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Produção de Energia Fabio Correa Leite Treinamento – 3,4 e 5 de novembro de 2004 Araçatuba - SP Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional.

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2 Produção de Energia Fabio Correa Leite Treinamento – 3,4 e 5 de novembro de 2004 Araçatuba - SP Novos Instrumentos de Planejamento Energético Regional visando o Desenvolvimento Sustentável

3 Produção de Energia Fábio Correa Leite 2 de xy Produção de Energia Geração de Energia Tipos de geração de energia elétrica Tecnologias Impactos ambientais e Aspectos econômicos de se produzir energia através de diferentes fontes

4 Produção de Energia Fábio Correa Leite 3 de xy Tipos de Geração de Energia Centrais Termelétricas O funcionamento das termelétricas se dá pela conversão de energia térmica em mecânica, e desta em energia elétrica. Dois tipos de combustão utilizados: o de combustão externa, (Ex.: termelétricas a vapor), e o de combustão interna, (Ex.: turbinas a gás, e máquinas térmicas a pistão). Cogeração Os combustíveis mais utilizados nas centrais a vapor são: óleo, carvão, biomassa e derivados do petróleo, já nas centrais a gás são:o gás natural e o óleo diesel. Nesta sessão trataremos apenas das centrais que utilizam combustíveis fosseis.

5 Produção de Energia Fábio Correa Leite 4 de xy Sistemas de Cogeração Topping Cycle System Nos sistemas tipo "topping cycle" o energético, gás natural por exemplo, é utilizado inicialmente na produção de energia elétrica ou mecânica em turbinas ou motores à gás e o calor rejeitado é recuperado para o sistema térmico. Centrais Termelétricas

6 Produção de Energia Fábio Correa Leite 5 de xy Sistemas de Cogeração Bottoming Cycle System Nos sistemas com "bottoming cycle" o energético produz primeiramente vapor, que utilizado para produção de energia mecânica e/ou elétrica em turbinas a vapor, é depois repassado ao processo. Centrais Termelétricas

7 Produção de Energia Fábio Correa Leite 6 de xy Motores Alternativos de Combustão Interna Diesel, Gás Natural (Otto e Diesel) Centrais Termelétricas

8 Produção de Energia Fábio Correa Leite 7 de xy Motores a Combustão Centrais Termelétricas

9 Produção de Energia Fábio Correa Leite 8 de xy Motores a Combustão Em geral apresentam uma eficiência maior do que as turbinas à gás. Os motores são altamente duráveis e confiáveis, mas apresentam altos custos de combustível e manutenção, especialmente o Diesel. Possuem uma ampla faixa de potências podendo ir de dezenas de kW à motores da ordem de 6 MW Alguns motores são bi-combustível, podendo operar com GN e Diesel Centrais Termelétricas

10 Produção de Energia Fábio Correa Leite 9 de xy Turbinas a Vapor Centrais Termelétricas

11 Produção de Energia Fábio Correa Leite 10 de xy Turbinas a Gás Centrais Termelétricas

12 Produção de Energia Fábio Correa Leite 11 de xy Microturbinas a Gás Alta versatilidade e rápida implantação (quase imediata) Alta confiabilidade Baixas emissões e ruído Ampla faixa de potências: de 10 kVA a 1MVA Aprox. US$ 1500,00 / kW Centrais Termelétricas

13 Produção de Energia Fábio Correa Leite 12 de xy Microturbinas a Gás Centrais Termelétricas

14 Produção de Energia Fábio Correa Leite 13 de xy Mais "adequadas" à operação na ponta. Faixa típica de Potências: Chega-se até: 334 MW, Heat Rate = 8360 BTU/kWh (Mitsubishi) Potências na faixa de 22 MW (a 380 US$/kW) a 271 MW (a 183 US$/kW) Os custos ficam na faixa de 180 a 404 US$/kW Centrais Termelétricas

15 Produção de Energia Fábio Correa Leite 14 de xy Quadro Comparativo Centrais Termelétricas

16 Produção de Energia Fábio Correa Leite 15 de xy Ciclo Combinado Centrais Termelétricas

17 Produção de Energia Fábio Correa Leite 16 de xy Primeiro na matriz energética mundial, baixo custo e uma ampla utilização. Oriente Médio possui mais de 60% da produção mundial, já no mercado importador se destaca os EUA – 50% do petróleo mundial. Produção de energia elétrica: 20% do consumo de petróleo mundial /alternativa: gás natural Petróleo e seus Derivados

18 Produção de Energia Fábio Correa Leite 17 de xy Produção de combustíveis para o transporte: a gasolina e o óleo diesel O principal meio de produção destes combustíveis são as refinarias de petróleo, que sintetizam os diversos derivados do petróleo, produzindo, assim, uma grande variedade de produtos, dentre eles a gasolina (além de querosene, óleo diesel, dentre muitos outros). No Brasil, a produção petrolífera vem crescendo muito nos últimos anos, existem estimativas da possibilidade do país se tornar auto suficiente na produção de petróleo até o ano de O processo de refino de petróleo no Brasil é realizado em sua maior parte pela Petrobrás, sendo que ela possui quatorze grandes refinarias (11 integrais no Brasil, 2 na Bolívia e 1 na Argentina). O rendimento médio das refinarias de petróleo brasileiras é de milhão de barris de petróleo bruto por dia. Petróleo e seus Derivados

19 Produção de Energia Fábio Correa Leite 18 de xy CADEIA PRODUTIVA DO SETOR PETRÓLEO Petróleo e seus Derivados

20 Produção de Energia Fábio Correa Leite 19 de xy Segundo lugar na matriz energética mundial, devido principalmente ao seu baixo custo. Os principais mercados exportadores são os EUA (21%), a Austrália (37%) e a África do Sul (15%). A metade da produção mundial de carvão tem como finalidade a produção de energia elétrica. No Brasil a participação do carvão na geração de energia elétrica é reduzida, isso se deve a pouca ocorrência desse insumo no território nacional e a pobreza do carvão disponível (baixo teor calórico), as usinas mais significativas encontram-se no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Carvão Mineral

21 Produção de Energia Fábio Correa Leite 20 de xy MERCADO É o terceiro lugar na matriz energética mundial. Aproximadamente 13% das termelétricas mundiais são abastecidas com gás natural, e essas são responsáveis por 3% da produção de energia primaria do mundo. Os EUA, o Canadá e a ex-URSS são os maiores produtores de gás natural, sendo que os maiores mercados importadores são novamente os EUA e a Europa Ocidental. No Brasil, o crescimento do uso do gás natural parece limitado a investimentos que aumentem a rede de distribuição pelo país, sua aplicação mais imediata se dá pelo uso do gasoduto Brasil-Bolívia, além do uso do gás da Argentina através de interconexão elétrica. Gás Natural

22 Produção de Energia Fábio Correa Leite 21 de xy Pode estar ou não associado ao petróleo. É predominantemente por metano apresenta baixos teores de contaminantes, como o nitrogênio, o dióxido de carbono, a água e compostos de enxofre. A exploração, primeiro elo da indústria de petróleo e gás natural, está dividida basicamente em pesquisa e perfuração. Depois de confirmada a existência de petróleo e gás natural, inicia-se a fase de desenvolvimento e produção. Até este ponto as indústrias de petróleo e gás natural caminham juntas. Nas unidades de produção, parte do gás é utilizada como gás lift para reduzir a densidade do petróleo facilitando sua extração e parte é reinjetada com duas finalidades: recuperação secundária (que aumenta a pressão interna do reservatório) ou armazenamento em poços de gás não associado. Gás Natural

23 Produção de Energia Fábio Correa Leite 22 de xy O restante pode ser: consumido internamente na geração de eletricidade e vapor; queimado em flares, caso não haja infra- estrutura suficiente que permita seu aproveitamento e; escoada para Unidades de Processamento de Gás Natural (UPGN) ou diretamente consumidas. Nas UPGN's, ocorre a separação das frações mais leves do gás natural e obtêm-se o gás natural seco (metano e etano), o Gás Liqüefeito de Petróleo - GLP (propano e butano) e a gasolina natural (pentano e superiores). Gás Natural

24 Produção de Energia Fábio Correa Leite 23 de xy CADEIA PRODUTIVA DO SETOR DE GÁS NATURAL Gás Natural

25 Produção de Energia Fábio Correa Leite 24 de xy As centrais hidrelétricas podem ser classificadas em: Centrais a fio dágua: capacidade de armazenamento pequena e, em geral, dispõem somente da vazão natural do curso de água para gerarem energia; Centrais de acumulação: reservatórios de água são plurianuais; Centrais com armazenamento por bombeamento ou com reversão. Centrais Hidrelétricas

26 Produção de Energia Fábio Correa Leite 25 de xy Além disso se dividem em três grupos: as Grandes Centrais Hidrelétricas, as Médias Centrais e as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). A produção total de energia elétrica brasileira é da ordem de 95% (a maior usina hidrelétrica brasileira é a de Itaipu, que tem capacidade para gerar 12,6MW). Porém essa dependência das usinas hidrelétricas causou grandes problemas no ano de 2001 no setor elétrico brasileiro, devido a um período com menos chuvas e face ao aumento do consumo (além de outros fatores). Centrais Hidrelétricas

27 Produção de Energia Fábio Correa Leite 26 de xy Produção, capacidade instalada e capacidade em instalação de usinas hidrelétricas no mundo Centrais Hidrelétricas

28 Produção de Energia Fábio Correa Leite 27 de xy Principais hidrelétricas brasileiras e a produção total do país. Centrais Hidrelétricas 18 Bi US$ em dívidas! Atraso de anos para início de operação!

29 Produção de Energia Fábio Correa Leite 28 de xy Participação pequena na matriz energética mundial. Pode ser produzida a partir do uso do etanol, do bagaço de cana, do carvão vegetal, do óleo vegetal, da lenha, da beterraba, do arroz, entre outros. Nos EUA a biomassa representa 4% da energia primaria usada no país, enquanto no Zimbábue é de 40%. No Brasil o uso de biomassa é principalmente dado pelo álcool veicular. Atualmente, existem pouco mais de 300 centrais elétricas de biomassa no território brasileiro, a grande maioria pequenas. O bagaço de cana é o que apresenta maior potencial para geração de energia elétrica: o período de safra coincide com o período seco das centrais hidrelétricas. Centrais de Biomassa

30 Produção de Energia Fábio Correa Leite 29 de xy Briquetes de madeira Centrais de Biomassa

31 Produção de Energia Fábio Correa Leite 30 de xy Grande safra agrícola permite o uso de resíduos para a geração distribuída. A tecnologia já é matura, sendo boa parte nacionalizada. Centrais de Biomassa

32 Produção de Energia Fábio Correa Leite 31 de xy A produção de energia elétrica a partir da energia solar pode ser dividida em dois tipos principais: Sistemas fotovoltaicos autônomos; Sistemas termo-solares: utilizada para produzir vapor. O Brasil possui um ótimo índice de radiação solar, principalmente no Nordeste. Alguns países têm programas para aumentar a produção de energia solar, tais como Japão, EUA, Alemanha, Itália, Indonésia, Índia, África do Sul, entre outros No Brasil, o aproveitamento da energia solar é pequeno. O principal motivo é o alto custo inicial para a implantação, além do alto custo da manutenção. Centrais a Energia Solar

33 Produção de Energia Fábio Correa Leite 32 de xy Exemplos de Utilização da Energia Solar Fotovoltaica Centrais a Energia Solar

34 Produção de Energia Fábio Correa Leite 33 de xy Centrais a Energia Solar

35 Produção de Energia Fábio Correa Leite 34 de xy Geração Termo - Solar Centrais a Energia Solar

36 Produção de Energia Fábio Correa Leite 35 de xy O conhecimento da velocidade média do vento é de fundamental importância para a estimativa de energia a ser gerada em uma região (potência é função do cubo da velocidade) A eletricidade gerada pela força dos ventos pode ser estimada em 24 Terawatts-hora em No Brasil a produção de energia eólica é pequena, a produção total de energia eólica no país é de 20,3 MW. Centrais Eólicas

37 Produção de Energia Fábio Correa Leite 36 de xy. Potência eólica instalada em 1997 e 1998 (megawatts) - Alguns países Centrais Eólicas UE MW operativos em 2002

38 Produção de Energia Fábio Correa Leite 37 de xy Exemplos de Utilização da Energia Eólica Centrais Eólicas

39 Produção de Energia Fábio Correa Leite 38 de xy Cerca de 16% da energia elétrica mundial sendo os principais produtores: USA, a ex-URSS e os países Europeus. No Brasil Angra I (1982) MW, e Angra II (2000)-1300 MW, possibilidade de Angra III A contribuição total da energia nuclear no sistema energético brasileiro totaliza 1,3% do total, pouco se observado o fato de que o Brasil possui a sexta maior reserva de urânio do mundo. Centrais Nucleares

40 Produção de Energia Fábio Correa Leite 39 de xy Reatores a água leve: mais de 75% das usinas nucleares (inclusive Angra I), econômico seguro e confiável, até 900 MWe; Reatores a água pesada: 8% das usinas nucleares, econômicos, seguros e confiáveis, até 900 MWe; Reatores a gás: Esses reatores tem sido abandonados nos últimos anos em favor dos PWRs (Pressurized Water Reactor) devido a fatores econômicos dentre outros; Reatores refrigerados a metal liquido/Reatores super regenerados rápidos: esse tipo de reator não obteve o sucesso esperado devido aos recursos de urânio se mostrarem econômicos a curto e médio prazo. No entanto devido ao maior rendimento dessa tecnologia, ela tem grandes chances de ser mais aproveitada no futuro quando os recursos de urânio não forem tão grandes.. Centrais Nucleares

41 Produção de Energia Fábio Correa Leite 40 de xy Centrais Nucleares

42 Produção de Energia Fábio Correa Leite 41 de xy Pode ser feita de quatro maneiras: Energia hidrotérmica: reservatórios de água quente e/ou vapor aprisionados entre rochas e sedimentos da crosta terrestre são utilizados para produção de calor; Rocha quente e seca: um poço profundo é perfurado e a água é injetada retirando-a aquecida de um outro poço de retorno; Reservatórios geopressurizados: contém uma mistura de água e metano completamente saturada e sob uma pressão elevada; Magma: em certas regiões pode-se extrair calor do magma injetando-se água nesse magma criando uma espécie de buraco trocador de calor. Os principais produtores são os USA (2 850 MW), as Filipinas (1848 MW), a Itália (769 MW), o México (743 MW), a Indonésia (590 MW) e o Japão (530 MW). Centrais Geotérmicas

43 Produção de Energia Fábio Correa Leite 42 de xy Centrais Geotérmicas

44 Produção de Energia Fábio Correa Leite 43 de xy Energia das Marés A energia das marés tem como origem o enchimento e esvaziamento alternados das baias e estuários, podendo ser utilizada para geração de energia elétrica, tendo que existir para isso condições que façam com que o nível da água suba consideravelmente durante a maré cheia. Usinas reversíveis podem ser usadas para bombear a água do mar para a baia ou vice e versa dependendo do tipo de usina. Energia das Ondas As ondas apresentam energia cinética, o aumento da altura e do período das ondas e, conseqüentemente, dos níveis de energia, depende da faixa da superfície do mar sobre o qual o vento sopra, e de sua duração e intensidade. Também influem sobre a formação das ondas os fenômenos de marés, as diferenças de pressão atmosférica, abalos sísmicos, salinidade e temperatura da água. Utilização da Energia dos Oceanos

45 Produção de Energia Fábio Correa Leite 44 de xy Energia do Gradiente Térmico Os oceanos apresentam diferenças de temperatura em profundidades diferentes, isso pode ser aproveitado para geração de energia elétrica. Como a eficiência dessa operação é baixa é necessário que haja gradientes de no mínimo 200°C. Os custos para esse tipo de operação são altos, pois a planta requer uma grande tubulação para trazer a água fria das profundezas do oceano para a superfície, isso torna a implantação desse tipo de central menos atraente. Utilização da Energia dos Oceanos

46 Produção de Energia Fábio Correa Leite 45 de xy OTEC- Ocean Thermal Energy conversion Utilização da Energia dos Oceanos

47 Produção de Energia Fábio Correa Leite 46 de xy A tabela abaixo contém dados sobre a geração de energia elétrica no Brasil em 2001 e uma projeção para Produção de energia elétrica brasileira (GW). Geração de Energia Elétrica no Brasil

48 Produção de Energia Fábio Correa Leite 47 de xy Petróleo: emissão de gases do efeito estufa, chuva ácida. Dentre os poluentes emitidos pela utilização do petróleo estão: o CO 2, o CO, e o SO 2, MP; Carvão: grandes emissões de NO x, SO x, e CO 2, efeito estufa, chuvas ácidas, além de outros; Gás natural: menores emissões de gases poluentes, principalmente o CO 2. Alto custo inicial para a construção de uma malha de transporte do gás (gasodutos), o que encarece o produto final em frente ao petróleo e ao carvão mineral; Hidroeletricidade: variam muito com o tamanho e o tipo. As PCHs = impactos muito pequenos. Grandes centrais = impactos maiores: destruição da fauna e da flora pelo alagamento, assoreamento em reservatórios, perdas de recursos minerais. Também não está livre das emissões de gases do efeito estufa; Impactos Ambientais

49 Produção de Energia Fábio Correa Leite 48 de xy Biomassa: é uma fonte renovável (quando manejada adequadamente), e apresenta balanço zero de emissões, não são emitidos NO x, SO x, CO2 é absorvido na fotossíntese Problemas: monocultura (diminui a fertilidade do solo), agrotóxicos, fertilizantes, o transporte requer veículos e infra- estrutura que causam emissões para a atmosfera; Energia eólica: quase total ausência de impactos ambientais. Dentre os possíveis: o ruído, colisão de pássaros (o problema é bem maior em linhas de alta tensão), impacto visual e limitação do uso do espaço ocupado; Energia solar: não apresenta impactos diretos. A produção de painéis solares possui impactos ao ambiente. Há a possibilidade de a energia requerida para se confeccionar um sistema completo ser maior do que a energia produzida por esse sistema em sua vida útil. Impactos Ambientais

50 Produção de Energia Fábio Correa Leite 49 de xy Energia nuclear: não apresenta emissões para atmosfera, mas o processo de enriquecimento do urânio apresenta impactos ambientais. Apesar disso, e excluindo-se os acidentes, a energia nuclear pode ser considerada pouco impactante para a natureza, e por isso deve ser analisada sempre como uma boa alternativa de fonte de energia; Energia geotérmica: temporários, relacionados a perfuração e a exploração, e permanentes, resultantes da manutenção da fonte e operação da fonte de geração: ocupação do solo e impacto estético da mesma, incluindo em alguns casos Plumas, torres de refrigeração, ruídos, liberação de gases poluentes (como H 2 S e CO 2 ) e elementos tóxicos (mercúrio e arsênico) na atmosfera, lixo sólido e deposição de água residual, pequenos tremores de terra e rebaixamento do solo; Impactos Ambientais

51 Produção de Energia Fábio Correa Leite 50 de xy Energia das ondas: o ambiente costeiro pode ser afetado pela modificação do clima das ondas locais, ou seja, a redução de energia das ondas pelos equipamentos podem, em teoria, afetar a densidade e a composição das espécies dos organismos residentes. Mesmo assim a utilização da energia das ondas apresenta bem mais aspectos ambientais positivos do que negativos; OTEC A operação de uma OTEC ocasiona diversos efeitos ambientais, alguns de difícil análise, o grande fluxo de água quente e fria, poderia modificar os padrões locais ou mesmo globais do tempo, embora as evidencias desse fato sejam poucas. Outro problema é o dióxido de carbono contido nas águas profundas do oceano que poderia ser liberado quando bombeado e aquecido no condensador. Uma planta OTEC pode também afetar o ecossistema local devido a mudanças provocadas na temperatura e salinidade da água. Impactos Ambientais

52 Produção de Energia Fábio Correa Leite 51 de xy Energia das marés: O aproveitamento da energia das marés não causa a emissão de poluentes na atmosfera, além do fato de a barragem poder proteger a costa na ocorrência de tempestades marítimas; Impactos Ambientais

53 Produção de Energia Fábio Correa Leite 52 de xy Custos de Produção Custos de Produção com Biomassa Com preços de biomassa girando em torno de 2 US$ o gigajoule, que atualmente podem produzir algo em torno de 40 a 60 megawatts de eletricidade, os custos de produção de energia elétrica utilizando a biomassa como fonte resultam em valores entre 0,05 a 0,06 US$ o kWh. Se esse tipo de produção passar a ser produzido de forma comercial em maiores escalas, seus custos de produção podem cair para algo em torno de 0,04 US$ o kWh, principalmente com tecnologias de eficiência energética maior. Em escalas maiores, mais de 100 megawatts de eletricidade, espera- se que a biomassa compita com combustíveis fósseis em muitas situações no futuro. Custos de Produção de Energia

54 Produção de Energia Fábio Correa Leite 53 de xy Custos de Produção com Energia Eólica investimento inicial, preparação do projeto e infra-estrutura; quantidade de energia gerada: E = b.V 3 kWh por metro quadrado; média da velocidade do vento local: deve exceder 5 m/s; eficiência do sistema: ultrapassa os 96%; vida útil do sistema: entre 15 e 20 anos de vida útil com grande confiabilidade.. Custos de Produção de Energia

55 Produção de Energia Fábio Correa Leite 54 de xy Na Europa, são utilizados os seguintes valores como referencia para esses fatores que compõem os custos em uma usina eólica: investimento inicial, projeto e infraestrutura: 600 US$/m 2 ; lucro: 5%; vida útil econômica: 15 anos; eficiência técnica: 95%; energia gerada anualmente: 3,15 V 3 kWh/m 2 ; O & M: 0,005 US$/kWh. Se a velocidade média do vento for de 5,6-7,5 m/s, os custos correspondentes de geração serão de 0,12 a 0,05 US$ o kWh. Como a geração de energia é proporcional a velocidade média do vento no local ao cubo, os custos podem variar drasticamente de região para região. Custos de Produção de Energia

56 Produção de Energia Fábio Correa Leite 55 de xy Figura 5.1. Desenvolvimento de custos de geração de eletricidade a partir de energia eólica na Dinamarca, entre 1981 e 1997 (US$/kWh) e Reduções potenciais de custos para energia eólica, entre 1997 e 2020 (centavos de dólar por kWh). Custos de Produção de Energia

57 Produção de Energia Fábio Correa Leite 56 de xy Custos de Produção com Sistemas Fotovoltaicos Em 1998 os preços giravam em torno de 3 a 6 US$ por Watt Hoje, preços entre 5 a 10 dólares para sistemas conectados e 8 a 40 dólares para sistemas isolados são bem representativos. Custos possíveis de sistemas fotovoltaicos conectados (US$/W). Custos de Produção de Energia

58 Produção de Energia Fábio Correa Leite 57 de xy Custos de Produção com Sistemas Fotovoltaicos Curva de aprendizado: Custos de Produção de Energia

59 Produção de Energia Fábio Correa Leite 58 de xy Custo Total do Empreendimento (US$/kW) Custo da Energia gerada (US$/MWh) Fator de Capacidade (%)18-22 Fonte: Plano decenal , Eletrobrás Custos de Produção com Energia Fotovoltaica - Brasil Custos de Produção de Energia

60 Produção de Energia Fábio Correa Leite 59 de xy Custos de Produção com Sistemas Termo-Solares Os custos por kW de plantas termo-solares devem cair de US$ o kW a curto prazo (para uma planta de 30 MW) para US$ a longo prazo (para uma planta de 200 MW). Se os custos de eletricidade permanecerem constantes para as fontes tradicionais de energia nos próximos 20 anos, os custos de energia de origem termo-solar podem cair para menos do que a metade dos valores atuais, de 0,14 a 0,18 US$ por kWh, para 0,04 a 0,06 US$ por kWh. Com esses valores existe a possibilidade da energia termo-solar se tornar competitiva com fontes tradicionais, como carvão e gás natural, num horizonte de 20 a 30 anos. Custos de Produção de Energia

61 Produção de Energia Fábio Correa Leite 60 de xy Custos de Produção de Hidroeletricidade Os projetos de usinas hidrelétricas têm demonstrado a tendência de exceder as estimativas de custos iniciais. Uma revisão de 80 hidrelétricas feita pelo Banco Mundial indicou que três quartos dessas usinas demonstravam custos finais superiores aos avaliados inicialmente. Os custos eram pelo menos 25% maiores na metade dos projetos e 50% maiores em mais de 30% dos projetos. As maiores razões para esse fenômeno são os custos adicionais com situações geológicas inesperadas e atrasos no emprego de recursos públicos (as hidrelétricas foram basicamente financiadas por dinheiro publico). No Brasil, essa tendência se confirma, com valores bem variados de custos de produção de energia hidroelétrica nas diversas usinas brasileiras. Custos de Produção de Energia

62 Produção de Energia Fábio Correa Leite 61 de xy Custo Total do Empreendimento (US$/kW) Custo da Energia gerada (US$/MWh) Fator de Capacidade (%)40-70 Fonte: Plano decenal , Eletrobrás Custos de Produção com PCHs - Brasil Custos de Produção de Energia

63 Produção de Energia Fábio Correa Leite 62 de xy Custos de Produção da Energia dos Oceanos Devido a pequena experiência com a energia dos oceanos, é difícil saber atualmente o quanto econômica seria a produção desse tipo de energia em um estagio maduro. Existe experiência com energia das marés, mas ainda não são suficientes para darem dados mais consistentes. Na tabela a seguir é dada uma visão geral e aproximada da custos com os diversos usos de energia dos oceanos. Custos de Produção de Energia

64 Produção de Energia Fábio Correa Leite 63 de xy Estágio do uso de energia dos oceanos e seus custos. Custos de Produção de Energia


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