop

63 TIPOS DE ARQUITETURA palmtoplaptop

64 SISTEMA OPERACIONACIONAL É um conjunto de programas que controlam o funcionamento do computador. É um conjunto de programas que controlam o funcionamento do computador. A tela que voce ve quando liga o computador é a tela do sistema operacional MS-DOS. A tela que voce ve quando liga o computador é a tela do sistema operacional MS-DOS. Este sistema gerencia o funcionamento do computador, controlando a entrada e saída de informações, traduções de linguagens, acessa vídeos, impressoras e outros periféricos, tratamento de erros entre outras. Este sistema gerencia o funcionamento do computador, controlando a entrada e saída de informações, traduções de linguagens, acessa vídeos, impressoras e outros periféricos, tratamento de erros entre outras. O Windows comunica-se com o computador através do sistema operacional O Windows comunica-se com o computador através do sistema operacional

65 SISTEMA OPERACIONAL Introdução Funções que um sistema operacional deve desempenhar: Funções que um sistema operacional deve desempenhar: –permitir que os programas armazenem e obtenham informação; –isolar os programas dos detalhes específicos de hardware; –controlar o fluxo de dados entre os componentes de um computador; Sistemas Operacionais

66 Estrutura - Monoprogramação Os sistemas monoprogramáveis ou monotarefa se caracterizam por permitir que o processador, a memória e os periféricos fiquem dedicados a um único usuário. Os sistemas monoprogramáveis ou monotarefa se caracterizam por permitir que o processador, a memória e os periféricos fiquem dedicados a um único usuário. Sistemas Operacionais

67 Estrutura - Monoprogramação Sistemas Operacionais Usuário CPU Memória Disposit.

68 Estrutura - Multiprogramáveis Enquanto em sistemas monoprogramáveis existe apenas um usuário utilizando seus diversos recursos, nos multiprogramáveis, vários usuário dividem esses mesmos recursos. Enquanto em sistemas monoprogramáveis existe apenas um usuário utilizando seus diversos recursos, nos multiprogramáveis, vários usuário dividem esses mesmos recursos. Sistemas Operacionais

69 Estrutura - Multiprogramáveis Os sistemas mutiprogramáveis são mais complexos, porém, conseguem aumentar a produtividade dos usuários e reduzir os custos de utilização do sistema. Os sistemas mutiprogramáveis são mais complexos, porém, conseguem aumentar a produtividade dos usuários e reduzir os custos de utilização do sistema. Sistemas Operacionais

70 Estrutura - Multiprogramáveis Sistemas Operacionais Usuário CPU Memória Disposit. Usuário

71 Estrutura - Multiprogramáveis Os sistemas multiprogramáveis podem ser classificados pela forma com que interagem com os usuários, podendo ser divididos em sistemas batch, de tempo compartilhado ou de tempo real. Os sistemas multiprogramáveis podem ser classificados pela forma com que interagem com os usuários, podendo ser divididos em sistemas batch, de tempo compartilhado ou de tempo real. Sistemas Operacionais

72 Estrutura - Multiprogramáveis Sistemas BATCH Sistemas BATCH –Os sistemas batch (lote) caracterizam-se por terem seus programas, quando submetidos, armazenados em disco ou fita, onde esperam para ser executados seqüencialmente. Sistemas Operacionais

73 Estrutura - Multiprogramáveis Sistemas BATCH Sistemas BATCH –Os programas, também chamados de jobs (tarefas), que executam nesses sistemas não exigem interação com os usuários, lendo e gravando dados em discos ou fitas. Sistemas Operacionais

74 Estrutura - Multiprogramáveis Sistemas BATCH Sistemas BATCH –Alguns exemplos de aplicações originalmente batch são compilações, linkedições, sorts e todas aquelas onde não é necessária a interação com o usuário.. Sistemas Operacionais

75 Estrutura - Multiprogramáveis Sistemas de TEMPO COMPARTILHADO Sistemas de TEMPO COMPARTILHADO –Os sistemas de tempo compartilhado (time- sharing) permitem a interação dos usuários com o sistema, basicamente através de terminais de vídeo e teclado (interação on-line). Assim o usuário pode interagir em cada fase do desenvolvimento de suas aplicações e modificá- las, se necessário. Sistemas Operacionais

76 Estrutura - Multiprogramáveis Sistemas de TEMPO COMPARTILHADO Sistemas de TEMPO COMPARTILHADO –Para cada usuário, o sistema operacional aloca uma fatia de tempo (time-slice) do processador. –Não só o processador é compartilhado, mas também a memória e os periféricos. –O sistema cria para o usuário um ambiente de trabalho próprio. Sistemas Operacionais

77 Estrutura - Multiprogramáveis Sistemas de TEMPO COMPARTILHADO Sistemas de TEMPO COMPARTILHADO –Este tipo de sistema são de implementação complexa, porém facilitam o desenvolvimento de aplicações multitarefas, pois o sistema operacional assume para si o controle da aplicação no ambiente. Sistemas Operacionais

78 Estrutura - Multiprogramáveis Sistemas de TEMPO REAL Sistemas de TEMPO REAL –Os sistemas de tempo real (real-time) são bem semelhantes em implementação aos sistemas de tempo compartilhado. A maior diferença é o tempo de resposta exigido na execução das tarefas. Sistemas Operacionais

79 Estrutura - Multiprogramáveis Sistemas de TEMPO REAL Sistemas de TEMPO REAL –Neste tipo de sistema, não existe a idéia de fatia de tempo, utilizada pelos sistemas de tempo compartilhado. Um programa executa o tempo que for necessário, ou até que apareça outro prioritário em função de sua importância. Sistemas Operacionais

80 WINDOWS Ambiente operacional criado pela Apple para o seu então recem-lançado Macintosh, onde ao invés de digitar os comandos o usuário podia comandar o seu micro simplesmente clicando em icones que representavam e executavam os comandos. Ambiente operacional criado pela Apple para o seu então recem-lançado Macintosh, onde ao invés de digitar os comandos o usuário podia comandar o seu micro simplesmente clicando em icones que representavam e executavam os comandos. As primeiras investidas de Bill Gates, Steven Jobs e Steve Wozniac foram com o Windows 3.x. As primeiras investidas de Bill Gates, Steven Jobs e Steve Wozniac foram com o Windows 3.x. Mas eram limitadas. A interface gráfica do Windows passou a representar somente comandos DOS disfarçados de ícones. Mas eram limitadas. A interface gráfica do Windows passou a representar somente comandos DOS disfarçados de ícones. Selecionar um ícone equivale a executar o mesmo programa no prompt do DOS. Selecionar um ícone equivale a executar o mesmo programa no prompt do DOS. Ao apagarmos um ícone o programa que o mesmo representa não é apagado do disco rígido Ao apagarmos um ícone o programa que o mesmo representa não é apagado do disco rígido

81 A Microsoft adaptou o Windows para a linha PC e mais tarde converteu-o em sistema operacional Windows 95 em diante A Microsoft adaptou o Windows para a linha PC e mais tarde converteu-o em sistema operacional Windows 95 em diante

82 WINDOWS 98 Chamado de MENPHIS durante a fase do desenvolvimento, o Windows 98 ( nasceu em 97, mas por causa do atraso, mudou de nome) é a primeira versão do Microsoft Windows, que incorpora as funções do Internet Explorer ( o browser da Microsoft). Chamado de MENPHIS durante a fase do desenvolvimento, o Windows 98 ( nasceu em 97, mas por causa do atraso, mudou de nome) é a primeira versão do Microsoft Windows, que incorpora as funções do Internet Explorer ( o browser da Microsoft).

83 WINDOWS 98 As novidades dele dizem respeito a avanços gráficos e suporte a novos periféricos e novos aplicativos além da Internet; As novidades dele dizem respeito a avanços gráficos e suporte a novos periféricos e novos aplicativos além da Internet;

84 WINDOWS ME (MILLENIUM EDITION) Principal diferença estrutural entre o ME e o W 98 é que o seu DOS de boot foi simplesmente removido e o sistema operacional é carregado diretamente durante o bood. Principal diferença estrutural entre o ME e o W 98 é que o seu DOS de boot foi simplesmente removido e o sistema operacional é carregado diretamente durante o bood. Fora isso o ME é apenas um W 98 com melhorias visuais e com novas versões dos aplicativos que acompanham o sistema operacional. Fora isso o ME é apenas um W 98 com melhorias visuais e com novas versões dos aplicativos que acompanham o sistema operacional.

85 WINDOS NT Sistema operacional inteiramente de 32 bits Sistema operacional inteiramente de 32 bits Plataforma para redes Plataforma para redes Windows 2000 – A versão 5 do Windows NT chama-se Windows 2000 Windows 2000 – A versão 5 do Windows NT chama-se Windows 2000 Windows XP – A versão 6 do Windows NT chama-se Windows XP Windows XP – A versão 6 do Windows NT chama-se Windows XP

86 WINDOWS 2000 WINDOWS 2000 pROFESSIONAL – nOVA VERSÃO DO WINDOWS nt WORKSTATION WINDOWS 2000 pROFESSIONAL – nOVA VERSÃO DO WINDOWS nt WORKSTATION WINDOWS 2000 SERVER – NOVA VERSÃO DO WINDOWS NT SERVER WINDOWS 2000 SERVER – NOVA VERSÃO DO WINDOWS NT SERVER WINDOWS 2000 ADVANCED SERVER – NOVA VERSÃO DO WINDOWS NT ENTERPRISE EDITION WINDOWS 2000 ADVANCED SERVER – NOVA VERSÃO DO WINDOWS NT ENTERPRISE EDITION WINDOWS 2000 DATACENTER SERVER – VERSÃO DO WINDOWS NT QUE SUPORTA MULTIPROCESSAMENTO SIMÉTRICO COM ATÉ 16 PROCESSADORES E ACESSO A ATÉ 64 GB DE MEMÓRIA RAM WINDOWS 2000 DATACENTER SERVER – VERSÃO DO WINDOWS NT QUE SUPORTA MULTIPROCESSAMENTO SIMÉTRICO COM ATÉ 16 PROCESSADORES E ACESSO A ATÉ 64 GB DE MEMÓRIA RAM

87 QUESTIONAMENTOS SOBRE OS BITS APLICATIVO DE 16 BITS APLICATIVO DE 16 BITS É QUALQUER APLICATIVO QUE TENHA SIDO ESCRITO PARA WINDOWS 3.X, COMO O WORD 6 EXCEL 5 ACCESS 2 É QUALQUER APLICATIVO QUE TENHA SIDO ESCRITO PARA WINDOWS 3.X, COMO O WORD 6 EXCEL 5 ACCESS 2 APLICATIVO DE 32 BITS APLICATIVO DE 32 BITS QUALQUER APLICATIVO QUE TENHA SIDO ESCRITO PARA WINDOS 9.X- ME, WINDOWS NT, WINDOWS 2000 OU WINDOWS XP, COMO POR EXEMP. WORD 7 EXCEL 7 ACCESS 7 QUALQUER APLICATIVO QUE TENHA SIDO ESCRITO PARA WINDOS 9.X- ME, WINDOWS NT, WINDOWS 2000 OU WINDOWS XP, COMO POR EXEMP. WORD 7 EXCEL 7 ACCESS 7

88 AREA DE TRABALHO – DESKTOP – 1A TELA QUE É VISUALIZADA AO INICIAR O WINDOWS MEU COMPUTADOR ===ICONE QUE EXIBE TODAS AS UNIDADES DE DISCO DO COMPUTADR.. BEM COMO RECURSOS PARA CONFIGURAR A IMPRESSORA LIXEIRA == LOCAL DE ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO PARA ARQUIVOS EXCLUIDOS. pOR MEIO DELA VOCE PODERA RECUPERAR ARQUIVOS EXCLUIDOS POR ALGUM DESCUIDO MEU PORTA ARQUIVOS BOTAO INICIAR – BASTA CLICAR SOBRE ELE MOUSE – BOTAO ESQUERDO BOTAO DIREITO APONTAR CLICAR CLICAR E SEGURAR ARRASTAR DUPLO CLIQUE JANELAS JANELAS BOTÃO DE CONTROLE BOTÃO DE CONTROLE BARRA DE TÍTULO – NOME DA JANELA BARRA DE TÍTULO – NOME DA JANELA BOTAO MINIMIZAR BOTAO MINIMIZAR BOTAO MAXIMIZAR BOTAO MAXIMIZAR BOTAO FECHAR BOTAO FECHAR MENU DE COMANDOS MENU DE COMANDOS BARRA DE ROLAGEM VERTICAL BARRA DE ROLAGEM VERTICAL CANTO DA JANELA – DIMENSIONA O TAMANHO DA JANELA CANTO DA JANELA – DIMENSIONA O TAMANHO DA JANELA BARRA DE ROLAGEM HORIZONTAL BARRA DE ROLAGEM HORIZONTAL BORDA DA JANELA BORDA DA JANELA

89 ALTERNAR ENTRE JANELAS ALT-TAB COMANDO EXECUTAR DIGITAR O NOME DO ARQUIVO COMANDO EXECUTAR DIGITAR O NOME DO ARQUIVO SAINDO DO WINDOWS SAINDO DO WINDOWS INICIAR – DESLIGAR INICIAR – DESLIGAR DESLIGAR O COMPUTADOR DESLIGAR O COMPUTADOR REINICIAR O COMPUTADOR REINICIAR O COMPUTADOR REINICIAR O COMPUTADOR EM MODO MS-DOS REINICIAR O COMPUTADOR EM MODO MS-DOS FECHAR TODOS OS PROGRAMAS E EFETUAR O LOGON COMO UM USUÁRIO DIFERENTE FECHAR TODOS OS PROGRAMAS E EFETUAR O LOGON COMO UM USUÁRIO DIFERENTE COLOCAR COMPUTADOR EM MODO DE ESPERA COLOCAR COMPUTADOR EM MODO DE ESPERA PASTAS – EXIBIÇÃO PASTAS – EXIBIÇÃO ORDENAR POR NOME TIPO TAMANHO DATA ORDENAR POR NOME TIPO TAMANHO DATA MODOS DE EXIBIÇÃO – LISTA, DETALHES, ICONES GRANDES, ICONES PEQUENOS, MINIATURA MODOS DE EXIBIÇÃO – LISTA, DETALHES, ICONES GRANDES, ICONES PEQUENOS, MINIATURA

90 SELECIONAR PASTAS E ARQUIVOS SELECIONAR PASTAS E ARQUIVOS DESCONTINUOS CTRL DESCONTINUOS CTRL CONTINUOS SHIFT CONTINUOS SHIFT APAGAR APAGAR CRIAR NOVA PASTA CRIAR NOVA PASTA RENOMEAR RENOMEAR COPIAR E MOVER COPIAR E MOVER VERIFICAR PROPRIEDADES VERIFICAR PROPRIEDADES CLIQUE NA UNIDADE E CLIQUE COM BOTAO DIREITO DO MOUSE CLIQUE NA UNIDADE E CLIQUE COM BOTAO DIREITO DO MOUSE CONFIGURAÇÕES DO PAINEL DE CONTROLE CONFIGURAÇÕES DO PAINEL DE CONTROLE CONFIGURAR O MOUSE CONFIGURAR O MOUSE CONFIGURAR DATA E HORA CONFIGURAR DATA E HORA APARENCIA DA AREA DE TRABALHO APARENCIA DA AREA DE TRABALHO SEGUNDO PLANO SEGUNDO PLANO PROTGEÇÃO DE TELA == SENHA PROTGEÇÃO DE TELA == SENHA

91 INSTALAÇÃO E REMOÇÃO DE COMPONENTES DO WINDOWS PAINEL DE CONTROLE PAINEL DE CONTROLE ADICIONAR OU REMOVER PROGRAMAS OU HARDWARES ADICIONAR OU REMOVER PROGRAMAS OU HARDWARES

92 REDES DE COMPUTADORES

93 Conceitos importantes Dois ou mais computadores interligados com o objetivo de compartilhar dados, impressoras, unidades. Tipos de rede – –LAN – Conexão em um mesmo estabelecimento – –MAN –Conexão de Lans – –WAN – Conexão ocorre em vários estabelecimentos distintos. Exemplo: Internet

94 Rede Ponto a Ponto: Os computadores podem ser clientes e servidores ao mesmo tempo. Utiliza cabo coaxial Rede Cliente/Servidor: Arquitetura mais centralizada; utiliza cabo par- trançado; necessita de Hub ou Switch. Rede Cliente/Servidor: Arquitetura mais centralizada; utiliza cabo par- trançado; necessita de Hub ou Switch. Conceitos importantes

95 LAYOUT-REDE PONTO A PONTO SERVIDOR ESTAÇÃO 1ESTAÇÃO 2 ESTAÇÃO 3ESTAÇÃO 4 ESTAÇÃO 5

96 LAYOUT-REDE CLIENTE/SERVIDOR HUB ESTAÇÃO 1 ESTAÇÃO 2 ESTAÇÃO 4 ESTAÇÃO 3 SERVIDOR

97 Vantagens Vantagens –Baixo custo –Fácil instalação Desvantagens –Interliga poucos computadores –Baixa segurança –Baixa performance –Se algum computador é desconectado, toda a rede também é desconcertada –Mais sujeita a falhas –Está em desuso REDE PONTO A PONTO

98 Vantagens : Vantagens : –Capacidade em interligar maior número de computadores; –Maior segurança; –Maior performance; –Caso algum computador é desconectado, o restante da rede não é afetada (manutenção mais simples); –Amplamente utilizada. REDE CLIENTE-SERVIDOR Desvantagens : Desvantagens : –Custo mais elevado; –Exige mão-de-obra mais especializada.

99 Hardware:Hardware: –Computadores (servidor e estações); –Placa de rede (responsável por transmitir e receber os dados; –Cabos e conectores; –Hub (somente para arquitetura cliente-servidor); Software:Software: –Programa que gerencia a rede - Novell, Windows NT, Linux, etc. Mão-de-obra especializada:Mão-de-obra especializada: –Instalação do hardware; –Instalação e configuração do software; –Manutenção da rede (hardware e software). O QUE É NECESSÁRIO PARA SE INSTALAR UMA REDE

100 Compartilhamento de periféricos (impressora, fax- modem); Compartilhamento de periféricos (impressora, fax- modem); Compartilhamento de informações entre os diversos departamentos da empresa; Compartilhamento de informações entre os diversos departamentos da empresa; Centralização dos programas no servidor; Centralização dos programas no servidor; Facilidade na obtenção de backups; Facilidade na obtenção de backups; Maior segurança das informações; Maior segurança das informações; Possibilidade de acesso a todas as informações da empresa a partir de qualquer computador; Possibilidade de acesso a todas as informações da empresa a partir de qualquer computador; Por que instalar uma rede na minha empresa?

101 TOPOLOGIA DE REDE É a forma através da qual a rede se apresenta fisicamente. É o lay- out da rede.

102 TOPOLOGIAS EXISTENTES Barramento: Uma linha única de dados (o fluxo é serial), Toda mensagem enviada passa por todas as estações, sendo reconhecida somente por aquela que está cumprindo o papel de destinatário. Não existe um elemento central. Como a troca de informações é serial, quando ocorre algum defeito toda a rede fica comprometida. Baixo custo Ideal para lugares pequenos.

103 Estrela: Caracterizada por um elemento central que "gerencia" o fluxo de dados Toda informação enviada de um nó para outro passa pelo ponto central, tornando o processo muito mais eficaz. O concentrador encarrega-se de rotear o sinal para as estações solicitadas, economizando tempo. As informações trafegam bem mais rápido do que numa rede barramento. O custo de instalação é elevado. A localização de problemas fica mais fácil. Toda rede cliente-servidor, segue a topologia estrela.

104 Malha: Todos os nós estão entrelaçados. Raramente usado. Anel: É constituída por um circuito fechado, tal como a rede elétrica. Desvantagem: Todas as estações devem estar ativas e funcionando corretamente. Híbrida: Utiliza mais de uma das topologias, e surge da fusão de duas ou mais LANs entre si ou com MANs. Exemplo: Redes Públicas e Internet.

105 EQUIPAMENTOS DE REDE Hub - Equipamento que permite a conexão de vários computadores em um ambiente onde a topologia é central. Switch - Equipamento que permite a conexão de vários computadores com taxa de transmissão maior que a do Hub.. Roteador - Equipamento utilizado para a conexão de duas ou mais redes. Cabo coaxial - Semelhante aos cabos de TVs a cabo. Transporta a uma velocidade de 10 Mbits/s. Cabo coaxial - Semelhante aos cabos de TVs a cabo. Transporta a uma velocidade de 10 Mbits/s. Cabo paralelo - Surgiu a partir do cabo telefônico, porém com especificações mais exigentes. Cabo paralelo - Surgiu a partir do cabo telefônico, porém com especificações mais exigentes. Fibra ótica - É um fino vidro que transmite vibrações de raios de luz ao invés de frequências elétricas. Fibra ótica - É um fino vidro que transmite vibrações de raios de luz ao invés de frequências elétricas. Transporta a uma velocidade de 100 Mbits/s Transporta a uma velocidade de 100 Mbits/s

106 CONEXÕES SEM FIO São usadas em situações nas quais é difícil a passagem física dos cabos. São usadas em situações nas quais é difícil a passagem física dos cabos. Frequências de Rádio (Escala geográfica limitada) Frequências de Rádio (Escala geográfica limitada) Satélites de comunicação (Distância geográfica maior. Por exemplo: Comunicação entre países diferentes) Satélites de comunicação (Distância geográfica maior. Por exemplo: Comunicação entre países diferentes)

107 PROTOCOLO DE REDE É a linguagem que os computadores utilizam para se comunicar. É a linguagem que os computadores utilizam para se comunicar. Exemplos: NetBEUI, TCP/IP, POP3, SMTP. Exemplos: NetBEUI, TCP/IP, POP3, SMTP.

108 INTERNET A INTERNET NASCEU COMO ARPANET NA DECADA DE 60, UMA REDE MILITAR DO GOVERNO AMERICANO, ENTÃO EMPENHADO NA GUERRA FRIA COM A URSS. O GOVERNO DESEJA UMA REDE INVULNERÁVEL. A SOLUÇÃO ENCONTRADA FOI UMA REDE SEM CENTRO FIXO. CADA NÓ DESSA REDE TERIA O PODER DE CONTROLE DA REDE, ASSIM SE CAISSE UM NÓ HAVERIA OS DEMAIS PARA OPERAR A REDE. EM 1969 A REDE SURGIU COM 4 NOS. eM 1972 JA EXISTIAM 37 NOS. COMO O PROGRAMA DE ACESSO À REDE (GERENCIADOR DE TELECOMUNICAÇÕES ) ERA UM PROGRAMA DE DOMINIO PUBLICO, O TCP-IP, OUTRAS PESSOAS E INSTIUIÇÕES LOGO COMEÇARA A UTILIZA-LO PAR AACESAR A REDE.

109 ALGUNS TERMOS BROWSER – PROGRAMA DE ACESSO A REDE QUE PERMITE AO USUÁRIO VIAJAR NA REDE, BUSCANDO QUALQUER ENDEREÇO QUE DESEJAR E QUE TENHA PERMISSÃO PARA ACESSAR BROWSER – PROGRAMA DE ACESSO A REDE QUE PERMITE AO USUÁRIO VIAJAR NA REDE, BUSCANDO QUALQUER ENDEREÇO QUE DESEJAR E QUE TENHA PERMISSÃO PARA ACESSAR CHAT – SALAS VIRTUAIS PARA CONVERSAS EM GRUPOS, BATER PAPO, TROCAR IMAGENS, ETC CHAT – SALAS VIRTUAIS PARA CONVERSAS EM GRUPOS, BATER PAPO, TROCAR IMAGENS, ETC DOWNLOAD – PROCESSO DE COPIAR UM ARQUIVO OU PROGRAMA PARA SEU COMPUTADOR, ATRAVES DA REDE DOWNLOAD – PROCESSO DE COPIAR UM ARQUIVO OU PROGRAMA PARA SEU COMPUTADOR, ATRAVES DA REDE – ELETRONIC MAIL CORREIO ELETRONICO – ELETRONIC MAIL CORREIO ELETRONICO HOME-PAGE – TELA INICIAL DE UM ENDEREÇO – AO ACESAR UM END APARECE EM PRIMEIRO LUGAR A HOME PAGE DESSE END. A QUAL DÁ ACESSO A OUTRAS PÁGINAS OU OUTROS DETALHES DISPONÍVEIS ATRAVES DE BOTOES, COMANDOS ESPECIAIS OU HYPERLINKS HOME-PAGE – TELA INICIAL DE UM ENDEREÇO – AO ACESAR UM END APARECE EM PRIMEIRO LUGAR A HOME PAGE DESSE END. A QUAL DÁ ACESSO A OUTRAS PÁGINAS OU OUTROS DETALHES DISPONÍVEIS ATRAVES DE BOTOES, COMANDOS ESPECIAIS OU HYPERLINKS

110 SEQUÊNCIA DE CONEXÃO - INTERNET Discagem para o número do provedor; O provedor solicita usuário e senha de conexão. Na confirmação, o provedor sabe que é um usuário válido. Através do browser, digita-se um endereço de Internet. A página é enviada para o IP que a solicitou. O provedor a recebe e verifica o destino replicando o conteúdo. O browser interpreta os dados e apresenta-os da forma convencionada.

111 ou Correio Eletrônico: É a aplicação mais utilizada da Internet. Além de enviar mensagens em segundos ao destinatário (que pode estar no edifício vizinho ou do outro lado do planeta), também permite o envio de arquivos de som, imagem, vídeo e até programas. Todo endereço é composto de três partes distintas : 1. Nome de usuário ; 2. O = em); 3. O domínio do usuário (o endereço do provedor); (O domínio se divide em três partes : nome_do_provedor.caráter_do_provedor.país_do_pr ovedor

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