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Vida nos Recifes

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Apresentação em tema: "Vida nos Recifes"— Transcrição da apresentação:

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2 Vida nos Recifes

3 Aquecimento global e os corais brasileiros RIO - As mudanças climáticas começam a deixar os recifes de coral do Brasil menos coloridos. E não se trata de uma constatação estética. O branqueamento dos corais é o passo que antecede a sua morte, com graves consequências para os ecossistemas marinhos. Os corais perdem a cor porque as algas com as quais vivem em simbiose e lhes dão seu espetacular colorido são sensíveis a variações de temperatura e morrem. O fenômeno já é observado em pontos isolados do litoral brasileiro, numa faixa que abrange quilômetros.

4 O aquecimento das águas do Oceano Atlântico, que tem atingido temperaturas recordes nos últimos anos, prejudica a associação entre algas e corais, pois ambos dependem de uma troca de favores para sobreviver. O coral, animal minúsculo que tem tecido transparente, permite a entrada de algas naquele espaço. São os pigmentos delas que garantem o colorido dos recifes coralinos. Os corais fornecem abrigo e nutrientes as suas inquilinas; as algas, em troca, realizam fotossíntese e servem de alimento a seu anfitrião. Imensas colônias de corais formam os recifes, dos quais dependem centenas de outras espécies marinhas. " A temperatura registrada no mar está alta demais. O calor faz as algas liberarem, dentro do coral, uma substância semelhante à água oxigenada. O coral, então, expele as algas de seu tecido e retoma sua coloração transparente "

5 Essa aliança, no entanto, depende de condições muito bem definidas de luminosidade e temperatura. Se um desses fatores sai de controle, as algas entram em superprodução - e, assim, são expulsas pelos corais. Estudo da equipe do projeto Coral Vivo revelou que esse conflito tem ocorrido com frequência nos recifes de cinco estados brasileiros: Rio de Janeiro (na Baía da Ilha Grande), Bahia, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Sul. - A temperatura registrada no mar está alta demais - lamenta Clóvis Castro, professor do Museu Nacional e coordenador do projeto Coral Vivo. - O calor faz as algas liberarem, dentro do coral, uma substância semelhante à água oxigenada. O coral, então, expele as algas de seu tecido e retoma sua coloração transparente. A resistência dos corais à vida sem as algas é variável - depende de sua capacidade para captar alimentos. Aqueles que supriam suas necessidades quase exclusivamente com as algas podem morrer rapidamente. Alguns, porém, conseguem sobreviver alimentando-se do material orgânico de recifes. A dieta precária dura até um novo grupo de algas, mais adaptado às temperaturas mais altas, povoar os corais. Texto completo em rj.gov.br/portal_ambiental/jsp/download_arquivo.jsp?id=25381

6 Outros Cnidários Hydra: alimentação e reprodução tch?v=VtAheq0JW7g tch?v=WQLfsHMc6jQ watch?v=9fi6kGuNWtw watch?v=9fi6kGuNWtw Anêmonas, Medusas e Hydras watch?v=9fi6kGuNWtw

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8 Filo dos Platyhelminthes Platelmintos são animais do filo (do grego platy, achatado + helmins, verme) que pertencem ao reino Animalia. São considerados vermes. O filo Platyhelminthes divide-se nas seguintes classes: Turbellaria (Turbelários) - Platelmintes de vida livre, com epitélio ciliado, ocelos, que são estruturas quimiorreceptoras, que ajudam esses animais a localizar alimentos e a detectar os predadores. Exemplo: Planária (Digesia tigrina) Trematoda (Trematódios) - Vermes parasitas com epiderme não-ciliada e uma ou mais ventosas. Exemplo: Schistosoma mansoni Cestoda (Cestódios) - Formas parasitas com corpo dividido em anéis ou proglotes. Exemplo: Taenia solium.

9 Planárias - regeneração Para Casa Livro – exercícios 177, 185 e 186 Leitura do capítulo 19 e 20


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