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A.K. Tanaka Programa de aplicação de BD SGBD Programa de aplicação de BD Programa de aplicação dados e regras SISTEMA DE INFORMAÇÃO Sistema de informação:

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1 A.K. Tanaka Programa de aplicação de BD SGBD Programa de aplicação de BD Programa de aplicação dados e regras SISTEMA DE INFORMAÇÃO Sistema de informação: - Organização - Pessoas - Tecnologia - hardware - software - telecomunicações

2 A.K. Tanaka Programa de aplicação de BD SGBD Programa de aplicação de BD Programa de aplicação dados e regras ?! Desenvolver um projeto de sistema de informação consiste em traduzir um problema do mundo real numa solução que envolve a organização, pessoas e tecnologia (hardware e software). SISTEMA DE INFORMAÇÃO Mundo Real

3 A.K. Tanaka Requisitos de Dados Projeto Conceitual Projeto Lógico Projeto Físico Coleta/Especificação de Requisitos Requisitos Funcionais Análise Funcional Projeto Funcional Programação Programa de aplicação de BD SGBD Programa de aplicação de BD Programa de aplicação dados e regras Mundo Real

4 A.K. Tanaka Requisitos de Dados Projeto Conceitual Projeto Lógico Projeto Físico Coleta/Especificação de Requisitos Requisitos Funcionais Análise Funcional Projeto Funcional Programação Mundo Real Programa de aplicação de BD Middle Ware Programa de aplicação de BD Aplicações Fontes de dados Middle Ware Middle Ware Modelagem e Projeto Dinâmico Requisitos de Controle

5 A.K. Tanaka Modelagem de Sistemas Modelagem Funcional –DFDs, Use Cases Modelagem de Dados –Modelo Entidades-Relacionamentos; Modelo de Objetos Modelagem Dinâmica –Diagramas de Estado

6 A.K. Tanaka Visão Tridimensional dos Sistemas de Informação Dados Funções Eventos sistemas de arquivos aplicações de controle aplicações de processos aplicações orientadas a dados e funções (exemplo: bancos) aplicações orientadas a dados e eventos (exemplo: monitoração de pacientes em hospital) aplicações orientadas a eventos e funções (exemplo: piloto automático) ?

7 A.K. Tanaka ABORDAGEM DE DESIGN COM FOCO NOS DADOS (Data-Driven Approach) Requisitos de Dados Design Conceitual Design Lógico Design Físico Esquema Conceitual Esquema Físico Esquema Lógico Fonte: Batini, Ceri & Navathe 92

8 A.K. Tanaka ABORDAGEM DE DESIGN COM FOCO NAS FUNÇÕES (Function-Driven Approach) Requisitos das Aplicações Análise Funcional Design em Alto-Nível das Aplicações Design dos Programas de Aplicação Esquemas Funcionais Especificação Detalhada dos Programas Especificação das aplicações Fonte: Batini, Ceri & Navathe 92

9 A.K. Tanaka ABORDAGEM CONJUNTA DE DESIGN COM FOCO EM DADOS E EM FUNÇÕES Requisitos de Dados e de Funções Design Conceitual Análise Funcional Esquema ConceitualEsquemas Funcionais Fonte: Batini, Ceri & Navathe 92

10 A.K. Tanaka DESIGN CONCEITUAL USANDO O MODELO ENTIDADE-RELACIONAMENTO Análise dos requisitos de dados – estruturar os requisitos, eliminar ambigüidades Concepção inicial – determinar conceitos/abstrações preliminares Concepção incremental – transformação progressiva de esquemas conceituais Integração de esquemas – junção de esquemas de diferentes visões Avaliação e reestruturação de esquemas – melhoria da qualidade do esquema conceitual Atividades :

11 A.K. Tanaka Primitivas para Design Conceitual Transformações de esquema –esquema inicial > esquema resultante –mapeamento de nomes de conceitos no esquema inicial em nomes de conceitos no esquema resultante. –conceitos no esquema resultante deve herdar todas as conexões lógicas definidas para os conceitos do esquema inicial. As operações de transformações são baseadas em primitivas de refinamento.

12 A.K. Tanaka Primitivas Top Down Primitiva Esquema Inicial Esquema Resultante T 1 : entidade ---> entidades relacionadas T 2 : entidade ---> generalização ou subconjunto T 3 : entidade ---> entidades não relacionadas T 4 : relacionamento ---> relacionamentos paralelos...

13 A.K. Tanaka Primitivas Top Down Primitiva Esquema Inicial Esquema Resultante T 5 : relacionamento ---> entidade com relacionamentos T 6 : desenvolvimento de atributos T 7 : desenvolvimento de atributo composto T 8 : refinamento de atributo

14 A.K. Tanaka PESSOA LUGAR VIVE EM PESSOA CIDADE VIVE EM ESTADO FICA EM T1T1 PESSOA T2T2 HOMEM MULHER PRÊMIO T3T3 LOTERIA OSCAR

15 A.K. Tanaka PESSOA CIDADE PES CID PESSOA CIDADE VIVE EM NASCEU EM T4T4 EMPREGADO T5T5 DEPARTAMENTO TRABALHA EM EMPREGADO TRABALHA COM GERENTE DEPARTAMENTO GERENCIA

16 A.K. Tanaka PESSOA T6T6 T7T7 T8T8 Nome Sexo Idade Endereço T8T8 Data Rua Cidade Estado CEP Dia Mês Ano Temperatura Data-última-vacina Data Dados-de saúde

17 A.K. Tanaka Primitivas Bottom Up Primitiva Esquema Inicial Esquema Resultante B 1 : geração de entidade B 2 : geração de relacionamento B 3 : geração de generalização (ou subconjunto) B 4 : aggregação de atributos B 5 : aggregação de atributos compostos...

18 A.K. Tanaka PESSOA CIDADE B2B2 EMPREGADO B3B3 PESSOA GERENTE PESSOA CIDADE VIVE EM EMPREGADO GERENTE

19 A.K. Tanaka PESSOA B4B4 B5B5 Nome Sexo Idade Endereço Rua Cidade Estado CEP Cidade Estado Nome Sexo Idade LUGAR Cidade Estado Rua Cidade Estado CEP

20 A.K. Tanaka Propriedades das Primitivas O conjunto de primitivas top down não é mínimo nem completo. Alguns tipos de esquemas não podem ser gerados usando unicamente primitivas top down. O conjunto de primitivas bottom up é mínimo e completo.

21 A.K. Tanaka Estratégias de Design De cima para baixo (top-down) De baixo para cima (Bottom-up) De dentro para fora (Inside-out) Estratégia mista

22 A.K. Tanaka Exemplo: Censo Demográfico REQUISITOS DE DADOS Num banco de dados de censo demográfico, as seguintes características das pessoas são consideradas: primeiro nome, sobrenome, sexo, idade, altura, naturalidade, lugar e tempo de residência em número de anos, situação militar para os homens, nome de solteira para as mulheres. Lugares podem ser países estrangeiros localizados em continentes ou cidades brasileiras localizadas em estados. Cada lugar tem nome e população, que representa a população total do país ou da cidade.

23 A.K. Tanaka De cima para baixo Refinamentos Sucessivos Domínio da Aplicação Esquema Intermediário Esquema Final

24 A.K. Tanaka DADOS DEMOGRÁFICOS

25 A.K. Tanaka DADOS DEMOGRÁFICOS DADOS SOBRE PESSOAS DADOS SOBRE LUGARES RELACIONAM

26 A.K. Tanaka DADOS DEMOGRÁFICOS DADOS SOBRE PESSOAS DADOS SOBRE LUGARES RELACIONAM PESSOA LUGAR NASCEU EM VIVE EM HOMEM MULHER EXTERIOR BRASIL

27 A.K. Tanaka DADOS DEMOGRÁFICOS DADOS SOBRE PESSOAS DADOS SOBRE LUGARES RELACIONAM PESSOA LUGAR NASCEU EM VIVE EM HOMEM MULHER EXTERIOR BRASIL PESSOA LUGAR NASCEU EM VIVEU EM HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO FICA EM Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População Nr-de-anos (1,1) (1,n) (1,1) (1,n)

28 A.K. Tanaka De baixo para cima Produção de conceitos elementares Domínio da Aplicação Agregação de conceitos elementares Esquema Final Coleção de conceitos elementares

29 A.K. Tanaka Nome-de-mulher Sobrenome-de-mulher Idade-de-mulher Altura-de-mulher Nome-de-homem Sobrenome-de-homem Idade-de-homem Altura-de-homem Situação-militar Nome-de-solteira Nome-de-país População-de-país Nome-de-cidade População-de-cidade Continente Nome-de-estado

30 A.K. Tanaka Nome-de-mulher Sobrenome-de-mulher Idade-de-mulher Altura-de-mulher Nome-de-homem Sobrenome-de-homem Idade-de-homem Altura-de-homem Situação-militar Nome-de-solteira Nome-de-país População-de-país Nome-de-cidade População-de-cidade Continente Nome-de-estado HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO Nome Sobrenome Idade Altura Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População Nome População

31 A.K. Tanaka Nome-de-mulher Sobrenome-de-mulher Idade-de-mulher Altura-de-mulher Nome-de-homem Sobrenome-de-homem Idade-de-homem Altura-de-homem Situação-militar Nome-de-solteira Nome-de-país População-de-país Nome-de-cidade População-de-cidade Continente Nome-de-estado HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO Nome Sobrenome Idade Altura Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População Nome População HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO Nome Sobrenome Idade Altura Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População Nome População PESSOA LUGAR

32 A.K. Tanaka Nome-de-mulher Sobrenome-de-mulher Idade-de-mulher Altura-de-mulher Nome-de-homem Sobrenome-de-homem Idade-de-homem Altura-de-homem Situação-militar Nome-de-solteira Nome-de-país População-de-país Nome-de-cidade População-de-cidade Continente Nome-de-estado HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO Nome Sobrenome Idade Altura Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População Nome População HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO Nome Sobrenome Idade Altura Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População Nome População PESSOA LUGAR PESSOA LUGAR NASCEU EM VIVEU EM HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO FICA EM Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População Nr-de-anos (1,1) (1,n) (1,1) (1,n)

33 A.K. Tanaka De dentro para fora Prosseguir como uma mancha de óleo Domínio da Aplicação Esquema Intermediário Esquema Final Selecionar o conceito mais importante Esquema inicial

34 A.K. Tanaka PESSOA

35 A.K. Tanaka PESSOA LUGAR NASCEU EM VIVEU EM Nome Sobrenome Idade Altura Nome População (1,1) (1,n)

36 A.K. Tanaka PESSOA LUGAR NASCEU EM VIVEU EM HOMEM MULHER PAÍS CIDADE Nome Sobrenome Idade Altura Nome População Nr-de-anos (1,1) (1,n)

37 A.K. Tanaka PESSOA LUGAR NASCEU EM VIVEU EM HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO FICA EM Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População Nr-de-anos (1,1) (1,n) (1,1) (1,n)

38 A.K. Tanaka Domínio da Aplicação Estratégia Mista Domínio 2 da Aplicação Domínio 1 da Aplicação Criar esquema esqueleto Criar esquema para Aplicação 2 Criar esquema para Aplicação 1 esquema esqueleto Integrar esquemas esquema 1 esquema 2 esquema final

39 A.K. Tanaka PESSOA LUGAR RELACIONA

40 A.K. Tanaka PESSOA LUGAR RELACIONA PESSOA HOMEM MULHER Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira

41 A.K. Tanaka PESSOA LUGAR RELACIONA PESSOA LUGAR HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO FICA EM Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População (1,1) (1,n)

42 A.K. Tanaka PESSOA LUGAR RELACIONA PESSOA LUGAR HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO FICA EM Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População (1,1) (1,n) PESSOA LUGAR NASCEU EM VIVEU EM HOMEM MULHER PAÍS CIDADE ESTADO FICA EM Nome Sobrenome Idade Altura Situação-militar Nome-de-solteira Continente Nome População Nr-de-anos (1,1) (1,n) (1,1) (1,n)

43 A.K. Tanaka Comparação das Estratégias Estratégia Descrição Vantagens Desvantagens De cima para baixo De baixo para cima De dentro para fora Mista Refinamentos sucessivos A partir de componentes elementares Abordagem mancha de óleo Particionamento de cima para baixo; integração de baixo para cima Nenhum efeito colateral indesejado Facilidade de decisões locais de design Requer um projetista com capacidade de abstração desde o início Nenhuma pressão sobre o projetista inicial Facilidade de descobrir novos conceitos próximos dos anteriores Nenhuma pressão sobre o projetista inicial Divide para conquistar Requer reestruturação a cada passo Visão global só no fim Requer decisões críticas sobre o esquema esqueleto desde o início

44 A.K. Tanaka Qualidades de um Esquema de Banco de Dados Completeza Correção Minimalidade Expressividade Legibilidade Auto-explanação Extensibilidade Normalidade


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