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Observatório do CDCC - USP/SC

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Apresentação em tema: "Observatório do CDCC - USP/SC"— Transcrição da apresentação:

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2 Observatório do CDCC - USP/SC
Setor de Astronomia (OBSERVATÓRIO) (Centro de Divulgação da Astronomia - CDA) Centro de Divulgação Científica e Cultural - CDCC Universidade de São Paulo - USP Endereço: Av. Trabalhador Sãocarlense, n.400 São Carlos-SP Tel: 0-xx (Observatório) Tel: 0-xx (CDCC) Localização: Latitude: 22° 00' 39,5"S Longitude: 47° 53' 47,5"W

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4 Sessão Astronomia As Sessões Astronomia são palestras proferidas pela equipe do Setor de Astronomia todos os sábados às 21h00. Iniciadas em 1992, foram criadas com o objetivo de falar sobre Astronomia ao nosso público em uma linguagem simples e acessível a todas as faixas etárias. Estas palestras se tornaram uma opção de diversão e informação para a comunidade local e também para visitantes de nossa cidade. Os temas abordados são os mais variados possíveis. O material multimídia contido aqui consiste numa opção audiovisual complementar que o professor do Sistema de Ensino pode utilizar como auxílio às suas aulas. O conteúdo das Sessões Astronomia pode ser acessado no seguinte endereço: Crédito do logo: Sessão Astronomia, CDCC-USP/SC, criado por André Fonseca da Silva

5 Episódios da vida de um cometa
Imagem de fundo: Halley março de Fonte: (http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/imagens/1986/index.html). Fotógrafo(s):? Dados da imagem:? Obs.: a imagem foi recortada e clareada. A cruz que aparece no quadrante inferior esquerdo é formada pelas estrelas (em sentido horário, a partir da mais superior): 58 - ω, 60 - A, 62 - c, 59 - b, da constelação do Sagitário (todas de mag. entre 4,6 e 5,5). O cometa está a ≈ 0,7 grau do aglomerado globular M75 (NGC 6864), e parece se dirigir a ele, em perspectiva. Quadrante celeste: 20h - 21h; (-20˚) - (-30˚). Dados: SkyAtlas laminated field edition - 26 star charts, covering both hemispheres - Wil Trion, Sky Publishing Corp. Por Luiz Henrique

6 Tópicos abordados: Passeio pelo sistema solar interior;
O impacto do cometa Shoemaker-Levy com Júpiter; O fenômeno de Tunguska; A chuva de estrelas cadentes Bielídeos; O projeto "Impacto Profundo" (Deep Impact); O cometa Holmes.

7 Elementos de um cometa Cometa West em 1976
Imagem: (http://astro.if.ufrgs.br/solar/comet.htm). "Esta fotografia foi tomada pelo astrônomo amador John Loborde, em 9 de março de Este foto mostra duas caudas distintas. A cauda fina de plasma azul é composta de gases, e a cauda branca larga é composta de partículas de pó microscópicas. (Cortesia John Laborde)" Dados: (http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/aprendendo-basico/sistema-solar/cometas.html) & (http://astro.if.ufrgs.br/solar/comet.htm) Cometa West em 1976 Núcleo: corpo pequeno que dá origem à cabeleira e à cauda; Cabeleira: parte gasosa, empoeirada e brilhante que recobre o núcleo e que pode ser muito maior que a Terra; Cauda: pode-se estender a milhões de quilômetros e é devida a ventos que ocorrem no espaço.

8 Passeio pelo sistema solar interior
Cometa Halley em 1910 "Os cometas são feitos de uma mistura de gelo e poeira, como uma bola de gelo sujo, segundo o modelo proposto por Fred Lawrence Whipple ( ) em À medida que eles se aproximam do Sol, parte do gelo derrete, formando uma grande nuvem de gás e poeira ao redor do cometa, chamada coma, com diâmetro da ordem de 100 mil km. A parte sólida e gelada no interior é o núcleo e normalmente tem 1 a 10 km de diâmetro. O calor e o vento solar proveniente do Sol sopram o gás e a poeira da coma formando a cauda. Essa cauda sempre aponta na direção oposta à do Sol e pode estender-se até 1 UA de comprimento." (http://astro.if.ufrgs.br/comast/comast.htm) Imagem esq.: cometa Halley em 1910 (http://laeff.inta.es/users/barrado/weblog/Cometa_Halley_1910_LowellObs_NOAO.jpg) Imagem dir.: (http://www.perihelio.org/orbitas.htm). Obs.: indicações dos valores das excentricidades foram apagadas, indicações dos outros focos também e os textos foram traduzidos. F denota a posição do Sol. Obs.: "Alguns cometas descrevem trajetórias elípticas com períodos de até 200 anos, mas outros possuem períodos muito longos e a eles são associadas órbitas hiperbólicas ou parabólicas. Os cometas periódicos possuem vida limitada, já que perdem parte de sua massa cada vez que passam nas proximidades do Sol." - Eugenio Scalise Jr., Representante Nacional - IHW (International Halley Watch) "Os cometas não periódicos são a maioria dos cometas observados, pois para que haja uma órbita fechada e estável são necessárias muitas condições agindo simultaneamente. Para se ter uma idéia, basta ver que dos milhares de cometas observados até hoje, apenas uns 190 são periódicos." - (http://colunas.g1.com.br/observatoriog1) Obs.: uma elucidação da classificação dos cometas pode ser encontrada em: - onde talvez esteja claro que os cometas de longo período são entendidos como não-periódicos por não terem seu retorno muito bem previsto e não poderem ser observados (novamente). Obs.: para efeitos didaticos, preferiu-se adotar a distinção entre os cometas exposta acima. Obs.: Há no site do REA uma página dedicada a cometas: Os cometas podem ser não-periódicos ou de longo período (maioria, em milhares); Podem também ser periódicos (minoria, ≈ 200); A órbita de um cometa pode ser elíptica (como a da Terra), parabólica ou hiperbólica; Especula-se que eles são originados de uma região distante do sistema solar: a nuvem de Oort.

9 O mais famoso cometa periódico (e existem vários) é o Halley...
"87 BC: According to V.G. Gurzadyan and R. Vardanyan, the "Symbol on Tigranes the Great's crown that features a star with a curved tail may represent the passage of Halley's comet in 87 BC. Tigranes could have seen Halley's comet when it passed closest to the Sun on Aug. 6 in 87 BC according to the researchers, who said the comet would have been a 'most recordable event' — heralding the New Era of the brilliant King of Kings.[referência a: ^ Gurzadyan, V. G. and Vardanyan, R. (2004). Halley's comet of 87 BC on the coins of Armenian king Tigranes?. Astronomy & Geophysics (Journal of The Royal Astronomical Society), Vol. 45 (August 4, 2004), p Retrieved on ]" Fonte: ... que está registrado de muitas maneiras na nossa arte.

10 O mais famoso cometa periódico (e existem vários) é o Halley...
Tapeçaria de Bayeux - Halley em 1066 Imagem: (http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Tapestry_of_bayeux10.jpg). "The comet's appearance in 1066 was recorded on the Bayeux Tapestry. The caption, ISTI MIRANT STELLA, was translated in a 1966 National Geographic article as 'These men wonder at the star [estes homens admiram-se da estrela].'" ... que está registrado de muitas maneiras na nossa arte.

11 O mais famoso cometa periódico (e existem vários) é o Halley...
Adoração dos Magos - afresco de Giotto - Halley em 1301 Imagem: (http://luminescencias.blogspot.com/Cometa%20de%20Giotto.jpg) "1301: The artist Giotto di Bondone could have observed the comet and his depiction of the Star of Bethlehem in the Nativity in the Arena Chapel cycle completed in 1305 is a candidate for an early depiction." - (http://en.wikipedia.org/wiki/Halley%27s_Comet#_note-5) Obs.: Halley pode ter sido a estrela de Belém? ... que está registrado de muitas maneiras na nossa arte.

12 Nosso Observatório: o CDA
A última passagem do Cometa Halley (1986) foi um estímulo à construção do CDA - Centro de Divulgação da Astronomia, no qual estamos.

13 Existem também cometas de período longo...
Imagem: (http://www.aerith.net/pictures/rendezvous.html). "Emmanuel Jehin 2007 Jan. 21 Location : Paranal Observatory (ESO, VLT), 2500 m Atacama desert (Chile)". Obs.: o disco brilhante à dir. é a Lua. Obs.: consta nos relatórios do observatório apenas uma observação do cometa McNaught, do dia 23 de janeiro de 2007, do qual transcreve-se: "Durante o período [de observações] foi possível observar o cometa McNaught, durante um tempo de aproximadamente meia hora, a olho nu, com o auxílio de binóculos e com o telescópio Dobsoniano [254/1130]. A magnitude aproximada do cometa era de 2,3."; monitores: Welton (autor do relatório), Thiago, John e Diego. ... como o cometa McNaught, um dos mais brilhantes cometas das últimas décadas, que só voltará daqui a ≈ (cem mil) anos.

14 Mais sobre o Halley Cometa visível a cada 76 anos;
Em 1682, o astrônomo Edmond Halley, aplicando a Lei da Gravitação Universal de Newton, caracterizou sua órbita, predizendo o seu retorno para 1759, o que de fato aconteceu; Conhecido seu período, descobriu-se que observações suas já vinham sendo registradas desde 467 a.C., seu registro mais antigo; Sua última passagem (1986) foi um estímulo à construção do CDA - Centro de Divulgação da Astronomia, no qual estamos. Obs.: em 1682 e 467 a.C. de acordo com (Mourão). "Em 1682 um grande cometa passou pelas proximidades da Terra e foi visto por vários astrônomos. Eles desenharam sua órbita, mas não lhe deram maior importância. Cerca de vinte anos depois [?] Edmond Halley, utilizando eq. da Mecânica Celeste recém desenvolvidas por Isaac Newton, calculou a órbita de 24 cometas observados entre 1337 e Verificou que os elementos da órbita dos cometas que haviam passado em 1531, 1607 e 1682 [?] eram muito parecidos. Previu então que esse cometa retornaria em fins de 1758 [? - a data talvez se refira ao calendário inglês ou ao europeu, que talvez seriam diferentes, nesta época], o que realmente aconteceu. (...) Estudos posteriores nos revelaram que o cometa Halley vem sendo observado pela humanidade desde 240 A.C. Admite-se hoje que o cometa Halley já percorreu a presente órbita mais de 65 vezes e deverá ser visto por mais algumas dezenas de milhares de anos" - Eugenio Scalise Jr., Representante Nacional - IHW (International Halley Watch)

15 O cometa Shoemaker-Levy
Imagem: (http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1994/21/) "Comet Shoemaker-Levy after breaking up under the influence of Jupiter's tidal forces." (http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:Shoemaker-levy-tidal-forces.jpg) Observado em 1993, este cometa veio a se chocar com Júpiter em Ele se despedaçou antes do choque devido a influência gravitacional de Júpiter.

16 Os choques levantaram chamas capazes de incinerar o planeta Terra.
O momento dos impactos Imagem: (http://skywalker.cochise.edu/wellerr/students/astrogeology/project2.htm) Comentário: vídeo: Asteróides: impacto mortal "Em julho de 1994 o cometa Shoemaker-Levy 9 que tinha se fragmentado em mais de 21 pedaços, os maiores de até 1 km, colidiu com Júpiter, explodindo nas nuvens de amômia da atmosfera de Júpiter." (http://astro.if.ufrgs.br/comast/comast.htm) Obs.: por qye há explosões? :"A atm. de Júpiter é densa, composta quase exclusivamente de metano e amônia [ambos são inflamáveis]" (Mourão) Os choques levantaram chamas capazes de incinerar o planeta Terra.

17 As nuvens formadas sobre Júpiter
Imagem: (Enkele sporen, nagelaten door de impact van brokken van de komeet Shoemaker-Levy 9 op Jupiter [?]. [Foto: STScI]). Obs.: a imagem foi alterada pelos círculos amarelos. Estas manchas possuem tamanhos comparáveis ao da Terra.

18 Choque com a Terra Imagem: Cellestia Ver um impacto num planeta foi uma revolução. Parte da comunidade de geólogos se convenceu, com o evento, de que choques com a Terra também eram possíveis. Começou-se uma discussão mais séria sobre um possível choque com a Terra.

19 Histórico do cometa Shoemaker-Levy
É observado pelo casal Shoemaker e David Levy, pelo telescópio Little Eye do monte Palomar, em março de 1993, um "cometa múltiplo", com "5 caudas e pelo menos 5 núcleos", próximo a Júpiter. O cometa receberia o nome Shoemaker-Levy; 6 semanas depois: notícia de um impacto entre Júpiter e os cometas dali a 14 meses; Em 16 de julho de 1994: primeiro choque com Júpiter; formação de uma enorme chama com metade do tamanho da Terra. Os impactos ocorreram ao longo de 5,5 dias; Dezenas de partes separadas se chocaram com Júpiter. O evento gerou nuvens que duraram meses; Ver um impacto num planeta foi uma revolução. Parte da comunidade de geólogos se convenceu, com o evento, de que choques com a Terra também eram possíveis. Começou-se uma discussão mais séria sobre um possível choque com a Terra. Obs.: a detecção do cometa ocorreu na noite de 23 de março de 1993. Mais informações:

20 Em 30 de junho de 1908, houve uma grande explosão na Sibéria...
O evento de Tunguska "It is unlikely to have been a coincidence that the 1908 Tunguska event occurred at the height of the Taurid meteor shower, associated with the periodic Comet Encke. The same comet has been linked with a number of probable events that have occurred during recorded history." (http://www.spaceguardindia.com/CometaryDebris.html) Imagem: (http://lifeboat.com/ex/asteroid.shield) Em 30 de junho de 1908, houve uma grande explosão na Sibéria...

21 Imagem esq. : (http://lifeboat. com/ex/asteroid. shield). Obs
Imagem esq.: (http://lifeboat.com/ex/asteroid.shield). Obs.: imagem alterada. Imagem dir.: (http://astro.if.ufrgs.br/comast/comast.htm). "Foto a 20 km do centro da explosão na região do Rio Tunguska, no centro-norte da Sibéria, tirada em 1927 (20 anos depois da explosão)." ... que pode ter sido causada pelo impacto de um cometa e que teria ocorrido à 5 km da superfície (na atmosfera terrestre).

22 Outras informações A explosão que se seguiu foi ouvida dentro de um raio de mais de 800 km e registrada sismologicamente em todo o mundo; O brilho do evento foi observado da Inglaterra; Devastou mais de árvores da floresta às margens do rio Tunguska e matou muitos animais; Simulações indicam que o objeto deveria ter 30 a 60 metros de diâmetro e energia equivalente a uma bomba de hidrogênio. Obs.: Nenhuma cratera ou fragmento do meteoro foi encontrado? cf.: Obs.: uma bomba de H: 15 Mton de TNT.

23 Contudo, existem outras hipóteses...
O fenômeno pode ter sido produzido por um asteróide, e não por um cometa; Alguns físicos nucleares sugeriram que uma pequena quantidade de anti-matéria, ao penetrar na atmosfera, teria provocado a explosão; Uma outra hipótese, como não poderia deixar de existir, atribuiu o fenômeno ao choque de uma nave extraterrestre. Obs.: outra teoria sugeriu que o evento teria sido causado por enorme bola de neve suja com o peso de pelo menos um bilhão de toneladas, núcleo de um cometa que explodiu ao se chocar com as camadas mais densas da atmosfera.

24 O cometa Biela "Comet 3D/Biela in February 1846, soon after it split into two pieces." (http://commons.wikimedia.org/wiki/Image:CometBiela.jpg#filehistory) Imagem de 1846 mostrando o cometa duplo em que se transformou o cometa Biela neste mesmo ano.

25 "El siguiente dibujo nos muestra una reproducci�n de c�mo vieron en el a�o 1846 al cometa Biela." (http://www.astroseti.org/imprime.php?codigo=620)

26 A chuva de meteoros Bielídeos
"ilustração de 1872 mostrando o ponto de emanação ou radiante dos meteoros, proveniente da desagregação do cometa Biela." (Guia do Halley, como ver e fotografar; programas, eventos, observatórios. Editora Abril, 15/11/1985). Obs.: imagem girada de 90 graus. Em 1872 observou-se uma chuva de meteoros com radiante ("região de fuga") na constelação de Andrômeda. Milhares de riscos foram vistos cortando o céu.

27 (Inevitável choque da Terra com o cometa Biela)
"Titular de Lira Popular chilena relativo al paso del Comenta Biela, "; e abaixo: "Ilustración de una Lira Popular chilena (periódico popular en décimas) relativa al paso del Cometa Biela en El titular que acompaña la imagen es 'Inevitable choque de la Tierra con el Comenta Biela'." (http://es.wikipedia.org/wiki/3D/Biela) "La Lira popular : poesía popular impresa del siglo XIX." (http://www.memoriachilena.cl/mchilena01/temas/documento_detalle.asp?id=MC ) "1892 – Cometa Biela Grande chuveiro de meteoros foi observado do Ceará por Theodorico da Costa [Presidente da província do Ceará?]. Este chuveiro motivou a Hildebrando Pompeu a publicação de um pequeno livro: "O Cometa Biela e o Fim do Mundo",  1903 pela Typhographia Moderna a Vapor – Ateliers – Louis. O livro de "Falb" [?], sobre o fim do mundo em 1899 motivou artigo o que publicara no jornal "A República" de 1899, procurando desmistificar a boataria de que o mundo iria acabar no próximo retorno dos escombros do cometa Biela, previsto para aquele ano, a 13 de novembro. Como o mundo não acabou, Hildebrando Pompeu publicou seus artigos jornalísticos em forma de livro, em Este chuveiro, ainda com mais de mil meteoros por hora também foi observado da Europa." (http://costeira1.astrodatabase.net/cometa/nov.htm) (Fim do mundo) A notícia do retorno dos escombros do cometa Biela motivou o boato de fim do mundo.

28 (http://www.memoriachilena.cl/mchilena01/temas/documento_detalle.asp?id=MC )

29 Outras chuvas de meteoros
Chuva de meteoros Cometa associado Eta Aquarídas Halley Perseidas Swift-Tutlle Oriônidas Táuridas Encke Leônidas Temple-Tuttle Gemínidas Phaeton (asteróide) Ursídeos Tuttle Fonte principal: (http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/) Obs.: Tempel-Tutlle: descoberto em 1865 por Tempel e independentemente em 1866 por Tutlle; uma órbita desse cometa já havia sido observado em 1366 e Giovani Schiaparelli prova a identidade da órbita dos leonídeos com a desse cometa. Chuvas de meteoros são eventos comuns, que ocorrem anualmente.

30 Histórico do cometa Biela
ano da descoberta do cometa Biela; no seu máx. brilho, mag. = 6, cauda de 1/15 a 1/12 graus; redescoberta do cometa Biela; visível a olho nú, mag. = 4,5 cauda de 1/10 graus. Cálculo de órbita elíptica; previsão de retorno para 1826; o militar austríaco Wilhelm Von Biela redescobre o cometa que iria receber o seu nome. Identificação deste com os cometas de 1772 e Determinação de um período de 6,75 anos; o cometa se apresenta ligeiramente alongado, vindo a se separar em duas nebulosidades depois; observação dos cometas gêmeos em que se transformou o Biela; intensa chuva de estrelas cadentes com origem na constelação de Andrômeda; mais de meteoros foram visíveis. A chuva conhecida por Andromedídeos ou Bielídeos, que ocorre até hoje, com menor intensidade, é atribuída à total fragmentação do cometa. Nomes históricos relacionados: astrônomo francês Jacques Laibats-Montaige, grande observador e descobridor de cometas. Peter Dollond, óptico inglês, o telescópio acromático de 1 m de distância focal usado por Montaige é seu. Charles Joseph Messier. os astrônomos franceses Jean Louis Pons e Alexis Bouvard (constatou as perturbações de Urano, atribuindo-as à existência de um oitavo planeta até então desconhecido, hipótese confirmada com a descoberta do planeta Netuno.). Os alemães Heinrich Wilhelm Olbers, Carl Friedrich Gauss e Friedrich Bessel. astrônomo francês Adolphe Gambart. astrônomo italiano Francesco de Vico e o astrônomo alemão Johann Gottfried Galle. astrônomo italiano A(Â?)ngelo Secchi. Datas históricas de observação: 8 e 15 de março de 1772; 10 e 16 de novembro e 8 de dezembro de 1805; 27 de fevereiro e 9 xou 10 (?) de março de 1826; 22 de agosto de 1832; (?) 12 e 13 de novembro de 1833, cf. (http://costeira1.astrodatabase.net/cometa/nov.htm) e ("Leonídas: eles estão de volta!", por Diego), onde relaciona o evento com as Leonídas; o site (http://www.constelacoes.hpg.ig.com.br/chuva_leonideos.htm) traz informações que também contradizem o primeiro; 26 de novembro e 19 de dezembro de 1845 e 3 xou 13 (?) de janeiro de 1846; 26 de agosto de 1852; 26 e 27 de novembro de 1872: desintegração apenas do núcleo-II?; 8 para 29 de novembro de 1885: intensa chuva de meteoros: meteoros por hora; em (http://www.ceuaustral.pro.br/chuvasmeteoros.htm); Informações: dicionário do Mourão e (http://costeira1.astrodatabase.net/cometa/nov.htm). Obs.: "Sabemos que os cometas são corpos celestes de aspecto nebuloso que apresentam núcleo, coma e cauda quando se aproximam do Sol. O núcleo pode ter um diâmetro de até vários metros. À medida que o núcleo do cometa sublima, ele vai liberando partículas pelo espaço. Os fragmentos liberados passarão a percorrer a mesma órbita elíptica que o cometa descreve. Eventualmente, após algumas passagens do cometa, toda a sua trajetória estará preenchida por estes restos cometários. Este fato, a origem cometária, foi definitivamente comprovado pelo astrônomo austríaco Edmund Weiss ( ), que demonstrou que os Andromedídios seguem a órbita do cometa de Biela, destroçado provavelmente na década de A chuva de meteoros do dia 27 de novembro de 1872 (mais intensa do que a dos anos anteriores) coincidiu com a data em que o cometa Biela deveria aparecer, se existisse." - (http://cdcc.sc.usp.br/cda/eventos/1999/leonidas/chuva.htm). Portanto, concluo que o cometa Biela foi importante no estudo dos chuveiros de meteoritos.

31 A missão "Impacto Profundo"
Imagens: (http://deepimpact.jpl.nasa.gov) Direita: "Comet Tempel 1, the Deep Impact target, observed from the 2.1-m telescope at the Kitt Peak National Observatory. This image was obtained on April 11, 2005, when the comet was near its closest approach to the Earth. A pinkish dust jet is visible to the southwest, with the broader neutral gas coma (CN, shown in blue) surrounding it. North is up, East is to the left, and the field of view is about 80,000 km (50,000 miles) wide. The Sun was almost directly behind the observer at this time. The red, green and blue bars in the background are stars that moved between the individual images. This pseudo-color picture was created by combining three black and white images obtained with different filters. The images were obtained with the HB Narrowband Comet Filters, using CN (3870 A - shown in blue), C2 (5140 A - shown in green) and RC (7128 A - shown in red). The CN and C2 filters capture different gas species (along with the underlying dust) while the RC filter captures just the dust. The images were obtained by Dr. Tony Farnham and Matthew Knight (University of Maryland)." Outro cometa visitado foi o periódico (6,8 anos) Borelly (19P), pela sonda Deep Space 1. Uma foto de seu núcleo (8 km) foi obtida a uma distância de 3417 km de distância. Lançada em outubro de 1998, a Deep Space 1 completou seu projeto principal de estudar a propulsão iônica antes de fotografar o cometa. (http://astro.if.ufrgs.br/comast/comast.htm) Cometa Tempel 1 em 2005 Em 2005, uma sonda se chocava com um cometa, enquanto outra filmava o momento e as conseqüências do impacto.

32 Imagens: (http://deepimpact.jpl.nasa.gov)
"The flight system consists of two spacecraft: the flyby spacecraft and the impactor. Each spacecraft has its own instruments and capabilities to receive and transmit data. The flyby spacecraft carries the primary imaging instruments (the HRI and MRI) and the impactor (with an ITS) to the vicinity of the comet nucleus. It releases the impactor, receives impactor data, supports the instruments as they image the impact and resulting crater, and then transmits the science data back to Earth. The impactor guides itself to hit the comet nucleus on the sunlit side. The energy from the impact will excavate a crater approximately 100m wide and 28m deep. The instruments help guide both spacecrafts and then acquire the science data that will be analyzed by the science team." "Main Goals of the Flight System: Hit nucleus of Tempel 1 with sufficient kinetic energy to form a crater with a depth > 20m Observe nucleus for > 10 minutes following impact Image nucleus impact, crater development and inside of crater Obtain spectrometry of nucleus and inside of crater Acquire, store, format, and downlink imagery and spectrometry data" Obs.: dia do impacto: 4 de julho de 2005; lançador: Delta II; dados do Impactador: 370 kg e velocidade de 14km/s no momento do impacto.

33 A órbita da sonda "Impacto Profundo"
Imagens: (http://deepimpact.jpl.nasa.gov) Lançadas em jan. de 2005, as sondas (em vermelho) se encontraram com o cometa (em azul) em 04 de julho do mesmo ano. Em verde, a Terra e, em amarelo, o Sol.

34 Imagem do momento da colisão
“When NASA's Deep Impact probe collided with Tempel 1, a bright, small flash was created, which rapidly expanded above the surface of the comet. This flash lasted for more than a second. Its overall brightness is close to that predicted by several models. After the initial flash, there was a pause before a bright plume quickly extended above the comet surface. The debris from the impact eventually cast a long shadow across the surface, indicating a narrow plume of ejected material, rather than a wide cone. The Deep Impact probe appears to have struck deep, before gases were heated and explosively released. The impact crater was observed to grow in size over time. A preliminary interpretation of these data indicate that the upper surface of the comet may be fluffy, or highly porous. The observed sequence of impact events is similar to laboratory experiments using highly porous targets, especially those that are rich in volatile substances. The duration of the hot, luminous gas phase, as well as the continued growth of the crater over time, all point to a model consistent with a large crater. This image was taken by Deep Impact's medium-resolution camera. Image credit: NASA/JPL-Caltech/UMD Image credit: NASA/JPL-Caltech/UMD” (http://deepimpact.umd.edu/gallery/nhvcaxf PIA02131.shtml)

35 Finalidades da missão “Impacto Profundo”
Saber as propriedades do núcleo de um cometa e de seu interior; Saber como os cometas evoluem; Saber onde eles se formam e saber a composição química de seu interior; Conhecer a dureza de um cometa e as conseqüências de um choque com a Terra.

36 O cometa Holmes Imagem: (http://actualidad.terra.es/ciencia/articulo/holmes_cometa_supera_tamano_sol_ htm): "Fuente: EFE/ [agência de informações]; Fotografía del cometa Holmes realizada por Vicent Peris, oficial de laboratorio del Observatorio de la Universitat de Valencia, captada durante la" Em sua última aparição, o cometa Holmes apresentou uma atividade incomum: aumentou seu brilho (um milhão) de vezes.

37 O que aconteceu com o cometa Holmes?
Especula-se que: o gelo que recobria o cometa era poroso, como um queijo suiço; o regime de aquecimento/resfriamento fez com que este gelo desabasse sobre o interior do cometa; com o desabamento, uma parte interna do núcleo, rica em material que evapora facilmente, foi exposta; o material se evaporou e provocou uma explosão, pela sua pressão; esta explosão lançou para o espaço uma grande quantidade de gás misturado com poeira, o que fez com que o cometa refletisse mais a luz do Sol, abrilhantando o astro. "Recapitulando: o cometa Holmes saltou de magnitude 17 para quase 2 em 24 horas apenas. Isso já havia acontecido antes com ele e especula-se que nas duas vezes deve ter havido uma explosão no interior do núcleo. Isso por que núcleos de cometas podem ser porosos, com grandes galerias e túneis que por vezes desabam e expõem material volátil que estava protegido pelas camadas superiores. Esse material aquece, sublima e explode o resto do gelo sujo à sua volta. Parece que foi isso que aconteceu com o Holmes." (http://colunas.g1.com.br/observatoriog1) "Possivelmente uma espécie de explosão ocorreu nas entranhas do núcleo, a única parte sólida desses astros, constituída de poeira e gelo. Com a explosão uma quantidade colossal de matéria foi expelida e agora forma a coma do cometa, que está em expansão, refletindo muito a luz solar, abrilhantando o astro." (http://www.planetario.ufrgs.br/cometaholmes.html) "Ninguém sabe, mas algumas hipóteses são boas. Sabe-se hoje em dia que os cometas não são necessariamente rochas cobertas de gelo compacto. O gelo se estrutura como um queijo suíço, com túneis e galerias que sofrem com o regime de aquecimento/resfriamento durante o percurso da órbita. As variações de temperatura devem forçar o gelo a se expandir e contrair o que faz com que estas galerias colapsem de vez em quando. Quando isso acontece, uma parte interna do núcleo, rica em material volátil que ficava protegida pelas camadas superiores fica exposta, provocando uma súbita explosão de gás. Esta explosão lança para o espaço uma grande quantidade de gás misturado com poeira que reflete a luz do Sol. Esta é uma boa teoria, mas que dada a distância até o cometa, vai ser difícil de ser comprovada. Acredita-se que o mesmo tenha ocorrido em 1892, fazendo com que o cometa Holmes pudesse ser descoberto." (http://colunas.g1.com.br/observatoriog1)

38 O cometa Holmes se tornou o maior objeto do sistema solar (pelo menos por um tempo)
Imagem: "Caption: (Left) Image of comet Holmes from the 3.6-meter Canada-France-Hawaii telescope on Mauna Kea showing the 1.4 million km diameter coma. The white ''star'' near the center of the coma is in fact the dust-shrouded nucleus. (Right) the Sun and planet Saturn shown at the same scale for comparison. (Sun and Saturn images courtesy of ESA/NASA's SOHO and Voyager projects)." (http://www.ifa.hawaii.edu/faculty/jewitt/holmes.html) Comparação entre o cometa Holmes, o Sol e Saturno (mais de 800 vezes maior que a Terra, em volume).

39 Histórico do cometa Holmes
No final de outubro o cometa Holmes aumentou seu brilho cerca de um milhão de vezes, algo nunca verificado num cometa; Ele estava com magnitude +17 (somente visível em grandes observatórios astronômicos) e em algumas horas atingiu a magnitude +2,5 (visível a olho nu). (Nota: o brilho de um cometa aumenta com a diminuição de sua magnitude); No dia 2 de novembro o tamanho aparente da coma já superava o do planeta Júpiter, vindo depois a se tornar maior que o Sol (mas muito menos brilhante, claro); Não é a primeira vez que o Holmes surpreende. De certa forma isto também ocorreu em 1892, ano em que foi descoberto pelo astrônomo amador inglês Edwin Holmes, quando também se tornou brilhante, embora não tanto quanto agora. Informações: (http://www.planetario.ufrgs.br/cometaholmes.html &

40 Observando o Holmes Imagem: (http://en.wikipedia.org/wiki/Image:Comet_Holmes_trajectory_TLR1.gif) "The comet's retrograde path in Perseus during July 2007 – March (Dates given every 14 days)"

41 Outros episódios menos comentados com cometas
Em 1976, o cometa West se dividiu em quatro partes; Tempel 2: visto como um objeto de mag. 9,5 em sua descoberta (1873), três dias mais tarde, após um aumento em seu brilho, surgiu com vários núcleos; Schwassmann-Wachmann: se fragmentou em diversas partes em 2006. Cometas podem se transformar em asteróides; Cometas podem também mergulhar no Sol. Obs.: vida média de um cometa: intervalo de tempo no qual um cometa permaneceria em seu aspecto cometário. Segundo estimativas recentes [1987], um cometa de curto período (7 anos, p. ex.) viveria anos, ou seja, 200 revoluções ao redor do Sol. Obs.: qual é a explicação atual para a aceleração suplementar do cometa Encke? Obs.: "Alguns cometas, após um período de atividade, transformam-se em asteróides, o que não quer dizer que asteróides sejam restos de cometas." - (http://www.on.br/pergunte_astro/indice_resposta.php?id_tema=18) Imagem: "Image above: Hubble's Advanced Camera for Surveys took images of the disintegration of Comet 73P/Schwassmann-Wachmann 3's fragment B. Click to EnlargeCredit: NASA, ESA, H. Weaver (APL/JHU), M. Mutchler and Z. Levay (STScI)" (http://www.nasa.gov/lb/mission_pages/hubble/Comet_73P.html)

42 FIM

43 Bibliografia http://www.cdcc.sc.usp.br/cda/
Sessão Astronomia: A Missão Impacto Profundo, por Daniel Carlos, 15 de janeiro de 2005, na página do CDA: Outras SA: "Leonídas: eles estão de volta!", por Diego, e "Chuva de meteoros: Perseidas", por Eslley. Vídeo: Asteroids: deadly impact. Produzido pela National Geographic Society. Revista: Guia do Halley, como ver e fotografar; programas, eventos, observatórios. Editora Abril, 15/11/1985. Dicionário Enciclopédico de Astronomia e Astronáutica, do astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, edição de 1987.

44 e-mail: luizvalesilva@gmail.com
Introdução ao Geocentrismo e Heliocentrismo - Parte I Por Luiz Henrique Vale Silva Monitor do CDA e aluno do curso de bacharelado em Física do IFSC - USP São Carlos, novembro - dezembro de 2007 Imagem de fundo:


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