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Web Services aplicado à Computação em Grade

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Apresentação em tema: "Web Services aplicado à Computação em Grade"— Transcrição da apresentação:

1 Web Services aplicado à Computação em Grade
Disciplina Engenharia de Redes Professor: Dr. Michael Stanton Aluno: Marcio Belo Dezembro de 2003

2 Roteiro Introdução Web Services Computação em Grade OGSA
XML, SOAP, WSDL, UDDI Computação em Grade OGSA Uso de Web Services no OGSA Conclusão

3 Introdução Web Services: tecnologia emergente para o problema de RPC
Computação em Grade: potencializar o uso de computadores ligados em rede OGSA: padronização para ambientes em grade Web Services (...): RPC – Remote Procedure Call, mecanismo essencial para sistemas distribuídos; Computação em Grade (...): processo natural da descentralização da computação; OGSA (...): uso intensivo de Web Services como mecanismo de troca de mensagens;

4 Web Services (1) Mecanismo de RPC Proposta aberta mantida pela W3C
Totalmente baseado em padrões abertos HTTP, TCP/IP, XML, etc. Independência de plataforma e linguagem Interface inteligível para computadores Utiliza a onipresente infra-estrutura da Internet Mecanismo de RPC (Remote Procedure Call):

5 Web Services (2) RPC (Remote Procedure Call)
Surgiu com o modelo Cliente/Servidor Implementados nos primeiros SOs de rede Não havia padronização: cada SO implementava seus protocolos, geralmente binários Transparência na invocação de procedimentos remotos client stub e server stub: procedimentos procuradores para o procedimento real RPC: Proposto em 1984 por Birrel e Nelson

6 Web Services (3) RPC 1:

7 Web Services (4) Web Service: encapsula uma lógica de aplicação, acessível programaticamente por um cliente ou outro Web Service Padrões RPC anteriores como CORBA, DCOM, RMI: arquitetura fortemente acoplada Web Services: arquitetura fracamente acoplada São acessados por um servidor HTTP Web Service (...): Padrões RPC (...) Restringia o uso em plataformas diferentes: dificultava o reuso dos serviços.Não aproveitavam o uso da infra-estrutura Internet; Web Services (...): facilita o reuso dos serviços em diversas plataformas;

8 Web Services: Tecnologias (5)
Ponteiros para o serviço UDDI WSDL Ponteiros para a Descrição Web Service Descreve o Serviço Consumidor SOAP Encontra um serviço Mensagens em XML

9 Web Services: XML (6) Língua franca da Internet
Semelhança com o padrão HTML, baseado em tags Flexibilidade na interpretação dos dados por computador/programador: dado + semântica Documento XML pode ter outro associado que define sua gramática: DTD ou Schemas Parser XML: interpretador de fácil acesso Língua franca da Internet: substitui a troca de mensagens codificados em EBCDIC, ASCII, etc. com formatos rígidos;

10 Web Services: XML (7) <?xml version="1.0"?>
<MANUFACTURER>KomputerSource <PRODUCT> <CLASS>Printer <TYPE>dot matrix</TYPE> </CLASS> <NAME>Wizbang3000</NAME> <FEATURES> <SPEED Units="ppm">40</SPEED> <QUALITY Units="dpi">60</QUALITY> </FEATURES> <PRICE Units="USD"> <RETAIL>200</RETAIL> <WHOLESALE>110</WHOLESALE> </PRICE> <WEIGHT Units="lbs">10</WEIGHT> </PRODUCT> </MANUFACTURER>

11 Web Services: SOAP (8) Simple Object Access Protocol
Formato de mensagem para invocação de serviços, escrito em XML Criado inicialmente por iniciativa da Microsoft para o ambiente Windows e adotado pela W3C SOAP Envelope SOAP Header: controle da mensagem SOAP Body: serialização dos parâmetros

12 Web Services: SOAP (9) <env:Envelope xmlns:env="http://www.w3.org/2003/05/soap-envelope"> <env:Header> <n:alertcontrol env:mustUnderstand="false" xmlns:n="http://example.org/alertcontrol"> <n:priority>1</n:priority> <n:expires> T14:00:00-05:00</n:expires> </n:alertcontrol> </env:Header> <env:Body> <m:alert xmlns:m="http://example.org/alert"> <m:msg>Pick up Mary at school at 2pm</m:msg> </m:alert> </env:Body> </env:Envelope>

13 Web Services: WSDL (10) Web Services Description Language
Descreve a interface (contrato) do serviço Semelhante a IDL de CORBA ou DCOM Escrito em XML Suficiente para produzir proxy (client stub) Acessível por HTTP via Internet Seções Abstratas: Types, Messages e PortTypes; Concretas: Bindings e Services; Seção Types: definições de tipos independentes de plataforma; Seção Messages: contém parâmetros de funções (os de entrada separados dos de saída) e descrições do documento; Seção PortTypes: define as assinaturas das funções, unindo o nome da função, os parâmetros de entrada e os de saída; Seção Bindings: especifica ligações entre cada operação a ser exposta e sua respectiva assinatura em PortTypes; Seção Services: especifica o endereçamento das portas de cada ligação;

14 Web Services: WSDL (11) <?xml version="1.0" encoding="UTF-8" ?>
( ... ) <message name="Simple.foo"> <part name="arg" type="xsd:int"/> </message> <message name="Simple.fooResponse"> <part name="result" type="xsd:int"/> <portType name="SimplePortType"> <operation name="foo" parameterOrder="arg" > <input message="wsdlns:Simple.foo"/> <output message="wsdlns:Simple.fooResponse"/> </operation> </portType> (...)

15 Web Services: UDDI (12) Universal Description, Discovery and Integration Páginas amarelas de Web Services: classificadas de forma padronizada Disponibiliza com um Web Service num nodo UDDI É um sistema de registros: ponteiros para os serviços

16 Computação em Grade Capacidade de compartilhar e agregar capacidades computacionais e oferecê-las como um serviço Surgiu com a descentralização da computação, possibilitada pela melhoria nas redes de computadores Uso de vários computadores colaborando para um mesmo propósito, ao invés de um caríssimo mainframe Cluster x GRID Aplicação para problemas que exigem alto poder computacional Cluster de computadores é formado por vários nodos interconectados e independentes que trabalham de forma cooperativa com um recurso único. Ao contrário da grade, os recursos do cluster são de propriedade de uma única organização e são gerenciados por um sistema de gerenciamento e monitoramento centralizado. Grades de computadores, por sua vez, possuem em geral mais de um domínio administrativo, não havendo um sistema centralizado de controle único. A grade segue uma combinação de arquitetura hierárquica e descentralizada para o gerenciamento dos recursos. A computação em grade oferece uma visão de serviço.

17 OGSA (1) Open Grid Services Architecture
Padrão aberto para implementação da grade Define interface padrões para: Descoberta de serviços Criação dinâmica de serviços Gerenciamento do ciclo de vida dos serviços Notificações Tratamento de erros

18 OGSA (2) Web Services: mecanismo para troca de mensagem usado no OGSA
Fornece ao OGSA as vantagens de independência e flexibilidade Arquitetura OGSA é dividida em unidades funcionais de baixo nível: instâncias de Web Services

19 Referências [1] Andrew S. Tanenbaum. Distributed Operating Systems. Prentice Hall [2] W3C. Web Services Archtiecture. August, 2003. Disponível em [3] SYSTINET. Web Services: A Practical Introduction [4] uddi.org. UDDI Executive White Paper. November 14, 2001. Site: [5] uddi.org. UDDI Technical White Paper. September 6, 2000. [6] Rajkumar Buyya. Answers to the Enterprise Architect Magazine Query. Disponível em [7] I.Foster, C.Kesselman,J.M.Nick, S.Tuecke. The Phisiology of the Grid – An Open Grid Services Architecture for Distributed Systems Integration. Draft, 2002. Disponível em


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