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D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D - 1 9 9 9 ACESSO MÚLTIPLO POR DIVISÃO DE TEMPO - TDMA.

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2 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D ACESSO MÚLTIPLO POR DIVISÃO DE TEMPO - TDMA

3 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO

4 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D

5 CARACTERÍSTICAS DOS PADRÕES AMERICANO E EUROPEU

6 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D ESPECIFICAÇÕES DO TDMA AMERICANO IS-136

7 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D IS TRANSMISSÕES FORWARD E REVERSA

8 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D VANTAGENS DO TDMA IS-136 TEM 3 VEZES MAIS CANAIS QUE O AMPS PARA A MESMA FAIXA ESPECTRAL DE OPERAÇÃO. SE FOR ALOCADO OS TRÊS SURTOS PARA UM MESMO USUÁRIO, ESTE PODERÁ TRANSMITIR DADOS ATÉ UMA TAXA CONTÍNUA MÁXIMA R = 48,6 kbit/s SE SE CONSEGUIR DIGITALIZAR A VOZ NA METADE DA TAXA, E SUPOR QUE A TAXA BRUTA TAMBÉM DIMINUI PARA A METADE, O SISTEMA PODERÁ TRANSMITIR SEIS CANAIS, NA MESMA LARGURA DE 30 kHz, ATRAVÉS DE UM SIMPLES COMANDO DE SOFTWARE.

9 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D SE FOSSE UTILIZADO O ACESSO FDMA TERÍAMOS EM CADA CANAL A TAXA CONTÍNUA DE TRANSMISSÃO DE 16,2 kbit/s. NO TDMA TEMOS A TRANSMISSÃO DE SURTOS DE 48,6 kbit/s. ISTO REQUER 3 VEZES MAIS POTÊNCIA DE PICO (PEP) QUE NAQUELA OUTRA HIPÓTESE. O EFEITO MULTIPERCURSO PROVOCA INTERFERÊNCIAS ENTRE SÍMBOLOS COM MAIS FACILIDADE QUANDO A TAXA É ALTA, POIS O INTERVALO ENTRE OS BITS FICA MENOR. DESVANTAGENS DO ACESSO TDMA

10 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D

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12 DESVANTAGENS DO GSM COMO O SURTO DURA UM OITAVO DO PERÍODO DE TRANSMISSÃO SUA TAXA DIGITAL FICA 8 VEZES MAIOR DO QUE TERIA NO ACESSO FDMA. COM ISTO, A LARGURA DE FAIXA OCUPADA PELO SURTO FICA, TAMBÉM, 8 VEZES MAIOR. CONSEQÜENTEMENTE, A POTÊNCIA DE RUIDO RECEBIDA, NA RECEPÇÃO, AUMENTA 8 VEZES. ESTE AUMENTO DE RUÍDO OBRIGA À TRANSMISSÃO DO SURTO DE SINAL COM UMA POTÊNCIA 8 VEZES MAIOR. O EFEITO BIOLÓGICO DESTA ENERGIA, PRÓXIMA À CABEÇA DO USUÁRIO, AINDA É ALVO DE POLÊMICAS. A ALTA TAXA DE TRANSMISSÃO DO SURTO TORNA MUITO CRÍTICO O EFEITO MULTIPERCURSO. ESTE EFEITO É CONTROLADO A CUSTA DE UM EQUALIZADOR QUE UTILIZA MUITOS BITS ADICIONAIS AOS DE INFORMAÇÃO. ISTO FAZ AUMENTAR O OVERHEAD DA TRANSMISSÃO. A PALAVRA DE TREINAMENTO POSSUI 200 BITS.

13 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D PARA A MESMA FAIXA ESPECTRAL OCUPADA, ELE POSSUI DUAS VEZES E MEIA MENOS CANAIS QUE O TDMA AMERICANO. ISTO FICA PARCIALMENTE COMPENSADO PELA UTILIZAÇÃO DE CLUSTER DE 4 CÉLULAS, QUE ACARRETA MAIS CANAIS POR CÉLULA. NÃO HÁ MELHORIA DE TRÁFEGO OFERECIDO, EM UM SISTEMA MISTO AMPS - GSM, NA FAIXA UHF DO CELULAR. ISTO SE DEVE À NECESSIDADE DE SE MANTER CLUSTERS DE 7 PARA SE TER COMPATIBILIDADE COM AS INSTALAÇÕES DO SISTEMA AMPS. DESVANTAGENS DO GSM (continuação )

14 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D VANTAGENS DO GSM SE FOREM ALOCADOS TODOS OS TIME SLOTS PARA UM MESMO USUÁRIO ELE TERÁ, À SUA DISPOSIÇÃO, A TAXA DE 270 kbit/s PARA DADOS OU MESMO RDSI. SUAS INTERFACES SÃO ABERTAS. EXISTE COMPATIBILIDADE TOTAL ENTRE EQUIPAMENTOS E SOFTWARES PROVENIENTES DE DIFERENTES FORNECEDORES. COM FREQUENCY HOPPING ELE FICA BASTANTE ROBUSTO CONTRA INTERFERÊNCIAS. DESTA MANEIRA SEUS CANAIS PODEM SER DISTRIBUIDOS EM CLUSTERS DE 4. ISTO AUMENTA A QUANTIDADE DE CANAIS POR CÉLULA. ATUALMENTE É O SISTEMA CELULAR DIGITAL, BEM SUCEDIDO, MAIS AMADURECIDO.

15 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D PADRÃO TDMA IS-136

16 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D TIPOS DE CANAIS DE INFORMAÇÕES

17 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D DA MESMA FORMA QUE O AMPS, O TDMA IS-136 POSSUI DOIS TIPOS DE CANAIS DE INFORMAÇÃO: - CANAL DE CONTROLE: DIGITAL CONTROL CHANNEL - CANAL DE TRÁFEGO: DIGITAL TRAFIC CHANNEL ELES TÊM A MESMA FUNÇÃO DOS CANAIS DE CONTROLE E DE TRÁFEGO DO SISTEMA ANALÓGICO AMPS.

18 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D voz voz voz voz voz voz TDMA - IS-136 OU IS-54 f1f1 f2f2 tempo Time Slot - TS voz voz voz voz voz voz SEQÜÊNCIA DOS CANAIS DE VOZ EM CADA PORTADORA QUADRO DO TDMA - 6 TIME SLOTS

19 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D FUNÇÕES DOS CAMPOS QUE COMPÕEM OS SURTOS ( BURSTS ) DA TRANSMISSÃO DIRETA (FORWARD ) DO CANAL DIGITAL DE TRÁFEGO - DTCH

20 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D CONTEÚDO DOS SURTOS DO CANAL DE TRÁFEGO DA TRANSMISSÃO DIRETA è 324 bits SYNC SACCH DATA CDVCC DATA RSVD CDL

21 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D è SYNC = Palavra de sincronismo. Indica o início do surto. Também serve como palavra de treinamento para a equalização do espalhamento causado pelo multipercurso. SYNC SACCH DATA CDVCC DATA RSVD CDL

22 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D SYNC SACCH DATA CDVCC DATA RSVD CDL è SACCH - ( Slow Associate Control Channel ) Sua taxa digital média resulta em 600 bps. É usado para transmitir algumas informações lentas de controle.

23 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D è DATA - Dados do usuário (voz) : Transmite 260 bits em cada surto, ou seja, 520 bits em cada quadro TDMA. Resulta a taxa média de 13 kbps. Os 260 bits do time slot incluem os bits de redundância para a correção de erros. è RSVD - Reservado SYNC SACCH DATA CDVCC DATA RSVD CDL

24 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D è Fast Associated Control Channel è O FACCH toma o lugar dos blocos de dados do usuário sempre que o sistema julgar necessário è Utilizado para mensagens urgentes como no handoff è Portanto, sua sinalização é do tipo blank and burst similar a utilizada no canal de voz do AMPS SYNC SACCH FACCH CDVCC FACCH RSVD CDL

25 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D è CDVCC: Coded Digital Verification Color Code è CDVCC tem função equivalente ao SAT no sistema analógico è A EM sempre transpõe o CDVCC recebido no enlace direto para o enlace reverso. SYNC SACCH DATA CDVCC DATA RSVD CDL

26 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D frequência f CDVCC 1 frequência f CDVCC 2 frequência f CDVCC 3 Evita a recepção cocanal de clusters vizinhos SYNC SACCH DATA CDVCC DATA RSVD CDL

27 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D è Coded Digital Control Channel Locator è Provê informações que podem ser usadas pela EM para localizar a posição do Canal de Controle Digital (DCCH) utilizado naquele setor. è Durante a inicialização, o receptor da EM se sintoniza em qualquer canal de tráfego forte. O campo CDL informa a localização do DCCH alocado para o setor correspondente. setor. SYNC SACCH DATA CDVCC DATA RSVD CDL

28 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D FUNÇÕES DOS CAMPOS QUE COMPÕEM OS SURTOS DA TRANSMISSÃO REVERSA

29 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D G R DATA SYNC DATA SACCH CDVCC DATA CONTEÚDO DOS SURTOS DO CANAL DE TRÁFEGO DA TRANSMISSÃO REVERSA 324 bits

30 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D G R DATA SYNC DATA SACCH CDVCC DATA GUARD TIME - G è É um intervalo em que não se transmite sinal digital. è Quando há atrasos, no percurso, o guard time evita a superposição do início do surto com o final do surto anterior. è Sua duração é eqüivalente a 6 bits.

31 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D G R DATA SYNC DATA SACCH CDVCC DATA RAMP TIME - R è É um intervalo onde, também, não se transmite sinal digital. è O transmissor é ligado no início desse intervalo. Entretanto ele leva algum tempo para adquirir a plena potência de saída. è Por isto é necessário o intervalo R para assegurar que o sinal de informação será transmitido com plena potência. Sua duração é eqüivalente, também, a 6 bits.

32 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D G R DATA SYNC DATA SACCH CDVCC DATA DEMAIS CAMPOS DO SURTO REVERSO è Os campos restantes seguem as mesmas análises realizadas para a transmissão direta. è No caso da transmissão direta, o transmissor está sempre ligado por isto não necessita G e R. Na realidade, a transmissão direta é classificada como sendo um TDM ( Time Division Multiplex ) G R FACCH SYNC FACCH SACCH CDVCC FACCH

33 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D CONTROLE DE POSIÇÃO DOS SURTOS

34 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D Alinhamento temporal Duração do Time Slot = Surto do Time slot 0 Surto do Time slot 1 Surto do Time slot 2 Duração do surto

35 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D è A parte crítica do TDMA está no uplink. As EM transmitem surtos de sinal que não devem se sobrepor mesmo que parcialmente. è As EM situadas a distâncias diferentes da ERB apresentam atrasos de propagação proporcionais à distância è Se não houver um controle dos instantes de transmissão das EM, pode ocorrer, na ERB, sobreposição de surtos vindos de diferentes EM Alinhamento temporal (continuação )

36 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D Sobreposição ou folga entre surtos Surto do Time slot 0 Surto do Time slot 1 Surto do Time slot 2 FOLGA SOBREPOSIÇÃO Time slot 0 Time slot 1 Time slot 2

37 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D è ASSIM QUE A ESTAÇÃO MÓVEL ( EM ) RECEBE A ORDEM PARA SE ALOCAR EM UM CANAL DE TRÁFEGO, ELA SE SINTONIZA NA FREQÜÊNCIA DESSE CANAL E PASSA A ENVIAR SURTOS DE INFORMAÇÃO NO TIME SLOT (TS) DESIGNADO. è ENTRETANTO, OS SURTOS INICIAIS SÃO MAIS CURTOS. ELES POSSUEM 44 BITS A MENOS QUE UM SURTO NORMAL. POR ISTO, ESTE TIPO DE SURTO, É CHAMADO SHORTENED BURST. SURTO NORMAL SHORTENED BURST ALINHAMENTO DO SURTO DIGITAL NO TIME SLOT

38 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D è ESSE SURTO, ENCURTADO, É TRANSMITIDO DE MANEIRA A CAIR NA REGIÃO CENTRAL DO TIME-SLOT DESIGNADO. è QUANDO A ERB RECEBE ESSE SURTO CURTO ELA PASSA A COMANDAR ADIANTAMENTOS DE TAL FORMA QUE ELE ACABA SE ALINHANDO NO COMEÇO DO TIME SLOT. è QUANDO ESTE ALINHAMENTO É COMPLETADO, A ERB ENVIA A PERMISSÃO PARA QUE A EM PASSE A ENVIAR O SURTO DE COMPRIMENTO NORMAL. è DURANTE A CONVERSAÇÃO, O CONTROLE DE POSIÇÃO CONTINUA ACONTECENDO PARA QUE O ALINHAMENTO SEJA MANTIDO. 1a. fase 2a. fase 3a. fase ALINHAMENTO DO SURTO DIGITAL NO TIME SLOT ( continuação )

39 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D IS CANAL DE CONTROLE ( Digital Control Channel - DCCH )

40 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D DIGITAL CONTROL CHANNEL DCCH Nos canais de controle, as informações principais que trafegam são: è ERB EM: informações de sistema e paging è EM ERB: informações do acesso coordenado

41 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D DCCH è O DCCH é definido por um par de TS, em cada quadro, numa frequência que também contém canais de tráfego nos outros quatro TS do quadro. è Os DCCHs não estão restritos à posição dos 21 canais de controle analógicos, mas podem se situar em qualquer lugar da banda utilizada TS

42 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D Exemplo de alocação de canais num setor DCCH DTCH DTCH DTCH DTCH DTCH AVCH ACCH 1 par de TS - por quadro: TS-1 e TS-4 t

43 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D Conteúdo do Surto do DCCH Direto è sync: sincronismo e temporização è SCF: Shared Channel Feedback è CSFP: Coded Superframe Phase è RSVD: reservado SYNC SCF DATA CSFP DATA SCF RSVD

44 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D Canal digital Codificação da Voz Codificação Convolucional Cifragem Modulação /4 DQPSK Decodificação da Voz Decodificação Convolucional Decifragem Delay Equalization Demodulação Voz Multiplex and Burst Building Interleaving De-Multiplex 8 kbits 13 kbits 46,8 kbits BW=30 kHz De-Interleaving

45 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO DO ACESSO CDMA

46 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D O CODED DIVISION MULTIPLE ACCESS - CDMA, É UM PROCESSO DE COMUNICAÇÃO EM QUE TODOS OS CANAIS SÃO TRANSMITIDOS NA MESMA PORTADORA E AO MESMO TEMPO.

47 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D DIAGRAMAS BÁSICOS DA TRANSMISSÃO E RECEPÇÃO CDMA POR SEQÜÊNCIA DIRETA

48 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D

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51 ESPALHAMENTO ESPECTRAL E DESESPALHAMENTO SELETIVO

52 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D

53 COMUNICAÇÃO SPREAD SPECTRUM

54 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D

55 AQUISIÇÃO DE SINCRONISMO

56 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D

57 TRANSCEPTOR CDMA

58 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D TRANSCEPTOR CDMA

59 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D DETERMINAÇÃO DA QUANTIDADE MÁXIMA DE CANAIS DE INFORMAÇÃO

60 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D CÁLCULO DO NÚMERO DE USUÁRIOS SIMULTÂNEOS

61 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D CÁLCULO DO NÚMERO DE USUÁRIOS SIMULTÂNEOS ( continuação )

62 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D CÁLCULO DO NÚMERO DE USUÁRIOS SIMULTÂNEOS ( continuação ) PARA O CASO DO PADRÃO IS-95, ONDE SE TEM: RESULTA:

63 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D SISTEMA CELULAR CDMA, PADRÃO IS - 95

64 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS

65 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D ESTE TIPO DE CDMA FOI CONCEBIDO POR UMA EMPRESA AMERICANA DENOMINADA QUALCOMM O NOME IS-95 FOI DADO PELA CELLULAR TELECOM. INDUSTRIES ASSOCIATION - CTIA. NESSE SISTEMA, TODAS AS CÉLULAS OPERAM NA MESMA FREQÜÊNCIA. PORTANTO SE DIZ QUE O FATOR DE REUSO É IGUAL A UM.

66 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D CDMA AMERICANO - PADRÃO IS-95 LARGURA DE FAIXA DO SINAL ESPALHADO: Bw = 1,23 MHz TAXA DE VOZ: R = 9,6 kbit/s QUANTIDADE DE CANAIS POR SETOR: M = 18 RESULTA 9 VEZES MAIS CANAIS POR SETOR DO QUE PROPICIARIA O AMPS, SUPONDO UMA FAIXA DE 1,23 MHz. NA FAIXA DE 12,5 MHz PODEM SER ALOCADAS, PELO MENOS, 8 PORTADORAS CDMA, CADA UMA FORNECENDO 18 CANAIS DE VOZ PARA CADA SETOR.

67 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D CONTROLE DE POTÊNCIA

68 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D P 1 P 2 P 3 P P P NECESSIDADE DA IGUALDADE DAS POTÊNCIAS RECEBIDAS EM CDMA A MAIOR QUANTIDADE DE USUÁRIOS ACONTECE QUANDO CHEGAM POTÊNCIAS IGUAIS NO RECEPTOR DA ERB. ISTO SE CONSEGUE UTILIZANDO UM CONTROLE AUTOMÁTICO DAS POTÊNCIAS TRANSMITIDAS PELOS TERMINAIS MÓVEIS

69 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D RAKE RECEIVER

70 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D RAKE: PALAVRA DA LINGUA INGLESA QUE SIGNIFICA ANCINHO. NOS PAÍSES DE CLIMA TEMPERADO, NO OUTONO, AS FOLHAS SE DESPRENDEM DAS ÁRVORES E SE ESPARRAMAM NO SOLO. O ANCINHO É USADO PARA AJUNTAR ESSAS FOLHAS FORMANDO UM ÚNICO MONTE. O RECEPTOR RAKE AJUNTA OS DIVERSOS PULSOS DE DADOS QUE CHEGAM EM TEMPOS DIFERENTES ATRAVÉS DOS MULTIPERCURSOS. COM ISTO, TEM SE UM ÚNICO PULSO COM MAIOR INTENSIDADE. RECEPTOR RAKE

71 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D RECEPTOR RAKE: DIAGRAMA BÁSICO

72 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D SOFT HAND OFF

73 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D SOFT HANDOFF

74 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D SOFT HAND OFF - TRANSMISSÃO FORWARD (continuação) VAMOS SUPOR QUE O MÓVEL ESTÁ RECEBENDO UM CANAL DE TRÁFEGO PROVENIENTE DO SETOR P 1, DA CÉLULA P. PARA ISTO ELE UTILIZA OS TRÊS FINGERS DO RAKE RECEIVER. O QUARTO FINGER, DENOMINADO SEARCHER (PROCURADOR), FICA VARRENDO OS CANAIS DOS SETORES DAS CÉLULAS VIZINHAS E MEDINDO SUAS INTENSIDADES. QUANDO A INTENSIDADE, DE UM DESSES CANAIS, ESTÁ ACIMA DE UM DETERMINADO LIMIAR, O MÓVEL TRANSMITE, PARA SUA ERB P, ESTA INFORMAÇÃO. PARA ISTO ELE USA O PRÓPRIO CANAL REVERSO DE TRÁFEGO, ONDE SE PROCESSA SUA CONVERSAÇÃO. A ERB P RETRANSMITE, ESSA INFORMAÇÃO, PARA A CCC. SEJA Q 2, O SETOR DA CÉLULA VIZINHA Q ONDE, O SEARCHER, ENCONTROU O CANAL DE SINAL FORTE.

75 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D A CCC VERIFICA SE HÁ CANAL VAGO NO SETOR Q 2 DA CÉLULA Q. CASO A RESPOSTA SEJA AFIRMATIVA, O TERMINAL MÓVEL RECEBE UM COMANDO, ATRAVEZ DE SEU CANAL FORWARD DE TRÁFEGO. ESTE COMANDO INFORMA QUAL A SEQÜÊNCIA, PSEUDO-ALEATÓRIA, QUE ELE DEVE USAR PARA RECEBER, TAMBÉM, A MESMA CONVERSAÇÃO, ATRAVEZ DO SETOR Q 2. AO MESMO TEMPO A CCC ENCAMINHA, PARALELAMENTE, A CONVERSAÇÃO, DO ASSINANTE FIXO, PARA O SETOR Q 2 DA ERB Q. NO TERMINAL MÓVEL, UM DOS TRÊS FINGERS DO RAKE RECEIVER ADQUIRE A SEQÜÊNCIA DO SETOR Q 2, E PASSA A RECEBER A CONVERSAÇÃO VIA ESTE SETOR Q 2. OS DEMAIS FINGERS CONTINUAM RECEBENDO A CONVERSAÇÃO VIA P 1. APÓS A DEMODULAÇÃO, OS SINAIS SÃO SOMADOS, DE TAL MODO QUE É PRODUZIDO UM NÍVEL REFORÇADO. SOFT HAND OFF - TRANSMISSÃO FORWARD (continuação)

76 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D TÉRMINO DO SOFT HAND OFF QUANDO, FINALMENTE, O SEARCHER VERIFICA QUE O NIVEL DO CANAL DO SETOR ORIGINAL P 1 CAIU ABAIXO DE UM OUTRO DETERMINADO LIMIAR, A CCC COMANDA A ERB P PARA CESSAR A TRANSMISSÃO NAQUELE CANAL. NESTA SITUAÇÃO, OS DEMAIS FINGERS DO RAKE RECEIVER PASSAM A RECEBER SINAL ATRAVEZ DO NOVO SETOR Q 2.

77 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D SINCRONISMO DAS ERBS

78 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D SINCRONISMO DAS ERBS POR MEIO DO GPS O CDMA IS-95 NECESSITA QUE AS ERBS ESTEJAM SINCRONIZADAS. ISTO SE CONSEGUE POR MEIO DOS SATÉLITES DO GPS.

79 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D GPS - GLOBAL POSITIONING SYSTEM. SISTEMA NAVISTAR É UMA CONSTELAÇÃO DE 24 SATÉLITES DE ÓRBITAS CIRCULARES. SITUADOS A km DE ALTURA PERÍODO DAS ÓRBITAS: 12 horas EM QUALQUER REGIÃO TERRESTRE, PELO MENOS 4 SATÉLITES PODEM SER VISTOS SIMULTANEAMENTE.

80 D i r e i t o s R e s e r v a d o s a o C P q D O GPS TRABALHA NAS FREQÜÊNCIAS 1.227,6 E 1.575,42 MHz ELE FORNECE PARA A ERB UMA FREQÜÊNCIA PADRÃO ULTRA ESTÁVEL: 19,6608 MhZ A ANTENA RECEPTORA DEVE ESTAR, O MAIS POSSÍVEL, DESOBSTRUIDA. QUALQUER OBSTÁCULO BLOQUEANDO A VISÃO DO HEMISFÉRIO, ( POR EXEMPLO EDIFÍCIOS ALTOS ), PODE PREJUDICAR O BOM FUNCIONAMENTO DO SISTEMA. O GPS TAMBÉM TRABALHA EM ESPECTRO ESPALHADO POR SEQÜÊNCIA DIRETA, POSSUINDO UMA CERTA ROBUSTEZ CONTRA AS INTERFERÊNCIAS PROVOCADAS PELOS SINAIS TERRESTRES. CARACTERÍSTICAS DO GPS


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